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30/11/2013 - STM nega habeas corpus a tenente acusado de agredir capitão e sargento dentro da Aman

30/11/2013 - STM nega habeas corpus a tenente acusado de agredir capitão e sargento dentro da Aman

FONTE: STM

Quinta-feira, 28 de novembro de 2013
STM nega habeas corpus a tenente acusado de agredir capitão e sargento dentro da Aman
O caso aconteceu na cidade de Resende, sul do estado do Rio de Janeiro.
O Superior Tribunal Militar (STM) negou habeas corpus a um tenente do Exército, que responde a ação penal na Justiça Militar da União acusado de agredir dois militares de serviço dentro da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende (RJ). O militar aposentado participava de um casamento e foi abordado pelo militares quando discutia com sua mulher dentro do carro do casal.
Segundo os autos, por volta das 2h da manhã do dia 21 de julho, o tenente do Exército saía de uma recepção de casamento no Teatro Acadêmico da Aman quando começou a discutir exageradamente com sua esposa. Ao ser abordado pelo superior de dia à guarnição, um capitão de cavalaria, e  por um sargento da guarda do quartel, o oficial aposentado saiu de seu veículo desferindo socos contra o capitão. Imobilizado pelo sargento, o acusado pediu para ser solto, dizendo estar mais calmo. No entanto, ao se desvencilhar, desferiu mais socos no rosto dos militares.
O acusado foi preso em flagrante pelos crimes previstos nos artigos 157 (praticar violência contra superior),  298 (desacato a superior) e 299 (desacato a militar em serviço), todos do Código Penal Militar.  O auto de prisão em flagrante (APF) foi conduzido pelo próprio oficial superior de dia à guarnição de Resende.
Na ação de habeas corpus impetrada junto ao STM, a defesa do indiciado alegou que a própria vítima, o capitão, não poderia ser o presidente do flagrante. A defesa apontou a nulidade do auto de prisão em flagrante, afirmando ter sido utilizada prova ilícita, e por isso pediu aos ministros o trancamento da ação penal.
Ao analisar o habeas corpus, o ministro Olympio Pereira da Silva Junior negou o pedido. Para o ministro, a alegação dos advogados do tenente era um equívoco, pois o APF teria sido lavrado pelo superior de dia, a autoridade máxima em exercício no momento dos fatos, que, no caso, também foi a vítima da agressão.
“Por óbvio, o impetrante não considerou a situação do oficial que naquele dia era a autoridade máxima presente em exercício, e, portanto, competente para presidir o flagrante conforme autoriza o art. 249 do Código de Processo Penal Militar”, votou. Os demais ministro da Corte, por unanimidade, acompanharam o voto do relator e mantiveram o curso normal da ação penal.
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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30//11/2013 - SARGENTO MORRE COM TIRO DENTRO DO QUARTEL EM PONTA GROSSA

O fato ocorreu dentro do quartel do 13 BIB em Ponta Grossa.

Atualização: 09:32 de 29/11/2013: Segundo versão de um internauta que nos enviou um e-mail anônimo, o Sargento Juliano Treptow, escondeu um fuzil após treinamento no campo de treinamento, dentro do quartel. Por volta das 12:20, demonstrando muito nervosismo e andando de um lado para o outro, o rapaz se dirigiu até aonde estava escondida a arma, em meio a uns bambus e lá atirou no queixo, vindo à falecer em seguida. De acordo com relatos de outros internautas, parece que o militar cometeu suicídio em meio a uma crise de relacionamento.
Contudo, essa informação ainda não foi confirmada pelo exército, oficialmente. Sendo assim, até o momento, nenhuma possibilidade está descartada.
O corpo foi levado ao I.M.L e após investigação da criminalística será anunciada a causa oficial da morte.
FONTE: FOLHACENTROSUL

Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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28/11/2013 - Uma brasileira no Exército de Israel


Como, aos 15 anos, a pernambucana Janine Melo decidiu pausar a vida para se tornar comandante na fronteira com o Egito. Por Marsílea Gombata, de Israel
FONTE: CARTACAPITAL por Marsílea Gombata — Marsílea Gombata
Janine Melo
Janine Melo quer cumprir seu período no Exército de Israel e, depois, permanecer no país
De Kfar Saba, Israel
Quando deixou o Recife para visitar a terra da qual seus pais sempre falaram, Janine Melo tinha 15 anos. Nascida e criada na capital pernambucana, ela sonhava em conhecer Israel desde os 10. Mas, ao chegar ao país para um intercâmbio de ensino médio, ela acabou se apaixonando não só pela cultura, mas também por um caráter peculiar do Estado fundado em 1948: suas Forças de Defesa. Decidiu pausar a vida que a esperava no Brasil. Tinha um novo plano: servir ao Exército de Israel. 

