Brasil deve retomar até 2014 todas as pesquisas na Antártica, diz cientista
Para pesquisador, estudos brasileiros são mais amplos que base destruída.
Em 12 anos, governo investiu R$ 144 milhões em programa na Antártica.
Eduardo Carvalho Do G1, na Antártica - o repórter viajou de Punta Arenas à Antártica a convite da Marinha
Quase um ano após o incêndio que atingiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, o ritmo das atividades científicas no continente gelado tem voltado ao normal, diz o coordenador de projetos científicos do Programa Antártico Brasileiro (Proantar), Jefferson Simões. Ele avalia que elas devem ser integralmente retomadas no próximo verão, de 2013 para 2014.
Glaciologista, Simões pondera que o programa científico brasileiro é mais amplo do que a base que pegou fogo. "Os estudos não são feitos apenas nas estações, mas também em acampamentos e atividades realizadas no interior do continente ou dentro de geleiras e navios”, explica.