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15/08/2014 - Justiça Militar condena civil acusado de furtar veículo e arma do Exército, em parceria com filho de 15 anos

Postado por militaresbrasil em 15/08/2014 | 20:10

Justiça Militar condena civil acusado de furtar veículo e arma do Exército, em parceria com filho de 15 anos

Quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Justiça Militar condena civil acusado de furtar veículo e arma do Exército, em parceria com filho de 15 anos
Imagem divulgação
O Superior Tribunal Militar (STM), por unanimidade, manteve a condenação de um civil acusado, juntamente com um filho menor de idade, de furtar um automóvel do Exército e uma pistola 9mm, de uso exclusivo das Forças Armadas. Câmaras de filmagens flagraram a ação da dupla, que também levou um carregamento de material de expediente e de construção, pertencente à 3ª Brigada de Infantaria Motorizada, com sede em Cristalina (GO).
De acordo com a denúncia do Ministério Público Militar, em agosto de 2011, os militares do Exército estacionaram o veículo da Força, uma caminhonete D20, na avenida comercial norte, em Taguatinga, Distrito Federal. Aproveitando-se da ausência dos militares, o adolescente L.F.V.S, de 15 anos, entrou no veículo, deu partida com uma chave falsa e fugiu do local. Além do material que estava na carroceria da viatura militar, o menino também levou uma pistola de uso exclusivo e 15 munições.
Durantes as investigações, descobriu-se que outra pessoa, a bordo de um veículo branco, deu apoio ao adolescente. Imagens de câmaras de segurança flagraram essa segunda pessoa, dando cobertura à ação e que chegou a empurrar a caminhonete furtada após uma pane. Perícia papiloscópica, feita pela Polícia Civil do DF, identificou que o segundo envolvido seria o civil L.O.S, pai do adolescente.
Dois dias depois, a caminhonete foi abandonada em um setor de chácaras da cidade vizinha de Ceilândia. A arma, segundo depoimento do próprio filho, foi embrulha em folhas de jornal e abandonada, cinco dias depois, debaixo de um veículo Santana, estacionado no pátio da 17ª Delegacia de Polícia. Os materiais de expediente e de construção não foram encontrados.
O Ministério Público Militar denunciou o pai do adolescente pelo crime previsto no artigo 240 do Código Penal Militar - furto. Em novembro de 2013, no julgamento de primeira instância na Auditoria Militar de Brasília, o réu foi condenado a três anos de reclusão, com o direito de apelar em liberdade e o regime prisional inicialmente aberto. A defesa do réu impetrou recurso junto ao STM no intuito de reformar a sentença.
Os advogados sustentaram a incompetência da Justiça Militar para apreciar o caso e requereram a anulação de todos os atos decisórios praticados nos autos. Porque, segundo a defesa, os bens furtados não guardariam qualquer relação com as funções típicas das Forças Armadas brasileiras.
Acrescentou, também, que o adolescente não tinha conhecimento de que o veículo furtado pertencia ao Exército, inexistindo, assim, o dolo de atingir os bens juridicamente tutelados pelas Forças Armadas. No mérito, a defesa pediu a absolvição do réu por falta de provas. Ao analisar o recurso, o ministro relator, William de Oliveira Barros, negou todos os pedidos.
O relator citou farta jurisprudência para informar que o crime, de fato, é da competência da Justiça Militar da União e que os militares estavam fardados e não faria sentido afirmar que os criminosos desconheciam que o veículo pertencia às Forças Armadas.
Ao apreciar o mérito, o ministro disse que materialidade e a autoria do crime foram comprovadas pela prova pericial, aliada às gravações da câmera de segurança. “É inconteste que o apelante atuou como autor mediato do furto, utilizando-se de seu filho, menor de idade, para subtrair o veículo, de propriedade da Fazenda Nacional”, disse. O relator votou em manter a sentença condenatória do juízo de primeira instância.
Veja a repercussão do crime, à época, na imprensa do Distrito Federal.
FONTE:  STM

28/07/2014 - Único latino-americano a participar da 1ª Guerra, Brasil

Postado por militaresbrasil em 28/07/2014 | 17:09

Único latino-americano a participar da 1ª Guerra, Brasil mostrou desespero


Oficiais foram combater e navios patrulhar Atlântico, dizem historiadores. 165 brasileiros morreram; 5 pilotos abatidos e médicos, infectados por gripe.