 "No Brasil, nunca gostei do Exército por causa da ditadura que tivemos. Mas depois que entendi a diferença entre oExército brasileiro e o daqui decidi entrar para o Exércitode Israel”, afirma Janine, de família judia. “Aqui a gente não entra nas Forças Armadas e arrisca a vida por dinheiro, status ou poder. Aqui os soldados entram para proteger o país, as famílias, o povo e os cidadãos. Fui, então, gostando da ideia de ser soldado e lutar pelos valores que acredito, pelo meu povo".
Aos 20 anos de idade, hoje Janine é uma das principais comandantes da unidade Karakal (lince, em hebraico), na fronteira de Israel com o Egito. Quando entrou no serviço militar israelense, passou por um treinamento de oito meses, antes de se postular ao curso para comandante. Hoje tem dez soldados sob sua tutela na base no deserto de Neguev. Foi lá que viveu um dos momentos de maior medo da sua vida. Em novembro de 2012, forças israelenses e militantes do Hamas mediam forças na fronteira, enquanto foguetes e mísseis deixavam famílias sem casas. “Foram os piores dias que eu tive no Exército. Na última noite, pouco antes do cessar-fogo, os militantes em Gaza começaram a lançar todos os mísseis que tinham, e eu e minha equipe não conseguimos dormir. Tive muito medo que o pior acontecesse."
Dois anos depois do intercâmbio que começou aos 15 anos, Janine voltou para o Brasil e esperou completar 18 anos para seguir seu novo sonho. “Minha mãe, no início, não gostou muito. Sou filha única. Foi difícil aos 18 anos deixar a minha mãe, que é até hoje a minha maior saudade, e meu namorado na época. Mas queria muito realizar esse sonho”, conta. “Claro que sinto falta de ir à praia no meio da semana, sair com os amigos sem estar morta de cansaço, ter hobbies. Mas daqui a um ano e quatro meses vou poder fazer essas coisas novamente, e acho que vale a pena abrir mão de tudo isso pra um bem maior.”
Nos 17 dias seguidos que fica na base em Neguev Janine se divide entre patrulhar a fronteira, arrumar o alojamento, fazer comida, limpar sua arma, ter aulas sobre a geopolítica israelense e supervisionar os soldados. No seu tempo livre, aproveita para ler – seu livro do momento é Exodus, de Leon Uris, que conta a história do navio usado por judeus para fugir do Holocausto na Europa em direção ao Oriente Médio.
Depois do período intenso na base militar, Janine vai por quatro dias para o apartamento que divide com a amiga mexicana Hanni Monter, em Ramat Gan, perto de Tel Aviv.
“Sei que as pessoas na América Latina têm dificuldade de entender minha escolha, mas porque não estão acostumadas a pensar no outro. Pensam em trabalhar, casar, ter filhos, ter uma vida tranquila”, observa. “Mas eu sei que depois eu vou poder dormir em paz e ter uma vida tranquila somente porque alguém aos 18 anos vai, assim como eu, estar na fronteira para me proteger.”
Para Janine, fazer parte do Exército israelense não significa apenas proteger Israel, mas todos os judeus ao redor do mundo. “Sei que, por pessoas como eu, minha família no Brasil, por exemplo, está segura. Isso faz eu me encher de orgulho quando coloco a farda. Se tivéssemos um Exército forte na Segunda Guerra, o Holocausto dificilmente teria acontecido.”
Quando deixar o posto, dentro de pouco mais de um ano, Janine não pensa em voltar ao Brasil. “Quero estudar cinema, como provavelmente estaria fazendo na Universidade Federal de Pernambuco”, diz. “Aí só vai faltar a minha mãe, que ainda vou trazer para cá.”
* A repórter foi enviada por CartaCapital para Israel para participar do curso Os Meios de Comunicação em Zonas de Conflito, promovido pelo Ministério das Relações Exteriores israelense
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27/11/2013 - Exército: novos cargos de oficiais, sargentos e subtenente são aprovados pelo Senado

27/11/2013 - Exército: novos cargos de oficiais, sargentos e subtenente são aprovados pelo Senado


Exército: novos cargos de oficiais, sargentos e subtenente são aprovados pelo Senado


FONTE: Por  CBN Foz
O efetivo do Exército brasileiro poderá ter quase trinta mil novos integrantes. O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (26), o projeto de lei da Câmara (PLC 101/2013) que aumenta o número de oficiais, sargentos e subtenentes daquela Força em tempos de paz.
Segundo a proposta, são  cerca de 14 mil cargos de oficiais e de mais de 15 mil de sargentos e subtenentes.
Desde 1983 que não há alteração no número de oficiais no Exército. 
soldado
Ao apresentar a proposta, o ministro da Defesa, Celso Amorim, argumentou ser preciso aumentar os efetivos do Exército, uma vez que a consolidação da democracia no País e a institucionalização de políticas e projetos estratégicos mudaram o perfil da Defesa Nacional.
 “A Força ressente-se da dificuldade prática de ampliar e diversificar o seu emprego e atuação em atividades que impliquem grande esforço de alocação de pessoal militar”, disse o ministro. A proposta segue para a sanção presidencial.
 Com informações da Agência Senado
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26/11/2013 -Depois de Missão de Paz no Haiti,  82 militares desembarcam na Capital

