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29/02/2016 - Aeronave da FAB sai da pista em aeroporto de Roraima

Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) saiu da pista nesse sábado, no Aeroporto de Surucucu, no município de Alto Alegre, em Roraima. A aeronave parou na lateral da pista próximo a uma área com buraco. Trata-se de um C-105 Amazonas, do Esquadrão Arara (1º/9º GAV), sediado em Manaus (AM). foto:divulgação)

Apesar do susto, de acordo com a FAB, não houve vítimas. Os seis tripulantes a bordo não se feriram. “A Força Aérea Brasileira está investigando os fatores contribuintes para o incidente”, afirmou em nota.
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29/02/2016 - Soldado do Exército é preso com 361 cartelas de LSD em Uberlândia

Um soldado do Exército Brasileiro foi preso nesse domingo (28) em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, com 361 cartelas de LSD. Outros dois suspeitos também foram detidos junto ao soldado, vendendo entorpecentes. A Polícia Militar (PM) chegou até os suspeitos depois de uma denúncia anônima. Ao comparecer a rua General Osório, no bairro Fundindo, os policiais constataram que os três suspeitos, com idades entre 18 e 19 anos, estavam espalhados em pontos diferentes da via, sendo cada um em uma esquina. Durante revista os militares encontraram as cartelas do alucinógeno, um tablete de maconha, uma bucha da mesma droga, e um revólver calibre 32. Além do material, foram localizados, R$ 227 em dinheiro com o trio. O jovem P.O.P, de 19 anos, foi identificado, pela Polícia Militar (PM), como soldado do 36º Batalhão de Infantaria Motorizado (BIMtz). A reportagem tentou contato com a assessoria de imprensa do Exército Brasileiro, mas ainda não obteve sucesso. Além do militar, os outros suspeitos identificados como E.B.G, E.F.B responderão por tráfico de drogas, associação ao tráfico e por posse ilegal de arma de fogo. Todos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil da cidade. CAMILA KIFER-otempo.
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27/02/2016 - GM apreende um canhão 55mm usado na 2ª Guerra Mundial

Canhão obuseiro 55 milímetros dentro de caminhão-baú, vistoriado por guardas municipais, seria levado para colecionador no Estado de Pernambuco A Guarda Municipal (GM) de Jundiaí apreendeu no final da manhã desta sexta-feira (26) um canhão do Exército Brasileiro, dentro de um caminhão-baú. O armamento, modelo Obuseiro 55mm, usado para salva de tiros em cerimônias, tem alcance de tiro de 400 metros e era transferido de um caminhão para outro, em uma rua no bairro Arens. Um motorista foi detido e alegou que tinha sido contratado por um morador de uma rua nas proximidades para levar o canhão para Petrolina, no Estado do Pernambuco. O canhão — datado da Segunda Guera Mundial — foi levado para o pátio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), onde foi registrado boletim de ocorrência. Segundo a GM, o armamento foi recolhido para o 12º Grupo de Artilharia de Campanha porque estava sem documentos. A suspeita é que o dono seja um colecionador. O canhão ? datado da Segunda Guera Mundial ? foi levado para o pátio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), onde foi registrado boletim de ocorrência. O homem, que não teve o nome revelado, foi acionado para se apresentar na delegacia, mas não compareceu. O motorista foi ouvido e liberado no início da noite. O delegado Luis Carlos Duarte aguarda a apresentação do dono para concluir o registro da ocorrência. Representantes do Exército também foram chamados para fazer o reconhecimento do armamento. A reportagem procurou o órgão federal por telefone e e-mail, mas não houve retorno. correiopopular.

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27/02/2016 - Privatizar a Petrobras

Bom dia sou brasileiro e a muito tempo ouço que o Brasil é nosso. Ledo engano, o brasileiro precisa entender é que, tudo que está na mão do Governo não é do Brasil, já vi muitas propagandas que a Petrobras é nossa, outro engano está na mão do governo. Enquanto o brasileiro estiver apoiando passivo tudo e a todos jamais estará verdadeiramente em nossas mãos. Para que tanto privilégios para a classe política? então, ninguém faz nada. Enquanto uma empresa como a Petrobras poderia estar produzindo para o Brasil e para o brasileiro está na mão do Governo sem concorrência e na mão do governo já sabe aumento de impostos e mais impostos com os combustíveis cada vez mais caro, enquanto o combustível brasileiro chega a outros países  a preço de mercado internacional, disse: Muito mais barato o brasileiro leva o pior  e ainda paga a conta carregando o governo nas costas. Chega! se você quiser mudança precisamos urgente mudar de mentalidade e correr atrás do prejuízo. Enquanto nos EUA o combustível segue o mercado internacional o litro da gasolina por exemplo está  R$ 0,45 centavos, no Brasil R$ 3,89 é pra cabar mesmo. O mentalidade o Brasil é nosso! 
    Precisamos urgentemente privatizar a Petrobras e tirar da mão do governo para se tornar uma empresa competitiva como as demais empresas no mercado. Vamos lá queremos mudança urgente o brasileiro não aquenta mais. Porque privatizar? se a Petrobras não tivesse na mão do governo queria ver esse apadrinhamento de cargos e a roubalheira generalizada. Que vergonha né brasil, corrupção, falta de caráter, propina, roubo,  falta de vergonha na carra, cade a ética profissional. vamos mudar Brasil, não sei se ainda é nosso!.
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25/02/2016 - Caminhão do Exército derruba poste e causa tumulto no trânsito -MT

O caminhão continua na pista e os técnicos da concessionária de energia de Mato Grosso, Energisa, fazem a retirada dos destroços. O fornecimento de energia no local foi interrompido. Quem circulou pela região do trevo de saída de Cuiabá para Chapada dos Guimarães e Distrito da Guia, entre 11h e 13h teve que enfrentar um engarrafamento formado por causa de um caminhão do Exército Brasileirão, que derrubou um poste de energia em frente ao Hotel Bussines Prime, na Avenida República do Líbano. O caminhão fiicou por mais de uma hora na pista. Os técnicos da concessionária de energia de Mato Grosso, Energisa, fazeram a retirada dos destroços. O fornecimento de energia no local foi interrompido. Apesar da forte colisão, os dois soldados que estavam no veículo não ficaram feridos. Eles solicitaram apoio do Exército para poder retirar o caminhão da pista. A pista, no sentido de quem segue do Distrito da Guia para a capital, está parcialmente bloqueada. O trânsito segue lento no local e está sendo monitorado por vários agentes de trânsito (amarelinhos). Antes disso, alguns motoristas chegaram a pular o canteiro central para fugir do congetsionamento. RepórterMT
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24/02/2016 - PL 4383/2016 - Código penal militar

Voz da caserna
O deputado Cabo Daciolo (PSOL-RJ) apresentou projeto de lei 4383/2016 que exclui artigo do Código Penal Militar de punição a militares da reserva, com risco de prisão, por manifestações públicas. A proposta é comemorada na caserna e fora dela.
É que...
Hoje, se um ex-cabo ou general de pijama participar de protesto nas ruas, dar entrevistas ou postar algo na internet (um direito constitucional) corre risco de prisão.
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24/02/2016 - Tribunal mantém condenação de sargento por agressões físicas e assédio psicológico contra soldado recruta

