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31/08/2013 - PORTÕES ABERTOS FAB

31/08/2013 - PORTÕES ABERTOS FAB


 Portões Abertos, o evento mais Força Aérea que existe!

ImagemA imagem  mostra o calendário preliminar com os eventos de Portões Abertos da Força Aérea Brasileira que já estão confirmados. Programe-se e participe, são eventos de bastante integração, numa oportunidade de ficar próximo da nossa FAB. 
"Em algumas unidades, esse evento existe há mais de 30 anos e seu caráter cívico de aproximação com a comunidade aeronáutica tem atraído milhares de pessoas todos os anos. As bases que já tem as datas pré-definidas para 2013 estão na ilustração", comenta a área de comunicação da Força Aérea.
05/10 - Sábado Aéreo da BABR, em Brasília
06/10 - Portões Abertos em Barbacena, na EPCAR
12/10 - Portões Abertos da Base Aérea de Canoas (RS)
13/10 - Portões Abertos da Base de Porto Velho (RR)
19/10 - Portões Abertos do DCTA, em São José dos Campos (a confirmar)
26/10 - Portões Abertos da EEAR, em Guaratinguetá (SP)
09/10 - Portões Abertos da Base Aérea de Natal (RN)
Acompanhe as atualizações com as novas datas e locais. Divirta-se junto à FAB! Esteja presente!

FONTE: FAB
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31/08/2013 - Parnamirim e Caicó serão palco de exercício de guerra aérea entre países

FONTE: Eliana Lima -  TRIBUNADONORTE
A Cruzex Flight 2013, que reunirá 90 aeronaves do Brasil e de mais oito países nas Bases Aéreas de Parnamirim e do Recife, de 4 a 15 de novembro, terá direção exclusiva da Força Aérea Brasileira.
Assim ficou decidido, esta semana, num encontro de militares do Brasil, Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Uruguai e Venezuela, na Base Aérea de Parnamirim. Será o maior exercício de guerra aérea da América Latina, para “treinar estratégias e táticas da guerra aérea moderna no contexto de uma coalizão”, segundo o Ministério da Defesa.
Cerca de dois mil mil homens e mulheres, entre aviadores, mecânicos, forças especiais e pessoal de apoio, ficarão divididos entre Parnamirim, Recife (PE) e um pequeno contingente em Caicó.
Presente à reunião, o major Steven Neta, da Real Força Aérea Canadense, disse que a intenção “é aproveitar para compartilhar experiências com tripulações de outros países”. É a primeira vez que o Canadá participa da CRUZEX com aeronaves. Trará ao RN dois cargueiros CC-130J Hércules.
Nessa edição da Cruzex, os aviões de transporte C-130 Hércules também ficarão no RN para missões reais de lançamento de paraquedistas e carga. Outra novidade é a participação dos helicópteros de ataque AH-2 Sabre da FAB.
Dos aviões que aterrissarão em solo potiguar para a simulação de combate: A-4AR (Argentina), F-16 (Chile, Estados Unidos e Venezuela), IA-58 (Uruguai), A-37 (Uruguai e Colômbia), A-29 Super Tucano (Brasil e Equador), além dos F-5EM, F-2000 e A-1 do Brasil.
No Recife: os aviões KC-767, KC-135 e KC-130, de transporte e reabastecimento em voo, e aviões-radar E-99 da FAB.
Em Caicó, a FAB manterá um helicóptero de alerta para casos de emergência.
Em tempo: no dia 9 de novembro, a Base Aérea de Parnamirim abrirá os portões para a população ver de perto as aeronaves que participam da CRUZEX Flight 2013.
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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31/08/2013 - submarino atômico dos EUA emerge da grossa camada de gelo do Ártico VIDEO

VÍDEO IMPRESSIONANTE: vejam como o submarino atômico dos EUA emerge da grossa camada de gelo do Ártico
Esse colosso no vídeo abaixo é o submarino nuclear USS Connecticut, da Marinha dos Estados Unidos, durante exercícios realizados no Polo Norte.
USS Connecticut — um gigante de 107 metros de comprimento, mais de 9 mil toneladas com plena carga e capaz de levar 116 tripulantes — viajou sob a grossa camada de gelo do Ártico até o ponto exato onde estavam cientistas que realizavam experiências e oficiais da Marinha.
Depois que a imensa torre do submarino emergiu da camada de gelo, o pessoal da Marinha usou motosserras e outros recursos para permitir a abertura da escotilha e a saída do comandante ao ar livre.
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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31/08/2013 - Embraer produz peças em Portugal e exporta para o Brasil


 Faz isso porque é privada, e está certa!

