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28/07/2014 - Único latino-americano a participar da 1ª Guerra, Brasil

Postado por militaresbrasil em 28/07/2014 | 17:09

Único latino-americano a participar da 1ª Guerra, Brasil mostrou desespero


Oficiais foram combater e navios patrulhar Atlântico, dizem historiadores. 165 brasileiros morreram; 5 pilotos abatidos e médicos, infectados por gripe.

ImagemA pequena atuação na 1ª Guerra Mundial (1914-1918), que começou cem anos atrás, demonstrou o total despreparo militar brasileiro para um conflito de grandes proporções e provocou mudanças na organização e no treinamento dos soldados, permitindo que o país pudesse ter uma presença maior na 2ª Guerra Mundial (1939-1945), segundo especialistas ouvidos pelo G1.
Além do grupo de 28 oficiais enviados à França com a missão secreta de aprender operações e conhecer novas tecnologias de combate, o Brasil mandou ainda uma equipe médica, uma esquadra naval para patrulhar a costa africana e aviadores, que atuaram em aeronaves inglesas, francesas, americanas e italianas. Ao menos 165 militares brasileiros morreram nestas missões. A maioria, no entanto, foi vítima da gripe espanhola, não de combates

Cinco pilotos, da Marinha brasileira, foram abatidos quando confrontavam caças alemães.“Mesmo após a Guerra do Paraguai (1864-1870) e o Contestado (1912-1916), nossa participação na 1ª Guerra Mundial demonstrou o total despreparo militar e a necessidade de se aperfeiçoar o treinamento e o equipamento das Forças Armadas. Logo que a guerra acabou, o governo brasileiro contratou uma missão francesa, que ficou no país 19 anos ensinando e reorganizando nossas tropas”, afirma o historiador Adler Homero Fonseca de Castro, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
“Houve uma grande mudança na mentalidade militar após a guerra. As batalhas anteriores, em que havíamos participado, tinham sido improvisadas e se pensou: vamos resolver o problema a partir de agora”, entende ele. Entre os aprendizados incorporados pela participação são citados a aquisição de carros de combate blindados, o uso de lança-chamas e de metralhadoras, a necessidade de se estudar a guerra antissubmarina, o aperfeiçoamento de treinamentos e a organização das academias militares.
Pressão pública levou à guerraO Brasil foi o único país sul-americano a participar efetivamente da 1ª Guerra Mundial, segundo três historiadores ouvidos pelo G1.
Conforme o mestre em história e relações internacionais Valterian Braga Mendonça, "apesar de Cuba, Panamá, Guatemala, Nicarágua, Costa Rica, Haiti e Honduras declararem guerra à Alemanha, o Brasil foi o único a ter participação ativa. Nossa contribuição militar foi simbólica, mas a contribuição na área comercial foi significativa, mormente quando os aliados careciam de alimentos e de matérias-primas", afirma ele.
"Os demais países latino-americanos que se declararam em guerra, com pequena população, forças armadas incipientes e em constante instabilidade política, nada de significativo podiam fazer", acrescenta ele.
Argentina, Chile, Paraguai e Venezuela declararam-se neutros. México não se pronunciou, mas conservou neutralidade, já Bolívia, Equador, Peru e Uruguai romperam relações diplomáticas com a Alemanha, mas não declararam guerra, explicam os pesquisadores.
O Brasil só decidiu entrar no conflito e declarar estado de guerra em outubro de 1917, após manifestações violentas nas ruas e a pressão da opinão pública, provocadas pela perda de seis navios mercantes, que foram afundados, carregados de café, por submarinos alemães.
“Foi como os protestos de 2013, que varreram o país. Houve quebra-quebra, destruição de comércios e casas de descendentes de alemães, principalmente na Região Sul. Havia uma revolta social na população contra a Alemanha que levou o país a tomar uma posição”, diz o coronel Luíz Ernani Caminha Giorgis, pesquisador da história militar brasileira.
ImagemNos meses seguintes, o governo confiscou 42 navios mercantes alemães que estavam em portos brasileiros, como uma indenização de guerra. Elas passaram a pertencer à frota brasileira. Parte das embarcações, segundo os historiadores, foi destruída ou sabotada pelas tripulações, que foram detidas.
“A Guerra do Paraguai havia sido amadora. Nós estávamos totalmente atrasados militarmente para uma guerra das proporções da 1ª Guerra Mundial. Serviu para o Brasil melhorar e aprender, para estar pronto para mandar uma força expedicionária de 25 mil homens em 1942 para a 2ª Guerra Mundial”, salienta ele. Em 1893, o Exército havia comprado 600 mil fuzis Mauser alemães e o alto comando acreditava, até então, que a doutrina militar da Alemanha era a melhor no mundo e deveria ser adotada pelo país, diz o oficial.
“O ministro da Guerra, João Pandiá Calógeras, calculava que o Brasil poderia mandar uma força de 150 mil homens para lutar contra a Alemanha. O efetivo do Exército em 1917 era de apenas 18 mil soldados e nem havia alistamento obrigatório (que foi criado após o conflito). Era uma propaganda para disseminar boatos, mas o Brasil não tinha condições financeiras e nem meios para recrutar, transportar, armar, treinar e manter este efetivo. Na 2ª Guerra, a força expedicionária só foi maior porque os Estados Unidos apoiaram”, entende Mendonça.
Na 2ª Guerra Mundial, em 1944, o Brasil mandou uma força expedicionária de 25 mil homens. Naquela época, o efetivo do Exército era de 175 mil soldados.
Oficiais combatem para aprender
Uma das principais atuações brasileiras na guerra foi o envio de 28 oficiais para aprender operações e estudar a aquisição de material. ““Esta atuação foi a de maior aprendizado. Eles foram, na verdade, combater com o Exército francês”, diz o coronel Georgis.
O que mais se destacou entre eles foi o tenente José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, que acabou ferido em combate e contraindo tifo, após comandar uma fração de turcos “aguerridos” e vencer batalhas, segundo Cláudio Bento, Presidente da Federação de Academias de História Militar Terrestre do Brasil.
“Ele foi condecorado e comandou carros de combates Renault nas linhas de frente. Ao voltar para casa, brigou para que o Brasil comprasse blindados e também para a vinda da missão francesa, que reorganizou a estrutura militar do país e ensinou técnicas de combate entre as duas grandes guerras”, diz.
 Divisão naval para a África
ImagemOito navios brasileiros, entre eles torpedeiros e cruzadores, foram incumbidos de patrulhar a costa africana e proteger o Atlântico de possíveis ataques de submarinos alemães, em especial um triângulo entre Dacar, São Vicente, o Arquipélago de Cabo Verde e Gibraltar.
Movidos a carvão, e relativamente novos, comprados do Reino Unido, não chegaram a entrar em combate. O rebocador Laurindo Pitta, que atuou no conflito, é a única embarcação da Marinha ainda em funcionamento desde aquela época e realiza passeios na Baía de Guanabara, no Rio.
“Logo que os navios aportaram em Serra Leoa, 158 marinheiros morreram de gripe espanhola. A missão progrediu até Gibraltar para encontrar a Armada britânica, mas no dia seguinte a guerra acabou. Foi um fracasso total”, diz o coronel Giorgis.
O almirante Armando de Senna Bittencourt, diretor do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, relembra que até então navios brasileiros nunca haviam se envolvido em conflito fora da América do Sul. “A Alemanha percebeu que o grande trunfo dela eram os submarinos e começou a afundar navios mercantes, inclusive brasileiros, indiscriminadamente. O Brasil dependia muito da exportação de matérias primas e da importação de petróleo. Não podíamos deixar que fosse interrompido o tráfego marítimo”, relembra.
“Não dominávamos as táticas antissubmarino. E era nisso que queriam a nossa ajuda”, diz
Aviação de combate
Para enfrentar a força aérea alemã, o Brasil mandou 24 pilotos da Marinha e do Exército, que foram trabalhar em aeronaves de França, Inglaterra, Estados Unidos e Itália.
“A aviação foi usada pela primeira vez como arma de combate neste conflito. Cinco brasileiros morreram, quatro em combate e um em acidente. Serviu para o Brasil se preocupar com isso e aperfeiçoar a aviação. Uma das consequências foi a criação da Força Aérea, em 1941.” diz o coronel Giorgis.
 Missão médica
Imagem
Em um antigo convento de Paris, 161 brasileiros, a maioria médicos voluntários, comandados por um coronel do Exército, fundaram um hospital com mais de 500 leitos para tratar feridos em batalhas e infectados pela gripe espanhola.
Com “sucesso total”, segundo o coronel Giorgis, a missão foi estendida para o interior da França, atuando até seis meses após o término da guerra e só retornando ao Brasil em fevereiro de 1919.
“Quatro integrantes da equipe morreram no navio a caminho da França, acometidos pela gripe. Dezesseis outros médicos também ficaram doentes, mas foram curados. O envio de uma missão médica de tão grande porte em um prazo tão exíguo, justamente sendo o Brasil tão carente de serviços de saúde na época, só tinha como justificativa o governo querer aproveitar qualquer oportunidade para demonstrar colaboração aos Aliados”, entende Valterian Mendonça.
fonte: G1

