Boeing 767, que foi arrendado pela Força Aérea Brasileira, está pronto para ser entregue e receberá a matrícula 2900.
Está
pronta a mais nova aeronave da Força Aérea Brasileira. Designado como
C-767, o Boeing 767 arrendado pelo Brasil foi finalizado por uma empresa
americana e deve seguir para a base aérea do Galeão nos próximos dias.
Com a numeração 2900, o novo avião de transporte da FAB é uma solução
temporária após a aposentadoria dos KC-137, os famosos “sucatões”.
Na FAB, eles será responsável por
diversas funções “como troca do contingente militar brasileiro que atua
nas missões de paz no Haiti e no Líbano, o eventual transporte de
delegações e contingentes militares nos Jogos Olímpicos Rio 2016,
resgate de nacionais em áreas de conflito, atividades científicas e
humanitárias”, disse o comunicado da Aeronáutica no início do mês.
A aeronave alugada pela FAB por
três anos e renovável por mais um foi fabricada em 1992 e voou em três
companhias. Foi entregue nova para a Martinair Holland onde voou por
quase 20 anos. Em 2013, foi usada pela empresa grega SkyGreece Airlines
onde teve uma curta passagem pela Air Madagascar. Com o fim das
operações da SkyGreece, o 767 estava parado desde agosto do ano passado.
De acordo com a FAB, o 767 foi um
investimento de US$ 20 milhões e a meta é utilizar o avião durante os
Jogos Olímpicos, em agosto.
Programa KC-X2
A chegada do C-767, no entanto, não
resolve a necessidade da Força Aérea Brasileira em ter em seu
inventário um avião próprio para transporte e reabastecimento aéreo,
previsto no programa KC-X2. A licitação para adaptação do mesmo
modelo Boeing 767 para o padrão KC-767, capaz de reabastecer aviões em
voo, foi vencida pela empresa IAI, de Israel, em 2013, mas não há
previsão de quando o governo federal assinará o contrato que prevê a
conversão de três aeronaves.
Enquanto isso, apenas o lento C-130 Hercules está apto a reabastecer os caças atualmente.fonte: Ricardo Meier-AIRWAY
A Auditoria Militar de Curitiba condenou um capitão do Exército e dois empresários por extração ilegal de madeira da área da 2ª Companhia do 5º Batalhão de Suprimento, localizada em Palmeira (PR).
Eles foram condenados pelo crime de peculato-furto, previsto no artigo 303 do Código Penal Militar. A conduta do capitão também foi enquadrada nos artigos que tratam de crime continuado e coautoria.
O militar foi condenado à pena de mais de 11 anos de reclusão, com a pena acessória de inabilitação para o exercício de função pública pelo prazo de dez anos. Aos civis foi imposta a pena de sete anos e dois meses de reclusão.
Pela denúncia, o capitão, que era comandante da Companhia, determinava e autorizava o corte das árvores e negociava a venda ilegal do produto com os madeireiros da localidade, entre eles, os dois outros acusados.
Parte muito reduzida da madeira foi beneficiada e destinada à Companhia, porém a grande maioria do produto foi comercializada, rendendo ao capitão renda bem acima do que ele ganhava por mês no Exército.
Provas colhidas junto à Secretaria da Receita Federal demonstraram variação patrimonial a descoberto, referente ao ano-calendário de 2004, indicando assim enriquecimento ilícito por parte do oficial do Exército.
No período de 2002 a 2007, o movimento financeiro de sua conta foi de quase R$ 600 mil, sendo que sua remuneração no mesmo período ficou em torno de R$ 178 mil.
O relatório diz que o rendimento do trabalho assalariado do militar representou apenas cerca de um terço dos valores que transitaram na sua conta bancária, sendo a grande maioria daqueles valores fruto de depósitos em cheque, depósitos em dinheiro e transferências eletrônicas.
Em sua defesa, o capitão disse que tinha autorização do Ibama para derrubar oito árvores da espécie Araucária, que segundo ele seriam utilizadas em benfeitorias para a Companhia.
Porém a autorização tinha validade apenas para o período de junho a agosto de 2002 e o Inquérito Policial Militar demonstrou que ele não retirou as árvores na época que a autorização vigorava, somente depois do prazo estabelecido; como também excedeu e muito à quantidade de árvores derrubadas.
Segundo relatório, a autorização do Ibama permitia a execução, mas não a comercialização, tendo sido as árvores escolhidas previamente.
“Saliente-se, porém, que só dessa espécie vegetal foram extraídas, por determinação do primeiro acusado, mais de 80 árvores da área da União, além de um grande número de Eucalipto e Pínus”.
O laudo do Ibama indica que foram cortadas 88 Araucárias, com idade estimada superior a 50 anos; 1.070 Eucaliptos, com idade estimada superior a 35 anos; e 607 Pínus, com idade estimada em 16 anos à época do corte. A extração foi realizada nos anos de 2003 e 2004.
O prejuízo material causado ao patrimônio da União foi estimado em mais de R$ 420 mil. Da decisão, ainda cabe recurso ao Superior Tribunal Militar, em Brasília (DF). fonte: STM
Elton Cézar Roveri, de 21 anos, foi morto a tiros na noite de ontem, ao reagir a um assalto, na Rua Hiran José Horn, no bairro Parati em Campo Grande-Ms. Elton era soldado do Exército Brasileiro.
Segundo a Polícia Civil, Elton, a namorada e dois amigos estavam em frente da casa de um deles fumando narguilé. Dois rapazes, aparentando serem adolescentes, chegaram no local, armados, e anunciaram assalto.
Os criminosos queriam os celulares das vítimas. A namorada de Elton e os amigos entregaram, mas o soldado se recusou a dar o aparelho e acabou lutando com um dos assaltantes.
Os dois foram parar no outro lado da rua quando o criminoso atirou quatro vezes contra Elton. O soldado foi atingido na cabeça, nádegas, tórax e virilha. Ele foi socorrido por um dos amigos até o Hospital Regional, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Policiais fizeram buscas, mas até agora os assaltantes não foram encontrados. O crime será investigado. foto: reprodução/fecebook fonte: correiodoestado
Fantástica
tecnologia SpotMini é uma nova versão menor do robô Mancha,
pesando 55 lbs pingando (65 lbs se você pode incluir seu braço.)
SpotMini é totalmente elétrico (sem sistema hidráulico) e é
executado por cerca de 90 minutos em uma carga, dependendo do que é
fazendo. SpotMini é um dos robôs mais tranquilas que já
construídos. Ele tem uma variedade de sensores, incluindo câmeras
de profundidade, um giroscópio de estado sólido (IMU) e sensores de
propriocepção nos membros. Estes sensores ajudaão com a navegação
e manipulação móvel. SpotMini executa algumas tarefas de forma
autônoma, mas muitas vezes usa um ser humano para orientação de
alto nível. Para mais informações sobre SpotMini é apenas um dos mais variados existentes visite
website em fonte: www.BostonDynamics.com
confira no video :
O Ministério das Relações Exteriores divulgou uma nota, nesta quarta-feira (22), parabenizando o governo da Colômbia pelo acordo bilateral de cessar-fogo definitivo firmado com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo (FARC).
O governo brasileiro classificou a medida como um "passo fundamental para o fim da violência e a pacificação definitiva da Colômbia, que representa uma vitória para todos os colombianos e um motivo de júbilo para a região como um todo".
