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22/04/2016 - Palestra - O Papel do Exército Brasileiro na Vida Nacional

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19/04/2016 - Internet limitada, comunismo chegou

Ta ai, para quem não acreditava, vai ter que engolir as consequências de seus atos. Comunismo disfarçado de democracia enganou os tolos que acreditam em esquerda... e agora vai ter que colher os frutos  amargos de um ditadura cruel. Sem falar que daqui a pouco a comida vai faltar e o racionamento será normal. vai se acostumando blz?
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18/04/2016 - Após missão na África, sargento da Marinha morre de malária em Natal

Sargento Luciano Márcio de Macedo Teixeira morreu neste sábado (16). Também com a doença, outro militar está internado em João Pessoa. Um militar da Marinha do Brasil, diagnosticado com malária, morreu neste sábado (16) em Natal. Segundo a assessoria de comunicação do 3º Distrito Naval, o sargento Luciano Márcio de Macedo Teixeira estava internado desde a sexta-feira (15) na UTI do Hospital da Guarnição da capital potiguar. Outro militar, que segundo a Marinha também está com a doença, está internado em João Pessoa, capital paraibana. Embarcados no Navio Patrulha Oceânico Araguari, os dois haviam participado, no período de 24 de fevereiro a 16 deste mês, de uma missão em vários portos africanos e também no Nordeste brasileiro. “A operação Obangame Express 2016 foi realizada em conjunto com outras 30 marinhas estrangeiras, destacando-se as marinhas da Alemanha, Angola, África do Sul, Bélgica, Dinamarca, Estados Unidos, Espanha, França, Holanda, Noruega, Portugal, Senegal, Togo e Turquia, tendo visitado os portos de Georgetown, São Tomé e Príncipe, Luanda e Jamestown, no continente africano, além dos portos de Maceió (AL) e Cabedelo (PB), no Brasil”, acrescentou o 3º Distrito Naval. Por fim, a Marinha também informou que o último porto da viagem, em Cabedelo, foi verificado que três militares ficaram doentes, sendo necessária internação. Dois na cidade de João Pessoa e outro em Natal. “Dois deles, sendo um em João Pessoa e outro em Natal, foram diagnosticados com malária”, afirmou. O Araguari atracou no píer da Base Naval de Natal na tarde de sábado (16) e todos os demais tripulantes foram recebidos por seus familiares e liberados para suas residências.
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16/04/2016 - tropas do Exército nos quartéis à espera do impeachment

Confirmando informação do blog nesta sexta-feira, unidades do Exército estão convocando os militares aos quartéis na manhã deste sábado (16), através do plano de chamada, providência que antecede o estado de prontidão. A tropa deverá ficar aquartelada ao menos até a noite de domingo, no aguardo dos acontecimentos decorrentes da votação do impeachment de Dilma Rousseff pela Câmara dos Deputados. Registre-se que as chamadas 'situações extraordinárias da tropa' - Sobreaviso, Prontidão e Ordem de Marcha - são previstas nos regulamentos militares. fonte: montedo.com
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07/04/2016 - Soldado do Exército é morto na frente da irmã em MT

O soldado do Exército Brasileiro, Leonardo Ritichelli Pereira da Silva, 20, foi morto a tiros no bairro São José, em Rondonópolis (218 km de Cuiabá). O rapaz estava em uma motocicleta, quando foi surpreendido por outro motociclista que se aproximou atirando várias vezes. 
De acordo com informações da Polícia militar, o soldado estava com a sua irmã em uma motocicleta voltando de uma escola, quando um homem usando capacete em outra motocicleta passou atirando. Atingida, a vítima caiu com o veículo e recebeu mais tiros do assassino.
A irmã do rapaz que presenciou toda a cena acionou a PM assim que o criminoso saiu arrancando em alta velocidade. Ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) se deslocou até o endereço, mas os médicos já encontraram o jovem sem vida.
Equipes policiais saíram em rondas pela região, mas nenhum suspeito de ter cometido o crime foi localizado. O corpo do homem foi liberado pela Polícia Civil e encaminhado até o Instituto Médico Legal (IML).
Policiais ainda não tem informações sobre o suspeito, nem a motivação do crime.  RONDONÓPOLIS -folhamax
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05/04/2016 - Brasil e Paraguai poderão agir juntos na fronteira