Fonte: Embraer
Deu na Folha: Embraer fabrica peças em Portugal e traz para o Brasil
Com a queda da competitividade brasileira, a Embraer está fabricando peças de aviões em Portugal e exportando para o Brasil.
Nas duas fábricas que a empresa tem em Évora estão sendo montados componentes para a cauda e as asas dos jatos Legacy 500. As peças são mandadas por navio para o Brasil e aí entram na montagem final do avião.
No início de 2014, as fábricas da União Europeia passam a fabricar também componentes para o KC 390, o avião militar que a Embraer vai produzir, segundo João Taborda, diretor de relações externas da Embraer Europa.
“Isso demonstra que o Brasil não perdeu competitividade apenas para a China, mas também para países europeus”, diz Antônio Corrêa de Lacerda, professor de Economia Política da PUC-SP.
“Fabricar em outros países está relacionado à lógica de se integrar a cadeias globais de fornecimento, mas, se o custo não compensasse, não fariam isso.”
Segundo Lacerda, todos os indicadores de competitividade no Brasil -carga tributária, logística, custo de mão de obra- pioraram, e a questão cambial se agravou.
A Embraer adota essa estratégia globalizada que visa à maximização de sua rentabilidade porque é uma empresa privada atualmente. Está certa ao agir assim. A busca pela excelência deve ser a meta das empresas. Dessa forma, elas atendem melhor seus clientes e garantem bons retornos para os acionistas. Eis a lógica do capitalismo competitivo.
Quando a empresa era estatal, isso não ocorria. Sua “função social” era diferente, seguia critérios nacionalistas e de cunho político. Como conseqüência, dava constantes prejuízos, não arrecadava muitos impostos para os cofres públicos, empregava menos pessoal e tinha produtos piores. A empresa mudou de patamar apenas depois de privatizada.
Tratei do caso Embraer em Privatize Já, naturalmente. Eis alguns dados interessantes:
A empresa, durante os fins dos anos 1980 e começo dos anos 1990, estava no buraco. Em 1990, foram demitidos 4 mil funcionários, quase 30% do quadro total. Os prejuízos de 1990 a 1991 passaram de US$ 500 milhões. Seu endividamento acumulado estava na casa dos US$ 850 milhões. O Banco do Brasil acabou tendo que desembolsar mais de US$ 400 milhões em um programa de refinanciamento para a Embraer.
Um deputado do PSTU de São Paulo, Ernesto Gradella, chegou a apresentar uma emenda excluindo a Embraer do Programa Nacional de Desestatização. A tentativa não foi adiante, mas seu argumento ilustra a mentalidade de muitos ataques contra a privatização: “A Embraer, empresa do ramo aeronáutico que lida com tecnologia de ponta é estratégica para o desenvolvimento científico e tecnológico do país. Mais que necessidade, é imprescindível para o Brasil que a Embraer continue sob controle da União”.
Ela não ficou sob o controle da União, e isso não foi de forma alguma negativo para o país. Atualmente, a empresa emprega diretamente mais de 17 mil pessoas, e possui clientes em dezenas de países. Em 2000, já tinha 10 mil colaboradores. O crescimento e o salto na produtividade após a privatização foram fantásticos. Vamos aos dados!
Já em mãos privadas e focada no lucro, a Embraer criou em 2000 o Centro de Realidade Virtual, que possibilitou a redução do prazo de desenvolvimento do avião EMBRAER 170 em 22 meses, quando comparado ao ERJ 145, que levou 60 meses para conclusão do projeto, na era estatal.
Neste mesmo ano, a empresa abriu seu capital, lançando ações no Brasil e nos Estados Unidos. A receita líquida da empresa, que estava abaixo de R$ 300 milhões em 1995, primeiro ano com gestão privada, saltou para R$ 824 milhões já em 1997. Chegou a R$ 5,1 bilhões em 2000, e dobrou em 2004, ultrapassando a marca de R$ 10 bilhões. A empresa mudou de patamar, e teria receitas desta ordem de grandeza nos anos seguintes.
Para que a Embraer siga na rota do sucesso, ela precisa ser livre para tomar decisões com base em critérios econômicos, de acordo com a visão dos gestores e acionistas daquilo que é melhor para a empresa. Se ela produz em Portugal e exporta para cá, é porque nossas condições não estão favoráveis.
Que o governo ataque a raiz dos problemas para atrair não só a Embraer, como outras empresas. Melhor infraestrutura, mão de obra mais qualificada, impostos menores e mais simples, burocracia menos asfixiante, leis trabalhistas menos marxistas, enfim, o governo deve garantir regras melhores para atrair os bons jogadores.
Não adianta, com base em argumentos nacionalistas, querer impor “cotas nacionais” que preservam apenas a ineficiência, como faz com as estatais. A Embraer se destaca internacionalmente como um caso de sucesso justamente porque não está mais sob tais amarras. Ao contrário da Petrobras, dos Correios, do Banco do Brasil, da Caixa, da Infraero, dos nossos portos e estradas federais etc.
Privatize já!
FONTE:  VEJA
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31/08/2013 - MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL acampamos na Esplanada dos Ministérios em frente ao Congresso Nacional desde o dia 26 de agosto

31/08/2013 - MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL acampamos na Esplanada dos Ministérios em frente ao Congresso Nacional desde o dia 26 de agosto

UNEMFA – União Nacional das Esposas de Militares das Forças Armadas do Brasil
União, Dignidade e Qualidade de Vida
CNPJ:07.461.980/0001-79

Prezados(as)