O Superior Tribunal Militar (STM) manteve a condenação de um sargento do Exército acusado de praticar uma série de ações de violência contra um soldado recruta, entre elas, agressões físicas, assédio moral e assédio psicológico. Ele foi condenado a três meses e 18 dias de detenção por violência contra inferior.
Segundo a denúncia do Ministério Público Militar, em várias ocasiões o terceiro-sargento  praticou atos abusivos contra o recruta, no interior do aquartelamento do 16º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado (16º GAC AP), sediado na cidade de São Leopoldo/RS. As agressões ocorreram durante o período de Instrução Individual Básica dos soldados da 6ª Divisão do Exército.
Em uma das ocasiões, o sargento, durante uma instrução de um acampamento, na presença de outros soldados recrutas, amarrou o soldado pelos pés e mãos, levantando-o em um bastão de madeira e deixando-o de cabeça para baixo.
A conduta, segundo o Ministério Público Militar, se deu às esconsas (escondido) de qualquer oficial da sub-unidade; não constava de qualquer instrução a ser ministrada e contrariava frontalmente o previsto na ordem de serviço do comandante do quartel, que destacava que estava "terminantemente proibido trotes, castigos físicos ou tratamentos similares com qualquer militar da Unidade".
Em outra violação, o acusado, por não concordar com a forma do manuseio de uma máquina de cortar grama, conduzida pela mesma vítima, aplicou-lhe uma rasteira. “Derrubou o soldado ao solo, e, no seguimento, estrangulou-o com um pedaço de pano, determinando que a vítima dissesse quando não aguentasse mais. Cessado o estrangulamento, o sargento ajudou o soldado a levantar-se, quando desferiu-lhe um soco na região das costelas”, formalizou o Ministério Público.
Um Inquérito Policial Militar, aberto para apurar os fatos, concluiu que os fatos apurados contra o graduado caracterizavam os crimes de rigor excessivo, violência contra inferior, ofensa aviltante a inferior, lesão leve e maus tratos, todos previstos no Código Penal Militar (CPM).
Contudo, o Ministério Público Militar (MPM) fez a denúncia apenas com relação ao crime de violência contra inferior, previsto no artigo 175, do CPM, requerendo o arquivamento com relação às outras condutas imputadas ao sargento durante o IPM. No julgamento de primeiro grau, ocorrido na Auditoria de Porto Alegre (RS), o acusado afirmou que tudo não passava de uma brincadeira. Admitiu que havia amarrado o recruta, mas sustentou que o ofendido não sofreu nenhuma lesão aparente. Reconheceu que, quando estava de sargento-de-dia, deu uma rasteira no soldado, depois, o estrangulou e desferiu o soco.
No julgamento de primeira instância, o réu foi condenado a três meses de detenção, com o benefício do “sursis” pelo prazo de dois anos, o direito de apelar em liberdade e o regime prisional inicialmente aberto. Tanto o Ministério Público Militar quanto a defesa do réu recorreram da decisão.
Ao analisar o recurso de apelação, o ministro Odilson Sampaio Benzi manteve a condenação, mas retirou o benefício do sursis (suspensão condicional da pena). O relator fundamentou que a alegação de que a vítima não sofreu lesões em decorrência da conduta empregada não melhorava, em nada, a situação do acusado. Além do mais, constava dos autos que, após as agressões sofridas, a vítima precisou de atendimento médico.
“Vive-se um momento em que a criminalidade assola o país em todos os níveis e em diversos setores da sociedade. Por isso, não devemos permitir que essa violência gratuita, covarde e cruel, como a perpetrada pelo então sargento contra seu subordinado, instale-se no seio das Forças Armadas”.
O magistrado informou que, seguramente, os métodos de instrução e os meios empregados pelo acusado no trato com seus subordinados, no dia a dia da caserna, extrapolaram todos os limites da razoabilidade e da proporcionalidade. Os demais ministros do STM, por unanimidade, acataram o voto do relator e condenaram o sargento. 
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24/02/2016 - Ocupantes de veículo são condenados por desacatar militares no trânsito. Motorista tentou atropelar tropa

O Superior Tribunal Militar (STM) confirmou, por unanimidade, a condenação de dois civis que usaram um veículo para desacatar militares, em serviço, e integrantes do 63° Batalhão de Infantaria, sediado na cidade de Tubarão (SC).
O motorista e um dos passageiros do automóvel cometeram o crime em co-autoria, sentenciados, respectivamente, a seis meses e um a ano de detenção. 
Em agosto de 2013, a tropa do batalhão passava, em marcha, nas proximidades da Universidade Sul de Santa Catarina (Unisul), quando foi alvo de xingamentos de um dos ocupantes do carro, que passava perto dos militares.
Após reiteradas investidas dos acusados, os militares deram ordem para que os homens parassem e desembarcassem do veículo.
Embora o motorista tenha diminuído a velocidade, o homem arrancou o veículo e partiu em direção da tropa. A fim de resguardar a integridade dos militares, o comandante do grupo realizou dois disparos: o primeiro foi como alerta e, não tendo surtido efeito, efetuou outro em direção a um dos pneus. Apesar disso, o condutor empreendeu fuga.
Após serem condenados na primeira instância da Justiça Militar da União, os dois acusados entraram com o recurso de apelação junto ao STM. Em sua defesa, os advogados alegaram que não houve dolo (intenção) na conduta dos dois acusados.
A Defensoria Pública da União (DPU) sustentou que o passageiro teria agido “por brincadeira”, em razão de ser ex-militar do Exército. Quanto ao motorista, a DPU alegou que ele não tinha o controle dos atos praticados pelo autor dos xingamentos, que estaria sob o efeito de bebida alcoólica.
Ao analisar o recurso, o ministro relator Lúcio Mário Góes afirmou que as provas carreadas não deixaram dúvidas de que a conduta dos acusados visava “insultar e ofender os militares, levando-os ao vexame”. “O dolo também é evidente, pois os reús agiram de forma livre e consciente e demonstraram enorme desrespeito para com os militares que, naquele local, encontravam-se realizando uma atividade de serviço (uma marcha), arriscando, inclusive, a integridade física de integrantes da tropa.”
Outra hipótese trazida pela defesa em favor de um dos acusados, que proferiu os xingamentos, foi enquadrá-lo no artigo 49 do Código Penal Militar. É quando a embriaguez torna alguém incapaz de entender o caráter criminoso do ato praticado.
De acordo com o ministro, o dispositivo não se aplica ao caso. A hipótese, segundo ele, apenas é aplicável em situações de embriaguez acidental e completa, motivada por caso fortuito ou força maior, “que afeta de forma plena a capacidade de querer e de entender do agente ou, ainda, se a embriaguez for de cunho patológico”.
Quanto à alegação de que o motorista não tinha controle das ações do passageiro, o ministro lembrou que, após a primeira abordagem aos militares em marcha, o homem conduziu o veículo por mais duas vezes ao encontro da tropa e demonstrou ser “partícipe, na empreitada criminosa levada a efeito pelo réu”.
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24/02/2016 - Brasil e Japão estreitam contatos na área de defesa

