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terça-feira, 7 de março de 2023

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PISTA DE POUSO É RECUPERADA NA AMAZÔNIA Aeródromo de Surucucu (RR)

 

O governo brasileiro recuperou uma pista de pouso na região amazônica para facilitar a entrega de suprimentos médicos e humanitários em áreas remotas. A pista de pouso, localizada em São Gabriel da Cachoeira, foi reformada e ampliada para atender às necessidades da população local. A região amazônica é conhecida por suas vastas áreas de floresta e difícil acesso, o que torna a entrega de suprimentos um desafio. Com a recuperação da pista de pouso, espera-se que a entrega de suprimentos seja mais eficiente e rápida, beneficiando as comunidades locais e ajudando a combater a pandemia de COVID-19.

Militares do Exército Brasileiro (EB), em atuação no Comando Operacional Conjunto Amazônia (Cmdo Op Cj Amz), realizaram a recuperação da pista do Aeródromo de Surucucu (RR). Os trabalhos na pista possibilitaram o reestabelecimento do aeródromo, com o primeiro pouso de aeronave de asa fixa C-105 Amazonas realizado no dia 1º de março. 

Os Trabalhos de Engenharia foram iniciados no dia 14 de janeiro com 17 militares de diferentes especialidades. As obras foram executadas em regime de urgência, revezando-se com jornadas de até 18 horas por dia. Para isso, o 6º Batalhão de Engenharia de Construção utilizou equipamentos como máquina de cortar asfalto, compactador de solos, soprador, torre de iluminação e insumos, com destaque para o recebimento de material por meio de lançamentos aéreos.

Ao todo, foram recuperados 500 m² da pista. Às 15h33 do dia 1º janeiro, o avião C-105 Amazonas pousou na pista carregando equipamentos, remédios e donativos em apoio ao povo indígena Yanomami.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

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08/01/2015 - FAB tem novas UTI aéreas na Amazônia

 FONTE: FAB
Quatro aeronaves C-98 Caravan serão modificadas para a missão.
A Força Aérea Brasileira aumentou no início de 2015 a sua capacidade de realizar missões humanitárias na região Amazônica. O Primeiro e o Sétimo Esquadrões de Transporte Aéreo, sediados em Belém (PA) e Manaus (AM), respectivamente, receberam duas aeronaves C-98 Caravan adaptadas para atuarem como UTIs aéreas.
A entrega ocorreu após os trabalhos de instalação realizados pelo Parque de Material Aeronáutico de Lagoa Santa (PAMA-LS), em Minais Gerais, finalizados em dezembro com a participação de militares dos Esquadrões e do Destacamento de Suprimento e Manutenção de Manaus, além de representantes da empresa LifePort. Mais dois C-98, um para cada esquadrão, também serão adptados.

Esses modelos já realizavam o transporte de pacientes, mas agora terão a capacidade de serem configurados como uma UTI aérea. O C-98 Caravan se destaca ainda pela capacidade de pousar em pistas curtas e sem asfalto.

domingo, 28 de dezembro de 2014

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28/12/2014 - ENTREVISTA COMANDANTE DO 9º DISTRITO NAVAL

ENTREVISTA COMANDANTE DO 9º DISTRITO NAVAL
O Exército grita Selva!, mas na Amazônia eu digo Água!
Comandante do 9º Distrito Naval, o vice-almirante revela em entrevista que a Marinha irá fazer um dos mais importantes trabalhos para o desenvolvimento do Estado, o levantamento cartográfico e a sinalização do rio Madeira

FONTE:  ARIQUEMESONLINE: Publicado Domingo, 28 de Dezembro de 2014, às 08:47 | Fonte A Crítica - GERSON SEVERO DANTAS
A principal missão da Marinha Brasileira é operar/mobilizar o chamado Poder Naval contra os inimigos externos, mas na Amazônia os “homens de branco” não se limitam a esperar pela guerra e cumprem uma missão secundária importantíssima na região que concentra a maior bacia hidrográfica do planeta.
 
Trata-se da administração, organização e controle do transporte aquaviário, hoje considerado essencial para o desenvolvimento local. No comando do 9º Distrito Naval, que tem jurisdição sobre os Estados da Amazônia Ocidental, o vice-almirante Domingos Sávio Almeida Nogueira, um paulista que está em Manaus há pouco mais de um ano e nove meses, compara esse papel da Força Naval ao de um Departamento Estadual de Trânsito, que licencia os veículos e habilita os condutores; e também ao da Polícia Federal, pois combate o crime flagrado em nossas estradas de água, água cuja abundância encanta o comandante em sua primeira experiência Amazônia.
 