O Itamaraty lembrou ainda a importância da participação do governo cubano nas negociações de paz. A assinatura do acordo entre a Colômbia e as Farc deve acorrer nesta quinta-feira (23) na capital de Cuba, Havana.
Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério das Relações Exteriores.
Segundo o CMA, a onça-pintada exibida ao lado da Tocha Olímpica não foi a abatida ‘Juma’ e sim o mascote ‘Simba’ - foto: Ivo Lima/Ministério do Esporte
Segundo o CMA, a onça-pintada exibida ao lado da Tocha Olímpica não foi a abatida ‘Juma’ e sim o mascote ‘Simba’ – foto: Ivo Lima/Ministério do Esporte
O Comando Militar da Amazônia (CMA) divulgou na manhã desta quarta-feira (22) uma nota esclarecendo que a onça-pintada protagonista do evento da passagem da tocha olímpica por Manaus, na última segunda-feira (20), foi a ‘Simba’, mascote do Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), unidade do Exército Brasileiro que sediou o evento, e não a ‘Juma’, conforme vem sendo amplamente divulgado pela mídia local e nacional.
O segundo animal foi abatido com um tiro de pistola após tentar atacar um de seus tratadores, no momento em que era conduzido para a jaula. A nota informa ainda que a onça-pintada ‘Juma’, mascote do 1º Batalhão de Infantaria de Selva (1ºBIS), estava, por coincidência, no Cigs no mesmo dia do evento, para realização de revisões e cuidados da saúde.
O caso vem gerando grande comoção e repercussão nas redes sociais e na mídia em geral desde que foi divulgado, ainda na segunda-feira. Tanto que ganhou destaque na edição de ontem do Jornal Nacional, da rede Globo, e em vários sites de notícias pelo mundo.
O fato também motivou a Organização Não Governamental de Proteção, Adoção e Tratamento Animal (Pata) a organizar, para o próximo sábado (25), uma manifestação em repúdio ao procedimento que tirou a vida do animal. O protesto vai acontecer na frente do CMA, na estrada da Ponta Negra, na Zona Oeste da cidade.
A presidente da Pata, Joana Darc, diz que a manifestação não será contra o Exército e sim contra a prática de expor animais silvestres em eventos de qualquer natureza.
Uma página com a hashtag #SomostodosJuma foi criada no Facebook para que as pessoas confirmem presença no protesto.
Já o Comitê Organizador da Rio 2016 emitiu nota nesta terça-feira (21) dizendo que errou ao permitir a exibição de uma onça durante a passagem da tocha olímpica em Manaus e que o episódio não irá repetir.
“Erramos ao permitir que a Tocha Olímpica, símbolo da paz e da união entre povos, fosse exibida ao lado de um animal selvagem acorrentado. Essa cena contraria nossas crenças e valores. Estamos muito tristes com o desfecho que se deu após a passagem da tocha. Garantimos que não veremos mais situações assim nos Jogos Rio 2016”, diz o texto da organização, publicado no Twitter.
A nota do CMA continua ressalta que “o Exército, a partir de suas unidades mantenedoras da fauna amazônica, sempre seguiu e sempre seguirá todas as condições legais previstas pelos órgãos competentes defendendo a bandeira da preservação da onça-pintada da Amazônia, que já é uma questão levada a sério pelo Exército Brasileiro e que a sociedade precisa saber, para no futuro não corrermos o risco de ter essa espécie em extinção”.
E segue afirmando que as ações de todo militar do Exército no bioma amazônico é baseado no lema: “servir na Amazônia é um privilégio. Lutar pelo seu desenvolvimento sustentável, uma obrigação”.
foto: Ivo Lima/Ministério do Esporte.
Por equipe EMTEMPO Online
Durante operação policial na linha da fronteira com a Bolívia no
final da manhã deste sábado (18), agentes do DOF (Departamento de
Operações de Fronteiras) apreenderam um veículo roubado no Brasil, com
caracterização da Marinha Boliviana.
De acordo com informações da polícia, durante fiscalização dos
veículos que saim de Corumbá, os policiais abordaram um veículo Ford
F250, cor prata, com placas bolivianas. O automóvel estava com adesivos
da Marinha Boliviana e era conduzido por Ever Inarico Gomes, de 23 anos,
que se apresentou como militar.
Em vistoria no chassi e motor, foi constatado que o automóvel era
produto de roubo na cidade de Curitiba, no Paraná, no dia 16 de janeiro
deste ano. As placas originais também eram de Curitiba.
O caso foi registrado como recuperação de veículo objeto de roubo na delegacia de Corumbá. fonte: Clayton Neves-midiamax
Operação ocorre desde o dia 13 de junho em toda a fronteira de Roraima. Ação visa coibir crimes fronteiriços e levar serviço social à comunidades.fonte: Inaê Brandão G1 Rr.
A 11ª edição da operação Ágata, realizada pelo Exército Brasileiro, continua ocorrendo em toda a área de fronteira de Roraima e já apreendeu mais de R$ 1 milhão em madeira ilegal, desde o seu início, ocorrido no dia 13 de junho. O G1 acompanhou, nesta segunda-feira (20), um dia da operação. Veja galeria de fotos.
Segundo o assessor de Comunicação da 1ª Brigada, major Rodrigo Luiz, em uma semana de ações, a ´Operação Ágata 11´ apreendeu 2 mil m³ de madeira no Sul de Roraima, sete balsas utilizadas para garimpo ilegal, destruiu quatro áreas de garimpagem e uma pista de pouso na Terra Indígena Yanomami.
Além disso, nesta segunda-feira (20) dois fugitivos do sistema prisional foram capturados em barreiras terrestres do Exército, onde cerca de três mil veículos já foram fiscalizados. Além do Exército, outros 16 órgãos de segurança colaboram com a Ágata, entre elas a Polícia Militar, Polícia Federal, Funai, Ibama e Anac.
´Operação Ágata 11´
A ´Operação Ágata 11´ busca intensificar a presença do estado Brasileiro junto às faixas de fronteira, para contribuir no combate de ilícitos como o narcotráfico, contrabando e descaminho, tráfico de armas e munições, crimes ambientais, contrabando de veículos, imigração ilegal e garimpo ilegal.
´Braço forte´
O 1º tenente do Exército Rafael Lima, comandante do primeiro Pelotões Especiais de Fronteira (PEF), explicou que o Exército possui duas frentes de ação. Uma chamada ´braço forte´, que visa coibir a prática criminosa, e a ´mão amiga´, que leva serviços de assistência para comunidades.
Durante a Ágata, as ações contra as práticas criminosas ocorrem com bloqueios terrestres nas estradas que levam aos países que fazem fronteira com o Brasil e também por meio da patrulha fluvial.
Na sede do exército em Bonfim, ao Norte de Roraima, a patrulha fluvial ocorre no rio Tacutu, que marca a fronteira entre o Brasil e a Guiana. O subcomandante do primeiro PEF, Rodrigo Braga explicou que durante a operação a patrulha é feita diariamente.
"Os crimes mais comuns aqui pelo rio são o contrabando e o descaminho, sobretudo de roupas, alho e alguns outros materiais. Também fazemos apreensão de drogas e existem casos de tráfico de pessoas, mas em menor quantidade", disse Braga.
´Mão amiga´
Nesta segunda, a comunidade do Jabuti, na região da Serra da Lua, foi alvo de uma ação social do Exército. A localidade que fica há 50 km do município do Bonfim, recebeu assitência médica, odontológica, farmacêutica, vacinação antirrábica, ações educativas e recreativas.