 Encontros entre os dois países vão discutir operações militares como cooperação de defesa.
Os governos brasileiro e paraguaio vão reunir-se periodicamente com o objetivo de ampliar a cooperação bilateral em defesa e segurança.
Os encontros vão discutir operações militares como exercícios simultâneos ou conjuntos na fronteira.
Os dois países também poderão cooperar mutuamente no sentido de compartilhar informações, capacitar e desenvolver iniciativas conjuntas no controle do espaço aéreo.
A decisão foi tomada durante reunião entre os ministros brasileiros e paraguaios das Relações Exteriores e da Defesa, ocorrida nesta segunda-feira (4).
De acordo com declaração conjunta divulgada após as negociações, os ministros concordaram em promover reuniões periódicas de cunho mais técnico em área de defesa.
O encontro reuniu em Assunção, capital do Paraguai, os chanceleres Mauro Vieira e Eladio Loizaga, e os ministros da Defesa Aldo Rebelo e Diógenes Martínez.
Na reunião, também foi assinada nota diplomática para prorrogar por mais cinco anos o Acordo entre o Governo do Paraguai e o Governo do Brasil relativo à Cooperação Militar.
O encontro marcou a inauguração do Mecanismo 2+2 de Consultas Políticas e Avaliação Estratégica entre os ministérios da Defesa e das Relações Exteriores do Brasil e do Paraguai.
"Além de estabelecer aspectos da operação do Mecanismo 2+2, os ministros decidiram dar impulso à aliança entre ambos os países", informou a declaração.
agenciabrasil.
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05/04/2016 - Uma sargento do Exército é condenada por fazer compras utilizando nome de uma colega de farda

O Superior Tribunal Militar (STM) condenou uma ex-sargento do Exército, a dois anos e quatro meses de reclusão, pelo crime de estelionato. O crime está previsto no artigo 251 do Código Penal Militar.
A mulher utilizou indevidamente da identidade de uma tenente da mesma Força para fazer compras em lojas de departamento em nome da vítima. As militares se conheceram no Centro de Recuperação de Itatiaia, localizado no estado do Rio de Janeiro. O Centro é uma organização militar de saúde do Exército que funciona há quase 80 anos e presta assistência médica a militares da Força, especializada em pacientes psiquiátricos crônicos e uma das pioneiras na instituição no tratamento de dependência química.
Consta na denúncia do Ministério Público Militar que, em 2010, a acusada furtou a identidade da tenente e fez-se passar por ela para efetuar compras em duas lojas. Inicialmente dirigiu-se a um estabelecimento onde a militar mantinha uma lista de presentes para seu casamento e lá fez compras que superou o valor de R$ 2 mil. Em seguida, a acusada fez uma segunda compra, mediante a abertura de um crediário em nome da oficial.
A fraude começou a ser desvendada quando a vítima do golpe recebeu uma ligação de uma das lojas e decidiu ir até lugar para entender o que estava acontecendo.
Ao apresentar a foto da sargento para uma vendedora, a mulher confirmou que aquela tinha sido a autora das compras. A testemunha afirmou em juízo que, para realizar a falsificação, a estelionatária havia incluído a foto dela  no documento.
Um exame grafotécnico, realizado nos documentos preenchidos pela acusada para a abertura de crédito, confirmou a falsificação das assinaturas. Além disso, na ficha para aprovação de crédito constava o mesmo número de celular que a ré mantinha em sua ficha cadastral no Exército.
Recurso ao STM
Após ser condenada a quatro anos de reclusão na 4ª Auditoria do Rio de Janeiro, por estelionato, a defesa da ex-sargento recorreu ao Superior Tribunal Militar (STM). Na ação, o advogado pediu, entre outras coisas, a diminuição da pena por considerar que as circunstâncias agravantes foram aplicadas de forma “exagerada” pelo juízo da primeira instância.
A defesa questionou também que a sentença aplicou a atenuante de menoridade – benefício previsto na Lei Penal e concedido em razão de o infrator possuir idade inferior a 21 anos – foi aplicada em seu patamar mínimo, ou seja, um quinto da pena.
O relator do caso no STM, o ministro José Coêlho Ferreira, afirmou que a autoria e materialidade do delito estão claramente comprovadas e que os prejuízos somam cerca de R$ 7 mil.
No entanto, o ministro decidiu alterar o cálculo para fixação da pena com base em dois fatos: considerou como uma única circunstância agravante o fato de o crime ter sido cometido contra uma colega e de a acusada ter forjado álibis para se inocentar; e ampliou a margem da atenuante relacionada à menoridade, de um quinto para um terço, tendo em vista que não havia base legal ou jurisprudencial para aplicação do patamar mínimo.
Por unanimidade, o Plenário seguiu o entendimento do relator e reduziu a pena de quatro anos para dois anos e quatro meses. A ré recebeu o benefício de apelar em liberdade e o direito ao regime prisional inicialmente aberto.
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02/04/2016 - 7º BEC em Natal - RN, realizou perfurações de poços nas regiões do Cariri e Curimataú, no estado da Paraíba.