ImagemA pequena atuação na 1ª Guerra Mundial (1914-1918), que começou cem anos atrás, demonstrou o total despreparo militar brasileiro para um conflito de grandes proporções e provocou mudanças na organização e no treinamento dos soldados, permitindo que o país pudesse ter uma presença maior na 2ª Guerra Mundial (1939-1945), segundo especialistas ouvidos pelo G1.
Além do grupo de 28 oficiais enviados à França com a missão secreta de aprender operações e conhecer novas tecnologias de combate, o Brasil mandou ainda uma equipe médica, uma esquadra naval para patrulhar a costa africana e aviadores, que atuaram em aeronaves inglesas, francesas, americanas e italianas. Ao menos 165 militares brasileiros morreram nestas missões. A maioria, no entanto, foi vítima da gripe espanhola, não de combates

Cinco pilotos, da Marinha brasileira, foram abatidos quando confrontavam caças alemães.“Mesmo após a Guerra do Paraguai (1864-1870) e o Contestado (1912-1916), nossa participação na 1ª Guerra Mundial demonstrou o total despreparo militar e a necessidade de se aperfeiçoar o treinamento e o equipamento das Forças Armadas. Logo que a guerra acabou, o governo brasileiro contratou uma missão francesa, que ficou no país 19 anos ensinando e reorganizando nossas tropas”, afirma o historiador Adler Homero Fonseca de Castro, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
“Houve uma grande mudança na mentalidade militar após a guerra. As batalhas anteriores, em que havíamos participado, tinham sido improvisadas e se pensou: vamos resolver o problema a partir de agora”, entende ele. Entre os aprendizados incorporados pela participação são citados a aquisição de carros de combate blindados, o uso de lança-chamas e de metralhadoras, a necessidade de se estudar a guerra antissubmarina, o aperfeiçoamento de treinamentos e a organização das academias militares.
Pressão pública levou à guerraO Brasil foi o único país sul-americano a participar efetivamente da 1ª Guerra Mundial, segundo três historiadores ouvidos pelo G1.
Conforme o mestre em história e relações internacionais Valterian Braga Mendonça, "apesar de Cuba, Panamá, Guatemala, Nicarágua, Costa Rica, Haiti e Honduras declararem guerra à Alemanha, o Brasil foi o único a ter participação ativa. Nossa contribuição militar foi simbólica, mas a contribuição na área comercial foi significativa, mormente quando os aliados careciam de alimentos e de matérias-primas", afirma ele.
"Os demais países latino-americanos que se declararam em guerra, com pequena população, forças armadas incipientes e em constante instabilidade política, nada de significativo podiam fazer", acrescenta ele.
Argentina, Chile, Paraguai e Venezuela declararam-se neutros. México não se pronunciou, mas conservou neutralidade, já Bolívia, Equador, Peru e Uruguai romperam relações diplomáticas com a Alemanha, mas não declararam guerra, explicam os pesquisadores.
O Brasil só decidiu entrar no conflito e declarar estado de guerra em outubro de 1917, após manifestações violentas nas ruas e a pressão da opinão pública, provocadas pela perda de seis navios mercantes, que foram afundados, carregados de café, por submarinos alemães.
“Foi como os protestos de 2013, que varreram o país. Houve quebra-quebra, destruição de comércios e casas de descendentes de alemães, principalmente na Região Sul. Havia uma revolta social na população contra a Alemanha que levou o país a tomar uma posição”, diz o coronel Luíz Ernani Caminha Giorgis, pesquisador da história militar brasileira.
ImagemNos meses seguintes, o governo confiscou 42 navios mercantes alemães que estavam em portos brasileiros, como uma indenização de guerra. Elas passaram a pertencer à frota brasileira. Parte das embarcações, segundo os historiadores, foi destruída ou sabotada pelas tripulações, que foram detidas.
“A Guerra do Paraguai havia sido amadora. Nós estávamos totalmente atrasados militarmente para uma guerra das proporções da 1ª Guerra Mundial. Serviu para o Brasil melhorar e aprender, para estar pronto para mandar uma força expedicionária de 25 mil homens em 1942 para a 2ª Guerra Mundial”, salienta ele. Em 1893, o Exército havia comprado 600 mil fuzis Mauser alemães e o alto comando acreditava, até então, que a doutrina militar da Alemanha era a melhor no mundo e deveria ser adotada pelo país, diz o oficial.