O líder indígena da comunidade, Andrade da Silva Tomás, disse que os atendimentos são importantes para as moradores, especialmente o odontológico.
A dona de casa Adriana Ribeiro, de 42 anos, mora em uma vila há 20 km da comunidade e foi de ônibus até a Jabuti para ser medicada.
"Tenho um problema no braço e há quase um ano não consegui tomar o remédio que preciso. Vim aqui porque é mais perto e consegui receber a medicação", disse.
Segundo Andrade, cerca de 500 pessoas moram na comunidade que tem como principal fonte de subsistência o plantio de mandioca para a producão e venda de farinha.
JUMA -Mascote do 1º BIS, onça-pintada morre ao ser baleada após fuga no Cigs
Onça Juma foi morta após tentar atacar militar, disse o Comando.
Processo administrativo irá apurar os fatos. Felino participou da
cerimônia de apresentação da Tocha Olímpica no Cigs
A onça-pintada conhecida como “Juma”, que escapou da sua
jaula no zoológico localizado dentro do Centro de Instrução de Guerra na
Selva (CIGS) na manhã desta segunda-feira (20), morreu após ser baleada
com tiro de pistola. A informação foi confirmada pelo Comando Militar
da Amazônia (CMA). Segundo o CMA, o animal teria avançado em um militar
após ser resgatado e precisou ser abatido. A onça participou da
cerimônia de apresentação da Tocha Olímpica no Cigs nesta manhã.
De acordo com a coronel Evelyn, chefe da 5ª Seção de Comunicação do
Comando Militar da Amazônia, do Exército Brasileiro, o felino fugiu no
momento em que era recolocado na jaula. "Ela fugiu de fato. Ela fazia
parte da apresentação (da Tocha Olímpica), mas escapou muito depois (da
passagem) da Tocha”, disse Evelyn.
Segundo nota emitida pelo CMA no final da tarde, uma equipe de
militares composta de veterinários especializados no trato com o animal
foi resgatá-lo. “O procedimento de captura foi realizado com o disparo
de tranquilizantes. O animal, mesmo atingido, deslocou-se na direção de
um militar que estava no local. Como procedimento de segurança, visando a
proteger a integridade física do militar e da equipe de tratadores, foi
realizado um tiro de pistola no animal, que veio a falecer”, informou a
nota do Comando.
O CMA informou, ainda, que já determinou abertura de processo administrativo para apurar os fatos.
Revezamento
No evento de revezamento dentro do Cigs, os condutores da tocha
interagiram com o animal, considerado o mascote do 1º Batalhão de
Infantaria de Selva (1º BIS Amv). Eles passaram pelo zoológico do Cigs,
seguiram para uma área de selva e acompanharam simulações de
sobrevivência.
Segundo a coronel Evelyn, no momento que seria levada para a jaula, a
onça-pintada escapou e teve que ser alvejada com um tranquilizador.
“Após o evento, no momento em que a onça foi guardada, ela escapuliu da
sua segurança. Teve que tomar um tranquilizante. Ela partiu pra cima de
um dos militares e teve que ser alvejada com tranquilizante”, disse a
militar.
A Tocha Olímpica vem fazendo passagem por Manaus desde ontem, domingo
(19), quando percorreu 39 quilômetros de trajeto pela cidade, passando
por ruas e avenidas principais e também pontos turísticos como a Ponta
Negra e o Teatro Amazonas. fonte: Oswaldo Neto e Vinícius Leal
Manaus (AM)-acritica
Trabalho conjunto com Comando do 6º Distrito Naval.
Durante
Operação Ágata 11, militares do Exército Brasileiro realizam patrulhas
para verificação de 22 marcos de fronteira, que delimita o território
brasileiro com a Bolívia.
Este reconhecimento de fronteira, na região do Pantanal
Sul-Mato-Grossense, é uma operação militar que emprega o uso de equinos
devido à impossibilidade do uso de viaturas e embarcações.
A 3ª Companhia de Fronteira - Forte Coimbra (3ª Cia Fron/F Coimbra)
tem sob sua responsabilidade aproximadamente 200 km de fronteira.
Os marcos de fronteira normalmente são usados para marcar pontos
críticos na linha de fronteira entre estados ou subdivsões e em sua
maioria são feitos de pedra ou betão e colocados em pontos notáveis ou
especialmente visíveis do terreno. É também comum que tenham informação
inscrita com a identificação dos territórios em cada lado e uma data de
colocação. fonte: Danielle Valentim-midiamax
Ontem (19) o Soldado Lima de 21 anos lotado no 11º RC MEC em Ponta
Porã divisa com o Paraguai morreu após levar um disparo acidental de uma
pistola Beretta 9mm dentro do quartel. Segundo informações repassadas
ao site Brasiguaionewso mesmo estava fazendo
manutenção das armas antes de partir para a operação ‘Ágata’ que está
sendo realizada nas fronteiras com o Paraguai para coibir o tráfico de
drogas e armas na região.
De acordo com informações preliminares a pistola foi carregada e
outro soldado que não foi divulgado o nome teria disparado
acidentalmente contra a integridade do SD Lima que não resistiu aos
ferimentos e faleceu. O Exército até o momento não divulgou nenhuma nota
sobre o caso. o SD Lima era do assentamento Itamarati e servia o
exército brasileiro em Ponta Porã onde residia no quartel e no final de
semana retornava a sua casa, era casado e tinha filhos, entrou no
quartel em 2014 e em 2015 se tornou soldado profissional enganjado. fonte: Shakin Nunes-brasiguaionews
Realizada a cada seis meses, a cerimônia marca o revezamento de duas
unidades militares históricas na segurança dos palácios e residências
oficias da presidência da República.
Duas tropas militares especiais fazem a segurança dos palácios e
residências oficiais do presidente da República. Para se revezar nesta
missão, a cada semestre o batalhão da Guarda Presidencial e o 1º Regimento de Cavalaria de Guardas realizam a cerimônia de Troca da Guarda.
Na troca desta quinta-feira (16), com a presença de civis e
autoridades militares, o Batalhão da Guarda Presidencial (BGP, o
Batalhão Duque de Caxias) substituiu o 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (Regimento
de Dragões da Independência) na segurança da sede do Executivo Federal.
A guarda envolve a responsabilidade pela segurança das instalações do
Palácio e de todos que estão nele, além da função cerimonial.
A cerimônia pode ser acompanhada de perto pelos brasilienses e
turistas a partir da Praça dos Três Poderes. Simultaneamente, ocorre
também a troca das guardas nos Palácios Alvorada e Jaburu e na Granja do
Torto. fonte: planalto.
Das 180 vagas, 20 serão para garotas entre 14 e 19 anos.
As inscrições já foram encerradas; provas serão em julho.
A Escola Preparatória de Cadetes
do Ar (EpcAr), em Barbacena, vai admitir, pela primeira vez, meninas em
todos os anos do ensino médio em seu Curso Preparatório de Cadetes do Ar
(CPCAR), a partir de 2017. Das 180 vagas, 20 serão para meninas entre
14 e 19 anos. Mais de cinco mil meninas se inscreveram.
Segundo o coronel Aviador da EpcAr,
José Aguinaldo Moura, a instituição precisou se preparar tanto na
infraestrutura quanto em recursos humanos para receber as novas alunas.
“A escola é integral e os alunos moram em alojamentos. Vamos fazer uma
ala especial para meninas e aumentar os banheiros. Também vamos precisar
de oficiais femininos, principalmente na área de psicologia, para
amparar essas meninas novas que saem de casa e vem para cá para uma
atividade mais especifica”, explica o Coronel.