 É a primeira vez que um chefe de Estado-Maior japonês visita o Brasil.
O general de Exército Kiyfoumi Iwata, chefe do Estado-Maior da Força Terrestre de Autodefesa do Japão, esteve reunido com o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, almirante Ademir Sobrinho. Essa é a primeira vez que um chefe de Estado-Maior japonês visita o Brasil. A visita ocorreu na sede do Ministério da Defesa, nesta segunda-feira (22), e serviu para aprimorar a relação de cooperação entre os países no setor. 
Brasil e Japão possuem 121 anos de relações diplomáticas e, desde outubro de 2014, quando o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe esteve no Brasil, iniciou-se relação de cooperação no setor de defesa. "Temos interesse em aprofundar essa cooperação, principalmente no que tange os produtos de defesa", resumiu Ademir.
O general Iwata frisou que as Forças Armadas mantêm ações comuns ligadas à defesa e à integridade de seus territórios. "Em visita ao Comando do Exército brasileiro, pudemos conhecer alguns projetos estratégicos brasileiros e perceber como podemos integrar com o Exército japonês", antecipou.
O general disse também que a experiência acumulada pelo Brasil de sediar as Olimpíadas é de interesse de seu país. "Nos Jogos Olímpicos, as Forças Armadas brasileiras terão um papel preponderante e nós temos muito que aprender, porque daqui a quatro anos o Japão irá sediar os Jogos", concluiu Iwata.
Após passagem por Brasília, a comitiva japonesa segue viagem para Manaus e Dourados (MS), onde visitará, respectivamente, o Centro de Instrução de Guerra na Selva e o Sistema de Monitoramento de Fronteiras do Brasil (Sisfron).
Fonte: Ministério da Defesa
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23/02/2016 - Homens com uniforme do Exército e jaleco branco assaltam casa em Joinville

23/02/2016 - Homens com uniforme do Exército e jaleco branco assaltam casa em Joinville

Homens com uniforme do Exército e jaleco branco assaltam casa em Joinville Reprodução/Câmera de Segurança
Foto: Reprodução / Câmera de Segurança
Um grupo de assaltantes tem aproveitado o trabalho de vistoria preventiva em combate ao mosquito Aedes aegypti, realizado pela Vigilância Ambiental, para roubar casas em Joinville. Por volta das 11 horas desta sexta-feira, uma família foi vítima dos ladrões no bairro Bom Retiro, na zona Norte da cidade.

Dois homens vestidos com a farda do Exército Brasileiro e outro com jaleco branco entraram na residência e levaram aparelhos eletrônicos e dinheiro. Um pedreiro trabalhava próximo ao portão da casa quando foi abordado pelo grupo, alegando que realizariam a vistoria. Um dos assaltantes estava armado e agrediu o homem.

A proprietária da residência chegou em meio ao assalto e foi levada para a sala, juntamente com a filha, o genro, a empregada e o pedreiro. Todos tiveram os pulsos amarrados e foram obrigados a permanecer no local até o fim do assalto.

— Foi um susto muito grande para todo mundo — contou a proprietária.

Os homens levaram celulares, dois notebooks, duas câmeras fotográficas, dois tablets, cerca de R$ 800 em dinheiro e fugiram a pé pela rua. A ação foi registrada pelas câmeras de segurança da casa e as imagens foram levadas pela Polícia Militar.



Atenção para receber a vistoriaA Secretaria de Saúde informa que os agentes da Vigilância Ambiental trajam coletes azuis ou marrons, com a inscrição do órgão, além de crachá de identificação. A participação do Exército encerrou na última quinta-feira, quando foram realizadas ações específicas em cemitérios, escolas e pontos estratégicos da cidade.

A Prefeitura reforça o alerta à população para que sempre verifique e identifique o agente e o acompanhe na vistoria do terreno. Quem desconfiar da presença de pessoas suspeitas devem denunciar à Polícia Militar, pelo telefone 190.

Veja como são os verdadeiros uniformes usados pela Vigilância:

(Fotos: Luis Gustavo Fusinato / Prefeitura de Joinville)

 

A NOTÍCIA
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18/02/2016 - Cabo aposentado da Aeronáutica é morto a tiros em Natal

 Crime aconteceu no fim da tarde desta quarta (17) na Zona Norte. Dois homens em uma moto atiraram e fugiram em seguida. Do G1 RN. Crime aconteceu no Bairro Potengi. Um cabo aposentado da Aeronáutica foi morto a tiros no fim da tarde desta quarta-feira (17) na Zona Norte de Natal. O crime aconteceu no bairro Potengi por volta das 17h30. Roberto Almeida, de 48 anos, morreu no local. De acordo com a Polícia Militar, dois homens se aproximaram da vítima que estava dentro do carro na Travessa Luiz Gonzaga, no conjunto Panatis, e atiraram. Os criminosos fugiram em seguida. Roberto Almeida não chegou a ser socorrido e morreu no local. Ainda segundo informações da Polícia Militar, não se sabe a motivação do crime. Roberto trabalhava como vigilante em uma clínica médica no bairro Igapó e estava voltando para casa quando foi morto.
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15/02/2016 - Exército Brasileiro faz troca de bandeiras em Brasília

O Exército Brasileiro realizou a cerimônia da troca da Bandeira Nacional, na Praça dos Três Poderes, em Brasília, neste domingo (14).O evento contou com a presença do comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, que passou em revista à tropa que irá para o Haiti.
Coral do Colégio Militar de Brasília (CMB), o Batalhão da Guarda Presidencial, exposição de equipamentos e sobre combate ao mosquito Aedes aegypt, também foram atrações em Brasília (DF).
Com 100 metros de altura, o mastro com a Bandeira Nacional na Praça dos Três Poderes possui 24 hastes em círculo, simbolizando a convergência dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e as unidades da Federação. A bandeira pesa 90 kg e mede 286 metros quadrados.
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13/02/2016 - Soldado do Exército morre em acidente de moto em Petrópolis, RJ

