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domingo, 3 de fevereiro de 2013

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03/02/2013 - Será que a Terra vai ser atingida por um asteroide? 15 FEVEREIRO 2013


Será que a Terra vai ser atingida por um asteroide?


asteroide, Ameaça, Terra, Espaço
© Flickr.com/asteroid/cc-by

VOZDARUSSIA - Mal a humanidade se recuperou da ameaça do fim do mundo, logo surgiu um novo motivo de inquietação: em 15 de fevereiro de 2013, às 19.25 horas GMT, o asteroide 2012 DA14 se aproximará do nosso planeta.

Segundo cálculos de cientistas, a distância entre a Terra e esse corpo celeste constituirá menos de 30.000 quilômetros, quer dizer, será inferior às altitudes em que orbitam os satélites geoestacionários.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

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24/01/2013 - Peça metálica extraterrestre encontrada na Rússia


Peça metálica extraterrestre encontrada na Rússia 

Yulia Zamanskaya

achado, carvão, Vladivostok, OVNI

 Voz da Rússia

Ao acender fogo na chaminé, um habitante de Vladivostok descobriu uma cremalheira de metal presa em carvão. O homem entregou o achado extraordinário a cientistas da cidade. Após uma análise minuciosa, os pesquisadores concluíram que a peça tem uma idade de 300 milhões de anos e foi fabricada por um ser vivo. Mas cientistas não podem responder quem foi seu autor.

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23/01/2013 - Demanda de armas russas cresce nos Estados Unidos


Demanda de armas russas cresce nos Estados UnidosSaiga 12, espinguarda, fuzil, arma, Izhmash

  © Colagem: Voz da Rússia

Em 2012, as exportações de artigos da empresa russa Izhmash nos Estados Unidos cresceram 15 por cento. A companhia elevou consideravelmente a qualidade de artigos produzidos – diferentes tipos de armas esportivas e de caça, e tenciona reforçar suas posições no mercado americano.

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23/01/2013 - Russos venceram todos em skijoring


 Russos venceram todos em skijoringesporte, Vitória, neve, Animais

EPA

Na etapa da Copa do Mundo em esportes de trenó Em terra de Sampo na Carélia russos ganharam em corridas de esqui com cães, esporte chamado skijoring. Nas corridas de trenó com seis cães venceu Indrė Daujotienė da Lituânia, e com oito venceu o checo Pavel Pfeifer.

domingo, 20 de janeiro de 2013

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20/01/2013 - Monstro centro-americano assusta Ucrânia

Monstro centro-americano assusta Ucrânia


chupa-cabras
© YouTube

vozdarussia - Não chegamos a nos recuperar após o Fim do Mundo e a invasão dos vampiros sérvios do ano passado, mas um novo infortúnio já nos bate à porta: na Ucrânia apareceu um chupa-cabra – a lendária criatura folclórica de origem centro-americana. Parece que as pragas provenientes da Mesoamérica – a pátria dos maias – continua se espalhando por todo o mundo sem nos deixar um só dia para respirar tranquilamente.

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20/01/2013 - Rússia e China disputam mercado de armamentos do Bangladesh


Rússia e China disputam mercado de armamentos do Bangladesh


Mi-17, helicóptero, Rússia, técnica militar
Helicóptero Mi-17
RIA Novosti

Após se reunir com a premiê do Bangladesh, Sheikh Hasina, Vladimir Putin anunciou que a Rússia vai conceder a este país um crédito no valor de $1 bilhão, destinado à aquisição de armamentos. Se trata da venda de helicópteros, materiais para a defesa antiaérea e a infantaria.

sábado, 19 de janeiro de 2013

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19/01/2013 - Navios de guerra russos navegam rumo ao Mediterrâneo


Navios de guerra russos navegam rumo ao Mediterrâneo

Stanislav Tarasov  -vozdarussia



cruzeiro moskva, frota do mar de norte
RIA Novosti

Navios da Frota do Mar Negro, com o cruzador Moskva à cabeça, têm sido enviados ao Mediterrâneo Oriental.