Os alunos fazem os três anos do ensino
médio na EpcAr, transformando-se em cadetes, para ingressarem no Curso
de Formação de Oficiais Aviadores da Academia da Força Aérea (AFA), em
Pirassununga.
Meninas de Juiz de Fora procuram
cursinhos para estudar para as provas. O conteúdo é o mesmo para os
meninos que concorrem às vagas: português, matemática, redação e inglês.
Já o teste físico para as meninas é diferenciado e um pouco mais fácil.
As inscrições já foram encerradas e as provas serão em julho. As
aprovadas ingressam na escola no ano que vem. fonte: G1 Zona Da Mata
Está previsto para hoje o anúncio de que o presidente interino Michel
Temer devolverá aos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica
as atribuições que lhes foram retiradas pela presidente afastada Dilma
Rousseff com o Decreto 8.515 de três de setembro do ano passado, que
trata da direção e gestão de cada uma das forças armadas.
Ao Ministro da Defesa, em prejuízo dos comandantes militares, Dilma
delegou, entre outros poderes, o de transferir para a reserva remunerada
oficiais superiores, intermediários e subalternos, reformar oficiais da
ativa e da reserva, promover oficiais a postos superiores e até nomear
capelães militares. E o pior: os comandantes militares não foram
consultados sobre o decreto.
O decreto produziu tal irritação entre oficiais superiores das três
forças que Dilma, uma semana depois, acabou recuando em parte de sua
decisão. Assinou uma retificação ao decreto dizendo que o Ministro da
Defesa poderia subdelegar aos comandantes militares os poderes que ela
havia lhe conferido. Ocorre que o Decreto 8.515 contraria a Lei
Complementar 67, de 1999.
A lei dispõe que os comandantes exercerão a direção e a gestão da
respectiva força (art. 4º, com a redação da LC 136/2010). Assim, Dilma
não poderia delegar ao ministro competência que lei atribui aos
comandantes. “O ministro não pode subdelegar competências que não
poderia ter recebido por delegação, pois elas são dos comandantes”,
observa o ex-ministro da Defesa Nelson Jobim.
Temer revogará o decreto e a retificação assinados por Dilma. fonte: Ricardo Noblat
Para os Jogos
Entra no ar, semana que vem, um
satélite de alta resolução do Ministério da Defesa encomendado
especialmente para a segurança da Olimpíada no Rio. Seu grau de precisão
é de...meio metro. Direto da Fonte-Sonia Racy.
De
acordo com informações do exército brasileiro, os tanques vistos nas
ruas de Ponta Porã, na noite desta quarta-feira (15), depois do cenário
de guerra não seria por causa do assassinato do narcotraficante Jorge
Rafaat Toumani, próximo ao Mercado Municipal, de Pedro Juan Caballero.
Segundo informações oficiais, o exército está na fronteira por causa
da Operação Ágata, que teve início nesta segunda-feira (13) em toda a
extensão fronteiriça do território brasileiro. “Caso seja necessário a
presença do exército um planejamento ainda será feito neste sentido”.
As ruas de Ponta Porã se tornaram cenário de um verdadeiro filme de
guerra, nesta quarta-feira (15), quando o narcotraficante Jorge Rafaat
Toumani foi assassinado a tiros de fuzil quando saia de seu escritório
na cidade do Paraguai.
Um grupo de pessoas fuzis AK 47 e Mag antiaérea e metralhadoras
atacaram o narcotraficante, que morreu e outras pessoas ficaram feridas.
Os suspeitos estariam em três veículos.
No local, além de centenas de capsulas de projéteis, a polícia também
encontrou armas de grosso calibre, tais como fuzis e 50, todos de posse
militar, que furaram a blindagem do Jipe Hummer, do mesmo modelo
utilizado pelo exército dos Estados Unidos. Nele, estava Jorge Rafaat
Toumani, vítima fatal. Vários outros ficaram feridos, dentre eles um
policial identificado como Jorge Espindola. fonte: Thatiana Melo - midiamax
Ele foi atendido pelo Corpo de Bombeiros mas morreu no local.
A moto CG era guiada pelo
soldado do Exército Luiz James Oliveira Tavares, 19 anos morreu após cair da moto no trecho 4 do SIA em Brasilia-DF, por
volta das 17h13 desta quarta-feira (15/6) que foi atendido pelo
Corpo de Bombeiros mas morreu no local. Até agora, não há informações
sobre o motivo da queda dele. fonte: CB
Um militar da Marinha reagiu a um assalto na manhã desta
quarta-feira, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, e matou
dois dos suspeitos que o renderam. O caso ocorreu no bairro da Covanca.
Segundo policiais militares do 7º BPM (Alcântara), o militar passava de
moto, uma Honda XRE 300, pela Rua Doutor Porciúncula quando foi rendido
por quatro homens que estavam num Gol preto.
Dois deles desceram,
pegaram a moto do militar e fugiram nela. Os outros dois suspeitos
trocaram tiros com a vítima e acabaram mortos a tiros. O militar nada
sofreu. Uma réplica de fuzil que estava com os bandidos foi apreendida. O
caso seguiu para registro na 73ª DP (Neves).
Ao EXTRA, o militar contou que estava a caminho do trabalho, por volta das 7h, quando foi interceptado.
-
Eles mandaram que eu deixasse a moto. Fiquei muito tenso porque estava
armado e não queria confronto. Então deitei a moto no chão e corri.
Nisso dois deles saíram com a moto. Os outros dois foram no carro me
acompanhando - disse.
Ainda de acordo com a vítima, um dos criminosos apontou a réplica de fuzil em sua direção:
- A todo momento eles diziam que me matariam. Consegui me esconder atrás de um poste, saquei minha arma e atirei.
O militar criticou a violência no Estado do Rio.
-
Sou do Piauí. Mas moro em São Gonçalo há vinte anos. Esse foi meu
primeiro assalto. Mas, de um tempo para cá, venho mudando a minha rotina
por causa dessa violência. Não saio mais à noite. É de casa para o
trabalho e do trabalho para casa. Só saio com a família na parte da
manhã - relatou.
Antes de assaltarem o militar, os bandidos haviam
iniciado um arrastão no bairro Santa Catarina, na Rua Arthur Bernardes,
próximo ao novo fórum. Uma das vítimas, uma operadora de caixa de 26
anos, disse que estava indo trabalhar quando foi abordada pelo grupo:
-
Eles apontaram uma arma para mim e me xingaram muito. Mandaram entregar
a bolsa, celular e o pouco dinheiro que eu tinha. Eles estavam muito
doidos e fediam a vodca.
Uma estudante, de 24, também vítima,
tentou correr quando viu a outra mulher ser assaltada, mas acabou sendo
alcançada pelos homens, que levaram todos os seus pertences. fonte: Ana Carolina Torres e Ricardo Rigel - extra
O
Exército brasileiro realiza a segurança na fronteira na noite desta
quarta-feira (15), após o confronto entre traficantes em Pedro Juan
Caballero na fronteira com Ponta Porã, cidade a 338 quilômetros de Campo
Grande.
Por volta das 18h45, um grupo fortemente armado dispararam com um
tipo Mag antiárea, fuzil AK-47 e metralhadoras contra o veículo em que
estava o empresário e narcotraficante Jorge Rafaat Toumani.