Batida ocorreu na manhã deste sábado (13) na Rua Coronel Veiga. Marllom Brendon Gonçalves da Silva tinha 20 anos. Do G1 Região Serrana. Um soldado do Exército Brasileiro morreu na manhã deste sábado (13) após se envolver em um acidente de moto em Petrópolis, na Região Serrana do Rio. Marllom Brendom Gonçalves da Silva tinha 20 anos e era lotado no 32º Batalhão de Infantaria Leve Dom Pedro II. Ele será enterrado às 11h30 de domingo (14) no Cemitério Municipal de Petrópolis. De acordo com o Corpo de Bombeiros, Marllom foi encontrado caído no chão na Rua Coronel Veiga em frente à garagem de uma empresa de ônibus. A chamada recebida pela corporação dava conta de uma colisão entre um ônibus e uma moto, mas apenas o rapaz foi encontrado ainda vivo no chão. Marllom foi levado para o Hospital Santa Teresa, onde chegou a ser entubado, mas não resistiu aos ferimentos. De acordo com o Corpo de Bombeiros, ele estava sem capacete na garupa da motocicleta, que não foi encontrada no local do acidente. Segundo os bombeiros, as testemunhas no local disseram que a moto tentou ultrapassar um ônibus, mas não conseguiu e acabou colidindo. O caso foi registrado na 105ª DP e o corpo foi levado para o IML de Corrêas.
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12/02/2016 - STM absolve sargento da Marinha no caso de explosão na Base Naval de Aratu, em Salvador

O Superior Tribunal Militar (STM) manteve a absolvição de um sargento da Marinha, acusado de ter causado uma explosão durante instrução com disjuntores de eletricidade, dentro da Estação de Tratamento Magnético de navios da Base Naval de Aratu, situada em Salvador (BA). Três militares sofreram queimaduras. O sargento foi denunciado por lesão culposa grave. Na decisão, o ministro relator, Joseli Parente Camelo, informou que os superiores do militar não tomaram providências diante da tragédia anunciada. O acidente ocorreu no dia 5 de junho de 2013 e consta nos autos que quatro cabos da Marinha estavam sendo treinados pelo sargento, por volta das 14h, e se reuniram para alimentar os transformadores da embarcação para simulação de pulso de corrente. Após realizarem os procedimentos previstos para ligar um dos disjuntores, sem obter êxito, o sargento usou uma chave de fenda para fazer uma ligação manual, momento em que ocorreu a explosão. Todos eles estavam sem qualquer equipamento de proteção. Um dos cabos teve queimaduras de segundo grau na face, membro superior esquerdo e região cervical anterior, sendo realizado cirurgia de debridamento (remoção do tecido desvitalizado presente na ferida). Ele ficou afastado de suas atividades por mais de trinta dias, com sequelas físicas e psicológicas permanentes e redução laboral, o que caracterizou a lesão como grave. Após a instauração de um Inquérito Policial Militar, o Ministério Público Militar (MPM) decidiu por denunciar o sargento da Marinha. A promotoria conclui que o acusado deixou de empregar a cautela, a atenção e diligências ordinárias a que estava obrigado em face das circunstâncias, e não previu o resultado que podia prever, dando causa à explosão e praticando o crime de lesão corporal culposa, previsto no art. 210, §§ 1º e 2º, do Código Penal Militar. Em julgamento de primeira instância, na Auditoria de Salvador, o sargento foi absolvido. O Ministério Público recorreu da decisão junto ao STM, argumentando que o acusado faltou com o cuidado a ele exigido, mormente por se tratar de eletricista habilitado e certificado. Informou que, ao deixar de empregar a cautela, o acusado provocou curto-circuito que deu causa à explosão e lesões corporais nele e em mais dois militares, por usar indevidamente uma chave de fenda como varinha de demonstração e unir pontos que não deveria unir. Julgamento no STM Ao analisar o recurso de apelação, o ministro Francisco Joseli Parente Camelo negou provimento ao pedido e manteve a absolvição do sargento. Segundo o relator, usar a chave de fendas era um dos procedimentos inscritos no Cartão de Manutenção de quadros elétricos da subestação da base. “Não se exige maiores esforços, nem ser expert em eletricidade, para perceber que a chave de fenda utilizada não era adequada para aquela função, ainda mais num local, conforme citado na própria denúncia, onde o equipamento deve ser operado sempre com as portas frontais fechadas, de tal forma a não expor o operador a riscos de choques elétricos. Nesses casos, o recomendável é utilizar-se de chave de fenda inteiramente recoberta de material isolante, emborrachada, mas esse tipo de ferramenta não era fornecido pela unidade militar. Segundo o ministro, o próprio MPM reconhece que o material utilizado era inapropriado para aquelas situações. No voto o magistrado disse que o único material fornecido pela unidade militar ao sargento foi um par de botas, sem borracha, de couro, inapropriada para a função e todas as normas deixam claro que, sem a utilização de EPI’s (equipamentos de proteção individual) e ferramentas adequadas, o risco seria iminente. O ministro fundamentou que o desencadear do acidente adveio não da imprudência do acusado, mas em razão das condições precárias de trabalho, e não há como deixar de mensurar a exposição ao risco, a que foi submetido o militar, ante a ausência de equipamento de proteção individual e ferramentas adequadas, tudo isso somado ao manuseio de maquinário obsoleto (disjuntores defeituosos), ausência de peças de reposição e de sistema de intertravamento e bloqueio, o que evitaria o choque. “Por outra banda, não se pode culpar o réu por omissão. Tudo que estava ao seu alcance foi feito: levou ao conhecimento dos seus superiores os riscos que vinham enfrentando ele e sua equipe, em decorrência do manuseio de sistemas elétricos obsoletos, defeituosos, desprovidos de equipamentos de proteção individual e uso de ferramentas inadequadas. Diante da indiferença de seus superiores, restou-lhe apenas permanecer exposto a uma tragédia anunciada, pois, do contrário, poderia incorrer em crime de insubordinação.” Os demais ministros do STM, por unanimidade, conheceram e negaram provimento ao apelo interposto pelo Ministério Público Militar, para manter em sua totalidade a sentença do Juízo de origem.
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10/02/2016 - Troca da Bandeira Nacional na Praça dos Três Poderes será no próximo domingo

A substituição, que ocorre uma vez por mês, será feita pelo Exército, bandeira pesa 90 kg e mede 286 metros quadrados.A cerimônia de substituição da Bandeira Nacional ocorre no próximo domingo (14), em Brasília. Uma vez por mês, a bandeira hasteada na Praça dos Três Poderes é substituída, em formato de rodízio executado pela Marinha, Exército e Aeronáutica, além do Governo do Distrito Federal (GDF). Desta vez, a responsabilidade pela organização da troca fica a cargo do Exército, que contará com apresentação do Coral do Colégio Militar de Brasília (CMB). Logo em seguida, haverá uma exposição temática sobre a participação do Exército Brasileiro em Missões de Paz e um salto operacional executado pelos militares da Brigada de Operações Especiais. Com 100 metros de altura, o mastro com a Bandeira Nacional na Praça dos Três Poderes possui 24 hastes em círculo, simbolizando a convergência dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e as unidades da Federação. A bandeira pesa 90 kg e mede 286 metros quadrados. Fonte: Ministério da Defesa
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08/02/2016 - Soldado do Exército é preso após esfaquear duas pessoas em vagão do metrô -DF

