No mercado brasileiro, mais de 70% desses trabalhadores estão na ilegalidade sem nenhuma garantia trabalhista. Enquanto os dados mundiais, indicam uma taxa de 30% de trabalhadores clandestinos e 45% de profissionais que não têm direito a férias ou repouso semanal.
O documento alerta para o risco destes números estarem subestimados devido a existência de profissionais invisíveis para a administração, por trabalharem sem carteira assinada.
Apesar do Brasil ser o país com o maior número de trabalhadores, a região da Asia - Pacífico registra quase a metade dos empregados domésticos mundiais, com 21,4 milhões de pessoas, seguida pela América Latina com 19,6 milhões. Segundo o relatório, em 83% dos casos são as mulheres que exercem esse tipo de função. A atividade representa um pouco mais de 7% de todo o trabalho feminino registrado nos 117 países que integram o órgão.
O documento alerta para o risco destes números estarem subestimados devido a existência de profissionais invisíveis para a administração, por trabalharem sem carteira assinada.
Apesar do Brasil ser o país com o maior número de trabalhadores, a região da Asia - Pacífico registra quase a metade dos empregados domésticos mundiais, com 21,4 milhões de pessoas, seguida pela América Latina com 19,6 milhões. Segundo o relatório, em 83% dos casos são as mulheres que exercem esse tipo de função. A atividade representa um pouco mais de 7% de todo o trabalho feminino registrado nos 117 países que integram o órgão.
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