Últimas Notícias

19/12/2014 - Soldado do Exército é investigado por suposta ironia à morte de PM, na web

Fotos do suposto bate papo no WahtsApp foram publicadas no Facebook.
Militar teria comentado assassinato de PM executado no Amapá.


AP Mensagens de soldado do Exército no WhatsApp
(Foto: Reprodução/WhastApp)
Mensagens de soldado do Exército  no WhatsApp  (Foto: Reprodução/WhastApp) O 34º Batalhão de Infantaria de Selva (34º BIS), no Amapá, instaurou inquérito para apurar publicações no Facebook, que mostram num suposto bate papo no WhatsApp, um soldado do Exército Brasileiro ironizando a morte de um sargento da Polícia Militar (PM), ocorrida no sábado (13), em Santana, a 17 quilômetros de Macapá. O caso tomou repercussão após a postagem ser compartilhada na rede social. O G1 entrou em contato com o número de telefone usado nas mensagens, mas as ligações não foram atendidas.
A Divisão de Comunicação do 34º BIS não revelou detalhes das investigações. Mas informou que uma nota de esclarecimento será publicada pelo comando do Exército Brasileiro no Amapá. A corporação adiantou que o soldado continua exercendo as funções no batalhão e que uma possível punição será decretada somente após a conclusão do inquérito administrativo.
O soldado teria publicado as mensagens em um grupo da rede social WhatsApp. Em uma delas, o militar teria escrito “quem manda os pm ser fulero (sic)”, expressão regional usada para indicar algo ruim ou de má qualidade. “Cadê que matam os do exército”, teria completado o soldado, em outra mensagem.
A imagem da conversa no grupo da rede social foi publicada no Facebook. O caso gerou revolta entre usuários da rede, que criticaram a postura do soldado do Exército Brasileiro. “Moleque sem noção, soldadinho infantil. Com seis meses, sei lá, vão dar baixa nele e vai voltar para a sociedade”, publicou um internauta.

“Só respeite o sargento que sempre defendeu a sociedade e morreu por ser policial militar. Você não sabe ainda o que é uma dor de perder um ente querido. A minha educação e formação não me deixam escrever aqui umas palavras pra você”, criticou um policial militar no Facebook.
A suposta ironia do soldado do Exército Brasileiro teria sido sobre a morte do sargento Wanderley do Socorro, assassinado no sábado (13) com um tiro na cabeça. O caso aconteceu em um bar na área portuária de Santana. Investigações iniciais da Polícia Civil apontam que o crime tenha sido encomendado. Um dos três suspeitos do assassinato foi preso no mesmo dia.
Soldado foi criticado nas redes sociais (Foto: Reprodução/Facebook)Soldado foi criticado nas redes sociais (Foto: Reprodução/Facebook)

