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sexta-feira, 17 de março de 2023

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BATALHA DE JENIPAPO, NORDESTE CELEBRA 200 ANOS DA BATALHA

 

A Batalha do Jenipapo ocorreu em 13 de março de 1823, em Campo Maior, no estado do Piauí, durante a luta pela independência do Brasil. Foi um episódio importante da história brasileira, pois marcou a resistência dos nordestinos contra as tropas portuguesas que tentavam recolonizar o país após a proclamação da independência.

O Comando Militar do Nordeste (CMNE) é uma organização militar do Exército Brasileiro que tem sede em Recife, Pernambuco. Ele é responsável por coordenar e executar as atividades operacionais e administrativas do Exército na região Nordeste do Brasil.

Cerca de 200 brasileiros foram mortos e 542 aprisionados pelo Exército Português. Do lado português, 116 soldados morreram e 60 ficaram feridos. Apesar do grande número de baixas nacionais, a batalha impediu o avanço português e colaborou para a sua retirada definitiva do território brasileiro. 

A celebração dos 200 anos da Batalha do Jenipapo é uma homenagem aos heróis que lutaram pela independência do Brasil e um momento para destacar a importância da região Nordeste no contexto histórico do país. O CMNE, juntamente com outras organizações e entidades, realiza diversas atividades em comemoração a essa data, como desfiles militares, exposições e palestras.

Além de ser uma homenagem aos heróis do passado, a celebração da Batalha do Jenipapo também serve como um lembrete da importância de preservar a soberania e a independência do país nos dias de hoje. O Exército Brasileiro, por meio do CMNE, continua a desempenhar um papel fundamental na defesa da pátria e na proteção da população brasileira.

Fonte: Comando Militar do Nordeste

sexta-feira, 10 de março de 2023

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PRONTIDÃO DE TROPA PARA EXERCÍCIO COM EXÉRCITO DOS EUA

 

O Exército Brasileiro verificou a prontidão de uma tropa formada por diversas unidades do Comando Militar do Norte (CMN) como preparação para o CORE 23, um exercício combinado com o Exército dos Estados Unidos da América que ocorrerá em outubro e novembro de 2023 e 2024 nas cidades de Belém, Macapá, Oiapoque e Clevelândia do Norte. A tropa é composta por 424 militares de várias unidades e o processo de verificação incluiu a inspeção de pessoal e equipamento militar, como veículos, armamentos e materiais de apoio à saúde. O CORE 23 faz parte de um programa de cooperação assinado entre Brasil e Estados Unidos que estabeleceu exercícios bilaterais anuais até 2028, visando aprimorar a cooperação e a integração entre os exércitos dos dois países.

Composta como Força-Tarefa, a tropa é formada por 424 militares de unidades como o 52º Batalhão de Infantaria de Selva, o 1º Grupo de Artilharia de Campanha de Selva, o 23º Esquadrão de Cavalaria de Selva, o 23º Batalhão Logístico de Selva, a 23ª Companhia de Comunicações de Selva e a 6ª Companhia de Engenharia de Combate de Selva. Na verificação da prontidão, foram inspecionados o efetivo e os diversos materiais de emprego militar, tais como veículos, armamentos e material de apoio de saúde. A atividade foi presidida pelo Comandante da 23ª Brigada de Infantaria de Selva, General de Brigada Maurício de Souza Bezerra. Crédito: Cb Messias e Sd Kainã


segunda-feira, 6 de março de 2023

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O Sabre Sargento Max Wolf Filho e a importância da tradição militar brasileira

 
Os futuros sargentos das escolas militares brasileiras recebem o sabre Sargento Max Wolf Filho durante as cerimônias de formatura. A homenagem ao sargento é feita desde 1983, e tem como objetivo perpetuar a memória do militar que se destacou em sua atuação. 

O Sargento Max Wolf Filho foi um militar que participou da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial. Ele atuou na Itália e, em uma das batalhas, acabou sendo capturado pelas tropas inimigas. Após ser libertado, voltou ao Brasil e continuou sua carreira militar, sendo reconhecido por sua bravura, lealdade e dedicação.

