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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023

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Centro Tecnológico do Exército testam míssil anticarro

 

O Centro de Avaliações do Exército (CAEx), em conjunto com o Centro Tecnológico do Exército (CTEx) e a empresa SIATT Engenharia, Indústria e Comércio, realizou entre os dias 6 e 9 de fevereiro a etapa de testes do Sistema Míssil Superfície-Superfície 1.2 Anticarro (MSS 1.2 AC). A atividade foi acompanhada por engenheiros e técnicos militares e civis, com vistas à análise da efetividade dos aperfeiçoamentos implementados no sistema de armas. 

O teste compreendeu a instrumentação de dois sistemas de telemetria, que permitiram o acompanhamento dos diversos subsistemas do míssil em tempo real, durante o lançamento e após o término do voo. O lançamento do míssil telemétrico foi direcionado a um alvo posicionado a dois mil metros de distância. A verificação da sua trajetória foi monitorada por um conjunto de câmeras e drones.

O sucesso do teste foi motivo de grande orgulho para o Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação, pois ratificou a capacidade da Base Industrial de Defesa e Segurança para desenvolver produtos nacionais de alta tecnologia. O míssil anticarro de médio alcance guiado a laser é um dos exemplos disso, devido à sua portabilidade, flexibilidade e precisão no combate contra veículos blindados. Esta arma pode ser empregada tanto por tropas em solo quanto por tropas em viatura. Crédito: Sd De Souza e Sd Fagner, Caex

sábado, 12 de janeiro de 2013

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12/01/2013 - Lançamento vertical do míssil BrahMos


Lançamento vertical do míssil BrahMos



BrahMos, lançamento vertical
RIA Novosti  - 
vozdarussia 

Na manhã da quarta-feira (9), desde uma nave de combate da Marinha de Guerra da Índia que se encontrava no Golfo de Bengala, foi realizado com êxito lançamento do míssil de cruzeiro supersônico fabricado pela empresa conjunta russo-indiana BrahMos Aerospace. O míssil sobrevoou 290 quilômetros e, tendo efetuado “uma viragem dupla em S”, atingiu o navio alvo perfurando-o por completo a um metro de altura sobre a linha de água.

Este foi o primeiro lançamento vertical do míssil BrahMos. O ministro da Defesa da Índia, Arackaparambil Kurien Antony, felicitou o capitão, a tripulação e a empresa produtora, exprimindo-lhes agradecimento “pela excelente demonstração do desempenho do míssil". A mídia indiana não indica o nome do navio que disparou o míssil. No entanto, vários analistas alegam que o teste do BrahMos poderia ser realizado a partir de um submarino ou uma plataforma submersa. Às provas similares programadas ainda para o fim do ano passado se referiu anteriormente o presidente da companhia russo-indiana, Sivathanu Pillai. “Se é assim na realidade, considera o diretor do Centro de análise de tecnologias e estratégias, Ruslan Pukhov, pode-se falar de enorme êxito da empresa conjunta do setor de armas defensivas”.
Continuando o tema de colaboração bilateral, o experto russo assinalou que BrahMos Aerospace serve de modelo para outros projetos russo-indianos que se desenvolvem no âmbito de tecnologias de ponta. Os dois países passam, numa envergadura cada vez mais ampla, do intercâmbio comercial à cooperação no desenvolvimento e fabrico conjunto de armamentos. Segundo o mesmo conceito têm sido criadas empresas conjuntas que produzem a versão biplace do avião T-50 de quinta geração e ainda a fábrica de aviões de transporte médios.
O míssil BrahMos é uma arma temível. Pode ser lançado não só a partir de instalações terrestres, aviões e navios de superfície, mas também submarinos. Trata-se do míssil de cruzeiro mais rápido e mais manobrável do mundo, cuja velocidade excede em três vezes a do som. O voo se efetua a altitudes de 10 a 14 mil metros, sendo o sistema de mísseis BrahMos praticamente invisível para os meios de defesa anti-aérea. Além disso, os preparativos para seu lançamento demoram apenas alguns minutos.
Segundo Sivathanu Pillai, o lançamento do míssil BrahMos desde submarino marca importante etapa no desenrolar do programa homônimo, porque após o referido teste a Marinha de Guerra da Índia poderia tomar decisão de equipar o promissor submarino convencional (ou seja, não nuclear) indiano com esses mísseis. Desenhadores e engenheiros russos estão prestes a oferecer à Índia o submarino do projeto Amur-1650. Na atualidade, o projeto russo prevê que o submarino seja dotado do sistema de mísseis Club, bem conhecido pela Marinha indiana. Neste sistema, os mísseis são lançados por meio de tubos de torpedo horizontais. Não obstante, se se levantar a questão de equipar o submarino com o sistema missilístico BrahMos de lançamento vertical, a parte russa sem demora alguma introduzirá modificações indispensáveis no projeto existente.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

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10/01/2013 - A partir de 12 de janeiro, os Patriot poderão abater mísseis sírios


 A partir de 12 de janeiro, os Patriot poderão abater mísseis sírios


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EPA

A instalação de duas baterias de mísseis antiaéreos estadunidenses Patriot, no Sul da Turquia, com o fim de resistir aos eventuais bombardeamentos missilísticos sírios, poderá ser concluída já no próximo sábado, 12 de janeiro.

Desde então, as baterias poderão ser utilizadas em combates, informaram militares estadunidenses.
Segundo uma decisão da OTAN, nas proximidades da cidade turca de Gaziantep, a 120 km de Alepo síria, serão instaladas 6 baterias de mísseis Patriot trazidas dos EUA, Alemanha e Holanda.
Todo o sistema estará pronto para combates no início de fevereiro. vozdarussia