26/11/2013 -Depois de Missão de Paz no Haiti, 82 militares desembarcam na Capital

FONTE: CORREIODOESTADO 

TARYNE ZOTTINO 

Retornaram na tarde de hoje (26) para Campo Grande, 82 militares do Comando Militar do Oeste, que estavam em missão de Paz do Haiti. Amanhã (27), mais 148 militares chegam à Capital, às 9h e 10h. No dia 28, nos mesmos horários, chegarão 141. No dia seguinte, mais 120 militares.
foto
Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado
Militares mostraram bandeira do Brasil ao desembarcar
No dia 30, serão três horários, 9h, 10h e 12h30min, com 131 voltando para casa. E, finalmente, no dia 6 dezembro, os últimos 36 militares retornam, por volta das 20h. 
Ao desembarcar, eles serão levados para Organizações Militares diversas em Campo Grande, onde passarão por um período de quarentena (previsão de 4 dias), para a realização de exames laboratoriais, entrevistas com psicólogos, conforme as regras de desmobilização, já que vêm de uma área endêmica, onde doenças como o cólera ainda são uma ameaça.
Familiares só poderão chegar perto depois do fim da quarentena, quando acontecerá uma formatura para marcar a volta aos lares.
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25//11/2013 - Exército brasileiro planeja 1ª redução de contingente no Haiti para 2014

25//11/2013 - Exército brasileiro planeja 1ª redução de contingente no Haiti para 2014


Corte de 73 militares na tropa da Engenharia é o 1º em 10 anos de missão.
Novas tropas brasileiras partem para Porto Príncipe a partir desta terça (26).

Lana TorresFONTE: Do G1 Campinas e Região  
O Exército brasileiro planeja realizar, no segundo semestre do ano que vem, a primeira redução do contingente de militares na Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti (Minustah). Segundo o coronel Anisio David de Oliveira Junior, que assume o comando das tropas em dezembro, a redução inicial será restrita à companhia de engenharia. Um novo contingente de 1,2 mil militares segue para o país caribenho na manhã desta terça-feira (26) para substituir o grupo que está no local desde o início do ano.
As tropas que partem para Porto Príncipe nesta terça serão o 19º Contingente Brasileiro de Força de Paz (BRABAT) enviado ao Haiti desde que a missão teve início, em 2004, com a justificativa de garantir estabilidade ao país que viveu sucessivas e turbulentas trocas de líderes de governo, inclusive, com conflitos armados entre grupos rivais. O BRABAT 19 é constituído por servidores de São Paulo, Osasco, Campinas, Caçapava, São Vicente, Pirassununga e Lins.
A redução do efetivo prevista para o próximo contingente deve ser ainda tímida, de 73 militares componentes do grupo de engenharia, que desempenha funções, por exemplo, de obras de infraestruturas em vias e prédios públicos. O Exército mantém o mesmo número de soldados no Haiti de quando a Minustah foi criada, há nove anos. A única variação de pessoal no país ocorreu após o terremoto, quando o Brasil, diante do desastre, reforçou o efetivo com tropas extras que foram mantidas até abril deste ano no local. Oliveira Junior estima que o enxugamento significativo das tropas tenha início a partir de 2016, mas lembra que esta é uma decisão política.
“O Exército vai trabalhar com essa perspectiva. O ideal da missão de paz é que as instituições do país se fortaleçam e a tropa retorne. O tempo exato quem vai ditar, entretanto, vai ser uma ação da ONU com o governo brasileiro”, afirmou o coronel, na tarde desta segunda-feira, durante a última reunião das tropas em Campinas antes do embarque.
Coronel Anisio David de Oliveira Junior assume em dezembro como comandante das tropas brasileiras no Haiti (Foto: Lana Torres / G1)Coronel Anisio David Junior assume em dezembro como comandante das tropas (Foto: Lana Torres / G1)
Eleição e conflitos
Em 16  de novembro deste ano, as lideranças da Minustah divulgaram nota na qual se diziam “profundamente preocupados” com os recentes incidentes de violência no país, que deverá passar por processo eleitoral no ano que vem. Uma das regiões em que foi registrada a onda de “violência e matança”, segundo a ONU, foi o bairro Cité Soleil, uma das mais problemáticas e para onde seguirá boa parte dos militares brasileiros.
Durante os treinamentos das tropas, realizados de forma intensa há pelo menos dois meses, em Campinas, os soldados receberam orientações especiais para atuar no contexto de eventuais conflitos durante o pleito. Oliveira Junior explica que as ações serão intensificadas nesse período para assegurar segurança durante o processo.
“Nós imaginamos que esse período eleitoral pode ser mais tenso e nós nos preparamos para isso. No nosso treinamento, demos ênfase para este tipo de atividade. Eu acredito que, pela ação [do novo contingente], pela própria presença deles lá, já deve inibir conflito”, diz.
A viagem
Os militares que seguirão para a nação caribenha a partir desta terça serão distribuídos em seis voos diários consecutivos em aeronaves fretadas pela ONU, segundo o Exército. Antes de embarcar na base aérea do Exército em São Paulo, os militares deverão se reunir na brigada de infantaria leve de Campinas, onde foi concentrado o comando do contingente.
Pelos planos do Exército, até 5 de dezembro, as novas tropas já estarão em Porto Príncipe prontas para atuar e haverá a transferência oficial do comando das operações para o coronel David, que assumirá o posto máximo no grupo. O efetivo, formado exclusivamente por voluntários, assim como vem ocorrendo desde o início da missão, deve ficar durante seis meses no Haiti. Este período pode ser prorrogado por, no máximo, mais seis meses.
No início da semana passada, um avião da Força Aérea Brasileira já transportou alguns comandantes de companhias e alguns militares que precisavam assumir suas funções antes da chegada dos demais.
Raquel da Assunção Andrade Costa é a única mulher de uma das companhias de Campinas que atuará no Haiti (Foto: Lana Torres / G1)Raquel Andrade Costa é a única mulher de uma das
companhias de Campinas (Foto: Lana Torres / G1)
Preparativos
Na tarde desta segunda, os militares de Campinas se reuniram para um último encontro antes do embarque para definir os últimos detalhes da viagem e realizar uma pesagem inicial da bagagem, que não pode passar de 30 quilos por pessoa. A técnica e enfermagem Raquel da Assunção Andrade Costa encarou com bom humor o primeiro desafio antes da viagem.
Com cabelo impecável e sorriso aberto, ela conta que errou a mão nos cálculos e precisou abrir mão de parte do "carregamento" de cosméticos e roupas "civis" que colocou na mala. "Eu já tirei 13 quilos de bagagem. Desodorante, roupas civis, chinelos vão ter que ficar", contou ao risos pouco antes de conseguir um espaço na mala de um colega para parte do que não coube na bagagem própria. Raquel, que é a única mulher em uma das companhias do batalhão de Campinas, vai pela primeira vez ao Haiti, onde atuará na área de saúde.
Treinamento
Dois meses antes de partir os integrantes do grupo já passaram por treinamento intensivo na sede do Exército, que incluiu simulação de conflitos, treino de uso de armas não letais, realização de blitzes, além de aula de creole, dialeto falado pelos haitianos.
Em outubro, as tropas de outras cidades que participam da expedição se concentraram em Campinas para um treino conjunto, agora com atividades externas, pelas ruas de bairros com características semelhantes às do local onde eles atuarão. Eles simularam exercícios como a ocupação de áreas, escoltas de comboios, operações de segurança, patrulhamento a pé e motorizado.
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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25/11/2013 - Brasil não terá artilharia antiaérea de médio alcance na Copa, diz general