O sabre recebido pelos futuros sargentos é uma réplica do sabre utilizado pelo Sargento Max Wolf Filho e, além de ser um símbolo de honra e tradição, representa o compromisso dos militares com a pátria e com o serviço prestado à nação.

O ato de receber o Sabre Sargento Max Wolf Filho é uma tradição que remete aos valores, à disciplina e ao compromisso dos militares com a nação brasileira. É um momento marcante para os futuros sargentos, que passam a fazer parte de uma história de luta e dedicação que se estende por décadas.

Além disso, o sabre em si representa muito mais do que apenas uma arma utilizada em batalha. Ele simboliza a tradição e a honra que são características fundamentais da vida militar, e que são passadas de geração em geração. 

Para os militares, a honra e a tradição são valores inegociáveis, que fazem parte da identidade e do caráter de cada um. Por isso, o Sabre Sargento Max Wolf Filho é um símbolo tão importante, pois representa a continuidade desses valores e a importância da preservação da história e da cultura militar brasileira.

Por fim, é importante ressaltar que receber o Sabre Sargento Max Wolf Filho não é apenas um momento simbólico, mas também uma responsabilidade imensa. Os futuros sargentos passam a ser representantes desses valores e dessa tradição, e devem honrá-los em cada ação e decisão que tomarem em suas carreiras militares. foto Crédito: ESA e EsSLog

quinta-feira, 2 de março de 2023

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TOMADA DE MONTE CASTELO CELEBRAÇÃO

 

Brasília (DF) – No último dia 27, foi realizada a celebração referente à Tomada de Monte Castelo que ocorreu na sede da Associação dos Ex-combatentes do Brasil (AECB), lotada em Brasília-DF.

A tomada de Monte Castelo foi motivo de orgulho para a FEB e rendeu muitos elogios dentro e fora do Brasil, sobretudo no âmbito da Comando Aliado. Nesse contexto, a AECB realiza cerimônias que rememoram esse importante feito, bem como homenageia aqueles que, sob risco de perder a própria vida, lutaram com bravura nos campos da Itália, derrotando o temido soldado alemão que defendeu suas posições na Linha Gótica Italiana.

A referida conquista foi uma das maiores vitórias brasileiras no contexto da 2ª Guerra Mundial. Após alguns ataques que custaram a vida de diversos combatentes, os pracinhas conquistaram a “Montanha da Morte” em 21 de fevereiro de 1945.

A Tomada de Monte Castelo foi um evento importante na história do Brasil, ocorrido durante a Segunda Guerra Mundial. Em 19 de outubro de 1945, as tropas brasileiras, lideradas pelo Tenente-coronel João Baptista Mascarenhas de Moraes, tomaram o Monte Castelo, na Itália, em um combate que durou dez dias. Esta ação foi o maior feito militar brasileiro da guerra e ajudou a decidir a vitória aliada na Europa.

O dia 19 de outubro é comemorado anualmente como o Dia da Tomada de Monte Castelo, e é um dia nacional de homenagem a todos aqueles que participaram desta batalha e defenderam a pátria. É comum que as autoridades civis e militares realizem desfiles e cerimônias para comemorar a memória desses heróis. Também é comum que sejam emitidas declarações para relembrar a importância da Tomada de Monte Castelo para a história do Brasil.



quinta-feira, 22 de outubro de 2015

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22/10/2015 - Cabo do Exército é vítima de sequestro relâmpago; 2 são presos

militaresbrasil.comVítima foi sequestrada na Boca do Rio, em Salvador, na tarde desta quarta.
Suspeitos foram interceptados com carro roubado no bairro de Canabrava.
Dois homens foram presos após um cabo do Exército Brasileiro ser vítima de um sequestro relâmpago em Salvador na tarde desta quarta-feira (21).
De acordo com informações da 50ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Sete de Abril), os criminosos abordaram o cabo no bairro da Boca do Rio, por volta das 16h.
A cabo trafegava pelo local com um carro branco quando foi surpreendido pelos suspeitos, que tomaram o veículo e fugiram levando também a vítima.
Os suspeitos seguiram para a Avenida Paralela e, depois, no Vale dos Lagos, abandonaram a vítima e levaram o carro. O cabo não sofreu ferimentos.
Conforme a 50ª CIPM, o cabo acionou a Polícia Militar, que conseguiu interceptar o carro roubado nas proximidades do estádio do Barradão, no bairro de Canabrava.
Os criminosos e o veículo foram levados para a Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículo (DRFRV). Com os suspeitos, foi encontrado um revólver calibre 38 mm.Do G1 BA

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

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15/10/2015 - AUMENTO SALARIAL PARA OS MILITARES 28,86% JÁ!