Para a mesma região do oceano mundial têm sido deslocados agrupamentos de navios das Frotas do Norte e do Báltico. Há pouco pelos estreitos passou o grande navio de desembarque Saratov da Frota do Mar Negro. Não longe do Golfo Pérsico encontra-se o grande navio anti-submarino Marshal Shaposhnikov que faz parte do destacamento de navios da Frota do Pacífico. Esta esquadra pode passar rapidamente pelo Canal de Suez entrando também no Mediterrâneo Oriental. A que se devem estas manobras da Marinha de Guerra russa?
O objetivo com que os navios militares russos se encaminham ao Mediterrâneo, não é o de dar um cruzeiro marítimo. É uma demonstração da bandeira junto das costas da Síria dilacerada por uma guerra civil. Mas este objetivo não tem nada a ver tampouco com aquilo que se publica agora em jornais europeus e turcos. Que Moscou, alegadamente, está preparando um plano de evacuação da Síria de cidadãos russos e ainda do presidente deste país, Bashar Assad.
O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da Rússia desmentiu decididamente estes boatos, bem como existência de “un roteiro americano-russo secreto”. Ao mesmo tempo, muitos notaram o fato de os EUA terem retirado do Mediterrâneo, antes de que na região apareceram navios militares russos, o porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower, o porta-helicópteros de desembarque USS Iwo Jima e dois contratorpedeiro s. A Casa Branca explicou essa decisão alegando à necessidade de “atenuar a tensão na região”.
Tudo isso faz pensar que as posições do Ocidente e da Rússia em relação a perspetivas da solução do problema sírio começam a convergir. Por receio de que em Damasco, em substituição do regime de Assad, poderiam vir ao poder grupos extremistas. O fato de Al-Qaeda estar presente na Síria foi confirmado também pelo premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, em reunião do governo israelense.
E a Turquia? O jornal Haberturk salienta que agora Ancara deveria interpretar com habilidade e perspicácia a posição da Rússia para com o problema sírio e o incremento da presença de sua marinha de guerra no Mediterrâneo Oriental. Sobre este pano de fundo, a diplomacia turca, segue recomendando o Haberturk, teria que estar prestes a empreender passos mais decisivos rumo à solução político-diplomã tica do conflito sírio. No caso contrário, a Turquia arriscaria ficar fora do concerto diplomático mundial.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

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17/01/2913 - Rússia irá enviar robôs para a Lua


Rússia irá enviar robôs para a Lua



vozdarussia
Lua, Roscosmos, robos
© Flickr.com/mikebaird/cc-by

A Rússia irá enviar robôs para a Lua. Está planejado que até 2017 o satélite da Terra receba logo três aparelhos interplanetários automáticos. Esse projeto irá marcar o arranque de um grandioso programa lunar.

A primeira a ir à Lua será a sonda de pouso Luna-Glob 1. O seu lançamento está previsto para 2015 a partir do novo cosmódromoVostochny cuja construção está em curso no distrito de Amur. O módulo de pouso (lander) irá estudar a superfície da Lua. Ele irá transportar aparelhagem para a procura de água assim como um manipulador para o estudo de amostras do solo.
Em 2016, se planeja lançar o módulo orbital Luna-Glob 2. A sua tarefa será o estudo do espaço orbital, assim como a escolha de espaços adequados para o pouso de outros aparelhos.
Em 2017, a superfície lunar irá receber o aparelho de pouso pesadoLuna-Resurs que está a ser desenvolvido em conjunto com a Agência Espacial Indiana e que irá transportar o jipe-robô indiano.
Os planos anteriores previam que o primeiro fosse precisamente oLuna-Resurs com o seu lançamento planejado para 2013. Mas depois da perda da estação automática Phobos-Grunt, o cronograma das missões lunares russas foi revisto. Foi decidido não ter pressas. O professor Vladislav Shevchenko, chefe do departamento de estudos lunares e planetários do Instituto Astronômico Estatal, considera que é muito mais importante não permitir a repetição dos acidentes:
“Realmente, é uma pena que tudo tenha sido adiado, mas, por outro lado, todos os inconvenientes que ocorreram com a Phobos-Grunttinham haver com a parte técnica, não estavam relacionados com os nossos programas científicos. Se a tecnologia for aperfeiçoada, só poderemos ficar contentes. Nesse caso também iremos obter mais resultados.”
Os especialistas russos já escolheram os pontos para o pouso da sonda lunar russa. Eles são seis no total: três junto ao polo norte da Lua e mais três junto ao polo sul. Na opinião dos cientistas, é precisamente aí que há maiores hipóteses de descobrir água e gelo, o que é um dos objetivos principais do programa. Na opinião do acadêmico Alexander Jelezniakov, da Academia Russa de Cosmonáutica Tsiolkovski, o estudo da Lua irá abrir o caminho para outros planetas e, nomeadamente, para Marte:
“Em primeiro lugar, a Lua é um campo de experiências único para aperfeiçoar a tecnologia espacial, tanto a existente como a que irá ser produzida. Em segundo lugar, a Lua poderá vir a ser uma base preciosa para a investigação científica, especialmente para o estudo do espaço longínquo. Por exemplo, a instalação na sua superfície de equipamento e observatório astronômicos irá permitir observar de uma forma nova os processos que ocorrem no Universo e perceber de que forma é que o Universo surgiu.
E em terceiro lugar, não é nenhum segredo o fato de que um dia os recursos da Terra se irão esgotar. Por isso a humanidade deve começar já a pensar onde ir buscar os recursos minerais necessários à sua atividade e ao seu posterior desenvolvimento. Eu penso que a Lua poderá vir a ser uma base de mineração muito valiosa. Esses três fatores são argumentos a favor de se começar pela Lua. Mais tarde se poderá olhar para Marte e para os outros planetas.”
Na opinião dos cientistas, até 2030-2040 irá começar a exploração da Lua em larga escala. Quanto ao objetivo estratégico da atividade espacial da Rússia, este será o voo a Marte. A Roscosmos considera que um voo tripulado ao planeta vermelho será possível de executar mais perto dos meados do século XXI.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