Nós esposas, familiares de militares, amigos e simpatizantes desse nobre segmento profissional – MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL acampamos na Esplanada dos Ministérios em frente ao Congresso Nacional desde o dia 26 de agosto, com apoio inicial dos estudantes e Agentes Penitenciários. Porém, queremos montar nosso próprio acampamento e tudo o que temos é um GAZEBO – (uma tenda pequena). Gostaríamos de poder contar com vosso apoio pra implementarmos nosso acampamento. Nosso objetivo é somar com todos os cidadãos brasileiros de bem que querem varrer do Brasil a corrupção e também lutar pela valorização profissional dos militares das Forças Armadas do Brasil. Estamos reivindicando o pagamento imediato da diferença remuneratória dos 28.86% e salário família no valor de um salário mínimo para os filhos de militares.
Ajude-nos comparecendo no acampamento, proferindo palestras, somando e fazendo a diferença.
Nossas contas bancárias são:
BANCO DO BRASIL
AGÊNCIA 1003-0
CONTA CORRENTE: 38741-X
CAIXA ECÔNOMICA FEDERAL
AGÊNCIA: 2403
CONTA CORRENTE: 03002155-6
Presidente: Ivone Luzardo, Diretoria e Equipe de Apoio
(61) 8107-3620 TIM
(61) 8566-4498  OI
Blog:            http://www.unemfa.blogspot.com.br/
Facebook:    https://www.facebook.com/profile.php?id=100004040031192
                     União Nac Das Esposas De Militares Unemfa

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31/08/2013 - Essa é minha razão, minha vida meu tudo, ESPECIAL...


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31/08/2013 - Exército Brasileiro presente em Santa Inês


Por ser cidade polo, carros do exército
 são visto frequentemente pelas ruas de Santa Inês
O Exército Brasileiro está realizando operações que visam prestar apoio logístico, de inteligência e de comunicações ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (IBAMA), nas ações de repressão a crimes ambientais e na redução do desmatamento ilegal abrangendo diversos municípios do Maranhão.
Por ser cidade polo, carros do exército são visto frequentemente pelas ruas de Santa Inês. De acordo com o comandante dos militares, que não têm autorização de dar entrevista, explicou que o município é o de maior porte, por isso é utilizado para realizar serviços burocráticos. O grupo já participou de uma mega operação em junho deste ano no município de Zé Doca e região onde foi apreendida grande quantidade de madeira ilegal.  Esta semana, o grupo está realizando a operação no município de Santa Luzia.
O alvo de investigação principal são os madeireiros que atuam na atividade ilegal, além da situação de escravidão em que são colocados os trabalhadores.
Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam o desmatamento de 71,28% da floresta original no Maranhão, percentual equivalente a 105.195 quilômetros quadrados. Do restante das terras, correspondentes a 42.390 quilômetros quadrados, 52% dessas reservas naturais estão destinadas aos índios que, por lei, têm a posse integral do espaço.
Ainda segundo o Inpe, 13% das áreas indígenas do Estado foram retiradas por ação do homem. O município de Amarante do Maranhão, a 679km de São Luís, é um dos que se destacam negativamente nos índices de desmatamento do Estado.
O Ministério Público Estadual (MPE), um dos responsáveis pela investigação sobre o desmatamento ilegal no Maranhão, informou que, além de Amarante do Maranhão, os municípios de Centro do Guilherme, Itinga do Maranhão, Grajaú, Barra do Corda, Jenipapo dos Vieiras, Buriticupu, Arame, Bom Jesus das Selvas, Centro Novo do Maranhão, Zé Doca e Santa Inês apresentam altos índices de devastação das reservas naturais.

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31/08/2013 - ALUNOS DO ITA FAZEM A PRIMEIRA PARALISAÇÃO DA HISTÓRIA

POR CASIMIRO MONTENEGRO - ALUNOS DO ITA FAZEM A PRIMEIRA PARALISAÇÃO DA HISTÓRIA

Alunos do ITA fazem a primeira paralisação da história do instituto. Eles reivindicam reforma nos sistemas avaliativo e pedagógico; reitor promete atender

Alunos do ITA fazem a primeira paralisação da história do instituto eles reivindicam reforma nos sistemas avaliativo e pedagógico; reitor promete atender Foto - O Globo
Nota DefesaNet

Casimiro Montenegro, oficial da Aeronáutica, foi o criador do ITA.