23/07/2014 - Inscrição de consumidores em cadastro de inadimplentes é questionada no STF

Postado por militaresbrasil em 23/07/2014 | 16:17

Notícias STF
Quarta-feira, 23 de julho de 2014
Inscrição de consumidores em cadastro de inadimplentes é questionada no STF
Dispositivos do Código de Defesa do Consumidor (CDC) que tratam da inscrição de consumidores em cadastros de inadimplentes são alvos de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5141), ajuizada no Supremo Tribunal Federal (STF) pela Associação Nacional dos Usuários do Sistema Telefônico Fixo Comutado e Móvel Celular (Anustel). Na ação, a entidade pede que sejam excluídos da ordem jurídica nacional os artigos 43 e 44 da Lei 8.078/1990. O relator da ação é o decano da Corte, ministro Celso de Mello.
A autorização dada pelo Código de Proteção e Defesa do Consumidor para inscrever o nome do consumidor em banco de dados é, no entender da associação, inconstitucional, por não respeitar o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa. Da forma como acontecem essas inserções negativas, os consumidores não têm a oportunidade de discutir os créditos e/ou direitos que levaram à abertura das fichas em tais bancos de dados. “Não há dúvida de que o legislador pátrio acabou sancionando dispositivos que ridicularizam, constrangem e ameaçam ditos consumidores”, sustenta.
De acordo com a Anustel, os dispositivos questionados afrontam o disposto nos incisos LIV (“ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal”) e LV (“aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes”), do artigo 5º da Constituição Federal de 1988.
“Como que querendo soprar depois da mordida”, sustenta a entidade, o próprio artigo 42 do Código, segundo o qual “na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça”, contraria o que preveem os dispositivos questionados.
A associação pede a suspensão liminar de todas inscrições – realizadas ou a realizar – em bancos de dados de inadimplentes que não tenham ou venham a passar pelo devido processo legal, com a garantia da ampla defesa. E no mérito a declaração de inconstitucionalidade dos artigos 43 e 44 do Código de Defesa do Consumidor, para que sejam adequados aos princípios do devido processo legal.
MB/AD
fonte:  STF

19/07/2014 - Nioaque relembra amanhã a Retirada da Laguna, da Guerra do Paraguai

Postado por militaresbrasil em 19/07/2014 | 20:20

Nioaque relembra amanhã a Retirada da Laguna, da Guerra do Paraguai

fonte: correiodoestado OSCAR ROCHA
    Os ensaios da teatralização do conflito estão sendo feitos há duas semanas (Foto: Divulgação)
A Retirada da Laguna foi episódio importante da Guerra do Paraguai (1864/1870), quando o exército brasileiro teve que recuar, após ataques contantes dos soldados paraguaios. Na jornada de volta ao Brasil, mais de 2 mil soldados morreram. Fatos marcantes desse acontecimento, eternizados nas páginas do livro “A retirada de Laguna”, de Visconde de Taunay, aconteceram em território sul-matogrossense. Um desses locais foi Nioaque, que, no período do conflito, era uma vila.
Amanhã, às 10h, na Praça dos Heróis, na parte central da cidade, acontecerá encenação lembrando o fato. O evento faz parte da comemorações de aniversário da cidade.
“Reuniremos cerca de 80 pessoas, entre militares, estudantes, pessoas da comunidade, para reviver a passagem dos militares brasileiros e paraguaios por Nioaque durante a guerra”, explica o tenente do Exército Ronaldo Alves de Carvalho.
Os ensaios dos participantes acontecem há duas semanas. Além do figurino, reproduzindo uniforme da época, também estão sendo destacadas, de forma estilizada, fachadas de antigas construções da cidade.
O evento também encerra a Décima Marcha Retirada da Laguna, promoção do Comando Militar do Oeste, que revisita locais da Guerra do Paraguai em Bela Vista, Jardim, Guia Lopes, tendo como participantes militares, pesquisadores e interessados em geral.
Roteiro
Inicialmente, a encenação contextualiza a Guerra do Paraguai. Na sequência, mostra os ataques paraguaios à Vila de Nioaque. Também lembra a armadilha deixada na Igreja Matriz - bárris de pólvora. A explosão do material matou vários soldados brasileiros.