Crime ocorreu na Estação Central, na Rodoviária do Plano Piloto. Uma pessoa foi encaminhada ao hospital em estado grave. Um soldado de Exército de 19 anos foi preso na madrugada desta segunda-feira (8/2) após esfaquear duas pessoas, de 18 e 21 anos, dentro de um vagão do metrô na Estação Central, na Rodoviária do Plano Piloto. Segundo testemunhas relataram à PM, o agressor teria discutido com rapazes que haviam participado do bloco dos Raparigueiros, na Asa Norte. Os militares foram acionados para atender a uma ocorrência de briga no local e, após buscas no metrô, localizaram o autor e o canivete utilizado no crime. Uma das vítimas foi encaminhada ao Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) com ferimentos leves e liberada logo em seguida. A outra foi para o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) em estado grave. Até a última atualização desta matéria, ela continuava internada na unidade de saúde. O criminoso foi preso em flagrante, encaminhado à 5ª Delegacia de Polícia (Área Central) e autuado por tentativa de homicídio.metropole.
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08/02/2016 - Soldado do Exército é detido após atropelar três foliões em Caiapônia

Mulher e duas crianças curtiam carnaval de rua, quando foram atingidas. Exame clínico apontou que condutor estava embriagado, diz Polícia Civil. Do G1 GO. Uma mulher e duas crianças foram atropeladas durante o carnaval de rua de Caiapônia, no sudoeste de Goiás, no domingo (7). De acordo com a Polícia Civil, o motorista que atingiu as vítimas é um soldado do Exército, que mora em Jataí, na mesma região. Ele estava embriagado e, por isso, foi preso em flagrante. As vítimas curtiam a folia em um bloco da cidade, quando foram atingidas pelo carro, um VW Gol. Imagens mostram o momento em que a mulher recebeu os primeiros socorros e foi levada de ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) a um hospital da cidade (veja acima). As duas crianças também foram levadas à unidade e, segundo boletim médico, os três passam bem. O motorista, identificado como Franklin Santos de Andrade, foi avaliado por um médico logo após o atropelamento. O teste clínico comprovou a embriaguez e ele foi autuado em flagrante por dirigir bêbado e lesão corporal. Ele foi encaminhado para o Batalhão do Exército de Jataí. A corporação informou que vai apurar as circunstâncias do acidente e, se as irregularidades forem comprovadas, o soldado poderá responder administrativamente.
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08/02/2016 - Paraquedista do Exército morre ao ser baleado durante carnaval em Cascadura

Ferido, jovem chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos O que era para ser uma festa animada de carnaval terminou ganhando contornos violentos no início madrugada deste domingo, em Cascadura, na Zona Norte do Rio. O paraquedista do Exército Magno da Silva, de 21 anos, foi morto ao ser atingido por pelo menos uma bala perdida durante uma saída de bate-bola, que ocorria na esquina das ruas Cupertino com Clarimundo de Melo. De acordo com amigos, houve uma briga no local e pelo menos uma pessoa que não participava do desfile atirou para o alto algumas vezes. Momentos depois, a vítima estava ferida no chão, na região do abdômen. Ele chegou a ser levado para o Hospital municipal Salgado Filho, no Méier, também na Zona Norte, mas não resistiu aos ferimentos. De acordo com a PM, os disparos podem ter sido realizados por milicianos que atuam na região. — Estava todo mundo confraternizando. De repente, rolou uma briga não sei por qual motivo, alguém puxou uma arma e atirou para o alto. Foram uns cinco disparos. Depois teve uma outra confusão e outros três disparos foram ouvidos. Então, vimos nosso amigo (que estava fantasiado) baleado e dizendo “tomei um tiro” — relatou um amigo da vítima, que não se identificou. — É revoltante, um absurdo! Não temos segurança. O cidadão de bem não tem como se defender. No tiroteio, testemunhas contaram que muitas pessoas circulavam pelo local. Houve bastante tumulto e correria. Durante a madrugada deste domingo, amigos e familiares estiverem no hospital, onde a vítima foi socorrida. Eles relataram que chegaram a fazer uma oração, antes de a morte do jovem ter sido confirmada. Magno estava prestes a ser pai — a namorada dele estava grávida de nove meses. O tio do rapaz também estava próximo ao local da ação. — Vi que tinha um bate bola no chão. Quando fui ver era o meu sobrinho. Ele falou “tio, tomei um tiro” — conta ele, que pediu para não ser identificado. Emocionado, o tio contou ainda que o sobrinho era muito querido na vizinhança e que gostava muito do trabalho que exercia no Exército. — Menino nunca brigou com ninguém, todos gostavam dele. Saía de bate bola desde pequeno. Moleque bom, que falava muito bem do trabalho, com orgulho, sempre muito entusiasmado. Todos ficamos muito tristes. CORPO É ENCONTRADO EM CASCADURA No fim da noite deste sábado, o corpo de um homem baleado foi encontrado em um veículo em Cascadura, na Zona Norte da cidade. De acordo com Polícia Militar, o crime aconteceu pouco antes da meia-noite, na esquina das ruas São Pedro e Inharé, próximo ao Morro do Fubá. A vítima não teve a identificação revelada. Uma moradora da região, através do WhatsApp do Globo, relatou que bandidos teriam confundido a vítima com um policial. Ele teria alegado que não era policial e, mesmo assim, criminosos teria efetuado disparos. A informação, no entanto, não foi confirmada pela polícia.  Extra
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07/02/2016 - Jovem cabo da Marinha é morta em tentativa de assalto pouco antes de viagem para o carnaval


Monique tinha 24 anos e trabalhava na loja do cunhado Foto: Reprodução do Facebook
Ana Carolina Torres e Fabiano Rocha
Uma jovem de 23 anos morreu numa tentativa de assalto ocorrida no fim da noite desta quinta-feira na Rua do Amparo, em Cascadura, na Zona Norte do Rio. Segundo testemunhas, a cabo da Marinha Monique Santanna dos Santos Nascimento estava em casa quando dois bandidos armados abordaram um grupo de amigas dela que colocavam as malas no carro - elas viajariam para Cabo Frio, na Região dos Lagos, onde passariam o carnaval. Atraída pelo barulho, a garota saiu de casa e foi até o portão. Ao abri-lo, fez um barulho que chamou a atenção dos criminosos. Foi quando um deles atirou e a acertou no peito.


O pai de Monique sentado em frente ao IML
O pai de Monique sentado em frente ao IML Foto: Fabiano Rocha / Extra
Depois de ferida, a jovem ainda foi levada para o Hospital municipal Salgado Filho, no Méier, também na Zona Norte, mas não resistiu ao ferimento. As amigas da jovem não se machucaram. Os dois bandidos fugiram.
- Ela tinha marcado com as amigas na minha casa. Pararam o carro em frente ao portão. Começaram a tirar algumas malas e arrumá-las. Os dois indivíduos chegaram a pé. Não havia quase ninguém na rua, porque era tarde, umas onze horas. Eles viram as meninas e as abordaram na frente do portão. Pegaram celulares, as chave do carro e as meninas entraram correndo e bateram o portão. Minha filha foi ver o que estava acontecendo e os caras atiraram, fugindo depois - contou o pai da militar, Osanildo Magal.
Segundo ele, Monique era a caçula de três filhos.
- Tiraram metade da minha vida. E eu não culpo os bandidos por isso. Culpo os governantes. Eu sou um pai de família que culpa a presidente Dilma e o governador Pezão pela morte de sua filha. Os bandidos estão aí porque eles estão deixando. São incompetentes, não tomam providências na área de segurança. Minha mágoa maior é com o abandono da nossa segurança. Nós pagamos nossos impostos em dia. Agora eu estou aqui no IML e só Deus sabe que horas vão liberar o corpo para a gente poder enterrar - desabafou Osanildo.