O Editor


RIO — Alunos do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, em São José do Campos (SP), fizeram a primeira paralisação da história da instituição, nesta terça-feira (27). Os estudantes reividicam uma reforma nos sistemas avaliativo e pedagógico, entre outras reclamações. Um dos cartazes do protesto trazia dizeres como “Não é Bin Laden, é professor do ITA”. O reitor Carlos Américo Pacheco se reuniu com os alunos e professores e, em entrevista ao GLOBO, prometeu atender parte das demandas ainda neste semestre. Nesta quarta (28), as atividades voltaram à normalidade.
Segundo o presidente do Centro Acadêmico Santos Dumont (CASD), Marcus Gualberto Ganter, a paralisação foi aprovada em assembleia geral na semana anterior. Em nota (leia a íntegra aqui), o Casd informa que entre as reivindicações estão a abertura de sindicância para casos críticos e abusos evidentes por parte de professores; afastamento de docentes se for de concordância unânime dos alunos; e presença dos estudantes na Comissão de Verificação de Aproveitamento Escolar, com ampla defesa.
De acordo com Ganter, algumas propostas do CASD precisam de atendimento imediato, como a maior transparência na divulgação da nota númerica, quantificação da distribuição de pesos entre as questões e esclarecimento dos critérios de correção.
— Decidimos paralisar as atividades pedindo mudanças tanto no sistema pedagógico quanto no processo avaliativo. Próximo à paralisação, o reitor pediu para chamar os professores para debater os problemas junto a eles. A reunião foi muito positiva. Muitos professores não tinham ideia do quão desmotivados os alunos estavam. Já tínhamos tratado dessas reivindicações antes, mas sem um resposta mais efetiva e um prazo da direção. Com a paralisação, tivemos a palavra do reitor de que haveria a formação de um grupo de trabalho para dar encaminhamento a 90% dessas reivindicações — diz Ganter, que tem 23 anos e está no 4º ano de Engenharia Mecânica Aeronáutica.
O presidente do Casd esclarece que os alunos são favoráveis ao programa de expansão do ITA, que prevê a duplicação do número de vagas, além de uma série de inovações. No entanto, ressalta que as falhas no no sistema e no modelo atuais devem ser corrigidas em conjunto com a administração o quanto antes. “Se não, passaremos de 600 alunos, para 1.200 desmotivados”. A previsão é de que 50% das novas vagas já entrem no processo seletivo do fim do ano.
— O CASD e os alunos são a favor da duplicação e temos um otimismo muito grande em relação à expansão. Mas não deixamos de estar desmotivados agora. Se nada for feito em relação ao sistema pedagógico e não melhorar a didática, a prática de engenharia, não adianta ampliar o alojamento. Temos que corrigir as falhas que existem o mais rápido possível — acrescenta Ganter.
Carlos Américo Pacheco, reitor do ITA, reconheceu que a maior parte das reivindicações dos alunos é convergente com a agenda da instituição e será atendida. Ele explicou que o instituto passa por uma reformulação, que inclui a parceria com o Massachusetts Institute of Technology (MIT) e, por isso, a reforma do sistema educacional já está prevista, mas demanda tempo.
— A agenda dos alunos é bastante pragmática, de coisas menores. A reforma é mais ampla, de tentar mudar a abordagem do ensino da engenharia. Boa parte das reivindicações dos alunos é fácil de atender no curto prazo. O ITA tem um regime muito duro de avaliação. É muito difícil entrar na escola. O questionamento maior são de poucos casos, um em cada curso, em que há uma sobrecarga de trabalho ou critérios de avaliação pontuais. Eles reclamam do regime muito duro no conjunto: carga e pressão muito grandes. Boa parte do que foi conversado vamos ver como operacionalizar ainda este semestre — afirma Pacheco.
O reitor antecipa que já em setembro haverá um curso de pós-graduação em conjunto com MIT na área de transporte aéreo, com intercâmbio de professores e alunos entre as duas instituições.
— Será um curso experimental: vão 13 alunos de graduação e outros de pós. Do pessoal de civil e aeronáutica, todo mundo vai fazer. A ideia é que consigamos um jeito de financiar que todos passem pelo menos uma semana lá. A escola precisa renovar sua forma de ensinar. Temos tido sucesso na formação de bons profissionais, mas podemos fazer melhor e nos adaptar a um perfil da nova geração Y, mais conectada ao mundo, sem perder as qualidades da formação técnica. O desafio é como despertar a curiosidade científica independente do sistema de cobrança, como produzir qualificações usando processo pedagógico diferente — reconhece Pacheco. — No acordo com o MIT a partir do ano que vem, um dos componentes é o reexame do código de educação do engenheiro.

FONTE: DEFESANET
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31/08/2013 - Alcatraz usado para treino de tiros da Marinha no litoral de SP deve virar parque


FONTE: FOLHA  - RICARDO HIAR


COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM ALCATRAZES (SP)
Berçário de espécies endêmicas e ameaçadas de extinção, o arquipélago de Alcatrazes, em São Sebastião (litoral norte de São Paulo), deixará de ser utilizado para treino de tiros das Forças Armadas e poderá virar parque nacional.
Após 33 anos, a Marinha anunciou o "cessar fogo" numa área rochosa da ilha principal, em apoio ao projeto que tramita no Ministério do Meio Ambiente e propõe novas regras de preservação.
Entre as mudanças previstas está a possibilidade de acesso de visitantes ao local, limitado atualmente por se tratar de uma zona militar. Formado por 13 ilhas, Alcatrazes está a 43 km da costa.
DIVERSIDADE
O Ibama e o ICMBio, que atuam hoje em conjunto com a Marinha na preservação do local, defendem a criação do parque como um mecanismo mais eficiente para manter a diversidade de fauna e flora.
O diretor de Departamento de Áreas Protegidas do ministério, Sérgio Brant, diz que a pasta aguarda a formalização da Marinha para encaminhar a proposta à Casa Civil.
"A partir disso, iremos redefinir os detalhes do projeto. O panorama atual aponta para uma criação muito próxima do parque", diz Brant.
A Marinha diz que os treinos de tiros foram encerrados em Alcatrazes e que realiza testes numa ilha a 4 km do arquipélago, onde o impacto ambiental é considerado bem menor. Com quatro hectares, a ilha da Sapata é pobre em espécies.
"A motivação da mudança é fruto de um entendimento do Ministério da Defesa com o Ministério do Meio Ambiente, que objetiva congregar os interesses de preservação ambiental e defesa nacional", diz a Marinha, em nota.
Uma das condições das Forças Armadas é que a ilha da Sapata não seja incluída nos limites do parque.
VISITAÇÃO CONTROLADA
Kelen Leite, chefe da Estação Ecológica Tupinambás, administrada pelo ICMBio, diz que o arquipélago é considerado patrimônio natural do Estado de São Paulo.
Segundo ela, a ideia é permitir a visitação controlada nas ilhas, que evitaria um impacto ambiental.
"Os roteiros ficariam restritos ao mar devido à sensibilidade das ilhas, que têm diversas espécies endêmicas e ameaçadas, além do ninhal. O foco seria o mergulho contemplativo e a contemplação embarcada de aves e cetáceos."
Uma consulta pública realizada em 2011 serviu de base para o projeto encaminhado ao ministério. O parque seria formado por 160 km², além do perímetro que compreende a Estação Ecológica de Tupinambás, destinada a pesquisas.
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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30/08/2013 - AMORIM diz que manifestação 'não vai melar' 7 de Setembro em Brasília