05/11/2014 - Na Suécia, dois militares brasileiros testam caças

Marta Sfredo

Um dos passos para adoção do caça Gripen NG, que será construído em parceria pela sueca Saab e a indústria brasileira para uso da Força Aérea, foi dado nesta semana, com a chegada a uma base aérea sueca de dois pilotos brasileiros. 
Os capitães Gustavo de Oliveira Pascatto, de São Bernardo do Campo (SC), e Ramon Lincoln Santos Fórneas, de Ipatinga (MG), ambos de 32 anos, chegaram na segunda-feira à unidade localizada em Satenas, cidade a duas horas de Gotemburgo, segunda maior cidade da Suécia. No local, especializado em treinamento de pilotos, eles terão o primeiro contato com o tipo de aeronave que resultará da compra de 36 caças pelo governo brasileiro, embora ainda seja uma versão anterior.
— Nossa expectativa é irradiar conhecimento para todas as unidades — afirmou Fórneas, muito formal, diante de um grupo de jornalistas brasileiros que fazia fotos e perguntas em alta velocidade.
Ainda não existe um acordo formal entre as forças aéreas brasileira e sueca sobre a continuidade do treinamento. Conforme o comandante da base sueca, Michael Cherinet, a preparação será feita com base em um acerto temporário, que deve evoluir entre os dois comandos nacionais antes de prosseguir. Além dos brasileiros que chegaram agora, treinam no local pilotos checos, húngaros e tailandeses.
A África do Sul, que também comprou aviões da Saab, organiza o treinamento diretamente com a companhia privada, já que os contratos não passaram pela força aérea sueca.
Os capitães relataram que foram comunicados da escolha em setembro passado, depois de um acompanhamento da avaliação de desempenho habitual da FAB. O processo havia começado em dezembro de 2013, conforme os dois aviadores. Ambos devem permanecer na Suécia por ao menos seis meses, até 22 de abril de 2015.
Até a semana passada, Pascatto atuava no 1º Grupo de Defesa Aérea de Anápolis (GO), e Fórneas, no primeiro grupo de aviação de caça do Rio de Janeiro. Eles têm experiência em pilotar aviões de quarta geração, os F-5 modernizados usados pela FAB.
Além dos testes habituais, médicos e psicológicos, a que eram submetidos em suas próprias unidades, os dois capitães brasileiros só receberam pedidos para fazer eletrocardiograma de esforço e ergometria de esteira. Os exames são necessários para pilotar o caça, no qual enfrentarão a chamada carga G — ausência de gravidade. E uma das primeiras atividades na base sueca foi exatamente simular esse efeito em um equipamento chamado "centrífuga".
Logo depois da apresentação dos dois pilotos, um Gripen C, modelo atualmente usado pela força aérea sueca — fez um voo de demonstração, quebrando a barreira do som na unidade localizada às margens do maior lago da Suécia, Vänern.
Força aérea sueca tem controle de qualidade da iniciativa privada
A organização da força aérea sueca é bastante diferente da brasileira. Há 20 anos, um acidente exatamente com um Gripen, em Estocolmo — não houve mortos, porque o piloto ejetou o assento e a aeronave caiu em local deserto — quase provocou o controle civil sobre a aviação militar. Para manter o controle, a força aérea adotou os princípios de controle de qualidade desenvolvidos na iniciativa privada.
Uma das principais diferenças é a forma de administrar o equipamento: as diferentes bases no país não têm exclusividade sobre as aeronaves. Os caças são movimentados entre um local e outro conforme necessidades e disponibilidades comuns.
O contrato entre a Saab e a FAB foi assinado no dia 24 de outubro, a sexta-feira anterior ao segundo turno da eleição presidencial, e anunciado na segunda-feira dia 27. Por conta disso — e de um adicional de quase US$ 1 bilhão no contrato total de US$ 5,4 bilhões — houve muita especulação sobre a escolha da data. Executivos da Saab asseguram que a assinatura do contrato sempre foi considerada, por ambas as partes, como uma decorrência natural da escolha da companhia privada sueca, em dezembro de 2003.
A jornalista viajou a convite da Saab.

FONTE:  FAB

05/11/2/2014 - Kombi do Exército bate em veículo, capota duas vezes e um fica ferido

FONTE: campograndenews Alan Diógenes
Kombi ficou com as rodas para cima, mas ocupantes não tiveram ferimentos graves. (Foto: Marcos Ermínio)
Colisão envolvendo dois veículos, por volta das 17h30 desta terça-feira (4), no cruzamento das ruas 13 de Junho com a Eduardo Santos Pereira, ocasionou no capotamento de uma Volkswagen Kombi do Exército Brasileiro. Uma pessoa ficou ferida e teve que ser encaminhada para receber atendimento médico.