“O Exército grita Selva, como forma de cumprimento, mas poucos entram e  vivenciam a selva. Aqui eu digo Água! porque é por ela que correm as riquezas e as pessoas dessa região”, compararou  nessa entrevista na qual revelou ainda que o comando Naval e o Departamento Nacional de Infraestrutura em Transporte (Dnit) estão na bica de assinar um termo de cooperação para que a Marinha faça a carta náutica e implante a sinalização na hidrovia do rio Madeira, no trecho entre Porto Velho e a foz no rio Amazonas. Confira os principais trechos.
 
A missão primordial da Marinha é operar o Poder Naval contra os inimigos, mas na Bacia Amazônica quais outras funções ganham relevo?
 
Na Amazônia não temos estradas ou ferrorivas, os rios são nossas estradas. Nesse sentido a Marinha age como um Detran dessas vias, inscrevendo e registrando as embarcações, habilitando os condutores, um serviço que está crescendo muito com a criação no ano passado do Centro de Formação de Fluviários. Este ano, por exemplo, formamos 1.873 fluviários em Manaus, pessoas que ganharam uma profissão e estão habilitadas a conduzir da canoa à embarções regionais. Nós, então, fazemos o ordenamento do tráfico fluvial e, como uma Polícia Federal, fiscalizamos tudo que diz respeito ao transporte nos rios.
 
 
Fale um pouco sobre o trabalho na hidrovia do rio Madeira?
 
Estamos para assinar um  termo de comparação que   dentro da Marinha já passou por todas as instâncias e no Dnit está sob análise dos assessores jurídicos. É um termo  no valor de R$ 40 milhões para serem usados em quatro anos. Nós vamos elaborara a Carta Náutica do  Madeira, num trecho de 1,076  quilômetros entre Porto Velho e a foz, no rio Amazonas, em Itacoatiara. E o que é essa carta náutica? Bem, faremos o levantamento hidrográfico para conhecer a batimetria do rio, ou seja saber a profundidade da lâmina d’água em todos os pontos do rio, mostrando o canal de navegação com um grau de 90% de confiabilidade. Isso vai garantir a segurança aos usuários do transpor fluvial pelo Madeira. Além desse levantamento hidrográfico, vamos também implementar  a sinalização  do rio e indicar  os pontos em que deveremos intervir para melhorar a navegação, ou seja onde será preciso fazer dragagens, o que ficará ao encargo do Dnit.
 
Quais meios a Marinha possui para fazer este trabalho?
 
Temos três navios hidro-oceanográficos fluviais equipados com ecobatímetros. O mais moderno deles foi recebido agora, em Fortaleza, no último dia 17, o navio Rio Branco. Esse navio desloca até 500 toneladas e foi equipado, além do ecobatímetro normal, de monofeixe de luz, com um  ecobatímetro de multifeixe, que se arrasta pelo leito do rio e produz imagens em 3D. Além de captar dados da profundidade, do relevo, ele também nos permite a obtenção de dados ambientais que serão importantes para o Censipam, o Centro de Gerenciamento do Sistema de Proteção da Amazônia (CenSipan). O navio Rio Branco,  além dos equipamentos de ponta, vai navegar com uma equipe especializada formada por engenheiros e cartógrafos, comandado por um capitão de fragata. Tudo isso vai subsidiar de informações o Serviço de Sinalização Náutica do Noroeste.
 
Qual a importância econômica desse trabalho no rio Madeira?
 
Primeiro quero mostrar uma comparação. Vamos fazer todo o trabalho numa hidrovia de 1.076 quilômetros por R$ 40 milhões, em quatro anos. Para se fazer uma rodovia na Amazônia, cada quilômetro sai por R$ 1 milhão. Vejam então a vantagem de investirmos em hidrovias. Segundo, toda a riqueza que circula no Amazonas passa pelo Madeira. Por ele navega  o segundo maior comboio de transporte de carga do mundo, o da Hermasa, trazendo soja  até o terminal graneleiro de Itacoatiara. Esse comboio tem 270 metros de comprimento e 44 metros de boca, sendo capaz de transportar 32 mil toneladas de soja com apenas um empurrador. Para transportar tudo isso por rodovia seriam necessários mais de mil caminhões, o que elevaria o custo enormemente, além de não termos que derrubar uma única árvore para fazer estrada. Esse é um trabalho estratégico para o País.
 
Como está sendo essa experiência de comandar a Marinha aqui na Amazônia?
 
