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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

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01/10/2012 - encerrada "Operação Amazônia 2012”


A “Operação Amazônia 2012” foi encerrada dia (28) pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, foi destaque na TV NBR e na Voz do Brasil. Reportagem dos enviados especiais Paulo La Salvia e Ericarlos de Jesus. Na série, os profissionais retratam o treinamento de militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica na localidade de Paricatuba, situada a 250 quilômetros de Manaus (AM).

Confira as duas galerias de fotos no Flickr:
http://goo.gl/47lM7
http://goo.gl/QHYAj 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

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27/09/2012 - Ministro da Defesa acompanha simulação de guerra no interior do AM


Ministro da Defesa acompanha simulação de guerra no interior do AM

Celso Amorim visitou dois municípios nesta terça (25) e quarta (26) no Estado.
'Operação Amazônia' funcionou como um treino para as Forças Armadas.

Do G1 AM
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Celso Amorim acompanhou os trabalhos da 'Operação Amazônia' em dois municípios do Amazonas (Foto: Cleiton Pascarelli/TV Amazonas)Celso Amorim acompanhou os trabalhos da 'Operação Amazônia' em dois municípios do Amazonas (Foto: Cleiton Pascarelli/TV Amazonas)
O Ministro da Defesa, Celso Amorim, realizou visita ao Amazonas nesta terça (25) e quarta-feira (26) para acompanhar a 'Operação Amazônia' que funciona como um treino para que as Forças Armadas melhorem o trabalho conjunto em defesa das fronteiras do Brasil.

Uma simulação com a Marinha, Exército e Aeronáutica para atacar um alvo e retomar uma área do território brasileiro conquistada por outro país, foi feita na comunidade de Paricatura, município de Iranduba, a 27km de Manaus.
Uma simulação com a Marinha, Exército e Aeronáutica foi realizada em Iranduba (Foto: Cleiton Pascarelli/TV Amazonas)Simulação com a Marinha, Exército e Aeronáutica foi realizada em Iranduba (Foto: Cleiton Pascarelli/TV Amazonas)
O treinamento foi acompanhado por Celso Amorim e diversas autoridades. A comunidade também observou a atividade. O comerciante Sandoval da Encarnação, afirmou que nunca havia visto tanta segurança. Ele escreveu uma carta para entregar ao ministro. "Crimes, mortes, filho mata pai, irmão mata irmão, tudo isso devido à falta de segurança aqui', disse.
Após a ocupação, mantimentos foram enviados para os soldados envolvidos na ação e o local recebeu um esquadrão das Forças Armadas. Após a simulação, ele também visitou a comunidade do Paricatuba que recebeu uma ação cívica com atendimentos de saúde, e seguiu para o município de Iranduba, onde serviços médicos e odontológicos estavam sendo oferecidos à população.
"Essa capacidade de atuar em conjunto, não somente no nível de Estado maior e de planejamento, mas também de execução, é algo muito importante, pois se eventualmente o Brasil tiver que enfrentar um conflito, ninguém está livre dessa hipótese. A fim de que possamos defender nosso território, é preciso estar adestrado com bons equipamentos, treinamentos e entrosamento. Essa operação sintetiza tudo isso", completou o ministro.

Celso Amorim retornou à Brasília às 15h desta quarta.

 g1.globo.com/amazonas

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

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26/09/2012 Ministro da Defesa, Operação Amazônia 2012


AGORA: Ministro da Defesa participa da apresentação sobre as atividades desenvolvidas na Operação Amazônia 2012.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

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24/09/2012 - Paricatuba se mobiliza para ver o ensaio da “Operação Amazônia 2012”


Paricatuba se mobiliza para ver o ensaio da “Operação Amazônia 2012”

Paricatuba (AM), 24/09/2012 – Rilary Gabriela Pessoa de Souza tem apenas dois anos e não entende bem a movimentação de lanchas, helicópteros e aviões em frente ao flutuan

te da família ancorado à margem do Rio Purus. Enquanto a mãe Marigane Lopes Pessoa, 22 anos, lava as louças do almoço com a água do rio, ela corre para o colo do avô Evandro Chagas Ferreira Pessoa, 47 anos, e conta do receio de sair para longe da família.