O atentado aconteceu na rua Tenente Herrero com Elisa Lynch, no
bairro São Gerardo, nas imediações do Mercado Municipal. Já foi
confirmada a morte de Rafaat e ao menos sete pessoas ficaram feridas,
entre elas um agente policial identificado paraguaio.
Rafaat estava em uma camioneta Hummer, placas OAN 927 e os autores
chegaram em uma Toyota Hilux e um Ford 250. O carro de Rafatt era
blindado, mas as balas atravessaram o veículo, assim como o carro em que
estavam seus seguranças.
De acordo com as informações da Policia Nacional, os atiradores
usaram um metralhadora .50, que é usada para abater aeronaves e foi
adaptada para ser usada no veiculo, os policiais informaram que foram
disparados mais de 250 tiros. De acordo com o site Ponta Porã
Informa, o crime aconteceu uma grande perseguição policial que resultou
na prisão de sete pessoas. fonte: Diego Alves-midiamax
Além de achar cômico brasileiro adora ser multado, por vários motivos que eu não vou citar aqui cada um avalia a si mesmo, deixo você fazer uma introspecção e ver se vale a pena a falta de paciência, respeito, educação e intolerância para com o próximo, sendo a negligência, imprudência e imperícia do motorista a principal razão de acidentes. resposta prontas como "eu não sabia", ah eu achei que podia", pensei que ia dar tempo" é rapidinho". São meras desculpas para estou vivendo a vida adoidado, dane-se quem puder... Então tá, então... Pau na moleira. Ou aprende ou aprende...
Negligência:
1.
falta de cuidado; incúria.
"trata a casa e a família com muita n."
2.
falta de apuro, de atenção; desleixo, desmazelo.
"veste-se com n."
3.
falta de interesse, de motivação; indiferença, preguiça.
"n. no trabalho leva ao desemprego"
4.
jur inobservância e descuido na execução de ato.
Imprudência:
1.
caráter ou qualidade de imprudente.
"a i. de seus hábitos"
2.
procedimento, ato ou dito imprudente.
"cometer i. no trânsito"
3.
jur inobservância das precauções necessárias [É uma das causas de imputação de culpa previstas na lei.].
Imperícia:
1.
falta de perícia (de competência, de experiência, de habilidade).
"percebeu, pela i. do artesão, que era ainda um aprendiz"
2.
dir.civ dir.pen
falta de habilidade ou experiência reputada necessária para a
realização de certas atividades e cuja ausência, por parte do agente, o
faz responsável pelos danos ou ilícitos penais advenientes.
A
única guerra na América do Sul envolvendo quatro países (Brasil,
Argentina, Uruguai e Paraguai) e com confronto mais violento registrado
no continente aconteceu há 152 anos. A Guerra do Paraguai, que se
iniciou em 1864 e só terminou em 1870, deixou rastros em Mato Grosso do
Sul mesmo depois de mais de um século e meio. Para começar, se não
houvesse a vitória brasileira, o Estado provavelmente pertenceria ao
país vizinho.
Essa conquista nacional começou a ser desenhada com uma batalha
decisiva, conhecida como Riachuelo. Os paraguaios, que eram mais fortes,
acabaram perdendo nesse episódio e a defesa de uma região
fronteiriça estratégica foi conquistada, mesmo sem os devidos
equipamentos e estrutura que eram oferecidos à Marinha do Brasil.
A disputa naval foi travada em 11 de junho de 1865. Neste sábado
(11), completou-se 151 anos dessa vitória que ajudou a manter o então
Mato Grosso anexado ao país.
Naquele ano, a Marinha, que veio se instalar em Ladário em 1873,
conseguiu vencer as tropas paraguaias no rio Riachuelo, um afluente do
rio Paraná que fica em território argentino e é caminho para acesso ao
mar. A conquista, considerada a mais importante para a força brasileira,
tornou-se motivo de orgulho, mas revelou também deficiências que
perduram com o tempo.
Comandante do 6º Distrito Naval, Contra-Almirante Petronio Augusto. Foto - Divulgação / Marinha do Brasil. O Contra-Almirante Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, comandante do
6º Distrito Naval de Ladário, há 39 anos na Marinha, disse que a data
que marca a vitória da Batalha do Riachuelo precisa ser lembrada e
celebrada para não se esquecer das ameaças que as regiões fronteiriças
continuam passando.
"O mundo mudou da época da Guerra do Paraguai. As ameaças também.
Temos hoje o crime organizado e o terrorismo como preocupações",
destaca.
DESPREPARO DE SÉCULOS
O paralelo entre o passado e o presente mostra que as forças de
proteção do país não tinham, e ainda não tem, estrutura adequada em caso
de ataque.
O Paraguai era dono da melhor frota fluvial da América do Sul,
enquanto o Brasil contava com navios preparados para navegar no alto
mar, mesmo tendo uma extensa área fluvial a ser monitorada.
O país dependia muito mais da atuação de seus combatentes, do que dos
equipamentos que eram oferecidos pelo governo, que na época era do
Segundo Reinado.
"Precisamos pensar mais em defesa, tanto no militar como na segurança
pública. Temos que estar prontos para defender nossos interesses",
alerta o Contra-Almirante, comentando sobre a situação atual e o que
aconteceu há mais de um século.
COMO SE CHEGAR À VITÓRIA
Indicação do local onde foi travada a Batalha do Riachuelo. Reprodução / Marinha do Brasil.
A Vitória na Batalha do Riachuelo é atribuída a dois fatores
importantes. Um foi o erro da tropa paraguaia que pretendia fazer ataque
na madrugada, surpreendendo navios brasileiros em uma noite de neblina,
aproveitando que a Marinha não tinha a melhor estrutura para navegar em
rio. A estratégia não deu certo e o Paraguai só chegou ao local da
batalha na manhã, eliminando o efeito surpresa.
O segundo está atrelado ao desempenho de Francisco Manoel Barroso, o
Almirante Barroso. Ele comandou a força naval brasileira em 11 de junho
de 1865. Depois de escapar da armadilha, retornou à foz do Riachuelo e
com a Fragata Amazonas derrotou os adversários. Com isso, a passagem
para o Oceano Atlântico não foi tomada pelo Paraguai e se manteve no
domínio brasileiro.
"Fazemos questão de cultuar alguns valores. Nessa época de
comemoração da Batalha do Riachuelo abrimos a Marinha para a população e
tentamos mostrar o que foi preciso para vencer. O Almirante
Barroso mostrou moral, comprometimento, ética, propósito e resiliência.
Achamos importante que as pessoas saibam disso", opinia o
Contra-Almirante Petronio.
O QUE NÃO MUDOU
Parte da frota naval do 6º Distrito de Ladário. Foto - Divulgação / Marinha do Brasil
.
A atuação da Marinha resultou na manutenção do atual Mato Grosso do
Sul como território brasileiro. Mas as falhas do passado, envolvendo a
falta de estrutura, perdura. "O Brasil não estava preparado para a
guerra", reconhece o atual comandante do 6º Distrito Naval de Ladário.
"Hoje as ameaças são outras, mas ainda precisamos pensar mais em
defesa", completa.
Apesar de constitucionalmente a Marinha não atuar no combate direto
ao tráfico internacional de drogas, tráfico de pessoas, atuação do crime
organizado na fronteira e mesmo terrorismo, existe o trabalho de
inteligência do 6º Distrito Naval que procura monitorar a região, tanto
no Estado como em Mato Grosso.