A jovem era cabo da Marinha Foto: Reprodução do Facebook
Além de cabo da Marinha, Monique ajudava na loja de roupas do cunhado e terminava a faculdade de Odontologia. Na manhã desta sexta-feira, o cunhado dela postou uma mensagem de pesar em seu perfil no Facebook: “Desejo informar que a Lizzie não irá funcionar hoje, 05/02, e nem amanhã. Estamos em luto!”.


A jovem levou um tiro no peito
A jovem levou um tiro no peito Foto: Reprodução do Facebook
Um conhecido de Monique contou ao EXTRA que era ela uma garota alegre, que gostava de se divertir com as amigas:
- Ela era uma menina linda, super alto astral. Estava sempre rindo, cheia de vida, dava gosto de ver. Isso que aconteceu foi uma covardia. Lamentável.
As investigações do caso ficarão a cargo da Divisão de Homicídios (DH). A assessoria de imprensa da Polícia Civil informou que, de acordo com o delegado Fábio Cardoso, titular da unidade, "um inquérito foi instaurado para apurar as circunstâncias da morte de Monique Santanna dos Santos Nascimento. Foi realizada pericia no local e testemunhas estão sendo ouvidas. Diligências estão sendo realizadas em busca de informações que ajudem nas investigações".
Monique será enterrada neste sábado, no Cemitério Raiz da Serra, em Piabetá, na Baixada Fluminense, às 10h.
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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06/02/2016 - Cidadão de origem russa é condenado por invadir Centro de Instrução de Guerra na Selva

O Superior Tribunal Militar condenou, nesta quinta-feira (4), por unanimidade, um cidadão de origem russa a um ano de detenção, sob a acusação de invadir o Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), localizado em Manaus, em abril de 2013. O estrangeiro foi preso em flagrante após pular o muro do quartel e cumpriu prisão provisória até junho de 2013. Em seguida, o civil foi denunciado à Justiça Militar da União pela prática do crime de ingresso clandestino em quartel (artigo 302 do Código Penal Militar). No julgamento em primeira instância, o acusado foi absolvido por maioria de votos. O Conselho Permanente de Justiça acatou o argumento da defesa de que o russo não tinha conhecimento de que estava entrando em área militar. Em interrogatório, o réu justificou que pensava ser o local um zoológico, razão pela qual não imaginava que estava cometendo um ato ilícito. Por não concordar com a decisão, o Ministério Público Militar entrou com uma apelação no STM pedindo a condenação do réu, recurso que foi julgado nesta quinta-feira. Segundo o MPM “restou suficientemente comprovado que o civil (...) penetrou no Centro de Instrução de Guerra na Selva – estabelecimento militar -, por onde era defeso e não havia passagem regular”. A defesa do estrangeiro alegou novamente que o réu não tinha plena consciência da ilicitude do fato e que não houve prova de lesão ao patrimônio militar. O russo declarou em interrogatório que não havia nenhuma indicação em Português, Inglês ou Espanhol de que se tratava de área militar. O relator do caso no STM, ministro Cleonilson Nicácio Silva, afirmou que, ainda que o acusado não tivesse condições de identificar a proibição, “o muro escalado era protegido por arame farpado, não sendo razoável imaginar que qualquer pessoa, nacional ou estrangeira, desconhecesse que estaria invadindo local proibido”. Sobre a alegação de que não há prova de “lesão ao bem jurídico tutelado”, ou seja, o quartel, o relator declarou: “O argumento defensivo não encontra guarida no entendimento doutrinário segundo qual em nosso direito, o ingresso clandestino é um fim em si, não exigindo motivação, nem resultado.” “Nesses termos”, continuou ministro Nicácio, “é desnecessária a prova de lesão ao bem jurídico tutelado pelo art. 302 do CPM, uma vez que se trata de delito de mera conduta, em que o simples ato de penetrar em área sujeita à administração militar é suficiente para configurar a prática delituosa”. Por ser primário e ter bons antecedentes, foi concedido ao réu o direito de recorrer em liberdade. Além disso, o Plenário determinou que fosse descontada da pena de um ano detenção o tempo que o estrangeiro cumpriu prisão provisória.
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05/02/2016 - Tribunal nega perdão judicial a ex-aluno sargento que disparou tiro acidental contra colega de farda