25/11/2013 - Brasil não terá artilharia antiaérea de médio alcance na Copa, diz general


Segundo José Carlos de Nardi, sistema de defesa não é 'exigência' da Fifa.
País negocia com a Rússia compra de equipamento com alcance de 15 km.

Tahiane StocheroFONTE: Do G1, em São Paulo
Pantsir S-1 (Foto: Anton Denisov/Ria Novosti/AFP)Pantsir S-1 não chegará para a Copa
(Foto: Anton Denisov/Ria Novosti/AFP)
O Brasil não terá um sistema de artilharia antiaérea de média altura – com alcance de 15 km de altitude – na Copa do Mundo de 2014. O general José Carlos de Nardi, coordenador das Forças Armadas, afirmou ao G1 que esse tipo de equipamento não é uma exigência da Fifa, contrariando o que afirmou em 2012 o general Marcio Roland Heise, comandante do setor de artilharia à época.
"Esta informação da média altura não procede, não teve nada da Fifa neste ponto específico", disse José Carlos de Nardi. "É uma necessidade nossa que foi percebida antes mesmo da Copa, está sendo tratada como uma demanda emergencial do governo. Claro que ajudaria na defesa do espaço aéreo se chegasse [até o Mundial]".
Procurado pelo G1, o general Marcio Roland Heise disse que, na época em que coordenava as tratativas para a compra do equipamento, tinha a informação de que o sistema de média altura era uma recomendação da entidade organizadora. Na série de reportagens que o G1fez sobre a o sucateamento do Exército, em agosto do ano passado, Heise havia dito que o objetivo era "adquirir tudo o que precisamos até a Copa" e que a Força estava "conduzindo um projeto para reformular material e também conceitos de uso, buscando também a capacidade de alvo a média altura".
Na época, outros generais do Comando de Operações Terrestres do Exército (Coter) também ressaltaram que a artilharia de média altura era pré-requisito para o Mundial. Em entrevista concedida em 2012, questionado sobre a necessidade do sistema como exigência da Fifa, o general Mário Lucio Alves de Araújo, do Estado-Maior do Exército, salientou que o governo estava empenhado em "suprir os vácuos e equipar as tropas para atender às necessidades exigidas nos grandes eventos esportivos".
O Ministério da Defesa informou que a exigência da Fifa não se refere especificamente ao termo média altura, mas que a organização pede um sistema de controle e segurança do espaço aéreo. Ainda segundo a Defesa, esse sistema inclui, entre outras coisas, o controle do tráfego e a defesa aérea.
Estas negociações envolvem muitos interesses e setores. É importante ir com calma e tranquilidade"
General Guido Amin Naves,
comandante da Artilharia Antiaérea do Exército
Este atraso compromete a segurança dos estádios. Vamos ficar com uma defesa aérea bastante vulnerável, com pouca capacidade de reação. Sem média altura, não existe defesa aérea"
General Nelson Santini Júnior,
da reserva do Exército
Procurados pela reportagem, a Fifa e o Comitê Organizador Local da Copa do Mundo não dizem quais são as exigências em relação à defesa nem falam se há alguma exigência em relação ao sistema aéreo. Ambos disseram que o tema é tratado pelo governo federal e que a questão é individualizada com cada país hospedeiro do evento.
Possibilidade para a Olimpíada de 2016
Em fevereiro, quando a presidente Dilma Rousseff encontrou o premiê Dmitri Medvedev em Brasília, foi dado início à negociação da compra de três baterias russas Pantsir-S1, de médio alcance, avaliadas em cerca de US$ 1 bilhão (R$ 2,29 bilhões). O acordo, no entanto, ainda não foi fechado. Atualmente, o país possui apenas canhões e mísseis para baixa altura, com alcance de até 3 km.
De acordo com o general José Carlos de Nardi, "há uma possibilidade" de que alguns carros do modelo Pantsir cheguem ao Brasil até a Olimpíada. Em fevereiro de 2014, militares vão à Rússia verificar na prática o modelo, segundo o militar. Para se ter uma ideia da importância do sistema de média altura, todos os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) contam com essa tecnologia.