“O ministro da Guerra, João Pandiá Calógeras, calculava que o Brasil poderia mandar uma força de 150 mil homens para lutar contra a Alemanha. O efetivo do Exército em 1917 era de apenas 18 mil soldados e nem havia alistamento obrigatório (que foi criado após o conflito). Era uma propaganda para disseminar boatos, mas o Brasil não tinha condições financeiras e nem meios para recrutar, transportar, armar, treinar e manter este efetivo. Na 2ª Guerra, a força expedicionária só foi maior porque os Estados Unidos apoiaram”, entende Mendonça.
Na 2ª Guerra Mundial, em 1944, o Brasil mandou uma força expedicionária de 25 mil homens. Naquela época, o efetivo do Exército era de 175 mil soldados.
Oficiais combatem para aprender
Uma das principais atuações brasileiras na guerra foi o envio de 28 oficiais para aprender operações e estudar a aquisição de material. ““Esta atuação foi a de maior aprendizado. Eles foram, na verdade, combater com o Exército francês”, diz o coronel Georgis.
O que mais se destacou entre eles foi o tenente José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, que acabou ferido em combate e contraindo tifo, após comandar uma fração de turcos “aguerridos” e vencer batalhas, segundo Cláudio Bento, Presidente da Federação de Academias de História Militar Terrestre do Brasil.
“Ele foi condecorado e comandou carros de combates Renault nas linhas de frente. Ao voltar para casa, brigou para que o Brasil comprasse blindados e também para a vinda da missão francesa, que reorganizou a estrutura militar do país e ensinou técnicas de combate entre as duas grandes guerras”, diz.
 Divisão naval para a África
ImagemOito navios brasileiros, entre eles torpedeiros e cruzadores, foram incumbidos de patrulhar a costa africana e proteger o Atlântico de possíveis ataques de submarinos alemães, em especial um triângulo entre Dacar, São Vicente, o Arquipélago de Cabo Verde e Gibraltar.
Movidos a carvão, e relativamente novos, comprados do Reino Unido, não chegaram a entrar em combate. O rebocador Laurindo Pitta, que atuou no conflito, é a única embarcação da Marinha ainda em funcionamento desde aquela época e realiza passeios na Baía de Guanabara, no Rio.
“Logo que os navios aportaram em Serra Leoa, 158 marinheiros morreram de gripe espanhola. A missão progrediu até Gibraltar para encontrar a Armada britânica, mas no dia seguinte a guerra acabou. Foi um fracasso total”, diz o coronel Giorgis.
O almirante Armando de Senna Bittencourt, diretor do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, relembra que até então navios brasileiros nunca haviam se envolvido em conflito fora da América do Sul. “A Alemanha percebeu que o grande trunfo dela eram os submarinos e começou a afundar navios mercantes, inclusive brasileiros, indiscriminadamente. O Brasil dependia muito da exportação de matérias primas e da importação de petróleo. Não podíamos deixar que fosse interrompido o tráfego marítimo”, relembra.
“Não dominávamos as táticas antissubmarino. E era nisso que queriam a nossa ajuda”, diz
Aviação de combate
Para enfrentar a força aérea alemã, o Brasil mandou 24 pilotos da Marinha e do Exército, que foram trabalhar em aeronaves de França, Inglaterra, Estados Unidos e Itália.
“A aviação foi usada pela primeira vez como arma de combate neste conflito. Cinco brasileiros morreram, quatro em combate e um em acidente. Serviu para o Brasil se preocupar com isso e aperfeiçoar a aviação. Uma das consequências foi a criação da Força Aérea, em 1941.” diz o coronel Giorgis.
 Missão médica
Imagem
Em um antigo convento de Paris, 161 brasileiros, a maioria médicos voluntários, comandados por um coronel do Exército, fundaram um hospital com mais de 500 leitos para tratar feridos em batalhas e infectados pela gripe espanhola.
Com “sucesso total”, segundo o coronel Giorgis, a missão foi estendida para o interior da França, atuando até seis meses após o término da guerra e só retornando ao Brasil em fevereiro de 1919.
“Quatro integrantes da equipe morreram no navio a caminho da França, acometidos pela gripe. Dezesseis outros médicos também ficaram doentes, mas foram curados. O envio de uma missão médica de tão grande porte em um prazo tão exíguo, justamente sendo o Brasil tão carente de serviços de saúde na época, só tinha como justificativa o governo querer aproveitar qualquer oportunidade para demonstrar colaboração aos Aliados”, entende Valterian Mendonça.
fonte: G1

