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29/04/2014 - Câmara aprova lei que dá poderes a Dilma para que autorize tropas estrangeiras de ocupação no Brasil

Câmara aprova lei que dá poderes a Dilma para que autorize tropas estrangeiras de ocupação no Brasil

Nesta  quarta-feira à tardinha, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei do Executivo que não deixa de ser muito estranho, principalmente pelo fato de que quem está no Governo é o PT que, por suas vez, é o dirigente do Foro de São Paulo, a organização que articula o movimento comunista na América Latina e que foi fundada por Lula e Fidel Castro em 1990. É por isso mesmo que uma pesquisa aberta aos internautas no próprio site da Câmara sobre o assunto mostra que mais de 80%  dos que votaram são contra o projeto que dá poderes imperiais para o Executivo que poderá decidir, por exemplo, sobre o estacionamento de forças militares cubanas em território brasileiro, sem quem ninguém fique sabendo. Um avião cubano ou venezuelano pode pousar no Brasil e desovar as temíveis "Avispas Negras", corpo de combate especial cubano que atualmente age na Venezuela em apoio ao chavismo.

. A análise acima é do blog do jornalista Aluizio Amorim. 

. O projeto foi aprovado por 270 votos a 1. Espera-se agora que a Oposição no Senado analise detidamente o projeto, que está desde 2002 no Congresso e só foi aprovado agora na Câmara. 

Leiam o que informa a Agência Brasil, hoje:

. O Projeto de Lei Complementar 276/02, do Executivo, autoriza o presidente da República a delegar ao ministro da Defesa e aos chefes das Forças Armadas a permissão para forças estrangeiras transitarem pelo território nacional ou permanecer temporariamente.

. Pela projeto aprovado, o ministro da Defesa poderá autorizar o ingresso de forças armadas estrangeiras nos casos de missões de busca e salvamento; missões humanitárias; programas de treinamento ou aperfeiçoamento; transporte de pessoal, carga ou de apoio logístico. O texto também autoriza o ministro da Defesa a permitir a entrada de forças em situações de “visita oficial ou não oficial programadas pelos órgãos governamentais, inclusive as de finalidade científica e tecnológica e atendimento técnico, nas situações de abastecimento, reparo ou manutenção”.
O objetivo seria desburocratizar os procedimentos. São cerca de 800 pedidos por ano, de liberações de sobrevoo ou de pouso”, além de mais de 50 de atracamento de navios de guerra estrangeiros".

CLIQUE AQUI para examinar a tramitação do projeto, passo a passo, como também tomar conhecimento do texto final produzido pelo deputado Osmar Serraglio, o mesmo relator da CPI dos Correios (Mensalão).
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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22/04/2014 -  área militar, terá demolições para abrir BRT

22/04/2014 - área militar, terá demolições para abrir BRT

Maior área militar da América Latina terá demolições para abrir BRT

Transolímpica derrubará unidade inteira e atingirá edificações em três quartéis na Zona Oeste

 CHRISTINA NASCIMENTO FONTE - ODIA
Rio - Por causa do corredor de ônibus Transolímpica, a região com a maior concentração de unidades militares da América Latina vai sofrer baixas. A primeira delas já foi definida: o Quartel da Polícia do Exército (PE), em Magalhães Bastos, que tem 500 homens. O espaço, orçado em pelo menos R$ 20 milhões, vai ser demolido para dar lugar a um trecho do BRT. E não será o único.
Segundo o secretário municipal de Obras, Alexandre Pinto, outros três quartéis vão perder uma parte da sua área para a via expressa, e 24 casas de soldados e cabos vão abaixo e serão reconstruídas na Estrada do Camboatá, em Deodoro.
O secretário, no entanto, faz mistério sobre o valor que a prefeitura vai pagar pelo quartel da PE. A área não pode ser desapropriada, como ocorre com residências e comércio, porque é da União. “Isso (quantia a ser paga) ainda está sendo negociado”, afirmou o secretário, que garantiu que a desocupação do quartel não deverá ser de imediato. A previsão é o final do ano. Segundo ele, a decisão de comprar o espaço impediu que cerca de 300 casas de moradores de Magalhães Bastos fossem demolidas. O BRT vai ligar a Barra a Deodoro. 