O processo de compra dos equipamentos russos envolve três fases: na primeira, chamada de "exploratória", que é a atual, os militares desenvolvem requisitos técnicos conjuntos para Marinha, Aeronáutica e Exército para a compra e o uso do sistema. Depois disso, haverá a fase de negociação e, por fim, o fechamento do contrato.
"Estas negociações envolvem muitos interesses e setores. É importante ir com calma e tranquilidade", afirma o general Guido Amin Naves, comandante da Artilharia Antiaérea do Exército. Ele disse desconhecer o andamento das tratativas com a Rússia e também a exigência da Fifa porque o assunto é tratado pela Defesa. Procurado para comentar o atraso na chegada da artilharia, o general Marcio Roland Heise também disse que o processo agora está com o Ministério da Defesa.
Em setembro de 2013, uma portaria publicada no Diário Oficial da União pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, determinou que a aquisição dos equipamentos russos de médio alcance passasse a ser responsabilidade da Aéronáutica.
'País à mercê de ataques terroristas'
O general da reserva Nelson Santini Júnior, que comandou a brigada antiaérea e iniciou os trabalhos para renovação do equipamento para os grandes eventos esportivos que o Brasil vai receber em 2014 e 2016, afirmou ao G1 que o país ficará à mercê de ataques terroristas sem o Pantsir. Segundo ele, o sistema de média altura é exigência de países que participam da competição da Copa.
"Média altura é uma exigência de alguns países mais preocupados, como Estados Unidos, Israel, Inglaterra, que normalmente pedem recursos compatíveis com o risco", disse Santini. "Este atraso compromete a segurança dos estádios. Vamos ficar com uma defesa aérea bastante vulnerável, com pouca capacidade de reação. Sem média altura, não existe defesa aérea", completou.

Por e-mail, o Ministério da Defesa disse não ter informação, até o momento, sobre pedidos feitos por países que vão disputar o Mundial em relação à defesa aérea.
"Se um monomotor se aproximar do Maracanã durante um jogo com 10 quilos de explosivos a bordo, que são capazes de derrubar uma casa, você não terá como abatê-lo com o caça a média altura. Com um míssil, a baixa altura, causará um grande estrago, com muitas mortes. É como defender sua casa de um ladrão armado com pistola com seguranças usando apenas cassetete", comparou o general Santini.
O general Guido Amin Naves garante a proteção dos estádios. [O sistema de média altura] É uma capacidade que não temos e que estamos negociando há muito tempo. Tendo-a, seria muito bom, mas se não chegar a tempo, coordenamos com a Força Aérea os sistemas de radares e acionamento de aviões e caças para dar um jeito para isso. O importante é que o evento transcorra da melhor maneira possível."
Parceria com a Rússia
Segundo o general De Nardi, a proposta da Rússia para o Ministério da Defesa envolve uma "parceria". Informalmente, a Rússia corre por fora no projeto FX-2, que pretende adquirir um novo caça para o Brasil. Os russos ofereceram à FAB o modelo Sukhoi. O melhor avião de combate do país, o Mirage, será aposentado dia 31 de dezembro. Até agora não há decisão sobre o seu sucessor.
Além das três baterias Pantsir-S1, o governo quer comprar também duas baterias do modelo Igla, com mísseis portáteis, que podem ser lançadas por apenas um homem, sistema que o Exército já possui. Em fevereiro, oito oficiais brasileiros, especialistas na área, irão à Rússia "para verificar na prática" o funcionamento do Pantsir, segundo o Ministério da Defesa.
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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25/11/2013 - Soldado mata cabo com tiro em forte do Exército em Niterói