Operação Paraíba - O 7º Batalhão de Engenharia de Combate, Batalhão Visconde de Taunay, localizado em Natal - RN, realizou perfurações de poços nas regiões do Cariri e Curimataú, no estado da Paraíba.
Na primeira etapa foram perfurados 70 poços. Para esta missão, o Batalhão empregou 1 oficial, 3 sargentos e 12 cabos/soldados, bem como 2 perfuratrizes, 3 caminhões carroceria, 1 caminhão basculante, 1 caminhão oficina, 1 caminhão de transporte de combustível e 3 caminhonetas pick-up. DEC.
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02/04/2016 - Justiça condena piloto e empresário que transportavam cocaína em avião

A Justiça Federal de Araçatuba (SP) condenou há 10 anos e 2 meses de prisão os dois homens que foram perseguidos por um caça da Força Aérea Brasileira (FAB) em um avião que transportava cocaína. O caso aconteceu em novembro do ano passado quando um avião, que transportava quase 400 quilos de pasta base da droga, foi interceptado pelos pilotos da FAB em Mato Grosso do Sul.
Os pilotos da FAB deram ordem de parada para que o avião aterrissasse e chegaram a disparar contra o bimotor. O piloto manteve o curso até ser obrigado a pousar na cidade de Gabriel Monteiro (SP), na região de Araçatuba. O piloto, de 46 anos, e um empresário de 48 anos, foram presos em flagrante.
Na época, o empresário que é de Curitiba, disse que foi contratado por US$ 100 mil para comprar e vender a droga e que ganharia a aeronave depois do trabalho. O piloto informou que foi contratado pelo empresário por R$ 50 mil, mas não sabia que era para transportar a droga. A dupla foi presa por tráfico internacional e permanece na cadeia de Penápolis (SP).
O caso
O avião com pasta base de cocaína foi flagrado pela Força Aérea Brasileira no estado de Mato Grosso do Sul e interceptado na zona rural de Gabriel Monteiro, na região de Araçatuba, no dia 16 de novembro do ano passado. Segundo a FAB, a aeronave Sêneca EMB-810C, matrícula PT-WHM, foi interceptada e obrigada a pousar em uma fazenda, onde funciona uma oficina de aviões na zona rural. A droga estava avaliada pela polícia em R$ 7 milhões. G1 Rio Preto E Araçatuba.
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02/04/2016 -Justiça Militar de Santa Maria condena ex-soldados do Exército e da PM pelo roubo de fuzil usado em assalto a banco

