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domingo, 14 de outubro de 2012

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14/10/2012 - STF já discute quando réus do mensalão serão mandados à prisão


 FELIPE SELIGMAN
MÁRCIO FALCÃO
DA BRASÍLIA   - Folha
Britto Júnior - 18.02.2010/Agência Câmara/ Lula Marques/Folhapress Sérgio Lima/Folhapress 
Na reta final do julgamento do mensalão, os ministros do Supremo Tribunal Federal começam a discutir o momento em que réus condenados serão mandados à prisão.
A tendência, segundo a Folha apurou, é que não prevaleça o pedido do Ministério Público de prisão imediata.
Até agora, já foram condenados 25 dos 37 réus pelos crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, gestão fraudulenta, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.
Entre os que foram considerados culpados estão o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), o ex-presidente do PT José Genoino, o empresário Marcos Valério e a dona do Banco Rural, Kátia Rabello.
O STF entendeu que todos, de alguma forma, participaram do esquema de desvio de recursos públicos para comprar o apoio político de parlamentares nos primeiros anos do governo Lula.
Ao final do julgamento, que ainda tem pela frente três capítulos, os ministros estabelecerão a dosimetria (o tamanho) das penas. Ainda não é possível saber que réus irão efetivamente para a prisão. Pelo Código Penal, o regime é inicialmente fechado para penas a partir de oito anos.
Com o fim dos capítulos, os ministros terão de definir quando essas punições começarão a serem executadas.
Há três opções: imediatamente após a sentença, independentemente da publicação da decisão (acórdão) e respectivos recursos (embargos de declaração); quando o acórdão for publicado; ou somente após a análise de todos os recursos propostos.
PROCURADORIA
Quando apresentou a acusação, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu a prisão imediata dos condenados, alegando que os eventuais recursos não teriam poder para mudar o mérito decidido pelo tribunal.
Ministros ouvidos pela Folha, no entanto, descartam a possibilidade de apressar a efetivação das condenações. Segundo seus argumentos, isso seria incoerente com o posicionamento recente do próprio tribunal, que desde 2010 já condenou cinco parlamentares que até hoje não começaram a cumprir a pena.
Entre eles estão o deputado Natan Donadon (PMDB-RO) e os ex-deputados José Tatico (PTB-GO) e Zé Gerardo (PMDB-CE), que entraram com recursos ainda não julgados contra as condenações.
A avaliação é que não seria conveniente aplicar um rito diferenciado ao processo do mensalão para não alimentar a tese, defendida por petistas, de que o Supremo realizou um julgamento político e de exceção.
A ideia é agilizar o acórdão, que não tem prazo para ser publicado, e julgar rapidamente os embargos (que só podem questionar omissões, contradições e obscuridades da decisão) propostos contra as condenações.
sessão extra
Para evitar outras críticas, os ministros do STF marcaram para a manhã da próxima quarta uma sessão para tratar de outros assuntos. Na pauta estão exatamente os recursos de Donadon e Tatico.
Com o julgamento, eles poderão cumprir as penas já a partir da semana que vem.
Tatico foi condenado a sete anos de prisão, em regime semiaberto, pelos crimes de sonegação e apropriação indébita de contribuição previdenciária. Donadon foi condenado a 13 anos de prisão por desviar verbas públicas. Folha

sábado, 13 de outubro de 2012

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13/10/2012 -Flagrante: Soldado do Exército preso com droga e dinheiro dentro de casa

Flagrante: Soldado do Exército preso com droga e dinheiro dentro de casa


Policiais Militares do Tático Móvel prendeu na manhã deste sábado (13) três pessoas no interior da residência na rua Osvaldo Ferreira no bairro 35º, em Feira de Santana . 
De acordo com ao Subtenente da PM Oliveira, Marcos Gomes Moreno, 21 anos, soldado do Exército Brasileiro foi flagrado com drogas e dinheiro no interior da residência ao lado de parentes identificados como; Luiz Gomes de Lima, 45, e Jusileide Ferreira de Araújo. 
Na residência foram encontrados vários “Minhaeiros" com moedas, além de várias cédulas oriundas provavelmente do tráfico. Também foi apreendida aproximadamente meio quilo e mais 45 pedras de crack, celulares e uma motocicleta de origem duvidosa. 
“ Marcos é soldado do lotado no 35º(BI), porém é considerado como desertor. Ele chegou a ficar preso na instituição pelo mesmo motivo’’, esclarece o comandante a reportagem 
“Isso é um desvio de conduta, pois ele serve as forças armadas.Tenho certeza que ele será punido da forma disciplinar e também na justiça’’, finalizou

Os acusados foram apresentados ao plantão Central do Complexo Policia Investigador Bandeira as autoridades competentes. 

As informações são de Denivaldo Costa e fotos do Central de Polícia.
centraldepolicia

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

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26/09/2012 - Prisão de araponga acende luz de alerta na Câmara

Prisão de araponga acende luz de alerta na Câmara
26 Set 2012

Deputada quer explicações sobre o caso do agente da Abin detido por hackear contas de centenas de colegas do órgão

JOÃO VALADARES


A presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara, deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), quer que o Congresso Nacional convoque o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general José Elito, e o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Wilson Trezza, para prestar esclarecimentos sobre a prisão de um espião nas dependências do órgão. O caso do agente infiltrado, que é servidor da agência e já havia conseguido hackear 238 senhas de investigadores, foi revelado pelo Correio na semana passada. Ele foi solto um dia depois de pagar fiança no valor de três salários mínimos e meio.
Ontem, a parlamentar encaminhou requerimento à presidência da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI) solicitando a presença das autoridades para um encontro reservado. "Reputamos esse fato como de extrema gravidade, visto que a Abin trabalha com assuntos de segurança nacional e conteúdos altamente sigilosos, informando diariamente a presidente da República sobre assuntos relevantes que podem influenciar na sua tomada de decisão", salientou.
A deputada julga importante esclarecer o episódio o mais rápido possível. "Preocupa-nos, portanto, saber que o órgão encarregado de executar as atividades de inteligência do país, e também responsável pela salvaguarda e segurança da sociedade e do Estado, apresente tamanha vulnerabilidade." No requerimento, encaminhado ao presidente da CCAI, senador Fernando Collor (PRB-AL), Perpétua ressalta que é importante aferir o nível de proteção dos dados guardados pela Abin. "Solicito a realização, com a urgência que o caso requer, de uma reunião no âmbito dessa comissão, com o fito de obtermos esclarecimentos detalhados sobre a extensão dos danos causados pela ação delituosa do agente da Abin."  resenha/militaresbrasil