14/07/2014 - Dilma diz que polícias não devem ficar sob controle dos estados

Postado por militaresbrasil em 14/07/2014 | 14:23


Em entrevista à rede de televisão norte-americana CNN, a presidenta afirmou que a Constituição deve ser modificada para o Governo Federal ter mais ingerência sobre a segurança pública
por Redação — publicado 11/07/2014 13:39, última modificação 14/07/2014 10:26
fonte:   CARTA CAPITAL 
Reprodução
Dilma CNN
Presidenta foi entrevistada pela rede de televisão CNN
A presidenta Dilma Rousseff defendeu que os estados tenham menos controle sobre as policias em entrevista à rede de televisão norte-americana CNN exibida na última quarta-feira, 9. Em sua fala, ela afirmou que são necessárias mudanças na Constituição para que a segurança deixe de ser uma atribuição das unidades federativas.
“O combate à criminalidade não pode ser feito com os métodos dos criminosos. Muitas vezes isso ocorre, e nós não podemos também deixar intocada a estrutura prisional brasileira”, disse Dilma, após ser questionada sobre a alta letalidade da Polícia Militar. “Eu acredito que nós teremos de rever a Constituição. Por quê? Porque essa é uma questão que tem de envolver o Executivo federal, o estadual, a Justiça estadual e federal. E porque também há uma quantidade imensa de prisioneiros em situações sub-humanas nos presídios.”
Na entrevista, Dilma disse que a letalidade da polícia “talvez seja um dos maiores desafios do Brasil”. Em sua pergunta, a jornalista Christiane Amanpour disse que a atuação da polícia brasileira “parece ser um legado ruim desse tipo de tortura, ditadura e da falta do Estado de direito que a presidenta combatia”.
Atualmente, segundo a Constituição, as policiais federais são as únicas controladas pelo Governo Federal. A Polícia Civil e a Militar são controlados pelos estados e, no caso desta última, seus agentes respondem por seus crimes na Justiça Militar.
As declarações de Dilma foram feitas na semana seguinte à divulgação do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O estudo indica uma grande responsabilidade dos policiais na elevada taxa de homicídios no País. Em 2012, a polícia matou cinco cidadãos por dia no Brasil, quatro vezes mais do que nos Estados Unidos e duas vezes e meia o índice registrado na Venezuela, segundo o anuário estatístico.

12/07/2014 - 70 anos FEB VÍDEO

Postado por militaresbrasil em 12/07/2014 | 06:51

11/07/2014 - Heróis existem VÍDEO

Postado por militaresbrasil em 11/07/2014 | 20:25

11/07/2014 - Exército brasileiro recebe mulheres na banda pela primeira vez


De diferentes lugares do Brasil, elas têm entre 19 e 26 anos.
Inserção do segmento feminino é prevista em novas áreas do Exército. 
Fonte: G1
Crédito: Cristiane Cardoso / G1Exército recebe mulheres na banda pela primeira vez; seis jovens vieram de diferentes lugares do Brasil
















Elas tinham a carreira militar como um sonho, mas foi na harmonia que encontraram a inspiração. Seis jovens, entre 19 e 26 anos, formam o primeiro grupo de mulheres a ingressar no curso de formação de sargento de música do Exército. “Foi perfeito: música e carreira militar. Era tudo o que eu queria”, comemorou Flavia Monica, de 19 anos, de São João del-Rei, em Minas Gerais.

Segundo o Capitão Botelho, da Diretoria de Educação Técnica Militar, a decisão para incluir mulheres na qualificação militar de sargento músico ocorreu no concurso de admissão de 2013, feito para o curso de formação de sargentos de 2014 e 2015.

"No Exército Brasileiro, existe a previsão de inserção do segmento feminino em novas áreas, fato esse que foi adiantado para a qualificação militar de sargento músico", explicou o capitão.

“É uma novidade para a Força, a partir dessa nova sistemática do ensino da formação de sargento. É importante, pois abre as portas para mais um caminho das mulheres dentro da Força”, declarou o Major Libano, do 1º Grupo de Artilharia Antiaérea.

Elas prestaram o concurso em outubro de 2013, mas chegaram à sua nova residência, na Vila Militar, em Deodoro, Zona Oeste do Rio de Janeiro, no dia 21 de abril.

“Meu tio é sargento. Ele que me informou que seria a primeira vez que uma mulher poderia fazer o concurso. Fico muito orgulhosa de abrir o trabalho na banda”, afirmou Caroline Gonze, de 22 anos, de Bicas, em Minas.
Joyce Santos, de 26 anos, estuda música desde os cinco e escolheu tocar flauta para seguir na área militar. “Eu vivo uma relação intensa com a música. É a minha vida”, contou a única jovem da turma nascida no Rio de Janeiro.

“Eu sempre gostei muito de sax, tenho um tio músico. [Minha relação com a música] começou aos 15 anos, são 11 anos de música, 11 anos de sax. Todo o meu cotidiano é com a música, é ao redor da música. Se parar, para a vida também”, disse Bianca Cardoso, de 26 anos, de São Luís, no Maranhão.

Ana Diniz toca trompete e soube do concurso por meio de amigos que têm na banda sinfônica do Exército. “Sinto responsabilidade de fazer um trabalho bem feito”, contou a jovem de 21 anos que morava em Itu, no interior de São Paulo.

Estefani de Freitas, de 23 anos, dava aulas de música em Criciúma, em Santa Catarina. Ela escolheu o trombone para compor a banda do Exército, mas também tem experiência com sax. “Estou muito orgulhosa de mim”, admitiu, após a aprovação no concurso.

O primeiro concurso de admissão para a qualificação militar de sargento músico foi feito em 2005 para o curso com início em 2006.

"Anualmente, a abertura de vagas nessa área ocorre de acordo com as necessidades do Exército Brasileiro.

 Neste ano, o período de inscrição para o concurso de admissão iniciou-se em 12 de maio e terminará em 14 de julho", concluiu o capitão Botelho. Os interessados podem acessar a página do concurso para mais informações.

13/06/2014 - Vitória épica da armada brasileira na Guerra do Paraguai completa 149 anos

