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domingo, 18 de janeiro de 2015

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18/01/2015 - Soldado da Aeronáutica foi encontrado morto

FONTE:  Carla Albuquerque / portal@d24am
Manaus – Um soldado da Aeronáutica foi encontrado morto, na manhã de sábado (17), em um córrego do ramal Saia Branca, Tarumã, zona oeste de Manaus. Lucas Fonseca, de 22 anos, foi atingido com dois tiros nas costas.
Segundo o irmão da vítima, Marcelo Fonseca, 28, o soldado saiu de casa na sexta-feira (16), por volta de 17h, para visitar a avó, no bairro Parque Riachuelo, também no Tarumã, mas não chegou ao destino.
“Não sabemos o que aconteceu. O que ouvimos dos moradores da área é que, na sexta, eles viram um rapaz com as mesmas características do meu irmão na área e, logo em seguida, ouviram tiros”, contou Marcelo. “Eles disseram ainda que viram carros do Ronda no Bairros no local e, quando foram procurar, encontraram a sandália dele, pingos de sangue e o corpo no córrego, após 500 metros andando na mata. Não roubaram nada dele”.
Marcelo garantiu que o irmão não era usuário de drogas, mas sofria de depressão desde que o avô morreu.
“Ele passou a ter problemas porque quando o avô morreu, a Aeronáutica não permitiu que ele fosse vê-lo no velório e ele pediu para sair, mas nunca teve envolvimento com drogas”, comentou. “Esperamos que a polícia possa esclarecer o que aconteceu”.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

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29/05/2013 - Tribunal determina reforma de tenente-coronel da Aeronáutica condenado por furto qualificado

Brasília, 29 de maio de 2013 - O Superior Tribunal Militar determinou a reforma de um tenente-coronel da Aeronáutica por considerá-lo incapaz de permanecer no serviço ativo das Forças Armadas após por ter sido condenado a dois anos de reclusão por furto qualificado. Ele se apropriou de seis pneus de carro doados pela Receita Federal à unidade militar que ele comandava na época do crime, em Maceió.
Tribunal determina reforma de tenente-coronel da Aeronáutica condenado por furto qualificado
O Conselho de Justificação da Aeronáutica considerou que o militar era incapaz de permanecer no serviço ativo por ter infringido princípios de conduta do Estatuto dos Militares. O Conselho de Justificação é um procedimento administrativo instaurado pelo Comandante da Região Militar, que apura atos que afetem “honra pessoal, o pundonor militar ou o decoro da classe”. Nesses casos, cabe ao Superior Tribunal Militar julgar se o oficial pode continuar na ativa ou se deve ser punido com a reforma ou perda do posto e patente.
O ministro relator, Luis Carlos Gomes Mattos, explicou que o julgamento feito pelo Conselho de Justificação se restringe ao campo ético-moral e serve apenas para avaliar se o oficial tem condições de permanecer na atividade. “Leva-se em conta a gravidade do delito cometido, seu objeto material e da forma como aconteceu”, disse.
Para Mattos, pesa o fato de o furto ter sido praticado durante o período em que comandava o Destacamento de Controle do Espaço de Maceió. “Por razões elementares, o oficial deveria, muitos mais que os outros militares lotados naquela organização, pautar sua conduta pelos mais elevados princípios da ética militar, servindo como exemplo para os demais. Entretanto, o que ocorreu foi a utilização do cargo de comando justamente como elemento facilitador para o furto”.
O ministro ressaltou a condenação criminal do tenente-coronel a dois anos de reclusão e votou pela reforma do militar. O relator foi seguido pela maioria dos ministros.
FONTE: STM