AUMENTO SALARIAL PARA OS MILITARES

DIREITO ADQUIRIDO – 28,86% JÁ!

Hoje protocolamos o PL 3316/2015, que obriga a União e os Estados a pagarem o reajuste de 28,86% a praças e oficiais, até o posto de capitão de corveta/major das Forças Armadas e Auxiliares do Exército – Polícia Militar e Corpos de Bombeiros Militares.
Esse reajuste já é um direito dos militares desde 1993, mas a União e os Estados insistem em não pagar.

A vitória está próxima, em nome do Senhor Jesus Cristo!

JUNTOS SOMOS FORTES E NEM UM PASSO DAREMOS ATRÁS.
DEUS ESTÁ NO CONTROLE

Acompanhe a íntegra do projeto. 

CABO DACIOLO
DEPUTADO FEDERAL
http://www2.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=8721BCA4A4D046C651A97CC577837F9C.proposicoesWeb2?codteor=1400372&filename=PL+3316/2015

Dispõe sobre a extensão do reajuste de 28,86%, concedido pelas Leis nº 8.622, de 19 de janeiro de 1993, e nº 8.627, de 19 de fevereiro de 1993, a praças e oficiais, até o posto de capitão de corveta/major das Forças Armadas e Auxiliares do Exército- Polícia Militar e Corpos de Bombeiros Militares, e dá outras providências.

http://www2.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=8721BCA4A4D046C651A97CC577837F9C.proposicoesWeb2?codteor=1400372&filename=PL+3316/2015
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15/10/2015 - Modernizado no Brasil voa pela primeira vez Pantera K2

Um dos helicópteros mais admirados das forças armadas brasileiras, o Pantera K2 do Exército, passou por um completo processo de modernização na fábrica da Helibras, em Itajuba (MG) e já voou! A aeronave atualizada completou nessa terça-feira (13) seu primeiro voo de teste. airway.
Esse foi o terceiro Pantera que passou pela intervenção, mas o primeiro cuja estrutura original foi totalmente modernizada, uma vez que os dois primeiros helicópteros recebidos pela Exército em 2014 já foram construídos a partir de novas células. Esses primeiros aparelhos, inclusive, já completaram 1.000 horas de voo neste mês. Para realizar a modernização nos helicópteros, técnicos e mecânicos de manutenção da Helibras foram enviados a França e receberam instruções na Airbus Helicopters, fabricante original da aeronave, chamada “Dauphin”. O processo de atualização em Itajuba também foi acompanhado por mecânicos de aeronaves do Exército.
Agora, o helicóptero com os novos componentes vai para a etapa de pintura e finalizações antes de ser entregue ao Exército, o que deverá ocorrer nos próximos meses, como informou a Helibras.
O Pantera é um dos principais helicópteros de apoio e transporte do Exército ao lado do H-34 Super Puma e o AH-60 Black Hawk.
Pantera modernizado
O programa de modernização contratado pelo Exército prevê a modificação dos 34 helicópteros Pantera da Aviação do Exército Brasileiro, adquiridos em 1988. Com as intervenções, os aparelhos terão mais 25 anos de vida útil. Segundo a Helibras, o serviço tem um custo 35% menos do que o valor de um helicóptero novo e elevou a performance do aparelho.
O Pantera entrou em serviço no Exército Brasileiro em 1988 (Thiago Vinholes)
O Pantera entrou em serviço no Exército Brasileiro em 1988 (Thiago Vinholes)
De acordo com a Helibras, o novo Pantera pode carregar mais 400 kg em relação a versão anterior, e também ficou mais rápido (260 km/h contra 220 km/h) e pode voar por distâncias maiores (650 km ante 550 km).
A principal alteração no Pantera modernizado é o novo motor, uma turbina “Arriel 2C2CG”, com 40% a mais de potência comparada a utilizada anteriormente, e o painel “hi-tech”, com instrumentos digitais e piloto automático, o que facilita o trabalho dos pilotos.
Confira no vídeo o primeiro voo do Pantera modernizado:
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15/10/2015 - Negado HC a militar condenado por desvio de toneladas de alimentos de quartel


