Comissão criada pelo governo tenta regular o monopólio do serviço de praticagem no Brasil
Valor é considerado um dos mais altos do mundo; setor diz que cobrança considera relevância do serviço
AGNALDO BRITO DE SÃO PAULO
Como parte da mudança que pretende fazer no setor portuário, o governo federal vai impor um teto para o serviço de praticagem: a contratação de um "manobrista" para os navios, que pode custar até US$ 3.500 por hora.
Por lei, as companhias de navegação são obrigadas a contratar um dos 450 práticos habilitados, que auxiliam o comandante do navio a entrar e sair dos portos.
Parte desse grupo chega a ganhar de R$ 50 mil e R$ 80 mil por mês, segundo a Conapra (Conselho Nacional de Praticagem).
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