O Superior Tribunal Militar (STM) manteve a condenação de um ex-aluno do curso de formação de sargento do Exército, por lesão culposa, após ter disparado um tiro de pistola contra o colega de farda. O crime ocorreu dentro de um alojamento do 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve, sediado em Juiz de Fora (MG). O ex-militar foi condenado a seis meses de detenção. imagem ilustrativa/EB .
Conta a denúncia do Ministério Público Militar (MPM) que o acusado, no dia 02 de agosto de 2014, por volta das 19h50, estava no alojamento da unidade, na companhia de outros dois alunos. Um deles estava de serviço de segurança e era o auxiliar do Sargento de Dia da Subunidade Escolar e portava uma pistola 9mm, que foi deixada por ele em cima da cama, com o carregador ao lado.
O denunciado, que estava na parte superior do beliche, pediu ao colega que lhe emprestasse a arma, sendo atendido. Em seguida, de posse da pistola, que não estava carregada, executou golpes de segurança. Ao ouvir o barulho dos golpes, outro militar de serviço, o plantão da hora, buscou a origem dos ruídos, e quando viu o denunciado manuseando a pistola, imediatamente, advertiu o colega quanto aos riscos de seu comportamento. Diante disso, o auxiliar do Sargento de Dia retomou a posse da arma e, preparando-se para a ceia, recarregou a arma e colocou o fiel.
Nesse momento, no entanto, o denunciado, enquanto o companheiro ajeitava o cinto, desceu do beliche e, sem autorização, pegou a pistola, que acreditava estar ainda sem o carregador, puxou o ferrolho e o soltou com o dedo no gatilho, provocando um disparo acidental, que atingiu um dos militares. O tiro acertou o tórax da vítima e causou lesão gravíssima, em vários órgãos, dentre eles um dos rins, que foi retirado após cirurgia.
O então aluno do CFS foi denunciado a Justiça Militar e condenado pelos juízes da Auditoria de Juiz de Fora (MG), no regime inicialmente aberto, em caso de perda da condição de militar, tendo sido concedido o “sursis” pelo prazo de dois anos e o direito de recorrer em liberdade. A defesa dele apelou ao Superior Tribunal Militar, requerendo, não a absolvição do réu, mas a possibilidade do reconhecimento do instituto do perdão judicial e, não sendo possível, a redução da pena fixada na sentença.
Voto
Ao analisar o recurso de apelação, o ministro Artur Vidigal de Oliveira negou provimento. O magistrado disse que o fato de o Código Penal Militar não trazer a previsão existente na lei penal comum (de perdão judicial), não autoriza a aplicação automática do princípio da analogia, já que se deve sempre ter como parâmetro a índole especial do processo penal militar, nos exatos termos do art. 3º, inciso I, do Código de Processo Penal Militar. Para o ministro, se assim não fosse, seria desnecessária a separação dos regramentos penais comum e militar, pois o primeiro seria utilizado irrestritamente em ambos os procedimentos.
“No processo penal militar, os bens jurídicos tutelados são diferentes daqueles resguardados pela legislação penal comum, já que, além da proteção à vida, à integridade física, ao patrimônio, acautela-se, sobretudo, os bens mais caros à manutenção e ao fortalecimento das instituições militares: a hierarquia e disciplina, pilares previstos na Constituição Federal. Portanto, a ausência de previsão da causa extintiva de punibilidade do perdão judicial tem razão de ser, qual seja, a repercussão negativa que a prática delitiva militar traz ao seio da tropa, o que atenta direta e imediatamente contra os referidos postulados magnos que regem as relações no âmbito da caserna”.
O ministro informou que, no caso, a prática da conduta descrita como lesão corporal, em que pese ser culposa, infringe a ordem e a disciplina militares, ainda mais nas circunstâncias em que se apresentaram os fatos. Nesse contexto, disse, é impossível a utilização da analogia para que fosse reconhecido o perdão judicial. Para o relator, o apelante manuseou o armamento desatentamente, em local impróprio, mesmo após ser advertido, por diversas vezes, para que não prosseguisse com sua atitude imprudente, inclusive por militar de serviço.
“Nesse contexto fático, devidamente comprovado nos autos, inarredável a conclusão de que o grau de culpa foi elevado, o que, por si só, já conduziria a pena-base para patamar acima do mínimo legal. Diante disso, considero irretocável a Decisão quanto à fixação da pena base-acima do mínimo legal. Entendo acertada a valoração negativa das circunstâncias judiciais previstas no artigo 69 do CPM, principalmente pela gravidade do dano causado ao Ofendido e o grau da culpa, considerando a dinâmica em que se deram os fatos ”.
O ministro manteve inalterada a sentença de primeira instância, que condenou o ex-aluno do Exército por lesão culposa. Os demais ministros do STM, por unanimidade, acataram o voto do ministro-relator.
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04/02/2016 - Brasil recebe da Rússia sistemas portáteis de defesa antiaérea Igla-S

O Brasil recebeu no dia 27 de janeiro deste ano um novo lote de sistemas portáteis russos de mísseis antiaéreos Igla-S, de curto alcance, também conhecidos pela sigla MANPADs (Man Portable Air Defense System). A notícia foi prestada pelo portal de defesa infodefensa.com. O material foi recebido no Rio de Janeiro pela Divisão de Importação e Exportação de Material do Exército Brasileiro (DIEMEx), através de contratos previamente assinados com a Rússia. Os armamentos deverão ser entregues para unidades de artilharia antiaérea que empregam esse tipo de armamento em todo o Brasil. Pantsir S © Sputnik/ Sergei Mamontov Brasil na reta final da aquisição de sistema russo de defesa antiaérea Segundo o artigo, os sistemas russos Igla-S, de baixa altura, vêm demonstrando bons resultados tanto em espaços urbanos, quanto em terrenos desabitados, como na selva amazônica, principalmente quando usados em conjuntos com radares SABER M-60 da BRADAR, integrados com Artilharia Antiaérea (COAAe). As conversas entre Brasil e Rússia sobre aquisição dos sistemas de defesa antiaérea ganharam força com a visita da Presidenta Dilma Rousseff a Moscou, em dezembro de 2012, e quando, logo após, em janeiro de 2013, uma delegação brasileira chefiada pelo comandante do Estado-Maior das Forças Armadas, General José Carlos de Nardi, esteve em Moscou e conversou com autoridades militares russas e com os fabricantes desses equipamentos. Premiê da Rússia Dmitry Medvedev com vice-presidente do Brasil Michel Temer em Moscou, em 16 de setembro © Sputnik/ Ekaterina Shtukina Vice-presidente Temer à Sputnik: relação Brasil-Rússia é ‘cada vez mais próspera’ A decisão da compra desses equipamentos da Rússia foi tomada em meados de 2015. Previamente, em fevereiro de 2013, havia sido assinada a Declaração de Intenções entre o Ministério da Defesa da República Federativa do Brasil e o Serviço de Cooperação Técnico-Militar da Federação Russa, relativa à cooperação em Defesa Antiaérea, ressaltando o compromisso de transferência tecnológica “sem restrições”. sputniknews.
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03/02/2016 - STM rejeita tese de legítima defesa apresentada por tenente do Exército que agrediu um aspirante a oficial