30/08/2013 - AMORIM diz que manifestação 'não vai melar' 7 de Setembro em Brasília

Ministro diz que manifestação 'não vai melar' 7 de Setembro em Brasília

  • Diogo Alcântara
    Direto de BrasíliaFONTE: TERRA
O ministro da Defesa, Celso Amorim, negou nesta quinta-feira que as manifestações previstas para ocorrer em Brasília no 7 de Setembro prejudicarão as festividades pela Independência. Com a presença da presidente Dilma Rousseff e apenas três meses após a onda de protestos pelo País, grupos independentes organizados em redes sociais se preparam para fazer um contraponto à cerimônia oficial.
 “(A manifestação) não vai melar nada. Vai ter uma segurança adequada, mas com conforto. Sem nenhum alarme, para a população poder festejar”, afirmou o ministro.

O desfile começará às 8h45, e a previsão de encerramento é para 10h30. Amorim não respondeu se houve uma redução no tempo de desfile a fim de evitar uma coincidência entre o evento e a marcha dos manifestantes. 
Nesta tarde, um grupo interministerial se encontrou para acertar detalhes da organização do evento. Uma agência foi contratada por meio de pregão eletrônico para montar a infraestrutura do desfile. O contrato firmado foi de R$ 829 mil para montagem de arquibancada para 24 mil pessoas ao longo de um trajeto de dois quilômetros. Também serão instalados banheiros químicos e um camarote para autoridades. A segurança para as festividades ficará sob a responsabilidade do Governo do Distrito Federal (GDF).  
Devido a uma troca na frota de aeronaves, neste ano não haverá a tradicional apresentação da Esquadrilha da Fumaça. Vinte entidades, entre civis e militares, vão se apresentar durante a cerimônia.
Baixa umidade do ar diminui tempo de desfile
Militares do Exército, da Marinha e Aeronáutica farão treinamento na manhã do próximo sábado, na Esplanada dos Ministérios, para acertar detalhes e definir a programação para o desfile comemorativo. A informação foi divulgada hoje pelo Ministério da Defesa, que antecipou que o desfile deste ano terá o tempo diminuído em torno de 15 minutos, por causa da baixa umidade do ar.
A ideia é iniciar a apresentação dos 1.850 militares das Forças Armadas, carros de combate, blindados e aviões tão logo a presidenta Dilma Rousseff chegue ao palanque, o que está previsto para as 9h05. Depois dos cumprimentos de praxe e da execução do Hino Nacional, o desfile deve começará às 9h10, com tempo de duração estimado em uma hora e dez minutos, terminando antes das 10h30, quando a umidade do ar costuma ficar mais crítica nesta época do ano, de modo a não expor autoridades e público ao clima seco.
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30/08/2013 - Além de reduzido, desfile de 7 de Setembro não terá Esquadrilha da Fumaça

O Palácio do Planalto informou que o motivo é a troca de aeronaves



Além de ter o desfile militar reduzido em quase meia hora por conta de prováveis manifestações, as comemorações do Dia da Independência, em Brasília, não contarão com a tradicional apresentação da Esquadrilha da Fumaça. O Palácio do Planalto informou que o motivo é a troca de aeronaves. Os antigos T27, conhecidos como Tucanos, foram substituídos por um modelo mais moderno e pesado, os Super Tucanos. Dessa forma, os pilotos deverão passar por um período de treinamento. No último dia 12, um piloto e um copiloto da Força Aérea Brasileira (FAB) morreram durante uma missão a bordo de um Super Tucano A-29. O acidente aconteceu em Pirassununga, em São Paulo.

