Um solado e um sargento do exército foram monitorados durante um mês por escutas
telefônicas autorizadas pela justiça. Nas conversas eles forneciam armas e munição
para traficantes e quadrilhas especializadas em roubo a bancos e explosões de caixas
eletrônicos. As investigações mostram que o soldado era o intermediário. Ele entrava
em contato com os bandidos, pegava as encomendas e depois encaminhava os pedidos
para o sargento.
telefônicas autorizadas pela justiça. Nas conversas eles forneciam armas e munição
para traficantes e quadrilhas especializadas em roubo a bancos e explosões de caixas
eletrônicos. As investigações mostram que o soldado era o intermediário. Ele entrava
em contato com os bandidos, pegava as encomendas e depois encaminhava os pedidos
para o sargento.
vendidas por R$ 4.300, e os fuzis de uso exclusivo das Forças Armadas, abasteciam a
quadrilha que agia na região de Campinas até o sul de Minas Gerais. Três integrantes
foram presos na semana passada quando estavam a caminho de um assalto.
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