“Ela tem medo de ser levada pelo avião. Mas eu digo para ela que não precisa ter medo. Essa é a nossa segurança”, conta seu Evandro que sustenta a família com as mercadorias de vende no seu mercadinho instalado no interior da embarcação.

Assim como Rilary, as 114 famílias que residem nas imediações de Paricatuba, a 250 quilômetros de Manaus (AM) estão se movimentando por causa da chegada do aparato militar para o preparo do chamado “teatro de operações”, num platô à beira do rio para receber o ministro da Defesa, Celso Amorim, e demais autoridades militares e civis parte da “Operação Amazônia 2012”.

Para seu Evandro e a mulher Marineide Aires Lopes, 40 anos, os moradores do lugarejo estão tendo a oportunidade de assistir ao treinamento das Forças Armadas. E, nesta segunda-feira, da porta principal da embarcação, a família assistiu ao ensaio militar. Tudo para que não ocorra qualquer falha quando o ministro Amorim estiver presente, na manhã de quarta-feira (26).

Pesca e agricultura

Sentada num pedaço de madeira, Marigane e a cunhada Maricelia Praia Maciel, 23 anos, estão se dividindo entre a lavagem das louças e as roupas da família. Elas aproveitam as águas do rio. As duas são o primeiro contato da família Pessoa de Souza. Logo chega a matriarca Marineide que informa serem a pesca e a agricultura as formas de receita das famílias do lugar.

“Temos uma vida simples. Quando alguém adoece precisa ser levado para Beruli, que fica seis horas de barco daqui. Temos escola apenas municipal e quem precisar continuar os estudos o jeito é mudar para Manaus”, conta a mãe de Rilary. Ela também tem o menino Richard Gabrieli Pessoa, de 3 anos, e explica que o nome da filha é uma homenagem a Hilary Rodan Clinton, secretária de Estado americano.

Marigane só não consegue explicar a grafia do nome da filha. O patriarca também não tem a fórmula. A família apresentou o nome no cartório e o escrivão aceitou. Nesse instante chega Maria Raimunda de Souza Moreira, 49 anos, agente de saúde e responsável pela remoção dos moradores doentes para outras regiões do Amazonas. Com uma lancha à disposição, dona Raimunda diz da dificuldade de conseguir combustível para o barco navegar.

“Tem uma moradora que está passando mal aqui perto. Vim aqui buscar o apoio das Forças Armadas para levá-la até onde tem um médico”, contou. Minutos depois, a paciente entrava numa lancha da Marinha do Brasil e seguia viagem até um navio hospitalar ancorado mais abaixo do lugarejo.

Poder salvar vidas, ou até mesmo permitir que os vizinhos consigam atendimento médico é parte da rotina de Maria Raimunda que agradece a rápida mobilização militar.

Enquanto a entrevista acontece, as crianças se divertem nas aeronaves. Meninos e meninas, curiosos com as máquinas potentes, fitam o desembarque de material.

Após algumas horas na região, onde ocorreram os treinos para a mobilização de militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, os motores dos helicópteros Pantera, Cougar e Black Hawk, do 4º Batalhão de Aviação do Exército. É o momento de retorno de parte da equipe para Manaus.

As crianças ainda se despedem na certeza de que dentro de mais algumas horas poderão encontrar perto de casa as máquinas que nunca tiveram contato. “É bem legal essa movimentação aqui”, diz Marigane ao concluir a lavagem das louças e levá-las para dentro do flutuante dos pais.