FONTE: JORNAL SÃO GONÇALO - Enviado por Gustava Carvalho, Thiago Mendes e Julyana Brito 24/11/2013 22:41:39
O militar foi atingido por um tiro de fuzil na cabeça nas dependências do Grupo de Artilharia (Foto: Divulgação)) ::

Soldado mata cabo com tiro em forte do Exército em Niterói

Um cabo do Exército foi morto com um tiro de fuzil disparado por um soldado dentro das dependências do Grupo de Artilharia em Campanha (21ª GAC), no Forte Rio Branco, em Jurujuba, Niterói, na manhã de domingo. A corporação investiga as circunstâncias do fato.

A vítima foi identificada como Vinicios Felizberto dos Santos, de 21 anos. Atingido no rosto, ele foi encaminhado à Policlínica Militar do Exército, em Niterói, de onde seguiu para o Hospital Central do Exército (HCEx), em Benfica, no Rio. No entanto, o militar não resistiu aos ferimentos e morreu por volta das 11h. O autor do disparo, segundo informações do Exército, foi Wallace Quintanilha Gomes. Ele foi preso em flagrante e levado para a carceragem da unidade.

De acordo a corporação, os dois estavam de plantão na segurança da guarnição do Forte, quando ocorreu o disparo. A unidade instaurou inquérito policial militar para apurar o caso. Peritos do 1ª Batalhão de Polícia do Exército (1ª BPE) isolaram a cena do crime e ouviram testemunhas.

O corpo do cabo foi submetido à autópsia no Hospital Central do Exército. O inquérito da polícia do Exército tem prazo de 30 dias para ficar ser concluído. O Comando da Unidade Militar informou que está prestando apoio à família da vítima e à família do autor do fato. 

Militares falam em homicídio

“Já viu alguém morrer de perto?”. Segundo militares que estavam de plantão no Forte Rio Branco, e preferiram não ser identificados, essa teria sido a frase dita pelo soldado Wallace Quintanilha Gomes quando se apresentou para trabalhar, na manhã de ontem. Ele seria um jovem de difícil relacionamento.

Ainda de acordo com os militares, durante a troca de guarda, um cabo não identificado pediu para que o Wallace segurasse seu fuzil calibre 762 enquanto ele faria a revista de um carro suspeito.

Nesse momento, o acusado se dirigiu ao Corpo da Guarda e atirou à queima roupa no cabo. O tiro acertou a cabeça do cabo.

Ainda segundo militares, Vinicios servia há quatro anos no Forte Rio Branco. Era um rapaz calmo, que aparentemente não tinha nenhum tipo de problemas com os soldados. Alguns colegas de farda disseram que ele nunca abusou de sua autoridade. 
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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24/11/2013 - Haiti - MINUSTAH estava preocupado com os recentes incidentes de violência

24/11/2013 - Haiti - MINUSTAH estava preocupado com os recentes incidentes de violência

MINUSTAH

A Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH) estava profundamente preocupado com os recentes incidentes de violência em várias cidades e municípios do país, em um comunicado divulgado sábado.
Nesta versão, o Representante Especial do Secretário-Geral no Haiti, Sandra Honoré, está profundamente preocupado "com o recrudescimento da violência e matanças perpetradas em Cité Soleil e em certas zonas do país. Tais crimes são particularmente preocupante na medida em que põem em perigo a segurança de todos ea paz social que o Haiti precisa para avançar no caminho do fortalecimento do Estado de Direito eo desenvolvimento sócio-econômico. "
Por outro lado, a Sra. Honoré reafirmou que MINUSTAH continuar a apoiar as autoridades haitianas, em particular, a polícia haitiana para "prevenir esse tipo de violência e fortalecer as instituições do Estado de Direito, em conformidade com o seu mandato de contribuir para o Missão de Estabilização no Haiti ".
Por fim, a Missão das Nações Unidas, a MINUSTAH continua a instar todos os haitianos, a sociedade civil e todos os atores principais, incluindo líderes políticos, religiosos e comunitários, para continuar a trabalhar para o estabelecimento de um Estado não-violenta Haiti, lemos na imprensa.

