Os cursos noturnos nas universidades privadas e os cursos por correspondência tentam combater o "analfabetismo digital", formar engenheiros, profissionais de recursos humanos, marketing, para os setores de turismo, saúde, siderurgia, contrução civil, telecomunicações etc., informa o La Croix.
A indústria brasileira, acrescenta o jornal, precisará contratar nos próximos três anos 7,2 milhões de trabalhadores capacitados.
Essa realidade tão comum no Brasil - trabalhar de dia e estudar à noite -, pode surpreender mais de um francês. Com um sistema de ensino mais exigente e de carga horária extensa, na França é praticamente impossível conciliar as duas atividades, somente cursos pontuais de especialização.
Em editorial, La Croix afirma que o Brasil enfrenta um enorme desafio nessa área. O país cresceu depressa demais e hoje carece de mão de obra qualificada para sedimentar esse desenvolvimento, a ponto de o governo estar estimulando o recrutamento de trabalhadores estrangeiros.
Esse dinamismo do mercado de trabalho brasileiro pode dar inveja aos europeus. O repórter do jornal cita o caso de Jundiaí, no interior de São Paulo, onde industriais desesperados com a falta de candidatos ao trabalho contrataram carros com megafone para circular pela cidade anunciando as ofertas de emprego.
A indústria brasileira, acrescenta o jornal, precisará contratar nos próximos três anos 7,2 milhões de trabalhadores capacitados.
Essa realidade tão comum no Brasil - trabalhar de dia e estudar à noite -, pode surpreender mais de um francês. Com um sistema de ensino mais exigente e de carga horária extensa, na França é praticamente impossível conciliar as duas atividades, somente cursos pontuais de especialização.
Em editorial, La Croix afirma que o Brasil enfrenta um enorme desafio nessa área. O país cresceu depressa demais e hoje carece de mão de obra qualificada para sedimentar esse desenvolvimento, a ponto de o governo estar estimulando o recrutamento de trabalhadores estrangeiros.
Esse dinamismo do mercado de trabalho brasileiro pode dar inveja aos europeus. O repórter do jornal cita o caso de Jundiaí, no interior de São Paulo, onde industriais desesperados com a falta de candidatos ao trabalho contrataram carros com megafone para circular pela cidade anunciando as ofertas de emprego.