Fotos: Tereza Sobreira
Assessoria de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
61 3312-4070
                                   
Foto: Paricatuba se mobiliza para ver o ensaio da “Operação Amazônia 2012”

Paricatuba (AM), 24/09/2012 – Rilary Gabriela Pessoa de Souza tem apenas dois anos e não entende bem a movimentação de lanchas, helicópteros e aviões em frente ao flutuante da família ancorado à margem do Rio Purus.  Enquanto a mãe Marigane Lopes Pessoa, 22 anos, lava as louças do almoço com a água do rio, ela corre para o colo do avô Evandro Chagas Ferreira Pessoa, 47 anos, e conta do receio de sair para longe da família.

“Ela tem medo de ser levada pelo avião. Mas eu digo para ela que não precisa ter medo. Essa é a nossa segurança”, conta seu Evandro que sustenta a família com as mercadorias de vende no seu mercadinho instalado no interior da embarcação.

Assim como Rilary, as 114 famílias que residem nas imediações de Paricatuba, a 250 quilômetros de Manaus (AM) estão se movimentando por causa da chegada do aparato militar para o preparo do chamado “teatro de operações”, num platô à beira do rio para receber o ministro da Defesa, Celso Amorim, e demais autoridades militares e civis parte da “Operação Amazônia 2012”.

Para seu Evandro e a mulher Marineide Aires Lopes, 40 anos, os moradores do lugarejo estão tendo a oportunidade de assistir ao treinamento das Forças Armadas. E, nesta segunda-feira, da porta principal da embarcação, a família assistiu ao ensaio militar. Tudo para que não ocorra qualquer falha quando o ministro Amorim estiver presente, na manhã de quarta-feira (26).

Pesca e agricultura

Sentada num pedaço de madeira, Marigane e a cunhada Maricelia Praia Maciel, 23 anos, estão se dividindo entre a lavagem das louças e as roupas da família. Elas aproveitam as águas do rio. As duas são o primeiro contato da família Pessoa de Souza. Logo chega a matriarca Marineide que informa serem a pesca e a agricultura as formas de receita das famílias do lugar.

“Temos uma vida simples. Quando alguém adoece precisa ser levado para Beruli, que fica seis horas de barco daqui. Temos escola apenas municipal e quem precisar continuar os estudos o jeito é mudar para Manaus”, conta a mãe de Rilary. Ela também tem o menino Richard Gabrieli Pessoa, de 3 anos, e explica que o nome da filha é uma homenagem a Hilary Rodan Clinton, secretária de Estado americano.

Marigane só não consegue explicar a grafia do nome da filha. O patriarca também não tem a fórmula. A família apresentou o nome no cartório e o escrivão aceitou. Nesse instante chega Maria Raimunda de Souza Moreira, 49 anos, agente de saúde e responsável pela remoção dos moradores doentes para outras regiões do Amazonas. Com uma lancha à disposição, dona Raimunda diz da dificuldade de conseguir combustível para o barco navegar.

“Tem uma moradora que está passando mal aqui perto. Vim aqui buscar o apoio das Forças Armadas para levá-la até onde tem um médico”, contou. Minutos depois, a paciente entrava numa lancha da Marinha do Brasil e seguia viagem até um navio hospitalar ancorado mais abaixo do lugarejo.

Poder salvar vidas, ou até mesmo permitir que os vizinhos consigam atendimento médico é parte da rotina de Maria Raimunda que agradece a rápida mobilização militar.

Enquanto a entrevista acontece, as crianças se divertem nas aeronaves. Meninos e meninas, curiosos com as máquinas potentes, fitam o desembarque de material. 

Após algumas horas na região, onde ocorreram os treinos para a mobilização de militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, os motores dos helicópteros Pantera, Cougar e Black Hawk, do 4º Batalhão de Aviação do Exército. É o momento de retorno de parte da equipe para Manaus.

As crianças ainda se despedem na certeza de que dentro de mais algumas horas poderão encontrar perto de casa as máquinas que nunca tiveram contato. “É bem legal essa movimentação aqui”, diz Marigane ao concluir a lavagem das louças e levá-las para dentro do flutuante dos pais.

Fotos: Tereza Sobreira
Assessoria de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
61 3312-4070