Como a força militar tem estrutura naval mais eficiente do que outras
corporações que atuam na fronteira, tais como Polícias Federal,
Militar, Civil e Militar Ambiental, existe a possibilidade de trabalho
conjunto. Essa parceria está sendo mais amplamente sendo feita com a
Polícia Militar Ambiental.
GUERRA ONDE TODOS PERDERAM
A historiadora e professora em Ladário, Terezinha Assad, analisa que o
conflito teve vitória bélica, mas todos os lados sofreram derrotas.
"O Paraguai deixou de ser a grande potência da América do Sul que
era, o país perdeu uma grande parte de sua população e a sua economia
foi devastada. O Brasil, embora vitorioso, teve também grandes prejuízos
financeiros com o conflito", indica.
Para conseguir manter-se em combate ao longo de seis anos o país pegou empréstimos estrangeiros, principalmente da Inglaterra.
Corpos de paraguaios no campo, em imagem de 1866. Foto - Fundação Biblioteca Nacional.
O Paraguai, que até a época estruturava-se como uma potência,
inclusive industrial, perdeu em torno de 300 mil pessoas. Estima-se que
90% era da população masculina maior de 20 anos. A fome e probreza
disseminaram no país vizinho e não houve recuperação mais de 150 anos
depois.
Nesse período, a economia do país foi trocada de produtos
manufaturados para produção agrícola, porta aberta para o contrabando e
um dos maiores produtores de maconha da América do Sul, além de ser o
principal fornecedor da droga para o Brasil. O caminho para esse
entorpecente ser distribuído passa justamente por Mato Grosso do Sul.
"Passados 150 anos da Guerra do Paraguai, outros tipos de questões
fronteiriças estão aí e que precisam ser refletidas, como é o caso dos
'brasiguaios' (há conflito envolvendo brasileiros e seus
descendentes que vivem no país vizinho com os nativos por conta de
terra), a questão do uso da energia da Usina de Itaipu, o preparo das
forças navais brasileiras para enfrentar um conflito externo, a questão
do contrabando de mercadorias, e os tráficos de drogas, armas e de
pessoas. São questões que não podem ser relegadas ao esquecimento", fonte: Por RODOLFO CÉSAR - CORREIODOESTADO
Na primeira
visita internacional recebida pelo governo interino do presidente
Michel Temer, o Brasil assinou hoje (8) dois acordos bilaterais com o
Paraguai, um na área de aviação e outro para construção de uma ponte
rodoviária internacional sobre o Rio Paraguai, entre as cidades de Porto
Murtinho (MS) e Carmelo Peralta (Departamento do Alto Paraguai).
O ministro das Relações Exteriores do
Paraguai, Eladio Loizaga, agradeceu o convite do governo interino
brasileiro e disse estar “consciente” de todos os acontecimentos
políticos ocorridos no Brasil. Ele ressaltou o interesse do governo
paraguaio em aprofundar as relações comerciais e a cooperação entre os
dois países.
O ministro das Relações Exteriores do
Brasil, José Serra, afirmou que o fato de o Paraguai ter sido o primeiro
país a visitar oficialmente o Brasil após o afastamento da presidenta
Dilma Rousseff, pelo Senado no processo de impeachment, ressalta a
importância da relação entre os países vizinhos.
“São relações centrais para o Brasil, que
se assentam em bases históricas e têm um forte componente humano.
Compartilhamos uma longa fronteira. Cerca de 300 mil brasileiros vivem
no Paraguai, a segunda maior comunidade de brasileiros no exterior.
Nossos vínculos têm-se fortalecido nos últimos tempos, de maneira ampla e
diversificada”, acrescentou Serra.
Negócios
Além dos acordos assinados hoje,
Serra informou que o Brasil pretende ampliar os negócios com o Paraguai,
removendo barreiras não tarifárias e também a parceria na prevenção e
combate ao contrabando, tráfico de drogas e de armas.
“Devemos também buscar avançar em outras
iniciativas. É fundamental que aproveitemos o potencial hidroviário em
nossa região. Brasil e Paraguai estão dispostos a aproveitar melhor o
potencial de circulação na Bacia do Prata.”
Sobre o Mercosul, Serra disse haver
“ampla convergência” entre Brasil e Paraguai quanto a urgência em
avançar na agenda de negociações externas do bloco.
“Conversamos sobre troca recente de
ofertas iniciais entre Mercosul e União Europeia. Trabalharemos
intensamente para chegar a um acordo equilibrado e vantajoso para o
Mercosul. Como já disse, a reciprocidade é a condição para um bom
acordo”, destacou o ministro brasileiro.
Acordos
O acordo para início do projeto de
construção de uma ponte rodoviária internacional sobre o rio Paraguai
foi assinado Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes
(DNIT), pelo lado brasileiro, e o Ministério de Obras Públicas e
Comunicações, pelo lado paraguaio. Os custos decorrentes da elaboração
dos estudos, projetos e construção da ponte serão compartilhados
igualmente pelos dois país.
Para Serra, a construção da ponte será
“fundamental” para viabilizar a ligação rodoviária entre os portos de
Santos, no Brasil, e de Iquique e Antofagasta, no Chile. “Avançar no
tema da integração física com o Paraguai ajudará à integração entre
nossos países, mas também ampliará a conexão do Cone Sul com o resto da
América do Sul e com as regiões mais dinâmicas da economia mundial”,
afirmou Serra.
O acordo na área de aviação prevê,
entre outros pontos, que empresas aéreas brasileiras e paraguaias terão o
direito de sobrevoar o território dos países sem pousar, fazer escalas
no território da outra parte, para fins não comerciais, fazer escalas
nos pontos das rotas especificadas no Quadro de Rotas, para embarcar e
desembarcar tráfego internacional de passageiros, bagagem, carga ou mala
postal separadamente ou em combinação.
Além disso, o acordo estabelece que
nenhum dos dois países cobrará ou permitirá que sejam cobradas das
empresas aéreas designadas tarifas aeronáuticas superiores às cobradas
de suas próprias empresas aéreas que operem serviços aéreos
internacionais semelhantes.
Intercâmbio
Cada país, reciprocamente, isentará
uma empresa aérea designada da outra parte, em conformidade com a
legislação nacional, de restrições sobre importações, direitos
alfandegários, impostos indiretos, taxas de inspeção e outras taxas e
gravames nacionais que não se baseiem no custo dos serviços
proporcionados na chegada, sobre aeronaves, combustíveis, lubrificantes e
suprimentos técnicos de consumo.
Segundo o Itamaraty, o Brasil é o
principal destino das exportações paraguaias e o principal fornecedor de
produtos para o Paraguai. Em 2015, o intercâmbio bilateral alcançou US$
3,3 bilhões. O comércio bilateral é caracterizado por elevada
porcentagem de produtos de alto valor agregado. No ano passado, 93,7%
das exportações brasileiras para o Paraguai foram compostas de produtos
manufaturados. Ivan Richard - Repórter Da Agência Brasil
Diretor de Cadeia Pública é preso em flagrante por não parar em blitz na Vila Militar.
Foto da Guarita da cadeia Pública Jorge Santana, em Bangu, feita em 2002 Foto: Arquivo/Divulgação
Carolina Heringer
O
diretor da Cadeia Pública Jorge Santana, no Complexo de Gericinó, Zona
Oeste do Rio, foi preso em flagrante, na tarde de ontem, na Vila
Militar, em Deodoro, na Zona Oeste do Rio. De acordo com a assessoria do
Comando Militar do Leste, Alexsander Evaristo da Silva não parou num
posto de bloqueio montado por militares do Exército Brasileiro e foi
autuado em flagrante por resistência, desobediência, desacato e ameaça.