O quartel da Polícia do Exército, em Magalhães Bastos: espaço, que tem 500 homens e está orçado em R$ 20 milhões, vai ser demolido para dar lugar a um trecho do BRT
Foto:  José Pedro Monteiro / Agência O Dia

Na lista dos quartéis que serão cortados pelo corredor estão o 25º Batalhão Logístico, que vai ficar sem a garagem dos carros de combate e a subestação de energia; o Parque Regional de Manutenção; e a Escola de Equitação do Exército. “Nesses casos, estamos desenvolvendo projetos e reconstruindo o que for usado para o BRT. São contrapartidas da prefeitura. Isso só foi possível com muita parcimônia do Exército, que junto a seus oficiais foram conduzindo as negociações para a gente chegar a um denominador comum”, afirmou Pinto. 
O corredor terá 23 quilômetros e vai passar por Barra, Recreio dos Bandeirantes, Camorim, Curicica, Taquara, Jardim Sulacap, Magalhães Bastos, Vila Militar e Deodoro. No início do mês, O DIA mostrou que na região da Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá, a prefeitura vai extinguir uma área da Mata Atlântica, que equivale a aproximadamente 20 campos de futebol.
Um dos pontos de conflito do BRT é a Igreja de São José, na Rua Salustiano Silva, em Magalhães Bastos. Apesar de o secretário negar que o traçado passará pelo salão paroquial, moradores temem que a demolição acabe ocorrendo durante as obras. “Vamos aguardar para ver se a prefeitura vai cumprir o prometido. O que incomoda é que só somos avisados em cima da hora”, afirmou o presidente da Associação de Moradores de Magalhães Bastos, Rogério Silva, de 47 anos.

O prédio do 25º Batalhão do Exército vai perder a garagem de carros de combate e a subestação de energia
Foto:  José Pedro Monteiro / Agência O Dia

Cerca de 600 foram salvas de despejo 
A escolha de passar o corredor de ônibus por quartéis teria poupado, desde o projeto executivo da obra, segundo a prefeitura, cerca de 600 moradias de desapropriações. Apenas nove imóveis terão que ser removidos, o que não é um alento para quem foi escolhido para deixar sua casa ou comércio. É caso de Francisco Inácio, de 68 anos, que tem uma farmácia na Rua General Canrobert da Costa, em Magalhães Bastos.
Há 35 anos com ponto no mesmo endereço, ele teve uma proposta da prefeitura no valor de R$ 190 mil. O dinheiro, no entanto, não seria suficiente para arcar com os prejuízos da mudança. “O corredor de ônibus é um benefício para muita gente. Mas sair do local onde se está há tanto tempo mexe muito com o emocional. Fora que aqui a gente tem uma clientela antiga”, afirmou Inácio. O posto do Detran, na Rua Salustiano Silva, também terá que sair em prol do Transolímpica. Segundo o secretário municipal de Obras, Alexandre Pinto, o terreno é do Exército, que cede o espaço para o estado..
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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21/04/2013 - BRASIL: Comissão cancela doação de aeronave da FAB para o Equador

21/04/2013 - BRASIL: Comissão cancela doação de aeronave da FAB para o Equador

BRASIL: Comissão cancela doação de aeronave da FAB para o Equador

c-115_1Equador desistiu de avião, que é operado por poucos países.
A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional aprovou, na quarta-feira (9), o Projeto de Lei 6644/13, do Executivo, que cancela a doação de uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) para o governo do Equador.
O governo colocou à disposição do Equador um C-115 Buffalo, turboélice de fabricação canadense, mas o país vizinho desistiu de receber a aeronave.
Os C-115 foram comprados entre 1968 e 1970 e utilizados para várias missões militares na Amazônia. Eles foram substituídos por aeronaves C-105 Amazonas comprados da Espanha.
A doação para o Equador foi autorizada em 2011, mas o país perdeu o interesse na aeronave. Relator da proposta, o deputado Vitor Paulo (PRB-RJ) destacou que o C-115 Buffalo é operado por poucos países, por isso, não há mercado para os componentes. Com a desistência do Equador, o governo decidiu revogar a lei (12.442/11) que autoriza a doação.
FONTE: Câmara dos Deputados

Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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06/04/2014 - Forças Armadas perdem 653 Oficiais

06/04/2014 - Forças Armadas perdem 653 Oficiais

Forças Armadas perdem seus cérebros

Baixos salários e atraso tecnológico fazem com que 653 oficiais da elite militar do país pendurem as fardas