Conforme informações de testemunhas, a assistente social Cleusa de Castro, 60 anos, que conduzia o Nissan March, de cor prata, não respeitou a parada obrigatória e colidiu com a Kombi, que capotou duas vezes e ficou com as rodas para cima. A frente do March ficou destruída e Cleusa foi encaminhada com ferimentos leves pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do bairro Coronel Antonino.
Já o rapaz que conduzia a Kombi do Exército não quis se identificar, mas disse que estava a 40 quilômetros por hora e não conseguiu evitar o acidente. Ele sofreu sofreu pequenas escoriações no braço esquerdo e não precisou de atendimento médico.
Segundo o sargento do Exército Brasileiro, Joel Rodigues Oliveira, 50 anos, que também estava na Kombi, a condutora do veículo foi quem provocou a colisão. “Ela invadiu a preferencial e o menino tentou evitar o acidente, mas não conseguiu”, explicou.
Outro veículo envolvido no acidente ficou com a parte frontal destruída. (Foto: Marcos Ermínio)Outro veículo envolvido no acidente ficou com a parte frontal destruída. (Foto: Marcos Ermínio)
A pecuarista Jacira Barros, 70 anos, que mora em frente ao cruzamento, disse que com a transformação das vias em mãos únicas, os motoristas acabam abusando da velocidade. “A mulher estava descendo e não deve ter visto a sinalização de parada obrigatória. Eles começaram a correr muito por aqui depois que virou mão única. É por isso que os acidentes acontecem”, comentou.
Dois militares do Bptran (Batalhão de Polícia Militar de Trânsito) foram deslocados para o local do acidente, mas liberaram o veículo March, por que o documento estava em dia e a condutora tinha CNH ( Carteira Nacional de Habilitação).
Já a Kombi teve que permanecer no local, por que a perícia técnica do Exército Brasileiro estava chegando no local para fazer a liberação do veículo.
O trânsito fluiu lento no local, mas aos poucos a situação foi se normalizando.

05/11/2014 - Civil que postou fotos no Facebook vestindo farda do Exército cometeu crime militar

Quarta-feira, 05 de novembro de 2014
O Superior Tribunal Militar manteve a condenação de um civil que postou fotos vestindo indevidamente uniforme militar em seu perfil no Facebook. A pena é de 30 dias de detenção, com direito ao sursis - suspensão condicional da pena - pelo prazo de dois anos. Ele foi julgado em primeira instância pela Auditoria de Juiz de Fora.
O artigo 172 do Código Penal Militar define como crime o uso indevido de uniforme, distintivo ou insígnia militar a que não tenha direito. De acordo com a denúncia, o jovem teria se passado por um 2º tenente na rede social e mantinha diversas fotografias em seu perfil nas quais aparecia usando, indevidamente, as peças de uso privativo do Exército. Além disso, ele se identificou como filho do Chefe do Estado-Maior da 4ª Brigada de Infantaria Motorizada, com o objetivo de obter vantagens.
O fardamento e demais objetos relacionados com uniformes militares foram apreendidos na casa do civil.
A Defesa pediu a absolvição do réu, alegando a atipicidade de conduta por ausência de dolo, e com base nos princípios da insignificância e intervenção mínima.
A maioria dos ministros da Corte seguiu o entendimento do relator do processo, ministro José Barroso Filho, que não acolheu o apelo da defesa. Para o magistrado, tanto a autoria como a materialidade do delito ficaram comprovadas por meio de prova testemunhal e documental, bem como a presença de todos os elementos caracterizadores do delito, descrito no artigo 172 do CPM.
A presença do dolo também ficou comprovada, como a vontade clara, livre e consciente do acusado de se passar por militar, pela utilização indevida do uniforme.
“Nem mesmo os argumentos defensivos de que a conduta do acusado foi ‘mera brincadeira’, invocando os princípios da intervenção mínima e da insignificância, merecem melhor sorte”, afirmou o relator. Ele argumentou que levando em conta a intensidade do dolo e as circunstâncias que caracterizaram a conduta, configura-se perfeitamente a efetiva lesão ao bem jurídico tutelado: a autoridade militar.
“Na presente situação, em que as circunstâncias demonstram ser a ação típica realizada penalmente relevante em relação ao bem jurídico atacado, o princípio da legalidade prevalecerá em detrimento do princípio da insignificância”, concluiu o magistrado.
FONTE:   STM

Postagem Populares

Hoje é

33

897

fãs
7022
artigos
comentários

 
Support : | | Mas Template
Copyright © 2009 - 2014. militaresbrasil - All Rights Reserved
Template Created by Published by
Proudly powered by Blogger