Postado por militaresbrasil em 13/06/2014 | 10:07

Brasília, 10/06/2014 - Há 149 anos, no dia 11 de junho de 1865, a Marinha Imperial Brasileira vencia a Batalha Naval do Riachuelo – mais importante conflito da armada nacional durante a Guerra do Paraguai (1864-1870). A vitória foi decisiva para assegurar ao Brasil e aos aliados da Tríplice Aliança (Uruguai e Argentina) a supremacia na bacia do Rio da Prata, caminho estratégico para o envio de tropas e suprimentos na luta contra os invasores da província de Corrientes, na Argentina.
A Batalha do Riachuelo ainda é considerada por militares e historiadores como uma das mais importantes da história do Brasil, não só pelo tamanho da tropa envolvida, mas também pela atuação marcante do almirante Francisco Manoel Barroso, comandante da esquadra brasileira e que, mesmo tendo perdido a primeira fase do embate, conseguiu reverter a adversidade e vencer a batalha.
“Essa batalha é emblemática por ter sido, desde a Guerra da Cisplatina e depois da Guerra do Paraguai, a maior batalha naval em que se envolveu a Marinha de Guerra brasileira. Posteriormente, na I e na II Guerra Mundial, nossa Marinha não teve operação de guerra dessa envergadura”, avaliou o professor de História Francisco Doratioto, da Universidade de Brasília (UnB).
Na decisiva manhã de 11 de junho, a esquadra brasileira se encontrava em território inimigo, perto da cidade de Corrientes, na Argentina – que estava ocupada por tropas paraguais. O plano idealizado pelo ditador Francisco Solano López era fazer um ataque surpresa contra os brasileiros e tomar seus navios.
Ao todo, eram nove as embarcações brasileiras - Amazonas, Belmonte, Beberibe, Jequitinhonha, Parnaíba, Mearim, Araguaí, Iguatemi e Ipiranga -, todas elas projetadas para lutas em mar aberto, o que representava uma desvantagem para o Brasil, uma vez que a batalha se desenrolou num rio e, por vezes, em águas rasas.
A esquadra paraguaia – sob o comando do oficial Pedro Inácio Mezza – também dispunha de nove navios, a grande maioria mercantes, improvisados em embarcações de guerra.
Os inimigos também contavam com seis ‘chatas’, que eram barcos sem propulsão, rebocados pelas outras embarcações. Como tinham fundo raso, eram de difícil visualização para o inimigo, deixando à mostra somente seus canhões com seis polegadas de calibre.
A Batalha
Quando o Paraguai foi iniciar a ofensiva, um dos navios teve problemas em sua hélice, o que atrasou o ataque e retirou o fator surpresa da estratégia de López.
Apesar do contratempo, os paraguaios insistiram com o confronto e, por volta das 9h, desceram o Rio Paraná para iniciar o ataque.
Ao flagrar a movimentação inimiga, Barroso determinou que parte de seus homens, que estava em terra em busca de lenha, reembarcassem e se preparassem para a luta.
Enquanto as embarcações brasileiras se organizavam, os paraguaios desceram o rio e iniciaram o ataque com seus canhões. Após os disparos, seguiram em frente e foram se abrigar junto a Foz do Riachuelo, onde, em terra, estava parte de sua artilharia.
Em formação, a esquadra brasileira desceu o rio em direção aos paraguaios e um novo combate foi iniciado. Os navios conseguiram passar pelas embarcações paraguaias, mas apenas seis concluíram o translado. Dois deles –Jequitinhonha e Belmonte – encalharam. Parnaíba, por sua vez, foi atacado por três navios paraguaios.
Com os brasileiros em clara desvantagem, a batalha poderia ter chegado ao fim. O comandante Barroso, entretanto, decidiu retornar e subir o rio novamente. Ao se aproximar dos navios paraguaios, aproveitou o porte das embarcações imperiais, especialmente da fragata Amazonas, e abalroou as embarcações paraguaias, o que acabou levando a esquadra brasileira à vitória.
O diretor do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, almirante Armando de Senna Bittencourt, explica que essa decisão do comandante Barroso foi a responsável pela mudança de rumo na Batalha.
“Barroso teve a coragem de voltar e, numa manobra tática e decisiva, usou a proa do navio dele como aríete e abalroou pelo menos dois navios”, avalia.
Para o historiador Francisco Doratioto, a manobra empregada por Barroso foi essencial para assegurar o sucesso brasileiro no confronto.
“Barroso teve grande presença no combate. A frota brasileira foi atacada quando amanhecia e as caldeiras dos navios ainda estavam sendo aquecidas. Ainda assim, ele teve êxito em posicionar os navios para a batalha e, nesta, manteve uma interpretação correta do seu desenrolar e tomou as iniciativas necessárias para vencer as embarcações atacantes”, explicou.
O almirante Bittencourt acredita que a vitória de Riachuelo levantou o moral das tropas e foi essencial para assegurar não só o desfecho favorável ao Brasil na Guerra do Paraguai, mas também para fortalecer o país como uma nação.
“A guerra foi longa, difícil e causou muitas mortes e sacrifícios. Foi nela que brasileiros de todas as regiões do país foram mobilizados e trabalharam juntos para a defesa da Pátria. Consolidou-se, assim, nossa nacionalidade”, concluiu o almirante.
Assessoria de Comunicação Social (Ascom)
Fonte: Ministério da Defesa

07/06/2014 - Exército recebe Primeiro lote das viaturas ASTROS 2020

Postado por militaresbrasil em 07/06/2014 | 11:20

Exército confere recebe Primeiro lote das viaturas ASTROS 2020

Formosa (GO), 2014/06/06  - O Exército confere Brasileiro (EB) Passou um CONTAR Nesta sexta-feira (6) com a UMA Nova Geração de Equipamentos Opaco aumentará o Poder de dissuasão da Força Terrestre . São como viaturas ASTROS 2020, lote Cujo Primeiro, unidades Nove com, entregue was na sede do 6 º Grupo de Lançadores Múltiplos de Foguetes (GLMF), EM Formosa (GO), a 70 km da capital federal.

Uma cerimónia de Entrega FOI presidida Pelo Ministro da Defesa, Celso Amorim. De Os Novos Equipamentos (versão MK-6) FORAM desenvolvidos POR Meio que Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), reafirmando o Compromisso do Governo Federal de prover como Forças Armadas Meios de dissuasão parágrafo A Defesa dos Interesses Nacionais e da Soberania fazer País.

O Projeto Estratégico do Exército (PEE) ASTROS 2020 E hum Sistema de Apoio de Fogo de Longe Alcance e com Elevada PRECISAO. No Âmbito fazer PEE also ESTA Sendo Desenvolvido hum Missil Tático de cruzeiro - com 300 km de Alcance -. E hum Foguete Guiado, ALÉM da Implantação do Forte Santa Bárbara na sede do 6 º GLMF

Entre como Nove viaturas entregues AO Exército confere Nesta sexta-feira, SEIS São fazer Tipo Lançadora Múltipla Universal; UMA remuniciadora; UMA Posto de Comando e Controle; e UMA Posto Meteorológico. Ate o final de de 2018, Serao entregues 50 viaturas ASTROS 2020. Uma Previsão de Investimentos Pelo PAC ASTROS parágrafo o Projeto 2020 Neste Ano E da Ordem de R $ 300 milhões.Até o momento, Dois Terços DESTE totais repassados ​​JÁ FORAM.  

O Sistema ASTROS 2020 FOI concebido Pela Avibras, Empresa 100% brasileira, sediada los São José dos Campos (SP). O ASTROS 2020 TEM capacity parágrafo disparar 190 foguetes EM 16 SEGUNDOS. Ele. E Composto de foguetes SS 60, SS 40 e SS 30. O EQUIPAMENTO JÁ É EXPORTADO parágrafo countries do Sudeste Asiático e do Oriente médio.