MILITARESBRASIL.COM
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), indeferiu o Habeas Corpus (HC) 127804, impetrado por um major do Exército contra acórdão do Superior Tribunal Militar (STM) que rejeitou embargos infringentes e manteve sua condenação a quatro anos e oito meses de reclusão pelo crime de peculato, previsto no artigo 303, parágrafo 1º, do Código Penal Militar. Segundo a denúncia, ele teria sido responsável pelo desvio e comercialização de mais de 80 toneladas de alimentos estocados no Depósito de Subsistência de Santa Maria (DSSM), no Rio Grande do Sul.
Em primeira instância, a denúncia formulada pelo Ministério Público Militar foi considerada improcedente e o militar, absolvido. Contudo, ao julgar recurso interposto pelo MP, o STM entendeu estarem comprovadas a autoria e a materialidade e, por maioria de votos, condenou o réu.
No HC impetrado no Supremo, o major pede o restabelecimento de sentença de primeira instância que o absolveu. Ele alega estar sofrendo constrangimento ilegal, sustentando inexistir prova de materialidade do delito e ter sido o julgamento contrário à prova dos autos. Sustenta ainda que conferência dos estoques foi feita mais de sete meses depois de sua transferência do quartel e que as provas analisadas seriam meramente circunstanciais. Afirma, também, que os outros quatro denunciados pelo mesmo delito foram absolvidos.
Ao negar o pedido, o ministro Gilmar Mendes destacou que, de acordo com a jurisprudência do STF, não é cabível habeas corpus para reanálise de conteúdo probatório. Ao analisar a conduta narrada na denúncia e os argumentos elencados no acórdão questionado, o relator verificou que o STM, com base nos fatos e nas provas colhidas no curso do processo, apresentou elementos idôneos para embasar a condenação. “Destaca-se que o acervo fático-probatório que fundamentou a referida condenação, além de ser submetido ao exame do contraditório e da ampla defesa, foi analisado por órgão imparcial e soberano na análise da autoria e materialidade”, assinalou.
Caso
De acordo com a denúncia formulada pelo Ministério Público Militar, uma conferência nos estoques da DSSM ocorrida em 2005 constatou grande diferença no quantitativo de material. Foi instaurado inquérito policial militar que apontou o oficial como responsável pelo desvio dos alimentos e seu repasse a fornecedores do DSSM que eram encarregados de vendê-los a terceiros. O lucro era recebido em espécie ou depositado em diversas contas bancárias de titularidade do major.
Laudo financeiro da Polícia Federal constatou que, em 2004, o major teve movimentação financeira equivalente ao dobro de seus vencimentos no Exército, única fonte de renda declarada.    
Segundo a denúncia, os gêneros alimentícios, geralmente frigorificados, eram retirados do estoque do DSSM em veículo de propriedade do Exército e transportados para um automóvel particular do major, que ficava estacionado nas proximidades. Segundo o MP, o oficial teve sua atuação facilitada em razão das funções que exerceu naquela unidade militar, entre as quais, a de chefe dos armazéns e câmaras frigoríficas.
PR/CR
Processos relacionados
HC 127804
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15/10/2015 - Comandantes gasto com celular 500 pilas

Mais uma medida foi tomada para cortar os gastos da máquina pública. O decreto, publicado ontem no DOU, estabelece a revisão de contratos relativos à aquisição de bens e à prestação de serviços, tais como locação de imóveis, manutenção e conservação de veículos, serviços de consultoria, vigilância ostensiva, e aquisição de passagens.
A medida, que faz parte da reforma administrativa, quer reduzir em 20% o valor global desses contratos no exercício de 2016 frente a 2015. Com isso, os órgãos terão que avaliar despesas e rever os qualitativos e quantitativos dos seus contratos de forma a promover uma redução nos gastos com esses serviços, em termos reais, respeitando os limites estabelecidos na legislação de licitações e contratos públicos.
Os servidores também serão diretamente atingidos com os limites de gastos com celulares corporativos, tablets e modens utilizados por ministros, comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, ocupantes de cargos de Natureza Especial (NES) e de cargos de Direção e Assessoramento Superiores (DAS). A medida abrange também os dirigentes máximos de autarquias e fundações.