Ainda
segundo a assessoria, o diretor estava na direção do veículo que não
parou. Com ele, estava o inspetor penitenciário Walter de Almeida
Junior, que também foi preso. Ele foi autuado por desobediência e
resistência.
De acordo com a Secretaria de Administração
Penitenciária (Seap), Alexsander alegou que voltava do trabalho e, por
seu carro ser blindado e com película escura, não percebeu o sinal de
parada dos militares. Ao encostar o veículo, teria ocorrido “uma
conversa mais exaltada” e o comandante militar que estava no quartel deu
ordem de prisão ao inspetor.
O caso está sendo apurado pela Corregedoria Interna da Seap.
fonte: extra
Uma das festas juninas mais tradicionais de Campo Grande, o “Arraiá Du
Zé Cuturno”, que estava previsto para acontecer neste final de semana na
Capital não se realizará.
Em nota, o Ministério de
Defesa do Exército Brasileiro do Comando Militar do Oeste, de Campo
Grande informou que em virtude do acidente ocorrido na tarde da última
quinta-feira (9), e em consideração ao luto da família do Sargento
Guilherme Pereira Gomes, a festa junina “Arraiá Du Zé Cuturno” foi
cancelada.
Apesar disso, por questões contratuais o show musical “Arraiá”
será mantido normalmente, em virtude de questões contratuais. O evento será realizado neste sábado (11), às
22 horas, no salão do Círculo Militar da Capital. fonte: capitalnews
Boa Vista (RR)– O 6º
Batalhão de Engenharia de Construção (6º BEC), após reconhecimento do
local, está em fase de mobilização para a Operação Estirão do Equador,
que ocorrerá no município de Atalaia do Norte, localizado no Estado do
Amazonas, na fronteira com o Peru.
A Operação originou-se devido à
necessidades logísticas do Programa Calha Norte, sob a coordenação do
Ministério da Defesa, e tem como objetivo principal a manutenção da
soberania da Amazônia, contribuindo com seu desenvolvimento ordenado e
sustentável, por meio de obras estruturantes. Dessa forma, o 6º BEC
recebeu a missão de remover os escombros da ponte sobre o Igarapé
Serraria e construir uma nova ponte semipermanente de madeira, com 95
metros de comprimento, 5 metros de largura e 10 metros de altura. O
Batalhão irá, também, realizar melhorias nas instalações do 4º Pelotão
Especial de Fronteira.
O efetivo a ser empregado será de 32
militares do 6º BEC, três do 8º Batalhão de Infantaria de Selva e um
militar da 21ª Companhia de Engenharia de Construção. O transporte
fluvial precursor do material será realizado pelo Centro de Embarcações
do Comando Militar da Amazônia e está previsto para ser realizado no dia
3 de março deste ano.
Conforme planejamento, a ponte estará em condições de transitabilidade até o dia 3 de fevereiro de 2017.
Fonte: 6º BEC/EB Após concluídas as fases de
reconhecimento de Engenharia, como o itinerário fluvial e rodoviário
para acesso à ponte, e de uma grande operação logística, caracterizada
pelo grande volume de meios transportados, como foi o caso do transporte
de cerca de 1.000 toneladas de material (madeira para a construção da
ponte, bate-estaca, equipamentos de engenharia, viaturas e combustível),
até o local em que será construída a ponte, foi dado início a uma nova
fase, fundamental e desafiadora da operação Estirão do Equador. Foram
mais de 60 dias de concentração, embarque e transporte do material e de
pessoal.
O Superior Tribunal Militar condenou um ex-soldado do Exército e um
civil por roubo de armamento do 6º Grupo de Lançadores Múltiplos de
Foguetes e Campo de Instrução de Formosa (6º GMF), na região do Entorno
do Distrito Federal.
Após o roubo de uma escopeta calibre 12, um dos réus tirou fotos e
postou em redes sociais. Ambos foram condenados a seis anos de reclusão,
em regime semiaberto.
Segundo a denúncia do Ministério Público Militar, no dia 9 de janeiro
de 2015, por volta das 4h30 da manhã, os denunciados, um deles soldado
do Exército e que servia no próprio quartel, entraram nas instalações do
Grupo de Foguetes, armados com um revólver. Eles renderam a sentinela
de um dos postos e roubaram uma espingarda calibre 12, Mossberg, de
propriedade do Exército Brasileiro.
Depois do crime, ambos fugiram para o bairro Padre José e de lá
seguiram para a cidade de Formosa, onde a arma foi escondida debaixo de
um colchão, na casa de um dos acusados.
Três dias depois, após investigações, homens do Exército chegaram à
residência do militar e o prenderam em flagrante, além de apreenderem a
arma. Ele, posteriormente, informou sobre a participação do segundo
acusado, que era um amigo de infância.
Os dois foram denunciados à Justiça Militar Federal, pelo crime de
roubo qualificado, previsto no artigo 242, § 2º, do Código Penal Militar
(CPM). Em juízo, o réu militar afirmou que a denúncia era verdadeira e
defendeu-se dizendo que não combinou nada com o segundo acusado, mas,
no dia dos fatos, recebeu a visita dele, que o convidou para ir ao
quartel e lá subtrair a espingarda, tendo aceitado, pois sua “cabeça era
fraca”.
Em outro depoimento, o então soldado negou o crime e disse que
comprou o armamento de um homem conhecido na área, na rua em que morava,
pelo valor de R$ 1.500. Segundo contou, queria se precaver contra as
ameaças feitas por um desafeto, que já havia tido problemas com outros
amigos seus.
Julgamento na Justiça Militar
No julgamento de primeira instância, na 1ª Auditoria de Brasília, os
réus foram condenados, por unanimidade de votos do Conselho Permanente
de Justiça, a seis anos de reclusão, com o regime prisional inicialmente
semiaberto e o direito de apelar em liberdade.
A defesa recorreu da decisão ao Superior Tribunal Militar. O defensor
público federal sustentou que o simples fato de o armamento ter sido
encontrado na casa do soldado - licenciado do Exército em junho 2015 -,
onde também morava o segundo acusado, não tinha o condão de, por si só,
incriminá-lo pelo roubo qualificado, impondo-se a absolvição e,
subsidiariamente, a desclassificação para o crime de receptação.
Já o advogado constituído do réu civil pediu a reforma da sentença,
afirmando haver insuficiência de provas quanto à autoria, bem como a
circunstância de não ter o apelante ingressado no quartel, portando arma
ou sido o mentor do delito, tendo apenas recebido o armamento do outro
lado da cerca e tendo participado da fuga. Pleiteou também a aplicação
da pena em seu mínimo legal, tendo em vista a primariedade, os bons
antecedentes e a confissão, reveladora de sua cooperação.
No entanto, ao apreciar o recurso no STM, o ministro relator, Artur
Vidigal de Oliveira, negou provimento e manteve inalterada a sentença do
juízo de primeiro grau. Para o ministro, o ex-soldado trouxe uma
versão totalmente isolada e não arrolou qualquer das testemunhas
referidas em seu depoimento, nem mesmo a pessoa mencionada no
interrogatório que supostamente lhe havia emprestado a quantia de R$
800.
“Causa estranheza a circunstância dele ter se ausentado do quartel,
sem autorização, no dia dos fatos, bem como ter falsificado uma
assinatura de um chefe militar, comandante de subunidade, para poder
sair do quartel no curso da apreensão conduzida pelo 6º GLMF”, disse.