23/07/2014 - Inscrição de consumidores em cadastro de inadimplentes é questionada no STF

Postado por militaresbrasil em 23/07/2014 | 16:17

Notícias STF
Quarta-feira, 23 de julho de 2014
Inscrição de consumidores em cadastro de inadimplentes é questionada no STF
Dispositivos do Código de Defesa do Consumidor (CDC) que tratam da inscrição de consumidores em cadastros de inadimplentes são alvos de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5141), ajuizada no Supremo Tribunal Federal (STF) pela Associação Nacional dos Usuários do Sistema Telefônico Fixo Comutado e Móvel Celular (Anustel). Na ação, a entidade pede que sejam excluídos da ordem jurídica nacional os artigos 43 e 44 da Lei 8.078/1990. O relator da ação é o decano da Corte, ministro Celso de Mello.
A autorização dada pelo Código de Proteção e Defesa do Consumidor para inscrever o nome do consumidor em banco de dados é, no entender da associação, inconstitucional, por não respeitar o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa. Da forma como acontecem essas inserções negativas, os consumidores não têm a oportunidade de discutir os créditos e/ou direitos que levaram à abertura das fichas em tais bancos de dados. “Não há dúvida de que o legislador pátrio acabou sancionando dispositivos que ridicularizam, constrangem e ameaçam ditos consumidores”, sustenta.
De acordo com a Anustel, os dispositivos questionados afrontam o disposto nos incisos LIV (“ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal”) e LV (“aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes”), do artigo 5º da Constituição Federal de 1988.
“Como que querendo soprar depois da mordida”, sustenta a entidade, o próprio artigo 42 do Código, segundo o qual “na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça”, contraria o que preveem os dispositivos questionados.
A associação pede a suspensão liminar de todas inscrições – realizadas ou a realizar – em bancos de dados de inadimplentes que não tenham ou venham a passar pelo devido processo legal, com a garantia da ampla defesa. E no mérito a declaração de inconstitucionalidade dos artigos 43 e 44 do Código de Defesa do Consumidor, para que sejam adequados aos princípios do devido processo legal.
MB/AD
fonte:  STF

19/07/2014 - Nioaque relembra amanhã a Retirada da Laguna, da Guerra do Paraguai

Postado por militaresbrasil em 19/07/2014 | 20:20

Nioaque relembra amanhã a Retirada da Laguna, da Guerra do Paraguai

fonte: correiodoestado OSCAR ROCHA
    Os ensaios da teatralização do conflito estão sendo feitos há duas semanas (Foto: Divulgação)
A Retirada da Laguna foi episódio importante da Guerra do Paraguai (1864/1870), quando o exército brasileiro teve que recuar, após ataques contantes dos soldados paraguaios. Na jornada de volta ao Brasil, mais de 2 mil soldados morreram. Fatos marcantes desse acontecimento, eternizados nas páginas do livro “A retirada de Laguna”, de Visconde de Taunay, aconteceram em território sul-matogrossense. Um desses locais foi Nioaque, que, no período do conflito, era uma vila.
Amanhã, às 10h, na Praça dos Heróis, na parte central da cidade, acontecerá encenação lembrando o fato. O evento faz parte da comemorações de aniversário da cidade.
“Reuniremos cerca de 80 pessoas, entre militares, estudantes, pessoas da comunidade, para reviver a passagem dos militares brasileiros e paraguaios por Nioaque durante a guerra”, explica o tenente do Exército Ronaldo Alves de Carvalho.
Os ensaios dos participantes acontecem há duas semanas. Além do figurino, reproduzindo uniforme da época, também estão sendo destacadas, de forma estilizada, fachadas de antigas construções da cidade.
O evento também encerra a Décima Marcha Retirada da Laguna, promoção do Comando Militar do Oeste, que revisita locais da Guerra do Paraguai em Bela Vista, Jardim, Guia Lopes, tendo como participantes militares, pesquisadores e interessados em geral.
Roteiro
Inicialmente, a encenação contextualiza a Guerra do Paraguai. Na sequência, mostra os ataques paraguaios à Vila de Nioaque. Também lembra a armadilha deixada na Igreja Matriz - bárris de pólvora. A explosão do material matou vários soldados brasileiros.