Lucas Souza - VEJA
O ex-capitão Victor Dalton
O ex-capitão Victor Dalton (Cristiano Mariz/VEJA)
Aos quinze anos, o baiano Victor Dalton já tinha o desejo de seguir a carreira militar. Deixou a casa dos pais em Porto Seguro (BA) e viajou sozinho a Campinas (SP) para ingressar na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em 1999. Após uma passagem na Academia Militar das Agulhas Negras, foi aprovado no vestibular de engenharia da computação do Instituto Militar de Engenharia (IME), um dos mais difíceis do país. “Recebi uma promoção para o posto de capitão quando me formei. Sempre gostei do meu trabalho. Mas, depois que me casei, os gastos aumentaram e eu tive de dar um jeito na situação”, conta. Victor tinha onze anos de Exército, e pouco mais de um ano de casado, quando decidiu batalhar por outro emprego. Quando passou no concurso para ser analista legislativo na Câmara dos Deputados, seu salário triplicou, de pouco mais de 5.000 para 16.000 reais. 
A história do ex-capitão ilustra a fuga de cérebros que atinge as Forças Armadas brasileiras. Nos últimos três anos, outros 652 oficiais pediram baixa das três Forças. A debandada aumentou 63% de 2011 a 2013. Esse grupo inclui a elite militar do país, formada em centros de excelência, como o IME e o ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica). O número de engenheiros que deixaram a farda, por exemplo, cresceu 153% e chegou a 92 no ano passado. Só no primeiro mês deste ano, outros onze já abandonaram a carreira militar em busca de salários maiores na iniciativa privada e de uma ascensão profissional mais rápida. No total, restam pouco mais de 1.700 engenheiros entre os mais de 500.000 militares brasileiros.
Essa “deserção” tem impacto direto em grandes projetos no país com participação dos militares, seja porque nenhuma empreiteira se interessou ou porque as empresas contratadas não conseguiram cumprir o contrato. Obras como a construção da BR-163 (que liga o Pará ao Rio Grande do Sul) e a recuperação da BR-319 (do Amazonas a Rondônia), tocadas por batalhões de engenharia do Exército, foram paralisadas por problemas operacionais. A primeira apresentou “deficiência” no projeto de execução, enquanto a segunda teve falhas no estudo do impacto ambiental, de acordo com o Tribunal de Contas da União. 
Jefferson Coppola/VEJA

O ex-coronel da FAB Nehemias Lacerda
Uma das promessas da campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010, a transposição do Rio São Francisco tornou-se um verdadeiro vexame para a gestão petista e para os militares brasileiros. Até o projeto básico de um trecho sob responsabilidade do Exército, o da Bacia do Nordeste Setentrional, foi considerado deficiente pelo TCU. Para a realização de um projeto hidroviário no rio, o governo teve de contratar, em 2012, o Exército americano.
Outro fator de preocupação é a defesa cibernética brasileira. Embora um centro militar de estudos no setor tenha sido criado em 2012, o país permanece frágil perante os ataques. Apenas no ano passado, os sites da Polícia Federal, Senado, IBGE, Ministério dos Esportes, Cultura e Cidades foram atacados e deixados momentaneamente fora do ar. O próprio ministro da Defesa, Celso Amorim, chegou a ressaltar a dificuldade de manter profissionais dentro das Forças. “Precisamos ter formação de pessoal e garantir que eles continuem trabalhando para nós. Frequentemente se ouve sobre alguém que era muito bom e foi trabalhar em uma multinacional”, afirmou em novembro.
A questão salarial é, de fato, um dos motivos que levam a essa fuga. Em 2000, um capitão da Marinha ganhava o equivalente a dezoito salários mínimos. Hoje, o poder de compra caiu pela metade. Enquanto isso, a revolução tecnológica e o fenômeno das start-ups também atraem os profissionais mais qualificados para a iniciativa privada. “Conforme eu crescia na hierarquia militar, passei a receber atribuições administrativas. Mas a minha vocação era trabalhar como pesquisador”, conta o ex-coronel da FAB Nehemias Lacerda. Formado em engenharia pelo ITA, depois de trinta anos na Aeronáutica ele decidiu abrir sua própria empresa. Na carteira de clientes em busca de soluções de engenharia estão Embraer, Vale, Votorantim e multinacionais como General Motors, Ford e Philips.
A competição entre a carreira militar e a iniciativa privada é uma guerra desigual, com enorme vantagem para o campo adversário das Forças Armadas. Neste ano, o Ministério da Defesa foi o que sofreu o maior corte entre as pastas. O orçamento caiu de 4,5 bilhões em 2013 para 3,5 bilhões de reais neste ano. A perspectiva de grandes inovações vindas dos militares é tão distante quanto as suas principais realizações – como a primeira transmissão de telégrafo no país, em 1851, na Escola Militar do Rio de Janeiro.
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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03/04/2014 - Brasil é último no ranking de retorno de tributos à população