Leia mais notícias em Cidades

Como mostrou o Correio na edição de ontem, a preocupação com os protestos programados para o Sete de Setembro acabou por encolher a duração da parada militar para reduzir o tempo de exposição pública da presidente Dilma Rousseff e das autoridades convidadas para o evento. A decisão da Câmara Federal em absolver o deputado Natan Donadon (Sem partido-RO) do processo de cassação de mandato é considerada tanto pelo governo federal quanto pelo GDF — responsável pela segurança da cerimônia — como um motivo a mais para aumentar o clima de tensão que ronda a realização do desfile.
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30/08/2013 - Acidente deixa um morto e 4 feridos na BR 343 A colisão envolveu um veículo do Exército

Acidente deixa um morto e 4 feridos na BR 343

A colisão envolveu um veículo do Exército e de uma prestadora de serviços da Eletrobras Piauí

Um grave acidente deixou uma pessoa morta e quatro feridas na manhã de hoje (29), na BR 343, em Campo Maior. A colisão envolveu três veículos: uma Hilux, um caminhão do tipo munck – ambos de empresas que prestam serviços para a Eletrobras Piauí – e um Corolla, a serviço do Exército Brasileiro. 
Fotos: Portal Campo Maior
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente aconteceu porque a Hilux, que vinha no sentido Teresina - Campo Maior, invadiu a pista contrária e colidiu frontalmente com o caminhão. O Corolla vinha logo atrás da Hilux e bateu em sua traseira, saindo da pista.
O motorista da Hilux, que não foi ainda identificado, morreu no local e ficou preso às ferragens. Os feridos são: Eliseu Isaias de Araújo (motorista do caminhão) e Francisco Pilar de Araújo (passageiro da Hilux) e os militares do Exército, tenente Pimentel e sargento Fernandes, que trafegavam de Teresina para Fortaleza, no Ceará.

Os militares sofreram apenas ferimentos leves e foram levados para o Hospital Regional de Campo Maior. Já as outras duas pessoas foram trazidas, em estado grave, para um hospital particular de Teresina. O trânsito no local ficou lento, e a PRF está tentando organizar o tráfego.
Fonte: Portal Campo Maior
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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30/08/2013 - Sem novo avião, FAB 'canibaliza' 6 caças para manter voos em 2013

30/08/2013 - Sem novo avião, FAB 'canibaliza' 6 caças para manter voos em 2013


FAB anuncia aposentadoria do Mirage, obsoleto e com mísseis vencidos.
Menos potente, F-5 é o 'tampão'; Brasil fica vulnerável, dizem especialistas.

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Mirage 2000 FAB (Foto: Sgt Johnson/Agência Força Aérea)Mirage, comprado por Lula em estratégia 'tampão' em
2005, será aposentado em 31 de dezembro
(Foto: Sgt Johnson/Agência Força Aérea)
A falta de recursos e a indefinição do governo federal sobre o novo caça brasileiro obrigaram a Aeronáutica a parar de operar e a “canibalizar” (termo que os militares usam para a retirada de partes de uma aeronave) seis dos 12 Mirage 2000-C que possui, os mais potentes e velozes do Brasil, para manter em operação em 2013 a outra metade da frota.

Os Mirage, comprados em uma estratégia “tampão” pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva já usados da França, em 2005, serão aposentados oficialmente em 31 de dezembro, dois anos após o previsto, anunciou o brigadeiro Juniti Saito, comandante da Aeronáutica, em audiência no Senado nesta terça-feira (13).

Os aviões estão sucateados e sem armamento, pois os mísseis "já estão vencidos ou vencerão até o fim do ano", disse Saito.
A decisão preliminar da FAB é de substituir provisoriamente os Mirage, que ficam na base aérea de Anápolis (GO), por outras 6 unidades F-5, que possuem velocidade e alcance inferior e menor potencial de reação em caso de interceptação de invasores.
"Os Mirage foram comprados em 2005 para voar, cada aeronave, mil horas de voo. Esta meta foi atingida em 2011 e fizemos um esforço muito grande para mantê-los voando até 2013. É uma plataforma até que não temos mais armas. Elas estão vencidas ou vão vencer agora no fim do ano", disse o brigadeiro Saito no Senado.

"Não precisamos de um avião para fazer sobrevoo em desfile. Precisamos de avião para defesa", acrescentou o oficial. Foi um Mirage que, em um rasante, destruiu os vidros da fachada do Supremo Tribunal Federal (STF) em julho.

 
Especialistas ouvidos pelo G1 apontam que ao menos quatro fatores que ficam prejudicados pela indefinição: 1) a proteção dos recursos naturais, principalmente da Amazônia e do pré-sal; 2) a busca por projeção internacional e por um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU; 3) dissuasão de tentativas de invasão ao território brasileiro e de contrabando e tráfico e armas com aeronaves; e 4) desprestígio internacional e fragilidade de defesa para a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas, de 2016. (leia mais abaixo)

“Com o término de operações do Mirage, haverá uma redução na capacidade de proteção do país. O Mirage é bissônico (voa duas vezes a velocidade do som, que é de 1.200 km/h), enxerga e intercepta um alvo a uma distância muito maior que os F-5”, afirma o brigadeiro da reserva Teomar Quírico, que tem mais de 2 mil horas de voo e comandou esquadrões de caça da FAB.