O Conselho Permanente de Justiça para o Exército da 3ª Auditoria da 3ª CJM, localizada em Santa Maria (RS), condenou, por unanimidade, na última segunda-feira (21), cinco envolvidos no roubo de um fuzil do Exército e no assalto a um banco na cidade de Val de Serra (RS). Os réus eram ex-soldados do Exército e da Polícia Militar gaúcha. Quatros deles foram condenados a mais de 7 anos de reclusão.
A denúncia do Ministério Público Militar narrou que na madrugada do dia 2 de março de 2011 quatro militares, em comunhão de esforços, roubaram um fuzil marca Imbel, calibre 7,62 mm, municiado com vinte cartuchos da sentinela da hora do posto 3, na 13ª Companhia de Depósito de Armamento e Munições (13ª CiaDAM), em Itaara-RS.
No dia dos fatos, um dos denunciados era soldado do efetivo do Exército e repassava informações para o grupo, tendo, inclusive, distraído a sentinela para que os comparsas agissem. Os outros denunciados haviam servido como soldados na mesma Companhia, tendo dado baixa há pouco tempo, fato que facilitou o ingresso furtivo na Organização Militar.
Segundo a promotoria, um outro acusado veio especialmente da cidade de Porto Alegre em um carro alugado, em seu nome, para praticar o delito. Após deixar os outros três denunciados nas proximidades da Companhia, ficou rondando o perímetro e aguardando ser chamado para fazer o resgate dos comparsas, logo após o crime.
Após a consumação do roubo, os denunciados dirigiram-se para a residência de um dos comparsas, na cidade de Santa Maria, onde o fuzil permaneceu por aproximadamente uma semana e meia. Em seguida, um dos militares transportou a arma desmontada e dentro de uma mala até Porto Alegre, onde entregou o armamento para o quinto denunciado, que o transportou para cidade de Rosário do Sul, onde procedeu a ocultação do objeto em sua residência.
Na época do ocorrido, três denunciados eram soldados da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul ( Polícia Militar), mas já tinham servido ao Exército Brasileiro na 13ª Cia DAM, sediada em Itaara - RS.
Após esses fatos, um dos policiais transportou novamente o fuzil até Santa Maria, onde, na data de 25 de março de 2011, reuniu-se com alguns dos denunciados para assaltarem uma agência bancária na cidade vizinha de Val de Serra (RS), usando o armamento roubado do Exército.
Entre os crimes denunciados pelo MPM, destacam-se o roubo qualificado, com concurso de pessoas e contra vítima em serviço de natureza militar; a organização de grupo para a prática de violência e receptação.
Julgamento
No julgamento, que demorou mais de cinco horas, o representante do Ministério Público Militar ratificou a denúncia e pediu a condenação dos réus.
A defesa dos acusados alegou, em síntese, a fragilidade das provas carreadas aos autos: a confissão de um dos acusados; imagens de câmeras de segurança da Unidade Militar que mostram o roubo, mas não identificam os acusados; e registros de ligações telefônicas realizadas entre os integrantes do grupo.
Para a defesa, o fato de já haver uma ação na Justiça Estadual contra os mesmos, pelo crime de associação criminosa (art. 288, CP) retira a competência da Justiça Militar Federal quanto ao crime previsto no art. 150 do CPM. Outra tese defensiva foi de que o crime cometido (roubo do fuzil) serviu como meio para a execução do crime principal (assalto ao banco) e que devido ao princípio da consunção este deveria ficar absorvido. Pediu, também, a desclassificação de roubo para furto.
Após a fase de debates orais, o juiz-auditor substituto, Vitor De Luca, relatou o processo e proferiu seu voto. Para o magistrado, as provas juntadas aos autos não deixaram dúvidas acerca da autoria e materialidade dos fatos.
Ele explicou que “tomar o fuzil de uma sentinela, jamais pode ser analisado sob o enfoque de furto, pois, necessariamente, há o emprego de violência ou grave ameaça”, motivo pelo qual, rechaçou o pedido de desclassificação. Fundamentou que, neste caso, não se aplica o princípio da consunção, pois o fuzil “não era indispensável para o roubo ao banco” e serviu apenas para “aumentar o poderio bélico do grupo”.
Em seguida, já em seu voto, o juiz declarou ser de competência da Justiça Estadual do Estado do Rio Grande do Sul (Comarca de Júlio de Castilhos) o assalto ao banco - fato narrado na denúncia como organização de grupo para a prática de violência -, com fundamento nos artigos 147 e 504, parágrafo único, ambos do Código de Processo Penal Militar.
O juiz julgou parcialmente procedente a denúncia e condenou os acusados. Na fase da fixação da pena, o magistrado considerou as circunstâncias judiciais constantes do art. 69 do CPM, as agravantes e atenuantes e as causas de aumento e diminuição.
Restou a quatro réus as penas de 10, 7, 10 e 7 anos, pelo crime de roubo qualificado, todos do Código Penal Militar. Já o quinto acusado foi condenado à pena de 2 anos e 2 meses de reclusão pela prática delitiva de receptação dolosa, nos termos do art. 254, do Código Penal Militar.
O voto do magistrado foi acompanhado integralmente pela totalidade dos demais membros do Conselho Permanente de Justiça. Ainda cabe recurso ao Superior Tribunal Militar, em Brasília.
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Papo Verde Oliva

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