14/07/2014 - Dilma diz que polícias não devem ficar sob controle dos estados

Postado por militaresbrasil em 14/07/2014 | 14:23


Em entrevista à rede de televisão norte-americana CNN, a presidenta afirmou que a Constituição deve ser modificada para o Governo Federal ter mais ingerência sobre a segurança pública
por Redação — publicado 11/07/2014 13:39, última modificação 14/07/2014 10:26
fonte:   CARTA CAPITAL 
Reprodução
Dilma CNN
Presidenta foi entrevistada pela rede de televisão CNN
A presidenta Dilma Rousseff defendeu que os estados tenham menos controle sobre as policias em entrevista à rede de televisão norte-americana CNN exibida na última quarta-feira, 9. Em sua fala, ela afirmou que são necessárias mudanças na Constituição para que a segurança deixe de ser uma atribuição das unidades federativas.
“O combate à criminalidade não pode ser feito com os métodos dos criminosos. Muitas vezes isso ocorre, e nós não podemos também deixar intocada a estrutura prisional brasileira”, disse Dilma, após ser questionada sobre a alta letalidade da Polícia Militar. “Eu acredito que nós teremos de rever a Constituição. Por quê? Porque essa é uma questão que tem de envolver o Executivo federal, o estadual, a Justiça estadual e federal. E porque também há uma quantidade imensa de prisioneiros em situações sub-humanas nos presídios.”
Na entrevista, Dilma disse que a letalidade da polícia “talvez seja um dos maiores desafios do Brasil”. Em sua pergunta, a jornalista Christiane Amanpour disse que a atuação da polícia brasileira “parece ser um legado ruim desse tipo de tortura, ditadura e da falta do Estado de direito que a presidenta combatia”.
Atualmente, segundo a Constituição, as policiais federais são as únicas controladas pelo Governo Federal. A Polícia Civil e a Militar são controlados pelos estados e, no caso desta última, seus agentes respondem por seus crimes na Justiça Militar.
As declarações de Dilma foram feitas na semana seguinte à divulgação do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O estudo indica uma grande responsabilidade dos policiais na elevada taxa de homicídios no País. Em 2012, a polícia matou cinco cidadãos por dia no Brasil, quatro vezes mais do que nos Estados Unidos e duas vezes e meia o índice registrado na Venezuela, segundo o anuário estatístico.

12/07/2014 - 70 anos FEB VÍDEO

Postado por militaresbrasil em 12/07/2014 | 06:51

11/07/2014 - Heróis existem VÍDEO

Postado por militaresbrasil em 11/07/2014 | 20:25

11/07/2014 - Exército brasileiro recebe mulheres na banda pela primeira vez


De diferentes lugares do Brasil, elas têm entre 19 e 26 anos.
Inserção do segmento feminino é prevista em novas áreas do Exército. 
Fonte: G1
Crédito: Cristiane Cardoso / G1Exército recebe mulheres na banda pela primeira vez; seis jovens vieram de diferentes lugares do Brasil
















Elas tinham a carreira militar como um sonho, mas foi na harmonia que encontraram a inspiração. Seis jovens, entre 19 e 26 anos, formam o primeiro grupo de mulheres a ingressar no curso de formação de sargento de música do Exército. “Foi perfeito: música e carreira militar. Era tudo o que eu queria”, comemorou Flavia Monica, de 19 anos, de São João del-Rei, em Minas Gerais.