Indústria

Na solenidade de Entrega, o Ministro Amorim declarou Opaco O País se Sente orgulhoso com um capacity de Produzir SEUS próprios Meios de Proteção. "Um dos Grandes Objetivos da Estratégia Nacional de Defesa (END) E o Desenvolvimento da Indústria. NOS protegemos e ajudamos não fazer Crescimento País ", destacou.

AINDA estiveram presentes à solenidade o comandante do Exército, general Enzo Martins Peri, o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, general José Carlos De Nardi, ALÉM de Autoridades Civis e Militares e Representantes de paises amigos. Convidados de Os assistiram AO Disparo de foguetes Opaco percorreram UMA DISTANCIA de 32 quilómetros Dentro do Centro de Instrução de Formosa.

EMPREGOS

A Implantação do Forte Santa Bárbara - padroeira da Artilharia - Vai resultar na Oferta de tres mil EMPREGOS NAS regions de Formosa e do Distrito Federal , incrementando OS Setores de Comércio e Serviços.  

ESTA Prevista uma instalaçao de 600 Militares na Cidade de para trabalhar não da Artilharia Complexo. A Iniciativa Vai estimular Instituições de ensino voltadas AO Estudo de engenharia NAS áreas de Misseis, foguetes, guiamento Eletrônico, telemetria, química, blindagem e Tecnologia da Informação.  

QUANDO estiver Concluído los 2018, o Forte Santa Bárbara reunirá Duas unidades de Misseis e foguetes, bateria de Busca de alvos, um centro de logística, um centro de Instrução de Artilharia e UMA base de de Administração. Na área urbana da Cidade de Formosa Serao construídas unidades habitacionais parágrafo abrigar OS SEUS Militares e Familiares.

Fotos: Jorge Cardoso
Assessoria de Comunicação Social (Ascom)


fonte:Ministério da Defesa

25/05/2014 - O Brasil corre o risco de perder metade do seu território

Postado por militaresbrasil em 26/05/2014 | 19:11

O Brasil corre o risco de perder metade do seu território

“não há como pensar a Amazônia sem o Brasil, nem o Brasil sem a Amazônia”.
“não há como pensar a Amazônia sem o Brasil, nem o Brasil sem a Amazônia”. Um pequeno comentário sobre os dois pensamentos: assim já raciocinava Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, em 1750, quando despachou o seu próprio irmão, Francisco Xavier de Mendonça Furtado, para a Amazônia, com instruções expressas para reconstruir antigas obras militares e levantar novas, de modo a tamponar todas as vias de acesso do exterior para dentro da grande região.
 
Minha manifestação é de salientar que Nossa Constituição de 1988 Reza de Forma Clara e Rica em Detalhes sobre os Direitos dos Povos Indígenas Brasileiros especificando  de forma incontestável, que as Áreas de Reservas Indígenas SÃO DA UNIÃO, e de Usufruto pelas Comunidades Indígenas sob Tutela da União através da FUNAI,  assegurando aos povos indígenas o respeito à sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições. Reconhece que os povos indígenas foram os primeiros senhores de fato e de direito desta terra chamada Brasil, incorporando a seus ideais de justiça a ideia do "indigenato".
 