ALTO ESCALÃO
Para ministros, ocupantes de cargos de Natureza Especial, comandantes das forças armadas e o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, os gastos com celulares ficam limitados a R$ 500,00 mensais. Para os dirigentes de autarquias e fundações e ocupantes de cargos em comissão DAS 6, o limite é de R$ 300,00, e para DAS 5 e equivalentes, R$ 200,00.
ATÉ R$ 150
Para os demais usuários autorizados, o limite para gastos com celular é de R$150,00. Os valores que excederem esses limites deverão ser recolhidos pelos usuários aos cofres públicos por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU), no prazo máximo de cinco dias úteis, contado da data de recolhimento da fatura. colunadoservidor

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

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14/10/2015 - Oficial do exército denúncia irregularidades nas promoções do Exército

Oficial do exército denúncia irregularidades no processo de promoções de subtenentes e sargentos, relata a forma vergonhosa como verdadeiramente se processa e apresenta todo seu sofrimento e constrangimento passados e sofridos. Solicitando providências do Comandante do Exército.
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14/10/2015 - 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada realiza Operação Guaicurus

Dourados (MS) – No período de 2 a 8 de outubro, as organizações militares da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada (4ª Bda C Mec) estiveram no Campo de Instrução de Betione (Miranda/MS), onde participaram da Operação Guaicurus. eb.mil.br.
A Operação teve por objetivo realizar a avaliação operacional da estrutura organizacional da Brigada, com a dotação dos meios tecnológicos do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON), no cumprimento de missões no amplo espectro dos conflitos, considerando as funções de combate movimento e manobra, inteligência, comando e controle, fogos, proteção e logística.
Participaram da operação nove Unidades subordinadas à 4ª Bda C Mec, totalizando 723 militares e 123 viaturas. Além disso, uma comitiva de quarenta capitães-alunos da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Exército do Paraguai acompanhou toda a Operação.
Durante a atividade, também foi realizado o tiro das armas coletivas, com o Carro de Combate M60 A3 TTS e com obuseiros, morteiro pesado e Metralhadoras MAG e .50.
Os resultados obtidos com a atividade servirão de subsídios para propostas de revisão de manuais de campanha, cadernos de instrução e outras publicações doutrinárias do Estado-Maior do Exército. Fotos: 4ª Bda C Mec



terça-feira, 13 de outubro de 2015

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13/10/2015 - Soldado dá tiro no pé ao guardar arma em armário

Um soldado de 22 anos de idade da 14ª Companhia de Polícia do Exército, ficou ferido após dar um tiro no seu próprio pé com uma arma artesanal, dentro de um alojamento do quartel de Campo Grande. O disparo aconteceu na manhã desta terça-feira (13).
O boletim de ocorrência relata o disparo como sendo acidental e teria ocorrido quando o soltado guardava a arma de calibre 22 dentro de um armário. Segundo servidores do local, o revólver é do próprio soldado, que não tem porte de arma e mantinha o instrumento sem conhecimento do Exército.
De acordo com a tenente Gizelly, o revólver é do próprio soldado, que não tem porte de arma e mantinha o instrumento sem conhecimento do Exército.
O soldado recebeu os primeiros atendimentos na enfermaria do quartel e depois levado ao Hospital Militar, onde está internado. O caso passará por investigação pela Polícia Civil e depois serão adotadas as medidas necessárias contra o soldado. Imagem Ilustrativa (Foto: Reprodução/Internet).

