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31/03/2015 - SALVE O 31 de março

31 DE MARÇO COMEMORADO NO MINISTÉRIO DA DEFESA.
Assista ao vídeo de 1’46’’ de nossa comemoração, no Ministério da Defesa, do “31/Março/64”.
Crescimento econômico, pleno emprego, família, educação, direitos humanos, etc, foram a marca dos governos militares. Nenhum general, coronel, capitão ou sargento enriqueceu.
Hoje abundam corrupção, mentira, desrespeito, divisão de classes, violência, impunidade, populismo, etc.
Como se não bastasse a roubalheira ultrapassar a casa dos bilhões, os vencidos do passado hoje tramam também roubar nossa liberdade.
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31/03/2015 - Força de Pacificação inicia desocupação do Complexo da Maré

Brasília, 31/03/2015 – Após quase um ano do início da Operação São Francisco, de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para a Pacificação do Complexo da Maré, os militares das Forças Armadas iniciam a desocupação da área de 7 km² às margens da Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro. O processo de retirada dos homens da Marinha e do Exército começa nesta quarta-feira (1º/04) e será concluído em 30 de junho, quando as organizações de segurança pública fluminenses reassumirão a responsabilidade integral pela localidade, onde vivem aproximadamente 140 mil pessoas. 
Desde abril de 2014 na Maré, Forças de Pacificação iniciam a desocupação pela Praia de Ramos e comunidade de Roquete PintoFoto: Felipe Barra
Desde abril de 2014 na Maré, Forças de Pacificação iniciam a desocupação pela Praia de Ramos e comunidade de Roquete Pinto
As comunidades de Roquete Pinto e Praia de Ramos serão as primeiras a serem entregues ao governo do Rio (veja arte abaixo). De acordo com o Chefe de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa, almirante Ademir Sobrinho, o atual efetivo de 3,3 mil militares empregado na Operação será reduzido em um quarto até o final de abril.
Já a partir de 1º de maio, as comunidades de Parque União, Parque Rubens Vaz, Nova Holanda e Parque Maré serão desocupadas pela Força de Pacificação. As demais localidades serão devolvidas ao controle das organizações de segurança pública do Estado do Rio até o dia 30 de junho, data oficial de encerramento da Operação São Francisco.
O documento formalizando o cronograma de conclusão da GLO foi enviado pelo governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando “Pezão” de Souza, à Presidência da República no último dia 25 de março. O ofício do Palácio do Planalto chegou ao Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) na última segunda-feira (30).
Balanço
Até o último dia 29 de março, a Operação São Francisco contabilizava mais de 65 mil ações realizadas. Os 16,7 mil militares que atuaram na GLO efetuaram 467 prisões por crime comum e outras 116 por crime militar. Também foram recolhidos 228 menores.
Entre as apreensões, foram 521 de drogas, 54 de armas, 119 de munições (3692 cartuchos), 56 veículos e 87 motocicletas. Além disso, foi notável o apoio da população da Maré aos militares: foram mais de 2,2 mil denúncias feitas pelo Disque Pacificação.
O almirante Ademir Sobrinho avalia que a Força de Pacificação desempenhou sua missão com bravura e correção, sempre respeitando os direitos da população local e criando condições para a retomada da área pelas organizações de segurança pública do Rio de Janeiro.
Entretanto, o almirante acredita que o trabalho na Maré tem sido mais complexo e árduo do que outras operações de GLO comandadas pelo Ministério da Defesa, como a ocupação do Morro do Alemão, também no Rio de Janeiro, em 2010. Para Ademir Sobrinho, a topografia plana, a grande concentração populacional e a escassa presença de representantes do Judiciário estadual – para a expedição, por exemplo, de mandados de busca e apreensão - dificultaram o andamento das ações.
Garantia da Lei e da Ordem
A área na qual as forças militares estão empregadas pela Operação São Francisco está restrita ao Complexo da Maré, na região metropolitana do Rio de Janeiro – mais especificamente: Praia de Ramos, Parque Roquete Pinto, Parque União, Parque Rubens Vaz, Nova Holanda, Parque Maré, Conjunto Nova Maré, Baixa do Sapateiro, Morro do Timbau, Bento Ribeiro Dantas, Vila dos Pinheiros, Conjunto Pinheiros, Conjunto Novo Pinheiro – Salsa & Merengue, Vila do João e Conjunto Esperança.
 A GLO assegura aos militares das Forças Armadas o poder de efetuar prisões em flagrante, patrulhamentos e vistorias. Seu emprego se dá por meio das seguintes legislações: Lei Complementar nº 97/1999Decreto nº 3.897/2001 e artigo 142 da Constituição Federal.
Assessoria de Comunicação
Ministério da Defesa
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31/03/2015 - C-105A sofre incidente na Amazônia


Por volta das 9h da manhã do último domingo, dia 29, um C-105A Amazonas (FAB 2804) sofreu um incidente na pista de pouso de Surucucu, em Roraima. O conjunto direito do trem de pouso principal da aeronave aparentemente cedeu, voltando ao compartimento em que fica acomodado quando recolhido. A aeronave sofreu a pane no momento da aterrissagem.