O Superior Tribunal Militar (STM) manteve a condenação de um tenente do Exército, nesta terça-feira (2), acusado dos crimes de violência contra inferior e lesão corporal leve. O caso de agressão ocorreu dentro da 15ª Companhia de Engenharia de Combate, sediada em Palmas (PR). O oficial foi condenado a seis meses de prisão, substituída por tratamento médico-ambulatorial, pelo período de um ano. 
Segundo a denúncia do Ministério Público Militar (MPM), na manhã do dia 30 de abril de 2013, o chefe da seção de operações daquela unidade militar determinou que o aspirante a oficial buscasse o pessoal que iria compor a pista de instrução de progressão diurna, que seria inspecionada pelo comandante da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada. Por volta das 8h, o militar ofendido e o motorista, a bordo de uma viatura Marruá, passaram pela área das garagens da Companhia, tendo sido avistados pelo 2º Tenente L.E.P.L.J.P, que determinou que parassem. 
O tenente acusado mandou que a viatura fosse buscar o material do rancho que estava na região das garagens do quartel, tendo o aspirante informado que naquele momento estava cumprindo ordem do chefe de operações e não atenderia à solicitação.
O acusado não teria aceitado a justificativa apresentada pelo aspirante e iniciaram uma discussão, na qual o motor era ligado e desligado pelos militares. Em dado momento, o tenente saiu da viatura, jogou spray de pimenta no rosto e nas costas do aspirante e ainda desferiu um soco no rosto e um chute nas pernas do ofendido. No mesmo dia, o tenente foi preso em flagrante e dois dias depois lhe foi concedida a liberdade provisória. 
Diante dos fatos, a promotoria denunciou o oficial do Exército pela agressão física praticada. “Assim agindo, o denunciado violou o comando normativo inscrito no artigo 175 e seu parágrafo único, ambos do Código Penal Militar, consistente no crime de violência contra inferior, uma vez que dolosamente exerceu a força física contra seu inferior”, argumentou o representante do MPM.
Inconformada com a sentença do Juízo da Auditoria de Curitiba, a defesa recorreu ao Superior Tribunal Militar, alegando que o apelante não cometeu os crimes a ele imputados, tendo em vista que teria agido amparado pela legítima defesa putativa. Informou que as atitudes da vítima, aparentemente alterada psicologicamente e portando arma de fogo, justificaria o erro da situação de fato pelo acusado. Sustentou também a defesa que o aspirante esboçou gesto ofensivo, os quais permitiram o réu supor, razoavelmente, uma agressão injusta e iminente por parte do mesmo. 
Os advogados suscitaram ainda que as agressões não foram para impor ao subordinado a autoridade militar, pois, como acreditava estar agindo amparado pela causa de excludente de ilicitude, independentemente da hierarquia do ofendido, tais agressões ocorreriam da mesma forma.
Ao apreciar o recurso de apelação, o relator, ministro Lúcio Mário de Barros Goes, negou provimento ao pedido. De acordo com o magistrado, após a análise das provas, o fato se caracterizou como típico, ilícito e culpável, sendo que a autoria e a materialidade delitivas restaram comprovadas. O relator disse que as testemunhas que presenciaram os fatos, dentre elas o motorista da viatura, quando ouvidas em Juízo, foram claras em afirmar que o apelante jogou o spray de pimenta no ofendido, bem como o agrediu fisicamente.
Quanto aos argumentos defensivos, disse o ministro, “não se pode acatar a tese alegada pelo acusado de legítima defesa putativa, tendo em vista que não ficou comprovado nos autos que o ofendido tivesse tomado qualquer atitude que justificasse o entendimento do Réu de que estaria na iminência de sofrer uma injusta agressão. Dessa forma, o apelante, de acordo com os depoimentos supracitados, já saiu da viatura com a intenção de agredir a vítima, não cabendo a alegação de que imaginava estar sendo agredido pelo ofendido. Assim, não obstante a pretensão da Defesa, o Apelante não agiu em legítima defesa putativa (art. 42, inciso II, c/c o art. 36, ambos do CPM), tendo em vista que não há nos autos nada que configure essa situação”, votou.
Por unanimidade, os demais ministros do STM acataram o voto do relator e mantiveram íntegra a sentença da primeira instância.
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02/02/2016 - Militar do Exército é torturado e morto por traficantes no Rio

Militar do Exército é torturado e morto por traficantes na Zona Norte Jorge Fernando Souza foi assassinado no interior do Complexo do Chapadão na noite do último domingo. Um ex-soldado também morreu e outra vítima conseguiu sobreviver Adriano Araújo e Paulo Henrique Gomes Rio - Um agente do Degase e um cabo do Exército e um ex-militar foram sequestrados e torturados por traficantes do Complexo do Chapadão, em Costa Barros, na Zona Norte. Segundo informações, o caso aconteceu na noite do último domingo e o agente conseguiu sobreviver, mas o militar, identificado como Jorge Fernando Souza, de 30 anos, e o outro, que não teve o nome revelado foram assassinados. Elias Souza, pai de Jorge Fernando, diz que eles trabalhavam como taxistas em um ponto no Village Pavuna, na Zona Norte, e foram pegos por se recusarem a transportar traficantes em fuga. "Durante uma operação policial no domingo à noite, os bandidos deram uma ordem para que os taxistas os retirassem da comunidade. Não foi a primeira vez que isso aconteceu. O meu filho e outros recusaram a ordem e eles levaram os motoristas a um determinado local do Chapadão. Balearam três. Um sobreviveu e outros dois morreram", diz. Inicialmente, o registro foi feito na 31ª DP (Ricardo de Albuquerque) e transferido para a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), já que o corpo de Jorge Fernando ainda não foi localizado. No entanto, agora o caso está sendo tratado na Divisão de Homicídios da Barra da Tijuca. "Apesar de ainda não termos o corpo dele, o delegado já considera como um homicídio por causa de todas as evidências", afirma Elias Souza. Cabo do Exército, Jorge Fernando Souza, de 30 anos, foi assassinado após ser torturado por traficantes da Favela Gogó da Ema Foto: Reprodução Facebook A família de Jorge Fernando afirma que o corpo dele ainda está dentro de um veículo que se encontra no interior do conjunto de favelas. "As pessoas que viram disseram que o corpo do meu filho está dentro da mala do carro. Foi passada essa informação para a delegacia, mas a polícia ainda não foi lá. Eles (bandidos) afirmaram que se a polícia e a imprensa fossem envolvidas, sumiriam com o corpo. Falaram também que ao longo da noite de segunda-feira iriam liberar o meu filho, mas como até às 9 da manhã ninguém nos passou nada, resolvemos falar", desabafa. O pai lembra que além de ser lotado no 25º Batalhão Logístico Escola, em Magalhães Bastos, Jorge Fernando era estudante de administração e praticava esportes. Elias Souza disse que pediu auxílio ao Exército, mas que não recebeu nenhum tipo de ajuda. "A minha esposa, mãe dele, foi no quartel onde meu filho serve. A informação foi passada para eles e não tivemos suporte algum do Comando Militar", finaliza. Procurados, o Comando Militar do Leste e o Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) ainda não se pronunciaram sobre o caso. Já a PM afirmou ter feito operações constantes na região, mas garante não ter recebido informações sobre nenhum corpo encontrado na comunidade. Amigos lamentam pelas redes sociais Pelas redes sociais, amigos lamentaram a morte brutal do militar: "Apagaram seu sorriso mano, amigo de infância e depois de alguns anos amigos de trabalho, irmãos de farda. Descanse em paz meu parceiro, a ficha ta custando a cair". "Até quando mais irmãos vão ir embora desse jeito ? Que raiva pelo que fizeram com ele, era novo e um grande parceiro e teve um fim assim. Irá deixar saudades, Jorge Fernando Souza. Adeus, amigo e que Deus possa te encaminhar para o paraíso".odia.
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02/02/2016 - Sargento capota ao passar em desnível

Um Chevrolet Celta capotou em função de um desnível no asfalto da MS-289, entre Coronel Sapucaia e Amambai, a 360 quilômetros de Campo Grande. No carro, estavam um casal e duas filhas menores, no momento do acidente, ontem (30).

O condutor do veículo, o sargento do Exército Brasileiro, Disley dos Santos Nascimento, 24 anos, contou que perdeu o controle do carro ao passar sobre o desnível, segundo o jornal A Gazeta News. Apesar do impacto, nenhum ocupante do Corsa ficou ferido.
O acidente ocorreu em trecho danificado por erosão, no início do mês. Após obras, o tráfego no local foi restabelecido de forma emergencial, mas com o fluxo de veículos, o aterro acabou cedendo e gerou o desnível.
Há ainda outro trecho com risco de rompimento do aterro na MS-289. Uma erosão ameaça alcançar a pista. O diretor regional da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) em Amambai, Stefano de Briga, disse ao jornal local que vai designar uma equipe para vistoriar e recuperar o local com a implantação de capa asfáltica para corrigir o desnível na pista. campograndenews.
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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Papo Verde Oliva

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