Segundo o Capitão Botelho, da Diretoria de Educação Técnica Militar, a decisão para incluir mulheres na qualificação militar de sargento músico ocorreu no concurso de admissão de 2013, feito para o curso de formação de sargentos de 2014 e 2015.

"No Exército Brasileiro, existe a previsão de inserção do segmento feminino em novas áreas, fato esse que foi adiantado para a qualificação militar de sargento músico", explicou o capitão.

“É uma novidade para a Força, a partir dessa nova sistemática do ensino da formação de sargento. É importante, pois abre as portas para mais um caminho das mulheres dentro da Força”, declarou o Major Libano, do 1º Grupo de Artilharia Antiaérea.

Elas prestaram o concurso em outubro de 2013, mas chegaram à sua nova residência, na Vila Militar, em Deodoro, Zona Oeste do Rio de Janeiro, no dia 21 de abril.

“Meu tio é sargento. Ele que me informou que seria a primeira vez que uma mulher poderia fazer o concurso. Fico muito orgulhosa de abrir o trabalho na banda”, afirmou Caroline Gonze, de 22 anos, de Bicas, em Minas.
Joyce Santos, de 26 anos, estuda música desde os cinco e escolheu tocar flauta para seguir na área militar. “Eu vivo uma relação intensa com a música. É a minha vida”, contou a única jovem da turma nascida no Rio de Janeiro.

“Eu sempre gostei muito de sax, tenho um tio músico. [Minha relação com a música] começou aos 15 anos, são 11 anos de música, 11 anos de sax. Todo o meu cotidiano é com a música, é ao redor da música. Se parar, para a vida também”, disse Bianca Cardoso, de 26 anos, de São Luís, no Maranhão.

Ana Diniz toca trompete e soube do concurso por meio de amigos que têm na banda sinfônica do Exército. “Sinto responsabilidade de fazer um trabalho bem feito”, contou a jovem de 21 anos que morava em Itu, no interior de São Paulo.

Estefani de Freitas, de 23 anos, dava aulas de música em Criciúma, em Santa Catarina. Ela escolheu o trombone para compor a banda do Exército, mas também tem experiência com sax. “Estou muito orgulhosa de mim”, admitiu, após a aprovação no concurso.

O primeiro concurso de admissão para a qualificação militar de sargento músico foi feito em 2005 para o curso com início em 2006.

"Anualmente, a abertura de vagas nessa área ocorre de acordo com as necessidades do Exército Brasileiro.

 Neste ano, o período de inscrição para o concurso de admissão iniciou-se em 12 de maio e terminará em 14 de julho", concluiu o capitão Botelho. Os interessados podem acessar a página do concurso para mais informações.

13/06/2014 - Vitória épica da armada brasileira na Guerra do Paraguai completa 149 anos

