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quarta-feira, 29 de maio de 2013

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29/05/2013 - FAB abre oferta de compra de avião para substituir o famoso 'Sucatão'


Objetivo é trocar dois KC-137 de 1960 usados para reabastecimento.
Três fabricantes terão 90 dias para apresentar as propostas à Aeronáutica.

Tahiane StocheroFONTE: Do G1, em São Paulo
sucatão (Foto: Aeronáutica/Divulgação)KC-137, Boeing usado para reabastecimento da FAB e
ex-avião da Presidência, será aposentado
(Foto: Aeronáutica/Divulgação)
A Força Aérea Brasileira (FAB) enviou nesta quarta-feira (9) a três fabricantes de aeronaves um pedido de oferta para substituir o famoso “Sucatão”, que serviu como avião presidencial e é usado para reabastecimento de caças durante voo.

Os pedidos de oferta foram entregues à Airbus Military, à Boeing e à Israel Aerospace Industries (IAI), segundo divulgou a Aeronáutica em nota.

As três participam do projeto KC-X2 da FAB, que trata da remodelação do equipamento e da atual frota da FAB.
 

O novo avião deverá atuar para reabastecimento em voo, transporte estratégico de carga e tropa, apoio em missões humanitárias e também para evacuação aeromédica. Terá uso exclusivo militar. O 
G1 apurou que devem ser adquiridos modelos usados que custam cerca de US$ 80 milhões. 
As empresas terão 90 dias para apresentar as propostas. A intenção é substituir as quatro aeronaves KC-137 (modelos militares do Boeing 707), e aposentá-las progressivamente. Fabricadas em 1960, os “Sucatões” têm algo custo de operação por serem muito antigos.

A intenção inicial é de substituir primeiro apenas dois deles. Segundo a Aeronáutica, as propostas serão submetidas a um processo de seleção e avaliação interna que analisará requisitos técnicos, operacionais, logísticos e industriais.

O "Sucatão" foi utilizado pela Presidência da República entre 1986 e 2005, quando um Airbus A-319, com configuração VIP, foi adquirido para viagens do presidente.

domingo, 26 de maio de 2013

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26/05/2013 - Sucatão sofre acidente com militares brasileiros a bordo - HAITI

Todos os passageiros são integrantes da Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti), que é comandada militarmente pelo Brasil. Não houve feridos
26/05/2013 | 22:10 | FOLHAPRESS



Um avião com 143 militares brasileiros a bordo sofreu um acidente quando decolava na tarde deste domingo (26) no Aeroporto Internacional Toussaint Louverture, em Porto Príncipe, capital do Haiti. Todos os passageiros são integrantes da Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti), que é comandada militarmente pelo Brasil. Não houve feridos.
O acidente aconteceu com o Boeing 707 de matrícula KC-137. Trata-se do avião que recebeu o apelido de Sucatão, quando serviu à Presidência da República na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, e depois foi aposentado pelo Planalto.
O avião levava de volta ao Brasil 131 militares do Brabatt-2 (2º Batalhão de Infantaria de Forças de Paz), que haviam encerrado a sua missão no Haiti. Os demais ocupantes da aeronave eram da tripulação.
Por volta de 14h30, o avião decolava com destino a Manaus quando, a alguns metros do solo, uma das turbinas explodiu. O piloto desligou os motores e cortou o combustível para evitar um acidente maior. No entanto, ao voltar à pista, o trem de pouso do avião quebrou e por isso ele se arrastou "de barriga" pela pista principal.
Equipes de segurança foram acionadas, e o aeroporto permaneceu fechado pelo resto do dia.
Em nota, a FAB (Força Aérea Brasileira) informou que já deu início às investigações sobre o caso. A Minustah confirmou que nenhum militar ficou ferido.
"As companhias de engenharia do Brasil e do Chile já analisaram a situação e verificaram que a aeronave pode ser deslocada para que o aeroporto seja reaberto", informou o coronel Marcos Santos, porta-voz do componente militar da missão.
Fontes ouvidas pela reportagem informaram que os incidentes com os aviões que levam os contingentes são frequentes, por conta da antiguidade dessas aeronaves, embora nenhum acontecimento anterior teve a mesma gravidade.
Um militar que pediu anonimato afirma que um grande grupo de militares precisou ficar um dia a mais que o previsto em Boa Vista (RR), quando fazia o trajeto para o Haiti, porque foram necessários reparos.
A Minustah chegou ao Haiti em junho de 2004, meses após um golpe que derrubou o ex-presidente Jean Bertrand Aristide. Desde o início, a parte militar da missão é comandada pelo Brasil, país que também detém o maior contingente -que está sendo reduzido e ficará com 1,2 mil militares a partir do próximo mês, quando o Brabatt 2 será fechado e haverá apenas um batalhão.
FONTE: GAZETADOPOVO