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

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21/01/2015 - O Brasil na Unifil Líbano

segunda-feira, 28 de julho de 2014

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28/07/2014 - Único latino-americano a participar da 1ª Guerra, Brasil

Único latino-americano a participar da 1ª Guerra, Brasil mostrou desespero


Oficiais foram combater e navios patrulhar Atlântico, dizem historiadores. 165 brasileiros morreram; 5 pilotos abatidos e médicos, infectados por gripe.

ImagemA pequena atuação na 1ª Guerra Mundial (1914-1918), que começou cem anos atrás, demonstrou o total despreparo militar brasileiro para um conflito de grandes proporções e provocou mudanças na organização e no treinamento dos soldados, permitindo que o país pudesse ter uma presença maior na 2ª Guerra Mundial (1939-1945), segundo especialistas ouvidos pelo G1.
Além do grupo de 28 oficiais enviados à França com a missão secreta de aprender operações e conhecer novas tecnologias de combate, o Brasil mandou ainda uma equipe médica, uma esquadra naval para patrulhar a costa africana e aviadores, que atuaram em aeronaves inglesas, francesas, americanas e italianas. Ao menos 165 militares brasileiros morreram nestas missões. A maioria, no entanto, foi vítima da gripe espanhola, não de combates

Cinco pilotos, da Marinha brasileira, foram abatidos quando confrontavam caças alemães.“Mesmo após a Guerra do Paraguai (1864-1870) e o Contestado (1912-1916), nossa participação na 1ª Guerra Mundial demonstrou o total despreparo militar e a necessidade de se aperfeiçoar o treinamento e o equipamento das Forças Armadas. Logo que a guerra acabou, o governo brasileiro contratou uma missão francesa, que ficou no país 19 anos ensinando e reorganizando nossas tropas”, afirma o historiador Adler Homero Fonseca de Castro, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
“Houve uma grande mudança na mentalidade militar após a guerra. As batalhas anteriores, em que havíamos participado, tinham sido improvisadas e se pensou: vamos resolver o problema a partir de agora”, entende ele. Entre os aprendizados incorporados pela participação são citados a aquisição de carros de combate blindados, o uso de lança-chamas e de metralhadoras, a necessidade de se estudar a guerra antissubmarina, o aperfeiçoamento de treinamentos e a organização das academias militares.
Pressão pública levou à guerraO Brasil foi o único país sul-americano a participar efetivamente da 1ª Guerra Mundial, segundo três historiadores ouvidos pelo G1.
Conforme o mestre em história e relações internacionais Valterian Braga Mendonça, "apesar de Cuba, Panamá, Guatemala, Nicarágua, Costa Rica, Haiti e Honduras declararem guerra à Alemanha, o Brasil foi o único a ter participação ativa. Nossa contribuição militar foi simbólica, mas a contribuição na área comercial foi significativa, mormente quando os aliados careciam de alimentos e de matérias-primas", afirma ele.
"Os demais países latino-americanos que se declararam em guerra, com pequena população, forças armadas incipientes e em constante instabilidade política, nada de significativo podiam fazer", acrescenta ele.
Argentina, Chile, Paraguai e Venezuela declararam-se neutros. México não se pronunciou, mas conservou neutralidade, já Bolívia, Equador, Peru e Uruguai romperam relações diplomáticas com a Alemanha, mas não declararam guerra, explicam os pesquisadores.
O Brasil só decidiu entrar no conflito e declarar estado de guerra em outubro de 1917, após manifestações violentas nas ruas e a pressão da opinão pública, provocadas pela perda de seis navios mercantes, que foram afundados, carregados de café, por submarinos alemães.
“Foi como os protestos de 2013, que varreram o país. Houve quebra-quebra, destruição de comércios e casas de descendentes de alemães, principalmente na Região Sul. Havia uma revolta social na população contra a Alemanha que levou o país a tomar uma posição”, diz o coronel Luíz Ernani Caminha Giorgis, pesquisador da história militar brasileira.
ImagemNos meses seguintes, o governo confiscou 42 navios mercantes alemães que estavam em portos brasileiros, como uma indenização de guerra. Elas passaram a pertencer à frota brasileira. Parte das embarcações, segundo os historiadores, foi destruída ou sabotada pelas tripulações, que foram detidas.
“A Guerra do Paraguai havia sido amadora. Nós estávamos totalmente atrasados militarmente para uma guerra das proporções da 1ª Guerra Mundial. Serviu para o Brasil melhorar e aprender, para estar pronto para mandar uma força expedicionária de 25 mil homens em 1942 para a 2ª Guerra Mundial”, salienta ele. Em 1893, o Exército havia comprado 600 mil fuzis Mauser alemães e o alto comando acreditava, até então, que a doutrina militar da Alemanha era a melhor no mundo e deveria ser adotada pelo país, diz o oficial.