Postado por militaresbrasil em 13/06/2014 | 10:07

Brasília, 10/06/2014 - Há 149 anos, no dia 11 de junho de 1865, a Marinha Imperial Brasileira vencia a Batalha Naval do Riachuelo – mais importante conflito da armada nacional durante a Guerra do Paraguai (1864-1870). A vitória foi decisiva para assegurar ao Brasil e aos aliados da Tríplice Aliança (Uruguai e Argentina) a supremacia na bacia do Rio da Prata, caminho estratégico para o envio de tropas e suprimentos na luta contra os invasores da província de Corrientes, na Argentina.
A Batalha do Riachuelo ainda é considerada por militares e historiadores como uma das mais importantes da história do Brasil, não só pelo tamanho da tropa envolvida, mas também pela atuação marcante do almirante Francisco Manoel Barroso, comandante da esquadra brasileira e que, mesmo tendo perdido a primeira fase do embate, conseguiu reverter a adversidade e vencer a batalha.
“Essa batalha é emblemática por ter sido, desde a Guerra da Cisplatina e depois da Guerra do Paraguai, a maior batalha naval em que se envolveu a Marinha de Guerra brasileira. Posteriormente, na I e na II Guerra Mundial, nossa Marinha não teve operação de guerra dessa envergadura”, avaliou o professor de História Francisco Doratioto, da Universidade de Brasília (UnB).
Na decisiva manhã de 11 de junho, a esquadra brasileira se encontrava em território inimigo, perto da cidade de Corrientes, na Argentina – que estava ocupada por tropas paraguais. O plano idealizado pelo ditador Francisco Solano López era fazer um ataque surpresa contra os brasileiros e tomar seus navios.
Ao todo, eram nove as embarcações brasileiras - Amazonas, Belmonte, Beberibe, Jequitinhonha, Parnaíba, Mearim, Araguaí, Iguatemi e Ipiranga -, todas elas projetadas para lutas em mar aberto, o que representava uma desvantagem para o Brasil, uma vez que a batalha se desenrolou num rio e, por vezes, em águas rasas.
A esquadra paraguaia – sob o comando do oficial Pedro Inácio Mezza – também dispunha de nove navios, a grande maioria mercantes, improvisados em embarcações de guerra.
Os inimigos também contavam com seis ‘chatas’, que eram barcos sem propulsão, rebocados pelas outras embarcações. Como tinham fundo raso, eram de difícil visualização para o inimigo, deixando à mostra somente seus canhões com seis polegadas de calibre.
A Batalha
Quando o Paraguai foi iniciar a ofensiva, um dos navios teve problemas em sua hélice, o que atrasou o ataque e retirou o fator surpresa da estratégia de López.
Apesar do contratempo, os paraguaios insistiram com o confronto e, por volta das 9h, desceram o Rio Paraná para iniciar o ataque.
Ao flagrar a movimentação inimiga, Barroso determinou que parte de seus homens, que estava em terra em busca de lenha, reembarcassem e se preparassem para a luta.
Enquanto as embarcações brasileiras se organizavam, os paraguaios desceram o rio e iniciaram o ataque com seus canhões. Após os disparos, seguiram em frente e foram se abrigar junto a Foz do Riachuelo, onde, em terra, estava parte de sua artilharia.
Em formação, a esquadra brasileira desceu o rio em direção aos paraguaios e um novo combate foi iniciado. Os navios conseguiram passar pelas embarcações paraguaias, mas apenas seis concluíram o translado. Dois deles –Jequitinhonha e Belmonte – encalharam. Parnaíba, por sua vez, foi atacado por três navios paraguaios.
Com os brasileiros em clara desvantagem, a batalha poderia ter chegado ao fim. O comandante Barroso, entretanto, decidiu retornar e subir o rio novamente. Ao se aproximar dos navios paraguaios, aproveitou o porte das embarcações imperiais, especialmente da fragata Amazonas, e abalroou as embarcações paraguaias, o que acabou levando a esquadra brasileira à vitória.
O diretor do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, almirante Armando de Senna Bittencourt, explica que essa decisão do comandante Barroso foi a responsável pela mudança de rumo na Batalha.
“Barroso teve a coragem de voltar e, numa manobra tática e decisiva, usou a proa do navio dele como aríete e abalroou pelo menos dois navios”, avalia.
Para o historiador Francisco Doratioto, a manobra empregada por Barroso foi essencial para assegurar o sucesso brasileiro no confronto.
“Barroso teve grande presença no combate. A frota brasileira foi atacada quando amanhecia e as caldeiras dos navios ainda estavam sendo aquecidas. Ainda assim, ele teve êxito em posicionar os navios para a batalha e, nesta, manteve uma interpretação correta do seu desenrolar e tomou as iniciativas necessárias para vencer as embarcações atacantes”, explicou.
O almirante Bittencourt acredita que a vitória de Riachuelo levantou o moral das tropas e foi essencial para assegurar não só o desfecho favorável ao Brasil na Guerra do Paraguai, mas também para fortalecer o país como uma nação.
“A guerra foi longa, difícil e causou muitas mortes e sacrifícios. Foi nela que brasileiros de todas as regiões do país foram mobilizados e trabalharam juntos para a defesa da Pátria. Consolidou-se, assim, nossa nacionalidade”, concluiu o almirante.
Assessoria de Comunicação Social (Ascom)
Fonte: Ministério da Defesa

07/06/2014 - Exército recebe Primeiro lote das viaturas ASTROS 2020

Postado por militaresbrasil em 07/06/2014 | 11:20

Exército confere recebe Primeiro lote das viaturas ASTROS 2020

Formosa (GO), 2014/06/06  - O Exército confere Brasileiro (EB) Passou um CONTAR Nesta sexta-feira (6) com a UMA Nova Geração de Equipamentos Opaco aumentará o Poder de dissuasão da Força Terrestre . São como viaturas ASTROS 2020, lote Cujo Primeiro, unidades Nove com, entregue was na sede do 6 º Grupo de Lançadores Múltiplos de Foguetes (GLMF), EM Formosa (GO), a 70 km da capital federal.