A estratégia de deslocamento dos F-5, considerada como um novo “tapa buraco”, preocupa os pilotos do 1º Grupo de Defesa Aérea, que pilotam os Mirage em Anápolis e que são responsáveis por proteger o Planalto. Eles temem até o fechando da unidade, colocando em risco o espaço aéreo brasileiro - a FAB tem a missão de defender 22 milhões de km² – área superior à da América Latina.
Arte diferenças entre caças da FAB Mirage x F-5 (Foto: Arte G1)
Oficiais afirmam ainda que os Mirage não poderão nem ser revendidos ou aproveitados. “Devem virar peça de museu ou serem expostos em uma praça”, brinca um piloto. Além disso, os próprios F-5 já passaram por um processo de modernização e deverão começar a deixar de operar a partir de 2017.

“Infelizmente, esta é mais decisão tampão e lenga lenga continua”, acrescenta o brigadeiro Quírico, que é instrutor de combate aéreo e participou da criação do primeiro projeto para substituir o caça brasileiro, em 1998, ainda durante o governo Fernando Henrique Cardoso.  “Estava tudo pronto para o FHC assinar o projeto FX em 2001, quando foi adiado, passado para o Lula, e a história se prolonga até hoje”, explica.
Mirage x F5 (Foto: Arte G1)
Projeto está em R$ 11,3 bilhões
Apesar do ministro da Defesa, Celso Amorim, ter dito em várias ocasiões que seria divulgado ainda em 2013 o substituto do Mirage no projeto FX-2, um corte de R$ 4 bilhões em investimentos na área, anunciado pelo governo em julho, deve adiar novamente uma definição.

O polêmico projeto para aquisição de um caça supersônico para defender as fronteiras está estimado em mais US$ 5 bilhões (R$ 11,3 bilhões) e teve como finalistas os modelos Rafale, da francesa Dessault, o F-18, da norte-americana Boeing, e o Gripen, da sueca Saab.

Em épocas diferentes, as três concorrentes foram as preferidas Especialistas acreditam até que, até o final de 2014, possa ser feito um novo projeto: “o F-X3 da Dilma”.

“O que nos preocupa não é só a falta de um novo modelo, pois no cenário externo, nossos vizinhos, como Colômbia, Chile e Venezuela, estão muito melhor equipados. Mas principalmente porque são 12 caças a medos. Nossa supremacia aérea, que impede que ninguém queira invadir o país, fica questionável”, afirma um oficial da FAB.

Os F-5 foram comprados pelo Brasil em sucessivos lotes desde 1974. 46 deles já passaram por um processo de modernização na Embraer desde 2000, ao custo de R$ 650 milhões. Contudo, casos dda queda canopy (peça que cobre a cabine) em pleno ar, após decolagens realizadas na base aérea de Canoas deixaram os pilotos preocupados e expuseram a fragilidade das infraestruturas do modelo. Oficiais ouvidos pelo G1afirmaram, contudo, que se tratou de um caso pontual de erro na fixação, que já foi solucionado. Oficialmente, a FAB não se pronunciou.

Desde 2011, outros 11 F-5, comprados usados da Jordânia, passam por um processo de modernização, que os garantirá em funcionamento por mais 15 anos. Os modelos que serão levados para Anápolis serão retirados de Canoas (RS), Rio de Janeiro e Manaus (AM).

“Os caças Mirage, apesar de serem de alta tecnologia e terem sido usados nas guerras do Golfo e Afeganistão, já estão defasados e os modelos brasileiros são de projetos antigos. Isso demonstra a situação de obsolescência do Brasil em relação aos parceiros regionais, como a Venezuela, que comprou recentemente caças russos”, afirma Manuel Nabais da Furriela, mestre em direito internacional e coordenador do curso de relações internacionais das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU).
 
Acionamento de F-5 (Foto: Ten Enilton/Agência Força Aérea)Piloto de F-5 é acionado para interceptar avião suspeito
(Foto: Ten Enilton/Agência Força Aérea)
Caças, pra que?
“A indefinição de um novo caça coloca o Brasil em desprestígio no cenário internacional. Ainda bem que não temos inimigos, somos uma potência ‘soft’. Mas o que preocupa é a possibilidade de, no futuro, outros países questionarem nossa soberania sobre o pré-sal ou a biodiversidade amazônica. Se não tivermos condições de proteger estes recursos, pode haver debate sobre o direito jurídico de exploração”, diz o professor Furriela.

“O Brasil não está preparado para se defender. Os F-5 não são operativos em termos de combate aéreo para fazer frente a países como Bolívia, Peru e Paraguai. Internacionalmente, estamos mostrando fracasso. Quem não tem capacidade de defender a si próprio não pode participar do Conselho de Segurança da ONU”, acredita diretor do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais, Marcelo Suano.
 
"Com o término de operações do Mirage, haverá uma redução na capacidade de proteção do país. O Mirage é bissônico, enxerga e intercepta um alvo a uma distância muito maior que os F-5"
Teomar Quírico,
Brigadeiro da reserva
“A FAB faz interceptações diárias de socorro de aviões com suspeita de pane e também de aviões que podem estar trazendo drogas e armas. Um caça é o diferencial nestas situações”, afirma o brigadeiro Quírico.