“O ministro da Guerra, João Pandiá Calógeras, calculava que o Brasil poderia mandar uma força de 150 mil homens para lutar contra a Alemanha. O efetivo do Exército em 1917 era de apenas 18 mil soldados e nem havia alistamento obrigatório (que foi criado após o conflito). Era uma propaganda para disseminar boatos, mas o Brasil não tinha condições financeiras e nem meios para recrutar, transportar, armar, treinar e manter este efetivo. Na 2ª Guerra, a força expedicionária só foi maior porque os Estados Unidos apoiaram”, entende Mendonça.
Na 2ª Guerra Mundial, em 1944, o Brasil mandou uma força expedicionária de 25 mil homens. Naquela época, o efetivo do Exército era de 175 mil soldados.
Oficiais combatem para aprender
Uma das principais atuações brasileiras na guerra foi o envio de 28 oficiais para aprender operações e estudar a aquisição de material. ““Esta atuação foi a de maior aprendizado. Eles foram, na verdade, combater com o Exército francês”, diz o coronel Georgis.
O que mais se destacou entre eles foi o tenente José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, que acabou ferido em combate e contraindo tifo, após comandar uma fração de turcos “aguerridos” e vencer batalhas, segundo Cláudio Bento, Presidente da Federação de Academias de História Militar Terrestre do Brasil.
“Ele foi condecorado e comandou carros de combates Renault nas linhas de frente. Ao voltar para casa, brigou para que o Brasil comprasse blindados e também para a vinda da missão francesa, que reorganizou a estrutura militar do país e ensinou técnicas de combate entre as duas grandes guerras”, diz.
 Divisão naval para a África
ImagemOito navios brasileiros, entre eles torpedeiros e cruzadores, foram incumbidos de patrulhar a costa africana e proteger o Atlântico de possíveis ataques de submarinos alemães, em especial um triângulo entre Dacar, São Vicente, o Arquipélago de Cabo Verde e Gibraltar.
Movidos a carvão, e relativamente novos, comprados do Reino Unido, não chegaram a entrar em combate. O rebocador Laurindo Pitta, que atuou no conflito, é a única embarcação da Marinha ainda em funcionamento desde aquela época e realiza passeios na Baía de Guanabara, no Rio.
“Logo que os navios aportaram em Serra Leoa, 158 marinheiros morreram de gripe espanhola. A missão progrediu até Gibraltar para encontrar a Armada britânica, mas no dia seguinte a guerra acabou. Foi um fracasso total”, diz o coronel Giorgis.
O almirante Armando de Senna Bittencourt, diretor do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, relembra que até então navios brasileiros nunca haviam se envolvido em conflito fora da América do Sul. “A Alemanha percebeu que o grande trunfo dela eram os submarinos e começou a afundar navios mercantes, inclusive brasileiros, indiscriminadamente. O Brasil dependia muito da exportação de matérias primas e da importação de petróleo. Não podíamos deixar que fosse interrompido o tráfego marítimo”, relembra.
“Não dominávamos as táticas antissubmarino. E era nisso que queriam a nossa ajuda”, diz
Aviação de combate
Para enfrentar a força aérea alemã, o Brasil mandou 24 pilotos da Marinha e do Exército, que foram trabalhar em aeronaves de França, Inglaterra, Estados Unidos e Itália.
“A aviação foi usada pela primeira vez como arma de combate neste conflito. Cinco brasileiros morreram, quatro em combate e um em acidente. Serviu para o Brasil se preocupar com isso e aperfeiçoar a aviação. Uma das consequências foi a criação da Força Aérea, em 1941.” diz o coronel Giorgis.
 Missão médica
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Em um antigo convento de Paris, 161 brasileiros, a maioria médicos voluntários, comandados por um coronel do Exército, fundaram um hospital com mais de 500 leitos para tratar feridos em batalhas e infectados pela gripe espanhola.
Com “sucesso total”, segundo o coronel Giorgis, a missão foi estendida para o interior da França, atuando até seis meses após o término da guerra e só retornando ao Brasil em fevereiro de 1919.
“Quatro integrantes da equipe morreram no navio a caminho da França, acometidos pela gripe. Dezesseis outros médicos também ficaram doentes, mas foram curados. O envio de uma missão médica de tão grande porte em um prazo tão exíguo, justamente sendo o Brasil tão carente de serviços de saúde na época, só tinha como justificativa o governo querer aproveitar qualquer oportunidade para demonstrar colaboração aos Aliados”, entende Valterian Mendonça.
fonte: G1