A aeronave pertence ao 1º/15º GAv, Esquadrão Onça, e havia decolado de Boa Vista em uma operação de apoio ao Exército Brasileiro na remota localidade de Surucucu, região na fronteira com a Venezuela e que se localiza a cerca de 330km a Oeste da capital de Roraima.

Entramos em contato com a Força Aérea Brasileira, e fomos informados de que uma investigação será feita para apurar o motivo do incidente. Não houve feridos. Leonardo Jones Müller, defesa

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31/03/2015 - Câmara aprova projeto que dobra a pena para estelionato contra idoso

31/03/2015 - Câmara aprova projeto que dobra a pena para estelionato contra idoso

Discussão da PL 7924/2014 - que

Pena poderá chegar a dez anos de prisão.
Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Plenário aprovou proposta que busca coibir golpes cometidos contra idosos.
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (30) o Projeto de Lei 6920/10, do deputado Márcio Marinho (PRB-BA), que dobra a pena de reclusão para estelionato, atualmente de um a cinco anos, se o crime for cometido contra pessoa com idade igual ou superior a 60 anos.
O projeto será analisado ainda pelo Senado.
O texto aprovado é um substitutivo do deputado Danilo Forte (PMDB-CE), apresentado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Combate a golpes
Segundo o autor do projeto, cresce o número de golpes cometidos contra idosos com o intuito de retirar dinheiro deles. Ele cita exemplo de uma quadrilha que induzia os idosos a crer que tinham dinheiro para receber do Fundo 157, um fundo de ações que foi criado pelo governo militar no final dos anos 1960.
“O golpe rendia entre R$ 7 mil e R$ 15 mil para a quadrilha. A mudança da pena desestimula esse tipo de crime em que os criminosos se valem da vulnerabilidade da vítima para dela tirar proveito”, afirmou Márcio Marinho.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Eduardo PiovesanEdição – Pierre Triboli
'Agência Câmara Notícias'
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31/03/2015 - Militares do Exército treinam em GO para atuar no Complexo da Maré, RJ

31/03/2015 - Militares do Exército treinam em GO para atuar no Complexo da Maré, RJ

Parte do treinamento é realizado nas ruas de Jataí, no sudoeste de Goiás.Militares vão integrar Força de Pacificação que atua no conjunto de favelas.  
Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera
Militares do Exército Brasileiro realizam treinamentos em Jataí, no sudoeste de Goiás, antes de integrarem a operação de pacificação do Complexo de Favelas da Maré, no Rio de Janeiro. Parte dos exercícios é realizada nas ruas do município goiano, o que atrai a curiosidade dos moradores.
O Complexo da Maré é formado por 16 comunidades, onde moram cerca de 130 mil pessoas. A Força de Pacificação está no local desde o dia 5 de abril do ano passado, quando 2,7 mil militares ocuparam o conjunto de favelas.
Ao todo, cerca de 500 militares das unidades de Palmas, Jataí e Brasília realizam a preparação em Goiás. Fortemente armados, eles simulam, por exemplo, abordagens a veículos e a homens que fingem ser traficantes.“São [atividades] voltadas especificamente para a rotina, com todos aqueles incidentes ou todas aquelas situações que serão vividas lá”, explica o tenente Everton Daniel Duarte.

“O complexo da Maré é uma área bastante edificada, bastante complexa, com contato com a população. Então nossa tropa também tem que ter condições de estar atuando em meio à população”, acrescenta o comandante do Exército Marcelo Luiz Zeni.
Além dos exercícios na cidade, os militares fazem treinamento de tiro com armamento de grosso calibre que chega a alvo com até 50 metros de distância.
Militares do Exército treinam em Goiás para atuar no Complexo da Maré (Foto: Reprodução/TV Anhanguera) Os militares que fazem treinamento em Goiás devem seguir viagem ao Rio de Janeiro a partir da próxima semana. Apesar do envio das tropas ao Complexo da Maré, o Governo Federal determinou que o Exército deixe as comunidades até junho, quando uma Unidade de Polícia Pacificadora será instalada. “Até 30 de junho entra a PM e sai todo o exército de lá”, afirmou o governador do estado do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão (PMDB).
Militares do Exército treinam em Goiás para atuar no Complexo da Maré (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
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31/03/2015 - Pesquisa aponta as Forças Armadas no topo do nível de confiança no País

Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) identifica as Forças Armadas como instituição de maior credibilidade do País. Segundo a análise, as Forças Armadas possuem o maior índice de confiança entre as instituições públicas ou privadas do Brasil, com 68% de credibilidade.
 