A posição do Brasil na ONU aprovando  sem ressalvas o acordo internacional OIT Convenção n⁰ 169,  contraria a posição soberana do Brasil. O Trabalho que é formada por 185 países-membros na hora de decisão, apenas 17 nações aprovaram a Convenção n⁰ 169 entre elas o Brasil, enquanto 168 países se negaram a assinar como  Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália, Rússia e Argentina, se recusaram a aprovar essas resoluções, sob a argumentação que violavam a legislação interna de seus países. No Brasil, com textos que criam condições objetivas para a subtração de territórios atualmente brasileiros, foram atos de traição.
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1 - O governo Federal tem prazo até 24 de julho/2014 para retificar, denunciar, a convenção da ONU OIT n⁰ 169  do contrário, o Brasil será dividido em 216 Estados determinado pela ONU, completamente independentes e desligados do Governo do Brasil.
2 - Em 1862 o Imperador Pedro II rejeitou a proposta dos EUA feitas pelo general James Watson Weber, propondo organizar uma companhia com capital de 25 milhões de dólares, para introduzir negros sulistas “emancipados ou a emancipar” na Amazônia. O Imperador sabia das intenções, na tomada do território brasileiro, mesmo com toda vigilância, em 1876 o descaminho das sementes de seringueira pelos ingleses, a Amazônia deixou de gerar divisas da ordem de 150 milhões de libras esterlinas.
3 - Em 1938, o Presidente  Getúlio Vargas nacionalizou todos os serviços, estatizando as concessionárias estrangeiras, e, ao mesmo tempo, determinou providências para aumentar a presença do Poder Público em todos os seus quadrantes. Fazia cumprir, com esses atos, as disposições do Decreto-Lei n° 406 , de sua inspiração, que proibia a constituição de núcleos coloniais formados exclusivamente por estrangeiros edeterminava que a colonização da Amazônia fosse reservada aos nacionais.
4 - Em 1986 o Presidente José Sarney em ato de submissão, lacrou o buraco na Serra do Cachimbo no Pará, construído para testes nucleares, renunciando o desenvolvimento a nosso País, impedindo aos cientistas brasileiros na pesquisa de novas e limpas tecnologias. Em 1992 por imposição dos EUA, a ECO/92 só foi realizada após a assinatura pelo então Presidente Collor e o Ministro Jarbas Passarinho, da portaria 580 de 15/11/91, precursora da reserva ianomami, tornando impossível que os pelotões de fronteira de Surucucu e Maturacá servissem de base para futuras cidades. Essas imensas reservas, quase todas na faixa de fronteira, mantêm intactos os ricos recursos naturais do solo e subsolo, que um dia serão explorados por países do Primeiro Mundo, como EUA, França e Alemanha. Em 1998 o Presidente Fernando Henrique Cardoso, consentiu fosse realizada a farsa da atuação da Funai no laudo tendencioso conduzido pelo CIMI e pelo CIR, na demarcação feita por recortes de jornais, sem trilhas físicas elaboradas por antropólogos brasileiros e competentes das terras indígenas, resultando na portaria 820/98 assinada pelo ministro da Justiça Renan Calheiros, que declara a TI Raposa/Serra do Sol posse permanente dos povos indígenas. Em 2002, o Presidente FHC assinou Decreto Legislativo no 143, de 20 de junho de 2002 (Aprova o texto da Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho sobre os povos indígenas e tribais em países independentes). Em 2003  o Congresso Nacional aprova o texto lesa-pátria da Convenção OIT n⁰ 169 Decreto Legislativo 143/2002. Em 2004 o Presidente Lula da Silva tendo ao lado o Ministro da Justiça Tarso Genro, assinou com Celso Luiz Nunes Amorim,o DECRETO Nº 5.051, DE 19 DE ABRIL DE 2004. (Promulga a Convenção n. 169 da Organização Internacional do Trabalho - OIT sobre povos Indígenas e Tribais)absolutamente sem raciocinar à ação de doar,  50% do território brasileiro.
5- À presidente Dilma Rousseff ficou a responsabilidade de DENUNCIAR, RECUSAR,  dizer NÃO  a Convenção OIT n⁰ 169, o maior crime de lesa-pátria já realizado na História do Brasil.
6 - A data limite é 24 de Julho de 2014. Coincide com a euforia da Copa do Mundo no Brasil, com o tumulto, estardalhaço e brigas no Congresso com a CPI da Petrobrás, que passa a ser nada, comparado a perda de 50% do Território Nacional. Que os mais dignos membros da gestão pública, da justiça do Brasil, intelectuais atuantes, fiquem atentos. A presidente Dilma Rousseff  DEVE DENUNCIAR  dizer NÃO, a Convenção n⁰ 169 o maior crime de usurpação ocorrido no Brasil, iniciado no final do governo de Fernando Henrique Cardoso, e promulgado no governo Lula da Silva.
7 – Eu, cidadã brasileira, em nome do povo brasileiro, solicito das Autoridades Brasileiras, URGENTE,: Comissão Parlamentar de Inquérito - CPI de alto nível, Comissão da Verdade e Reconciliação, da Demarcação para terras indígenas como contínuas que  mediante os relatórios comprovando as fraudes relatórios e provas criteriosas, apresentados ao STF pelo Senador Mozarildo Cavalcanti de RR sejam reavaliados. Fraudaram para “balcanizar” o Brasil, usam as ONGs estrangeiras com fachada ambientalista, que se estabeleceram inconstitucionalmente na Amazônia, promovendo a indução, destino, alienação, e sedução dos nossos indígenas brasileiros. Justiça, STF, MPF, PGR, OAB, Polícia Federal, Agência Brasileira de Informações  Nacionais - ABIN unidos e utilizando todos os recursos jurídicos, inclusive, a abertura de sigilos Bancários, de todos os representantes da Delegação Brasileira na ONU, que assinaram a referida Declaração - e todos aqueles que no Brasil facilitaram encobrindo as fraudes,  (o G77 já está se manifestanto, "lista negra" missões diplomáticas da ONU e diplomatas individuais - talvez como parte de um sistema de monitoramento para evitar a lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo).http://www.ipsnews.net/2014/04/developing-nations-seek-u-n-retaliation-bank-cancellations/ . As autoridades legais precisam expulsar de nosso meio todos aqueles que vendem a Pátria por quaisquer trinta moedas.
8 - Faço lembrar aos senhores, que os tribunais de Bruxelas após Comissão da Verdade do Canadá, julgou, e condenou a 25 anos de prisão, os envolvidos por genocídio, sedução, indução, tortura, pedofilia, prostituição, perda de identidade, cobaias em laboratório, as crianças  indígenas Mohawak.
http://www.trc.ca/websites/trcinstitution/index.php?p=39   [9]
depoimento de india canadense: "O primeiro a sofrer a operação foi o maior dos meus filhos, quando ele tinha quatro anos de idade. Era 1975. Eles o levaram para longe, enquanto eu não estava em casa. Em julho de 1981 esterilizado meu filho mais novo, tinha nove anos de idade. Levaram-no para Victoria General Hospital e segurou lá por dias. Nenhum dos dois meninos podem ter filhos. Fizeram isso porque nós somos os descendentes originais, os herdeiros desses territórios. O governo ainda está tentando nos tirar daqui. "Anônimo, a pedido" ,Vancouver Island, 18 de maio de 2005". http://www.itccs.org     -    http://www.iclcj.com  — [9]
9 - No Brasil, crianças indígenas são exploradas sexualmente no Amazonas.
depoimento de índia brasileira: Outra garota, X., de 15 anos, disse que presenciou encontros de sete homens com meninas de até dez anos."Eu vi meninas passando aquela situação, ficando com as coxas doloridas. Eles sempre dão dinheiro em troca disso [da virgindade]."  — P. aceitou depor na PF porque recebeu ameaças de um dos suspeitos. "Ele falou que, se continuasse denunciando, eu iria junto com ele para a cadeia. Estou com medo, ele fez isso com muitas meninas menores", afirma. —  M., de 12 anos, conta que "vendeu" a virgindade para um ex-vereador. O acerto, afirma a menina, ocorreu por meio de uma prima dela, que também é adolescente. "Ele me levou para o quarto e tirou minha roupa. Foi a primeira vez, fiquei triste." A menina conta que o homem é casado e tem filhos. "Ele me deu R$ 20 e disse para eu não contar a ninguém."  —  A rede de pedofilia da região se tornou conhecida mundialmente.  — A mãe de uma garota indígena de 13 anos com leve retardo mental decidiu denunciar o estuprador de sua filha que ficou grávida. — Familiares e conselheiros tutelares que defendem as adolescentes também são ameaçados. "Eles avisaram: se abrirem a boca a gente vai mandar matar", diz a mãe de uma menina de 12 anos.  —  Lar escola dirigido pela irmã católica Giustina Zanato, 63, que acolhe meninas indígenas que são exploradas sexualmente.