O relator informou que, em dados obtidos após a quebra do sigilo
telefônico dos réus, verificou-se que vários contatos telefônicos foram
efetuados entre os números pertencentes a ambos os réus na madrugada do
roubo, às 02h15, 02h54 e 02h57. O crime ocorreu por volta das 4h30min.
“Além de tudo o que foi demonstrado, há que se considerar, ainda, que
o réu era militar da ativa ao tempo do crime; portanto, conhecia a
rotina do quartel, as peculiaridades do serviço e de cada um de seus
postos, inclusive suas vulnerabilidades e, até mesmo, as características
pessoais das sentinelas que estavam escaladas para aquele determinado
posto de serviço. Ora, todos esses fatos apontam que foi ele quem
procedeu ao roubo, contando com a participação do amigo, que prestou-lhe
o apoio necessário ao sucesso da empreitada, porquanto permaneceu atrás
da guarita para observar possíveis aproximações ou interferências
externas”, votou Artur Vidigal.
Por unanimidade, os demais ministros do STM mantiveram a sentença de primeira instância. fonte: STM
Ele é acusado de matar com um tiro na cabeça o sargento da Aeronáutica Melquizedeque Paixão Dias, 33 anos. Wenderson Matos da Silva, 22, se entregou na manhã desta quinta-feira
(9), na sede da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros.
Procurado pelo crime de homicídio, Wenderson Matos da
Silva, 22, se entregou na manhã desta quinta-feira (9), na sede da
Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), no bairro
Jorge Teixeira, Zona Leste.
Ele é acusado de matar com um tiro na cabeça o sargento da
Aeronáutica Melquizedeque Paixão Dias, 33 anos. O crime ocorreu na
última segunda-feira (6), por volta das 18h30, na rua Ramos Ferreira,
Centro.
De acordo com o delegado Ivo Martins, titular da DEHS, Wenderson se
apresentou na companhia de um advogado e prestou o primeiro depoimento
sobre o crime. Segundo Martins, ele confessou ser o autor do disparo que
matou o sargento, porém as informações sobre como ocorreu o crime são
diferentes das fornecidas pelo soldado da Base Aérea Brendo Silva da
Silva, de 22 anos. O militar já está preso na sede da DEHS.
Segundo o delegado, Wenderson foi liberado logo após o término do
depoimento, pois o mandado de prisão contra ele ainda não havia sido
expedido pelo judiciário. “Quando prendemos o Brendo em flagrante, nós
comunicamos a justiça e pedimos a prisão do Wenderson, mas ainda não foi
expedida e, por isso, ele foi liberado”, explicou e disse que assim que
o mandado for expedido, Wenderson será preso e conduzido a cadeia
pública. fonte: acritica
Os bocas abertas reclamam de tudo e de todos... jogo a "m" no ventilador depois ficam perguntando cadê as notícias, porque está sumido e o que aconteceu, porque parou?, é, pra caba mesmo viu...
No que está pensando? tem gente que acredita nisso e rasga o verbo ofendendo tudo e a todos, não se importando com a ética, a moral, família, amigos enfim as crianças. Amigo, tenho uma coisa para te contar ao pé do ouvido. La vai! A sua personalidade refrete muito daquilo que você fala, escreve e pensa, simples assim. Você está refletindo exatamente aquilo que está expondo nas suas atitudes, gestos e palavras, portanto não se comporte como um azêmola, ainda que não concorde com determinadas opiniões temos que respeitar para ser respeitado e o seu direito começa quando termina do outro.
Se o texto não serviu pra você, desde de já peço desculpas, mas eu precisava...
Após cinco dias, a Marinha suspendeu na noite da última quarta-feira (8) a busca pelo militar tripulante do Navio de Pesquisa Hidroceanográfico. Ele desapareceu no último dia 2 em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo.
Segundo a Marinha, apesar da suspensão das buscas, os navios que transitam pela região continuarão em alerta.
Até o momento, não há informações sobre o que aconteceu com o militar
Bruno Martins do Nascimento Santos, de 19 anos. O caso é investigado
pela Polícia Federal. Do G1 Vale do Paraíba e Região.
Diante de informações que circularam desde terça-feira na fronteira
com a Bolívia, de fechamento de uma unidade do Exército Brasileiro (EB)
em Corumbá, o Comando Militar do Oeste (CMO) emitiu nota ontem
explicando as transformações que estão sendo promovidas pelo Ministério
da Defesa naquela região, com mudanças que atendem à atualização da
Concepção Estratégica do Exército, subsidiadas por indicações
provenientes do setor de Diagnóstico Estratégico e de Cenários
Prospectivos do EB.
Segundo a nota, o objetivo das transformações é de organizar as
Forças Armadas em monitoramento-controle, mobilidade e presença, que já
tem sido realizado ao longo de toda a fronteira oeste, com a criação de
pelotões especiais de fronteira em substituição aos antigos e "modestos"
destacamentos de fronteira e ainda, com a instalação de uma extensa
rede de equipamentos e de sensoriamento pelo Sistema Integrado de
Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), promover a modernização dos meios
de deslocamento terrestre, fluvial e aéreo e um aprimorado adestramento
das tropas na região.
Nesse contexto, segundo o CMO, são as seguintes as transformações da
18ª Brigada de Infantaria de Fronteira, de Corumbá, de Comando da 18ª
Brigada de Infantaria de Fronteira em Comando do Grupamento de Fronteira
e transferido para Campo Grande, o que permitirá uma melhor coordenação
de comando e apoio logístico para todas as Organizações Militares
sediadas na fronteira e na integração com órgãos e instituições de
segurança pública, ambientais e de vigilância sanitária.
Na nota, o CMO considera importante ressaltar que a antiga e a nova
estrutura executam tarefas de comando e controle, não interferindo na
capacidade operacional, ao contrário, facilitando suas coordenações com
sede na Capital, onde se encontram os níveis de coordenação dos órgãos
citados.
O 17º Batalhão de Fronteira, com sede em Corumbá, por sua vez, terá sua
estrutura majorada para otimizar seu emprego operacional; a 2ª Companhia
de Fronteira, em Porto Murtinho, terá seu efetivo reforçado com um
Pelotão Especial de Fronteira, aumentando substancialmente seu poder de
combate e a 3ª Companhia de Fronteira (Forte Coimbra) será transformada
em Pelotão Especial de Fronteira, com a substituição dos efetivos
administrativos por pessoal operacional, com uma estrutura mais ágil e
eficiente, inteiramente voltada para as operações de fronteira.
Dessa forma, de acordo com o CMO, não haverá diminuição dos efetivos
do segmento operacional, que serão aumentados, nem solução de
continuidade no cumprimento das missões de vigilância estratégica,
repressão aos ilícitos transfronteiriços e de garantia da lei e da
ordem, atribuídas às Organizações Militares de Fronteira.
E, por fim, o CMO reitera que as alterações a serem implantadas
buscam atender o que preconiza a Estratégia Nacional de Defesa no que
diz respeito a manter Forças Armadas modernas, integradas, adestradas e
balanceadas, com crescente profissionalização, operando de forma
conjunta e adequadamente desdobradas no território nacional.
As transformações estão sendo realizadas sob o comando do general de
Exército Paulo Humberto Cesar de Oliveira, comandante Militar do Oeste,
que assumiu o cargo no ano passado e vem administrando as unidades
subordinadas com as metas de modernização do Exército Brasileiro nas
áreas de atuação do Sisfron. fonte: progresso