Uma cerimónia de Entrega FOI presidida Pelo Ministro da Defesa, Celso Amorim. De Os Novos Equipamentos (versão MK-6) FORAM desenvolvidos POR Meio que Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), reafirmando o Compromisso do Governo Federal de prover como Forças Armadas Meios de dissuasão parágrafo A Defesa dos Interesses Nacionais e da Soberania fazer País.

O Projeto Estratégico do Exército (PEE) ASTROS 2020 E hum Sistema de Apoio de Fogo de Longe Alcance e com Elevada PRECISAO. No Âmbito fazer PEE also ESTA Sendo Desenvolvido hum Missil Tático de cruzeiro - com 300 km de Alcance -. E hum Foguete Guiado, ALÉM da Implantação do Forte Santa Bárbara na sede do 6 º GLMF

Entre como Nove viaturas entregues AO Exército confere Nesta sexta-feira, SEIS São fazer Tipo Lançadora Múltipla Universal; UMA remuniciadora; UMA Posto de Comando e Controle; e UMA Posto Meteorológico. Ate o final de de 2018, Serao entregues 50 viaturas ASTROS 2020. Uma Previsão de Investimentos Pelo PAC ASTROS parágrafo o Projeto 2020 Neste Ano E da Ordem de R $ 300 milhões.Até o momento, Dois Terços DESTE totais repassados ​​JÁ FORAM.  

O Sistema ASTROS 2020 FOI concebido Pela Avibras, Empresa 100% brasileira, sediada los São José dos Campos (SP). O ASTROS 2020 TEM capacity parágrafo disparar 190 foguetes EM 16 SEGUNDOS. Ele. E Composto de foguetes SS 60, SS 40 e SS 30. O EQUIPAMENTO JÁ É EXPORTADO parágrafo countries do Sudeste Asiático e do Oriente médio.

Indústria

Na solenidade de Entrega, o Ministro Amorim declarou Opaco O País se Sente orgulhoso com um capacity de Produzir SEUS próprios Meios de Proteção. "Um dos Grandes Objetivos da Estratégia Nacional de Defesa (END) E o Desenvolvimento da Indústria. NOS protegemos e ajudamos não fazer Crescimento País ", destacou.

AINDA estiveram presentes à solenidade o comandante do Exército, general Enzo Martins Peri, o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, general José Carlos De Nardi, ALÉM de Autoridades Civis e Militares e Representantes de paises amigos. Convidados de Os assistiram AO Disparo de foguetes Opaco percorreram UMA DISTANCIA de 32 quilómetros Dentro do Centro de Instrução de Formosa.

EMPREGOS

A Implantação do Forte Santa Bárbara - padroeira da Artilharia - Vai resultar na Oferta de tres mil EMPREGOS NAS regions de Formosa e do Distrito Federal , incrementando OS Setores de Comércio e Serviços.  

ESTA Prevista uma instalaçao de 600 Militares na Cidade de para trabalhar não da Artilharia Complexo. A Iniciativa Vai estimular Instituições de ensino voltadas AO Estudo de engenharia NAS áreas de Misseis, foguetes, guiamento Eletrônico, telemetria, química, blindagem e Tecnologia da Informação.  

QUANDO estiver Concluído los 2018, o Forte Santa Bárbara reunirá Duas unidades de Misseis e foguetes, bateria de Busca de alvos, um centro de logística, um centro de Instrução de Artilharia e UMA base de de Administração. Na área urbana da Cidade de Formosa Serao construídas unidades habitacionais parágrafo abrigar OS SEUS Militares e Familiares.

Fotos: Jorge Cardoso
Assessoria de Comunicação Social (Ascom)


fonte:Ministério da Defesa


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