Na década de 80, durante a Guerra das Malvinas e ainda no regime militar, aviões ingleses e cubanos foram interceptados por caças brasileiros e obrigados a pousar, por estarem circulando sobre os céus do país sem autorização.

Concorrentes mantêm esperança
As empresas concorrentes ainda acreditam, porém, em uma definição do FX-2. Havia especulações de que, durante a visita que fará aos EUA em outubro, a presidente Dilma anunciasse a Boeing como a vencedora. Donna Hrinak, presidente da companhia no Brasil negou. “Você já viu algum presidente fazer um anúncio importante para a defesa do seu próprio país no exterior? Não fomos informados de nada oficialmente. Mas temos certeza que a nossa proposta será a vencedora”, afirma ela.

Já a Saab acha que tem mais chances de levar a concorrência por oferecer o diferencial do Gripen ser produzido em parceria com técnicos brasileiros. “Propusemos o financiamento de 100% do valor do contrato. O primeiro pagamento do Brasil só seria 6 meses após a entrega do último avião. O F-18 tem que ser pago à vista”, afirma Bengt Janer, diretor da companhia sueca.

Em 2009, o então presidente da França, Nicolas Sarkozy, em visita ao Brasil, disse que o modelo da Dassault seria adquirido após Lula demonstrar preferência pelo caça francês. Jean-Marc Merialdo, diretor do consórcio Rafale no Brasil, ainda aguarda a decisão.  “Infelizmente para nossos concorrentes, o Rafale se mostrou um excelente caça múltiplo, de ataque e defesa e mudando de missão ainda durante o voo comprovando sua eficácia nos conflitos no Mali e na Líbia”, afirma ele.

Correndo por fora da licitação oficial, a Rússia ofereceu ao Ministério da Defesa 24 caças Su-35, com transferência de tecnologia. O governo brasileiro tem estreitado laços com o russo no setor: em fevereiro, foi assinado uma intenção de compra de uma bateria antiaérea de médio alcance, necessária para a Copa do Mundo. Já a FAB recebeu em maio o penúltimo lote de 12 helicópteros russos de ataque AH-2 Sabre, que serão usados para interceptação de aeronaves a baixa altura sobre a  Amazônia.
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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29/08/2013 - LULA: Um grande traidor da Nação!

29/08/2013 - LULA: Um grande traidor da Nação!

LULA: Um grande traidor da Nação!
A tribo inventada pela ONG "WWF" é fachada para contrabandear o NIÓBIO brasileiro à Guiana Inglesa através da FUNAI.
25/08/2013   foto: arquivo JP
O apedeuta que o autor chama de "eneadáctilo vivaldino presidente" chama-se LULA, um grande traidor da Nação brasileira passível de pena de morte por traição, quando criou Raposa Serra do Sol, que tem a única finalidade de explorar o Nióbio brasileiro pela Inglaterra em pleno território brasileiro,.....julguem meus irmãos......

E lembra também a tribo que nunca existiu, dos índios "Yanomanis", que nada mais são do que grupos Macuxis e de outras etnias trazidos da Venezuela e da Amazônia peruana pela ONG britânica WWF, para uma região até então despovoada de seres humanos onde hoje é a Reserva Britânica, oops, digo, indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, onde jazem (mas não por muito tempo cerca de 90% de todas as jazidas de Nóbio conhecidas no mundo.

Esse metal está sendo contrabandeado para a Guiana Inglesa pela FUNAI, e é uma das fontes de renda petistas. Principalmente depois que o eneadáctilo vivaldino presidente cometeu a traição à pátria de assinar essa reserva do tamanho do estado de Alagoas, numa área de fronteira de forma contínua com a Guiana Inglesa e um território que é um contencioso entre a Venezuela e a Inglaterra.

O nome Yanomani foi inventado a partir de uma frase do relatório de uma antropóloga polaca, que passou uns cinco anos na região, trabalhando para a WWF e fazendo o levantamento antropológico da área. Nesse relatório ela escreveu a frase: ... THERE'S YET NO MAN IN THE AREA (...ainda não existe homem na área...). As palavras em negrito formaram YETNOMANIN, que deu YANOMANI. Então os britânicos, campeões em colonialismo, foram buscar a peso de ouro na Venezuela e no Peru grupos indígenas macuxis e de outras etnias, aos quais passou a chamar de "tribo yanomani".(+)

(+) MUITO PIOR! JÁ são considerados como NA-ÇÃO YA-NO-MA-NI, condição pela qual poderão em futuro próximo requerer independência de nosso País e se tornarem livres, recebendo "proteção" de uma potência "protetora" com apoio da ONU, até que (?) possam se tornar outro país independente, o que não ocorrerá nunca...
BN

Se os dirigentes brasileiros desconhecem essa estória é por que não lêem e, se conhecem, é porque são corruptos, vendilhões e traidores da pátria mesmo. Deveriam estar na cadeia, porque somos moles demais para instituirmos a pena de morte por CRIME "INDIONDO"...

VIANNA


Enviado em 24 de agosto de 2013 às 19:56 hs. por
Manoel Soriano Neto
Coronel de Infantaria e Estado-Maior do glorioso Exército Brasileiro, Historiador Militar.
msorianoneto@hotmail.com 


FONTE: JORNALDAPAULISTA
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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