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16/01/2013 - A guerra-relâmpago no Mali


 A guerra-relâmpago no Mali


Nikita Sorokin

frança, contingente militar francês no Mali, Mali, conflito, tuaregues, azawad
EPA

vozdarussia - 


A situação no Mali continua a desenvolver-se impetuosamente. Aviões franceses Mirage e Rafale bombardeiam posições e a retaguarda de islamitas radicais, colunas de veículos blindados franceses entram na capital do país Bamako, enquanto os rebeldes tuaregues manifestam seu apoio às autoridades do Mali.

Os analistas, porém, estão longe do otimismo: o país tem todas as hipóteses de se transformar em um “Afeganistão africano”, envolvendo países vizinhos no caos sangrento.
A decisão dos tuaregues locais do Movimento Nacional de Libertação de l'Azawad de passarem para o lado das autoridades malianas é uma das últimas informações vindas do campo de ações militares. Esta é sem dúvida uma notícia positiva que, no entanto, torna mais confusas as perspetivas de desenvolvimento da situação. Declarando-se dispostos a combater contra islamitas em conjunto com contingente de paz oeste-africano e militares franceses, os tuaregues, após a suposta vitória, não querem ver forças governamentais ou de coligação no norte do Mali, que consideram seu território.
Entretanto, durante a semana em curso, um contingente de paz da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) será deslocado para o Mali. Conforme a última declaração do presidente da Quinta República, François Hollande, o corpo expedicionário francês, que conta hoje com 750 soldados e oficiais, será reforçado em breve.
Somos testemunhas da última fase de internacionalização do conflito maliano, constata Laurie-Anne Teri Benoni, perita do Departamento de Operações de Paz da Universidade de Montreal do Canadá, que disse em entrevista à Voz da Rússia:
“Este jogo tem muitos participantes. Para garantir o êxito da operação, é necessário coordenar claramente as ações entre os jogadores. É necessário fazer, para entender os nossos objetivos e convencer-nos de que cada participante empreende esforços nesse sentido. Quando a operação começou, a principal pergunta de analistas e observadores dizia respeito aos objetivos – quais são os objetivos da operação e até onde eles se estendem?“.
Contudo, mesmo com o início da intervenção militar, o decorrer e os resultados do conflito continuam a ser imprevisíveis, ressalta Mehari Maru, dirigente do Programa para a Prevenção de Conflitos do Instituto de Problemas de Segurança da União Africana, em entrevista à Voz da Rússia:
“Esta crise não pode ser resolvida só através da intervenção militar, como considera a França, porque ela inclui em si muitos problemas. Envolve não apenas o terrorismo, mas também um movimento nacionalista, cujos líderes pretendem a autonomia e uma gestão melhor do país. Insistem também na liberdade religiosa. Portanto, o movimento rebelde é composto por diferentes aspetos e a situação geral exige uma solução integrada. Que poderão fazer os franceses? Eles chegaram, mas diferentes agrupamentos, que por enquanto “estão adormecidos” nesta etapa, podem vencer novamente no pano de fundo de exigências nacionalistas e regionais”.
Os tuaregues pretendem autonomia, os islamitas do agrupamento Ansar Al Din ligados à Al-Qaeda e os salafitas jihadistas aspiram ao estabelecimento de um califado no Mali. O heterogéneo establishmentem Bamako lamenta a perda do status quo. A confrontação dentro de um conglomerado tão variado de diferentes grupos políticos, étnicos e religiosos faz lembrar a situação no Afeganistão. Tal como naquele país, islamitas ideologicamente formados atuam organizadamente e é pouco provável que eles se rendam facilmente a franceses e a seus aliados locais da CEDEAO. Na opinião de analistas, pode acontecer o contrário – a intervenção é capaz de “despertar” os islamitas em países vizinhos, tanto mais que as fronteiras entre eles não são protegidas, tendo exclusivamente um sentido convencional, geográfico. Em resultado, a guerra-relâmpago de militares franceses e oeste-africanos, bem-sucedida por enquanto, pode transformar-se numa guerra de cem anos num território bastante vasto.
Contudo, também há quem seja de opinião de que os últimos acontecimentos no norte e no oeste de África e as revoluções árabes são um processo natural, um imperativo dos tempos. Como disse Veniamin Popov, antigo embaixador da URSS e da Rússia em Trípoli após a guerra na Líbia, assistimos a um “deslocamento tetônico” iniciado nesta parte do mundo.