FONTE: HAITI
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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24/11/2013 - Exército teme cassar a condecoração de José Genoino

24/11/2013 - Exército teme cassar a condecoração de José Genoino

Exército teme cassar a condecoração de José Genoino

General Enzo Peri
General Enzo Peri
CLÁUDIO HUMBERTO
O comandante do Exército, general Enzo Peri, está com medo das reações da presidenta Dilma e do PT, e foge de explicar sua hesitação em cassar a Medalha do Pacificador, conferida em 2003 ao mensaleiro José Genoino (PT-SP). O artigo 10 do decreto 4.207/2002 regulamenta a comenda e determina sua cassação caso o condecorado tenha sido condenado na Justiça por “crime ou atentado contra o erário”.
Fingindo-se de morto – Durante todo o dia, ontem, apesar da insistência, o general Enzo Peri, comandante do Exército Brasileiro, fugiu de oferecer resposta.
É dever do comandante – Segundo o decreto que regulamenta a honraria a cassação da Medalha do Pacificador “será feita ex officio em ato do comandante do Exército”.
Aspone com medalha – Genoino recebeu sua medalha do então ministro da Defesa Nelson Jobim, de quem era “assessor especial” para assuntos aleatórios.
Me errem – O nanoministro Celso Amorim (Defesa) corre do tema “cassação de medalha” como o diabo da Cruz: “Só o Exército vai se pronunciar”. (Coluna de Cláudio Humberto)
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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23/11/2013 - Veículo conduzido por soldado sem CNH bate em poste e fere três em rua

23/11/2013 - Veículo conduzido por soldado sem CNH bate em poste e fere três em rua


A estrutura de cimento e ferro foi quebrada na base e só não caiu por conta da fiação elétrica. (Foto: Simão Nogueira)A estrutura de cimento e ferro foi quebrada na base e só não caiu por conta da fiação elétrica. (Foto: Simão Nogueira) 
Três jovens ficaram feridos depois que um carro Ford Fiesta, de cor prata, atingiu um poste na Rua Amazonas com a Rua Rui Barbosa, na Vila Aprazível, na região do São Francisco, em Campo Grande. O motorista, um soldado do exército identificado por Diego Henrique, não tem CNH (Carteira Nacional de Habilitação).
Segundo o BPTran (Batalhão de Polícia de Trânsito), o condutor do veículo seguia no sentido 13 de Maio, quando perdeu o controle da direção na rotatória do cruzamento, bateu no meio-fio, subiu na calçada e acabou atingido o poste de energia elétrica. O acidente aconteceu na madrugada desta sexta-feira (22). 
Com o impacto, a estrutura quebrou na base e só não caiu por conta da fiação elétrica. Um dos ocupantes do carro ficou gravemente ferido e foi encaminhado para a Santa Casa. O motorista e o outro passageiro foram socorridos com ferimentos leves. O nome deles não foram divulgados pela Polícia. 
A Enersul está no local e o poste será substituído. O bairro não chegou a ficar sem energia elétrica. Segundo a concessionária de energia, em todos os casos de acidente de trânsito são registrados boletins de ocorrência e, quando identificado a conta do prejuízo com o poste vai para o condutor. No caso de morte, quem paga é o responsável.
Nas últimas 24h, das 8h de ontem às 8h de hoje, foram registrados 43 acidentes, desses, 21 foram com vítimas e 10 foram atendidos pelo Juizado de Trânsito.
FONTE: CAMPOGRANDENEWS
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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21/11/2013 -Soldado morre ao praticar assalto

21/11/2013 -Soldado morre ao praticar assalto

O assalto a um posto de combustíveis no quilômetro 5 da CE-065, localidade de Cágado, em Maracanaú, limite com Maranguape, resultou na morte do soldado do Exército Brasileiro, Jonas Sousa de Oliveira, 19, que prestava o Serviço Militar Obrigatório no 23º Batalhão de Caçadores (23°BC). O fato ocorreu na noite de terça-feira. O militar foi morto por um cliente, que reagiu na hora do roubo.

O corpo do soldado ficou estendido dentro do posto de combustíveis, no bairro Novo Maranguape. Um comparsa dele conseguiu fugir FOTO: NAVAL SARMENTO
Entre 20h50 e 21 horas de anteontem, uma dupla chegou ao posto em uma motocicleta. De imediato, o frentista foi rendido e teve o dinheiro levado. Nesse momento, um cliente chegou e Jonas de Oliveira, que estava na garupa, foi em direção ao mesmo, já de arma em punho.

Tiroteio

O militar não esperava que houvesse reação por parte do cliente. Devido à atitude do desconhecido, houve intensa troca de tiros. No fim do tiroteio, Jonas de Oliveira, que foi atingido no rosto, estava morto.