http://racismoambiental.net.br/2012/11/virgindade-de-meninas-indias-vale-r-20-no-amazonas/
10 - Em março de 1994, a Funai e o Cimi iniciaram um processo de aproximação dos índios jumas com povos falantes da língua tupi-guarani. O antropólogo Gunter Kroemer (1939-2009), do Cimi, acompanhou um encontro das índias juma com índios parintintin na região de Joari Tapuí, no município de Lábrea (AM). Ele defendia relação inter-étnica com a autonomia preservada das duas etnias. Pergunto? Que direito tiveram e tem oCIMI,CIR, alheios aos costumes indígenas em cada tribo, para determinar com quem os nossos jovens  índios podem e devem ter relações sexuais? Aonde fica a Funai que protetora, defensora e guardiã dos indígenas como reza na CB de 1988 permitiu/permite?  Não conseguimos entender porque diminui a cada dia a quantidade de índios brasileiros nos diversos dialetos em cada tribo. Hoje, a etnia jumas está praticamente extinta e as ONGs culpam os seringueiros. Quem pode garantir tal afirmação, sem que  o Exército esteja presente para realizar a segurança no entorno, foram proibidos de adentrar.  No entanto, a terra indígena Juma, com 38.700 hectares, está demarcada, com recursos naturais da reserva, que é cortada pela estrada Transamazônica (BR-230).   Leiam o link e perguntem a si mesmos, por que não existe índios jovens jumas para matrimônio, e leiam o depoimento da índia canadense na Comissão da Verdade no item 8, "eles" castraram os índios quando crianças para não terem mais filhos e no prazo de trinta anos se apoderarem das terras, é a média de vida deles.http://amazoniareal.com.br/o-casamento-das-indias-juma-gerou-polemica-internacional/
11 - A CIMI vinculada a CNBB, apresentou em 2012 um relatório primoroso, e fantásticos em detalhes, com depoimentos de índios, mapeamento físico, entrevistas com índios "aculturados" tudo  com o patrocínio da Embaixada da Noruega, e título: “Violência contra os povos indígenas no Brasil” obrigando os índios a desfilarem com faixas, e pedirem as terras contínuas, e ao governo o respeito a OIT 169 da ONU... Pergunto? Por que o CIMI junto a Funai, quando comandou o laudo de demarcação das terras indígenas nos governo Collor/FHC sem qualquer  divulgação à sociedade brasileira, sem a presença física dos índios, sem consultar índio, sem percorrer a região demarcada, sem riqueza de detalhes, por que, não fizeram relatório igual a este que utilizam para incriminar o Brasil? http://www.cimi.org.br/pub/viol/viol2012.pdf
12 - Segundo informações fornecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), a maioria das mulheres traficadas para a Europa são originárias de comunidades pobres dos estados de Roraima, Amapá, Amazonas e Pará. "Para o governo, progresso é extrair petróleo, abrir estrada, plantar soja, derrubar madeira", e a proteção dos indígenas contra estas ONGs que nem sabem quem é? continua sob a tutela da presidente Dilma o documento aguardando o NÃO PARA OIT N.169.  http://www.amazonianoticias.com.br/br/index.php?option=com_content&view=article&id=72:cresce-o-trafico-de-mulheres-da-amazonia-para-europa&catid=15:roraima&Itemid=219
13 - O depoimento do Capitão de Mar e Guerra Paulo César Machado, Capitão dos Portos da Amazônia Ocidental e da Chefe do Departamento de Registro, Fiscalização e Estatísticas da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas – AMAZONASTUR,  de que meninos e meninas são explorados sexualmente por turistas  estrangeiros e nacionais que visitam a região e usam a pesca esportiva como fachada. Quais foram os resultados da CPI da pedofilia e prostituição infantil no Amazonas? inconformada com a leniência das autoridades brasileiras, apresento: http://www.aids.gov.br/noticia/cpi-da-prostituicao-infantil-indicia-20-politicos  -http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2014/05/cpi-da-pedofilia-e-exploracao-sexual.html 
14 - Enquanto a brasileira do Estado de Santa Catarina, Sul do Brasil Catarina Migliorini, de 20 anos,  leiloou sua virgindade pela Internet e conseguiu faturar R$1,5 Milhão, pago por um japonês de 53 anos, a brasileira índia na região do Amazonas do extremo Norte do País, a virgindade da menina índia custa R$20,00, que lhe é tirada sob ameaça, em troca muitas vezes de uma caixa de bombom segundo a jornalista Kátia Brasil.http://port.pravda.ru/sociedade/cultura/23-01-2013/34214-meninas_indigenas-0/
15 - Os brasileiros podem ver nesta apresentação, porque até hoje não permitiram as regiões da Amazonas e entorno prosperar. A cobiça estrangeira na biodiversidade e riquezas da região brasileira e para isto, usaram e usam os nossos índios que inocentes agindo pela falsa proteção da Funai, (guardiã deles conforme a CB de 1988) entregam e denunciam o Brasil. Os aloprados, no entanto, querem é ainda mais terra para índio, onde não haja nem fé, nem lei, nem rei, e governos entreguistas.[14]
16 - Motivos mais que suficiente para uma Comissão da Verdade sobre a atuação das ONGs internacionais,  contrariando os costumes e  hábito dos indígenas nas florestas brasileiras. Em 2008 foi encaminhado denúncia para o Ministro Márcio Thomas Bastos (Justiça), solicitando a imediata entrada da PF do Brasil no caso. Americanos e nacionais em férias na Amazônia mantêm um ritual criminoso de abuso sexual contra crianças índias brasileiras, até um magistrado americano estaria envolvido.  "Esta denúncia é gravíssima. Os crimes ocorrem em território nacional com crianças até 14 anos. O Exército é proibido de adentrar.http://www.vermelho.org.br/prosapoesia/noticia/32972-49
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Como cidadã brasileira, em respeito a Constituição Brasileira de 1988 que diz sermos todos iguais perante a Lei, cumprindo o meu dever cívico e patriótico, em respeito aos patriotas que lutaram como guerreiros para preservar o Brasil íntegro em toda a sua extensão, indignada com a os políticos neoliberais  que decidiram sepultar as idéias patrióticas injetadas no País pelo Presidente Getúlio Vargas, mormente aquela que reservava aos nacionais o desbravamento da Amazônia.  Nos deparamos  hoje, com as  governanças brasileiras entregando as nossas riquezas, nossas terras, nossos índios, nossa etnia, nossa liberdade, para quem não sabem quem é. O nosso perigo passou de externo a ser  interno pelos brasileiros que agindo pela ganância e submissão, tendo por traz a ignorância, desprezam o Estado de Direito.   A falta de alternância no poder, leva a prática do governo de usar a máquina para interesses políticos. Direito que tem de ser aplicado neste país.
Com participação ativa do governo brasileiro, dos políticos, do STF (Supremo Tribunal Federal), de órgãos administrativos, do dinheiro dos contribuintes, e da inocência do povo brasileiro. A futura perda de parcela do território brasileiro. E, como um obediente cordeirinho o "Congresso Nacional" mansamente aprovou essa nefasta Convenção, sem esboçar um mínimo repúdio aos artigos que poderão ser evocados para a retirada de um grande naco de terra do BRASIL. Pirara - O Brasil perdeu para a Inglaterra e hoje pertence a Guiana. O Brasil era maior do que nós herdamos. Tínhamos uma saída para o Mar do Caribe por meio dos rios Rupununi e Essequibo. Ainda há tempo para reverter toda essa burrice ou traição, desde que a Presidente Dilma Rousseff com patriotismo, DENUNCIAR a Convenção n⁰ 169 dizendo NÃO.
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“Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma. Um inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor se move livremente dentro do governo, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado. E esse traidor não parece um traidor, ele fala com familiaridade a suas vítimas, usa sua face e suas roupas e apela aos sentimentos que alojam no coração de todas as pessoas. Ele arruína as raízes da sociedade, ele trabalha em segredo, oculto na noite para demolir as fundações da nação, infecta o corpo político e tal ponto que ele sucumbe”. (Discurso de Cícero tribuno romano 42 a C.).
 