03/04/2014 - Brasil é último no ranking de retorno de tributos à população

Brasil é último no ranking de retorno de tributos à população

AGêNCIA BRASIL 03/04/2014 17h19
 


Pelo quinto ano seguido, o Brasil ficou na última posição do ranking de retorno de tributos à população. Segundo estudo divulgado hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), o país é o que menos retorna serviços públicos de qualidade em relação a impostos, contribuições e taxas arrecadadas.
O levantamento comparou 30 países e verificou o bem-estar da população, medido pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), em relação à carga tributária – proporção dos tributos sobre o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país). O Brasil ficou em 30º, atrás de vizinhos como Uruguai (13º) e Argentina (24º).
Os dados sobre a carga tributária são da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e o ranking do IDH é das Nações Unidas, que trabalharam, nos dois casos, sobre números de 2012, que são os mais recentes.
Estados Unidos, Austrália e Coreia do Sul ocuparam as primeiras colocações, sem mudança em relação ao ranking anterior. As maiores variações foram registradas pelo Japão, que caiu de quarto para sexto, e Bélgica, que saltou de 25º para oitavo, porque reduziu a carga tributária de 44% para 30% do PIB e manteve a qualidade dos serviços públicos.
No Brasil, a carga tributária correspondeu a 36,27% do PIB em 2012, segundo o IBPT. O número é superior aos dados oficiais da Receita Federal – 35,85% em 2012 – porque o IBPT considera o pagamento de juros, multas, correções e custas judiciais de dívidas de contribuintes com o setor público. A carga tributária de 2013 só será divulgada no fim de 2014.
De acordo com o IBPT, o indicador de retorno equivale à média ponderada entre a carga tributária e o IDH de cada país. O instituto atribuiu peso de 15% para a carga tributária e 85% para o IDH. Para o instituto, o Brasil só melhorará no ranking se aplicar os recursos pagos pelos contribuintes com mais eficiência. Por meio da assessoria de imprensa, a Receita Federal informou que não comentará o estudo.

obs do blog:   Parabéns a todos os brasileiros, temos apenas aquilo que merecemos
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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02/04/2014 - Lançamento da pedra Fundamental do Batalhão de Infantaria de SINOP-MT

02/04/2014 - Lançamento da pedra Fundamental do Batalhão de Infantaria de SINOP-MT

27/03/2014 - Lançamento da pedra Fundamental do Batalhão de Infantaria de SINOP-MT


No dia 18 março, foi lançada, em SINOP-MT, a pedra fundamental da construção do Batalhão de Infantaria Mecanizado a ser instalado naquela cidade. Estiveram presentes na cerimônia o Governador do Estado de Mato Grosso - Silval Barbosa, o Comandante Militar do Oeste - General de Exército João Francisco Ferreira, o Comandante da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada (13ª Bda Inf Mtz) - General de Brigada Carlos Alberto Maas, o Chefe do Centro de Operações do CMO - General de Brigada Elias Rodrigues Martins Filho, os Deputados Federais Nilson Leitão e Welligton Fagundes, os Deputados Estaduais Baiano Filho e Dilmar Dal'Bosco, entre outras autoridades.
Na ocasião do lançamento da pedra fundamental foi cantado o Hino Nacional Brasileiro e o General Ferreira e o Governador Silval Barbosa falaram à tropa e à sociedade. Ao findar da cerimônia, o capelão Militar do Comando da 13ª Bda Inf Mtz abençoou a atividade.
A tropa foi composta por pelotões do 44° Batalhão de Infantaria Motorizado (Cuiabá/MT), do 2° Batalhão de Fronteira (Cáceres/MT), do 18° Grupo de Artilharia de Campanha (Rondonópolis/MT) e do Tiro de Guerra de Sinop/MT.

fonte:  cmo
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