 O general Villas-Boas (Eduardo, ex-Comandante Militar da Amazônia) tem uma frase exemplar: “A Amazônia está distante do brasileiro, o brasileiro não conhece como ela é e a trata como uma colônia distante”. E é verdade, eu não conhecia a Amazônia, ela tem peculiaridades, tem a água, água dá vida. É um patrimônio valioso do Brasil.
 
Como tem sido a atuação da Marinha no combate a crimes transnacionais na zona de fronteira, como o narcotráfico?
 
A lei nos garante poder de polícia na faixa de 150 quilômetros a partir da fronteira e nela temos agido no combate a esses crimes, principalmente em operações conjuntas, como recentemente na Operação Ágata 8, na Operação Parintins quando fazemos questão de estabelecer parcerias com outros órgãos de Estado.
 
Em números
 
22.807 fluviários  estão habilitados pela Marinha para trabalhar nos mais diferentes tipos de embarcações na Amazônia, segundo registro na Capitania dos Portos da Amazônia Ocidental.
 
 35.810 embarcações  estão registradas na Capitania. Na avaliação do comandante Domingos Sávio estes números não refletem a realidade encontrada nos rios da Amazônia.
 
Perfil Domingos Sávio
 
Idade: 62
Nome: Domingos Sávio Almeida Nogueira
Estudos: Graduado em Guarda Marinha em 1978
Experiência: É Vice-Almirante de Esquadra. Foi comandante dos navios Abrolhos, Triunfo e Ceará. Foi assessor no Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, diretor do Centro de Comunicação Social da Marinha , Comandante do 6º Distrito Naval , Comandante da Força de Superfície e diretor de Pessoal Militar da Marinha. Atualmente é  Comandante do 9º Distrito Naval, com sede em Manaus.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

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10/10/2014 - Operação Amazônia aprimora interoperabilidade das Forças Armadas

Será a terceira edição da Operação Amazônia, que reunirá 4 mil militares das forças singulares (detalhes na infografia abaixo) e terá como teatro de operações as cidades de Manaus, Boa Vista e Normandia – a cerca de 180 km da capital de Roraima.

O objetivo da Operação Amazônia é aperfeiçoar a logística e os métodos operacionais das forças singulares. “É uma excelente oportunidade de manter a capacidade operativa das tropas brasileiras na região, sempre a fim de garantir a soberania nacional. Além de aprimorar a interoperabilidade das Forças Armadas”, explicou o general Eduardo Paiva Maurmann, chefe do Centro de Operações do Comando Militar da Amazônia.
A operação inclui ações de controle de tráfego fluvial e proteção de estruturas críticas, como estações de energia e barreiras; operações terrestres ofensivas e defensivas; lançamentos de paraquedistas; defesa antiaérea; tarefas de interdição e de combate e coordenação do espaço aéreo. Além disso, serão realizadas ações cívico-sociais junto às comunidades ribeirinhas.
 
Entre os equipamentos que serão empregados no exercício estão helicópteros Blackhawks, navios-patrulha fluviais, blindados Cascavel, baterias antiaéreas de baixa altura Igla e Guepardi, os caças A-29 Super Tucano e o cargueiro C 130.
Esta é a terceira edição do treinamento, que aconteceu em 2011 e 2012 na região norte. Este último, na foz do rio Amazonas, envolveu os estados do Amazonas, Pará, Rondônia e Acre.
Arte: Pedro Dutra
Fotos: Tereza Sobreira
Assessoria de Comunicação
FONTE: Ministério da Defesa
61 3312-4071

terça-feira, 18 de setembro de 2012

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18/09/2012 - Operação Amazônia 2012 começa com cobertura da imprensa local

 
Repórteres e fotógrafos de diversos meios de comunicação do Estado do Amazonas
 estiveram presentes na coletiva de imprensa que marcou a abertura da Operação Amazônia
 2012 na sede do Comando Militar da Amazônia, em Manaus.
O General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas - Comandante Militar da
 Amazônia e Comandante do Teatro de Operações Amazônia - explicou que o objetivo da
operação é o treinamento de forma conjunta das três Forças Armadas.
O Major Brigadeiro do Ar Antônio Carlos Egito do Amaral descreveu as ações da
Força Aérea Componente e o Vice-Almirante Luiz Henrique Caroli, Subchefe de
Operações do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, esclareceu a respeito da
 participação da Força Naval Componente.
A imprensa questionou sobre o efetivo, a finalidade e as ações de apoio que serão
prestadas à população.  operacao-amazonia