A Câmara Federal, o Senado e o Congresso têm que se manifestarem, energicamente. A referida aprovação   ignorante, na melhor das hipóteses -  a luz do Direito e da moral  - tem que ser rechaçada, retificada.
 
As autoridades brasileiras que comandam os destinos do País, nos últimos 29 anos, não tiveram uma postura de defesa do território do Brasil.
Vale dizer as autoridades brasileiras que comandaram e comandam os destinos do País, nos últimos 12 a 15 anos, não tiveram uma postura de defesa dos  interesses da  população brasileira - que absolutamente não  quer se tornar refém da importação de combustível, minérios estratégicos e outros, pelo tempo e pelo preço que convier aos sócios dos indígenas apoiados pelos Membros do Conselho ONU.
 
Por qual razão, todo processo demarcatório foi baseado em um laudo contencioso conduzido pelo CIR e pelo CIMI  com a assinatura da FUNAI  [8]. A CMI foi fundada na Inglaterra e tamanha é sua inconsistência que foi posta sob suspeita pela comissão de peritos nomeada pela Justiça Federal de Primeira Instância [5], e tantas outras provas, que a Suprema Corte tem arquivada nos processos de contestação.
 
A Agência Reuters de notícias divulgou, em 29/08/08, que Tarso Genro, o ministro da justiça, em rápidas declarações sobre o julgamento do STF sobre a demarcação em Roraima da Raposa da Serra do Sol, “se mostrou convencido de que a demarcação contínua seria mantida pelo STF”, e completou a manchete: “quem ouve o ministro falar acha que a vitória já estava garantida”, um julgamento de cartas marcadas, Tarso disse mais, com ares de satisfação: “Não adianta estourar pontes, fazer ações violentas contra o estado e fazer mobilizações que levem à violência. Não é uma vitória de índio contra branco ou de índio contra arrozeiro" —  O ministro Tarso, como em raríssimas ocasiões, tem razão. Não se trata de uma vitória de índio contra branco ou de índio contra o agricultor. Não mesmo Sr. Tarso, Trata-se de uma vitória do comunismo internacionalista defendido e idolatrado por gente como  o então Ministro da Justiça Tarso Genro sobre todos os brasileiros – incluindo os não patriotas que estão no poder e os que a ela tentam se juntar por medo de sucumbir à triste realidade que se instala no país.
 
A sociedade brasileira está sendo artificialmente desunida e segmentada em negros, índios, feministas, gays, ambientalistas e assim por diante. Antagonismos semeados por milhares de ONGs, financiadas  pela  oligarquia internacional da esquerda, incitando a quem se sente injustiçado para que se torne inimigo da sociedade e que o Estado deve impor sua causa em detrimento de todos os demais.
 
Naturalmente, a defesa dos duvidosos direitos de grupos é mero pretexto criado pela oligarquia internacional para dividir o País ou no mínimo para quebrar-lhe a coesão. No caso da campanha indigenista está provocando uma escalada nos conflitos em vários Estados e revela potencial de uma guerra civil. Agora o risco será maior se o Governo não denunciar a Convenção dos Direitos dos Povos Indígenas até 24 de julho de 2014, pois perderemos as condições jurídicas de recusar a independência e a secessão de quaisquer das reservas que assim o desejar.

A campanha indigenista, orientada do estrangeiro através das ONGs com fachada ambientalista, com a finalidade de governarem o Brasil de dentro para fora, visa também quebrar o setor produtivo rural, como se viu em Roraima, nada sobra aos índios que desejam prosperar (como todo ser humano) pois retira deles  a liberdade. Os índio nada mais é que massa de manobra de ONGs e desses conselhos. Não é de admirar que os maiores inimigos do movimento indigenista são os índios esclarecidos.http://www.defesabr.com/MD/md_amazonia.htm
 
“Excelência na arte da guerra aquele que vence sem usar a força, mas para isso primeiro é preciso levantar uma “causa justa”, conhecer todo o terreno, os passos do inimigo, conhecer suas fraquezas, infiltrar espiões, conquistar a população local com lucros aparentes, corromper lideranças locais e plantar a desinformação, porém se tudo isso não funcionar, ataque-os de surpresa, de uma forma rápida e planejada. E se tiver uma força 10 vezes maior do que a do inimigo, a vitória estará garantida". Sun Tzu (400 aC)
Território é elemento constitutivo do Estado. População sem território se torna refém dos que dele sem apossaram como espoliadores da vez. Leiam os  jornais e vejam o que ocorre com os refugiados obrigados a viverem, por força de tratados entreguistas dos territórios deles, assinados por governantes entreguistas deles, em diversas partes do mundo.
Território brasileiro não se entrega, muito menos, se, no território do qual se trata, se encontra a parte fértil prevista para abastecer de combustível - a mola do mundo - e de produtos oriundos da biodiversidade, esta e as futuras gerações de brasileiros e residentes no Brasil.

ATENÇÃO! pretendem a balcanização do Brasil, nos mesmos moldes em que a oligarquia anglo-americana para adentrar além mares e transportar seus produtos, deixaram Hong Kong miserável, viciada no ópio, e submissa por 99 anos. 
Se a Presidente Dilma Rousseff, não DENUNCIAR, RETIFICAR, dizer NÃO, a Convenção OIT n⁰ 169 junto a ONU até o dia 24 de julho de 2014,  será o maior crime já visto na história do Brasil. Decretado pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso, Aprovado pelo Congresso Nacional, e Promulgado pelo Presidente Lula da Silva, 190 milhões de brasileiros poderão ser despejados do Brasil, e o mapa do Brasil mudará sua visualização:
Pelo que vemos no mapa, e pensar, que foram os Índios Guarani junto com os Bandeirantes homens principalmente paulistas, que em 1494 desbravaram o interior do Brasil nas terras longe da costa criando as primeiras hospedarias, abrindo para seus cavalos as primeiras estradas, e se instalando ao longo de todo o território nacional cumprindo o Tratado de Tordesilhas que deu origem ao formato do nosso país, é muito triste para o  cidadão brasileiro que lutou pelo Brasil unido.

O Brasil, como uma sociedade relativamente homogênea e coesa, será dividido, fragmentado e reduzido aos feudos de restritos grupos de interesse, os quais servirão para ascensão bem sucedida do poder da oligarquia no Brasil.
 

Quem vai prevalecer? a oligarquia anglo-americana através da sua frente de batalha, a  Fundação Ford? ou os brasileiros empenhados em salvaguardar a integridade de sua nação?  Só o tempo poderá dizer…
 

Mas tal é a velocidade com que os esforços divisivos da Fundação estão a dar frutos que um parlamentar brasileiro já propôs a criação de territórios “brancos” territórios étnicos, evidentemente emulados nos territórios “indígenas” ou “negros” que já estão sendo agitados vigorosamente para, o fim de “preservar os direitos culturais, o exercício de práticas comunitárias, a memória, cultura e a identidade racial da etnia branca”.  Isso no Brasil, talvez o mais multirracial pais do mundo.
Autor: Walther Mendes
Fonte: O Nortão


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