sábado, 29 de junho de 2013

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29/06/2013 - MERVAL PEDE QUE STF FREIE O "GOLPE DO PT"

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

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13/02/2013 - Voos restritos VANT

Voos restritos VANT

Panorama Político

Ilimar Franco

 

Embora tenham autonomia para voar 24h, os Vants, aviões de vigilância do governo, não podem ficar no ar toda essa jornada. Os países vizinhos reclamaram ao Brasil de eventuais invasões de seus espaços aéreos. Outro problema que o governo enfrenta é que, como esses aviões sobrevoam áreas sem conflito, as autoridades precisam cuidar para evitar colisões com outras aeronaves.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

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11/02/2013 - Bolívia devolverá carros roubados a Brasil e região

Bolívia devolverá carros roubados a Brasil e região

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS  

O ministro boliviano da Presidência, Juan Ramón Quintana, anunciou ontem que o país devolverá cerca de 1.500 carros roubados para países como Brasil, Chile, Argentina, Peru e Paraguai.
Os automóveis foram identificados como roubados durante processo de regularização realizado pela alfândega boliviana em 2011 -ano em que o presidente Evo Morales promulgou uma lei legalizando carros sem documentos em circulação no país.
"Estamos devolvendo os veículos em primeiro lugar ao Chile, e o faremos dentro de cinco a dez dias ao governo do Brasil e, posteriormente, à Argentina, ao Paraguai e ao Peru", disse Quintana.
O governo não divulgou quantos serão devolvidos a cada país, mas a maior quantidade voltará para o Chile e o Brasil.
Um levantamento obtido pela Folha em dezembro de 2011 mostrou que dos então 4.100 carros brasileiros roubados identificados no país, 443 estavam sob poder do Estado boliviano.
O roubo de veículos nas nações vizinhas está geralmente associado ao tráfico de drogas.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

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06/01/2013 - Venda de tecnologia bélica para América Latina


Venda de tecnologia bélica para América Latina


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© Vesti.ru
 vozdarussia

As perspectivas de grande contrato de armamentos com o Brasil voltam a abrir perante a Rússia as portas do mercado latino-americano. Quem poderá seguir o exemplo do gigante regional e em que armamentos podem estar interessados os compradores potenciais?

De helicópteros a sistemas de defesa antiaérea, e não somente isso

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

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22/01/2013 - Brasil treinará 60 mil voluntários para Copa das Confederações e Mundial


Brasil treinará 60 mil voluntários para Copa das Confederações e Mundial


Rio de Janeiro, 22 jan (EFE).- O governo brasileiro selecionará, treinará e uniformizará cerca de 60 mil voluntários para que ajudem nas tarefas de organização da Copa das Confederações deste ano e da Copa do Mundo que o Brasil sediará em 2014, informaram fontes oficiais.
Trata-se de um programa de voluntariado paralelo ao da própria Fifa, que já encerrou as inscrições para ambos os eventos e utilizará 7 mil pessoas na Copa das Confederações e 15 mil na Copa do Mundo.

O ministro de Esporte do Brasil, Aldo Rebelo, disse que o governo investirá R$ 30 milhões no treinamento de voluntários e na compra dos uniformes que eles usarão. EFE/Arquivo