Fonte: Relatório da FGV ICJBrasil - 2º e 3º trimestres / 2014, disponível em
http://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/handle/10438/6618
 
Na apreciação, retratar a confiança significa identificar se o cidadão acredita que a instituição cumpre a sua função com qualidade e se faz isso de forma a que os benefícios de sua atuação sejam maiores do que o seu custo. Para elaborar o Índice de Confiança na Justiça, a FGV entrevistou 3.300 pessoas entre os meses de abril e dezembro de 2014, em 7 estados e no Distrito Federal.
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31/03/2015 - Brasil se consolida como referência internacional em Defesa Biológica, Química, Radiológica e Nuclear

31/03/2015 - Brasil se consolida como referência internacional em Defesa Biológica, Química, Radiológica e Nuclear

Brasília, 31/03/2015 – Foi encerrada no Rio de Janeiro, na última sexta-feira (27), a sexta edição do Curso Básico de Assistência e Proteção em Resposta a Emergências Químicas para Estados Partes da América Latina e Caribe. A capacitação reuniu 42 participantes de 17 países e confirmou a posição do Brasil como liderança em operações de Defesa Biológica, Química, Radiológica e Nuclear (DBQRN) junto às nações do GRULAC – Grupo Latino-Americano e Caribenho das Nações Unidas. 

42 representantes de 17 países participaram do Curso Básico de Assistência e Proteção em Resposta a Emergências Químicas
Foto: Felipe Barra
42 representantes de 17 países participaram do Curso Básico de Assistência e Proteção em Resposta a Emergências Químicas
Segundo o general Aderico Visconte Pardi Mattioli, chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia Industrial (DECTI) do Ministério da Defesa, o Brasil tem sido um “signatário ativo” da convenção que deu origem à Organização para Proibição das Armas Químicas (OPAQ) em 1997 e, por isso, tem dividido sua expertise no tema com nações amigas do continente.
“Temos tido uma competência muito forte nesse setor e essa atitude tem reconhecimento internacional. Especialmente depois de termos a experiência dos grande eventos sem traumas”, avaliou o general, em alusão à sequência de acontecimentos internacionais sediados pelo Brasil como os Jogos Mundiais Militares (2011), a Conferência da ONU Rio+20 (2012), a Jornada Mundial da Juventude (2013) e a Copa do Mundo Fifa de 2014.

General Mattioli: reconhecimento internacional aumentou depois do Brasil passar pelos grandes eventos "sem traumas"Foto: Felipe Barra
General Mattioli: reconhecimento internacional aumentou depois do Brasil passar pelos grandes eventos "sem traumas"
Mattioli acredita que o conhecimento acumulado pelas Forças Armadas em DBQRN tem aplicação que vai além de situações típicas de Defesa, como o terrorismo. “Nossos protocolos operacionais na área transbordam para a segurança pública e a defesa civil, setores em que eventos podem colocar em risco vidas humanas são até mais comuns”, explicou.

OPAQ
O Ministério da Defesa é um dos membros que compõem a Autoridade Nacional para Implementação da Convenção para Proibição de Armas Químicas. O Brasil é um dos 190 signatários do documento que deu origem à OPAQ, cuja sede funciona em Haia, Holanda.
Segundo o secretário-executivo da Autoridade Nacional, Sérgio Frazão, o Brasil é um dos poucos países que tem implementado integralmente a Convenção, devido ao grande conhecimento operacional tanto das Forças Armadas como do parque industrial químico brasileiro – um dos maiores do mundo. Por isso coopera com países da América Latina como da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). “Temos consolidado cada vez mais o nosso protagonismo”, disse.
Para Frazão, que também é coordenador-geral de Bens Sensíveis do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, um dos desafios no setor de defesa química no Brasil é integrar os protocolos de procedimentos das Forças Armadas, da indústria e dos organismos estaduais, como o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil.