O comparsa do soldado, que pilotava a motocicleta, fugiu levando o dinheiro que foi roubado do frentista. O bandido passou na casa de Jonas de Oliveira, no bairro Vila Peri, e avisou o que tinha ocorrido.

O dono do posto de combustíveis, Arimateia Matias, contou que o assalto só não foi filmado porque as câmeras de segurança estão em manutenção. O comerciante ainda não sabe o quanto foi levado, mas acredita que a quantia tenha sido pequena, pois os bandidos levaram somente o que o frentista tinha nos bolsos. Jonas Sousa de Oliveira, que menor, teria sido apreendido e levado à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA). As investigações estão à cargo da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em virtude de a autoria da morte do soldado ainda ser desconhecida.

Outro crime

Um homem de identidade ainda desconhecida foi encontrado morto, com 36 tiros, na manhã de ontem, nas margens do quilômetro 7 da rodovia CE-350 (Estrada da Tangueira), no limite de Maranguape com Maracanaú. Ele morto a tiros de pistolas calibre 9 milímetros, 380 e ponto 40 (0.40).

Por volta de 22 horas de anteontem, moradores da área ouviram vários estampidos. Os delegados plantonistas Wagner Jorge Cavalcante, da Delegacia Metropolitana de Maracanaú, e Cleófilo Rodrigues, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) estiveram no local de crime e fizeram os levantamento iniciais. A vítima não foi reconhecidas pelos moradores daquela localidade.
FONTE: DIARIODONORDESTE
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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20/11/2013 - Forças Armadas brasileiras iniciam substituição do contingente no Haiti

20/11/2013 - Forças Armadas brasileiras iniciam substituição do contingente no Haiti

Porto Príncipe, 20/11/2013 – O primeiro grupo do 19º contingente brasileiro chegou nesta terça-feira (19), a Porto Príncipe, para atuar na Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (MINUSTAH). Os 80 militares da Marinha, Exército e da Força Aérea Brasileira (FAB) substituirão membros do 18º contingente do batalhão brasileiro (BRABAT, Brazilian Batallion, sigla em inglês). O mesmo avião C-130 Hércules da FAB, que trouxe os novos integrantes, levou para o Brasil outros 80 militares, que encerraram a missão após seis meses de trabalho.



Até o dia 5 de dezembro, serão substituídos 1.450 integrantes que formam o maior contingente da MINUSTAH. Do total, 1.200 pertencem ao Batalhão de Infantaria de Força de Paz (BRABAT 19), outros 250 são da Companhia de Engenharia (BRAENGCOY). Do Exército Brasileiro são 856 homens e mulheres; da Marinha do Brasil, 244; e da Força Aérea, 34. Ainda compõe o contingente brasileiro, integrantes dos exércitos do Canadá, Paraguai e Bolívia.

Para o comandante do BRABAT 18, coronel Zenedir da Mota Fontoura, o trabalho no Haiti é uma missão complexa e desafiadora. “É a missão de nossas vidas”, frisou. Fontoura, que passa o comando para o coronel Anísio David Junior, no dia 4 de dezembro, destaca a atuação das três Forças Armadas para garantir um  ambiente seguro e estável. 

De acordo com o comandante, os militares brasileiros também apoiam as atividades de assistência humanitária e o fortalecimento das instituições haitianas. Nestes seis meses do BRABAT 18, engenheiros e técnicos atuaram na reconstrução de pontes e estradas do país. Ao sul do país, na Ilha à Vache, os militares refizeram o mercado municipal. 

Outro trabalho realizado pelas equipes do BRABAT 18 refere-se às ações sociais para a população haitiana, como por exemplo, um curso de primeiros socorros, no qual 130 haitianos tiveram noções de atendimento em saúde, evacuação de áreas críticas e imobilização de membros. Este treinamento motivou uma visita de dirigentes da MINUSTAH para conhecerem o programa que poderá servir de modelo para outros contingentes estrangeiros no Haiti.

O BRABAT ainda promoveu um curso inédito de qualificação profissional para a formação de eletricistas, mecânicos de veículos, borracheiro e de manutenção de ar condicionado e de máquina de lavar.  Foram treinados 60 haitianos.

BRABAT 19


Os integrantes do batalhão brasileiro foram treinados durante seis meses e passaram por uma rigorosa seleção em suas unidades no Brasil. Os voluntários do BRABAT 19 pertencem ao Comando Militar do Sudeste (CMS) e são oriundos de organizações militares desta região do país.

Nos próximos seis meses, os militares, que estão sob as regras de conduta da MINUSTAH, realizarão patrulhas durante 24 horas nos setes dias da semana, segurança de pontos sensíveis, escolta de comboios, operações conjuntas com as polícias do Haiti e das Nações Unidas, operações de busca e apreensão e de controle de distúrbios (se necessárias). 

Foto: Alexandre Gonzaga

Assessoria de Comunicação Social (Ascom) 
FONTE: Ministério da Defesa
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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