Foto: Felipe Barra
Desafio do Brasil é integrar os protocolos das Forças Armadas, da indústria, do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil
Desafio do Brasil é integrar os protocolos das Forças Armadas, da indústria, do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil
Nesse sentido, está em estudos no Ministério da Defesa a criação do Centro de Assistência e Proteção em Resposta a Emergências Químicas da América Latina e Caribe, uma organização de excelência que fomentará o intercâmbio de experiências e informações, além de padronizar protocolos. “Essas atividades já são desenvolvidas em todo o país. Com o centro, teremos uma atualização e uma disseminação mais rápida do conhecimento”, explicou o general Mattioli.
Argentina
Dos 42 membros da capacitação, 26 também participarão do nível avançado do curso, que acontecerá no próximo mês de abril na Argentina. Participaram da qualificação integrantes das Forças Armadas, policiais, bombeiros e civis do Brasil, Antígua e Barbuda, Argentina, Barbados, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, Guatemala, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Panamá, Paraguai, Peru e Santa Lúcia.
Assessoria de Comunicação
Ministério da Defesa
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31/03/2015 - Militares trocam experiências e apontam desafios enfrentados em missões de paz

Salvador (BA), 31/03/2015 – Atuais e antigos integrantes de missões de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) apresentaram suas experiências, dificuldades e visões de futuro acerca dessas ações. Os debates aconteceram durante o Painel Independente de Alto Nível sobre Operações de Paz da ONU, que ocorre em Salvador (BA). Na ocasião, o comandante da Missão de Estabilização das Nações Unidas na República Democrática do Congo (Monusco), general Alberto dos Santos Cruz, enfatizou que a preocupação vigente é com a proteção dos civis em situações de conflito.
“Hoje o maior desafio com as missões de paz é com a eficácia. Não sei se têm que ser mais robustas ou não. Elas têm que funcionar”, sentenciou. Santos Cruz está, há dois anos, à frente da maior operação já desencadeada pela ONU. Ele chefia cerca de 20 mil militares de 18 países. “A proteção aos civis traz um componente de ação. E às vezes é preciso usar a força para atingir a segurança deles.”

Comandante da Monusco, general Santos Cruz chefia cerca de 20 mil militares de 18 paísesFoto: Jorge Cardoso
Comandante da Monusco, general Santos Cruz chefia cerca de 20 mil militares de 18 países
O general citou, também, que flexibilidade, iniciativa, ação, vontade e determinação, além de não ter medo de correr riscos, são imprescindíveis para quem atua em “sistemas complexos” como as operações de paz.
Ideias e sugestões sobre o tema, surgidas no painel, serão encaminhadas ao organismo internacional para subsidiar a atualização do manual para missões, usado por todos os países que possuem profissionais atuando em atividades de manutenção da paz. O evento acontece até esta terça-feira (31) e conta com representantes da América Latina e Caribe.
Relacionamento
De acordo com o general, é fundamental em uma missão manter interação política com o país hospedeiro. “Só tem sucesso quando se tem boa interação com o governo local e administração orçamentária competente e com visão operacional.” Ainda segundo Santos Cruz, “a operação não pode nunca parecer que está representando apenas agenda de um lado”.
Entender aspectos culturais do Estado em que se trabalha foi outro aspecto abordado durante o painel. O capitão-de-mar-e-guerra Renato Rangel Ferreira comandou, em 2009, grupamento de 230 fuzileiros navais na Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah). “Se a tropa não aprender sobre a cultura do país que ela vai operar, não vai, com certeza, prosperar”, completou.
Rangel participou da Minustah como integrante do 10° contingente, ainda antes do terremoto que assolou a nação caribenha. Ele afirmou que em sua gestão procurou enfatizar os assuntos civis para a missão, o que, depois, mostrou-se fundamental para o auxílio à população. “Com o terremoto, essa necessidade multiplicou-se”, lembrou o comandante que ficou seis meses no Haiti.
Treinamento
O diretor do escritório das Nações Unidas para Operações de Paz da ONU, general Luis Paul Cruz, defendeu a iniciativa de reformulação do manual do organismo internacional. De acordo com ele, as missões “requerem cada vez mais informações doutrinárias e são fruto do trabalho de milhares”.
Já o comandante do Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), coronel José Ricardo Vendramin Nunes, destacou a importância de ser feito adestramento com a tropa, antes de entrar em ação. “O treinamento é mais importante do que o combate convencional. É fundamental que se tenha avaliação disso.” Para ele, o painel é a oportunidade para ser traçado novo acordo que inclua treinamento e avaliação.
O CCOPAB é referência internacional na preparação de militares e civis para missões humanitárias e de segurança em regiões de conflito. Em 2014, o centro capacitou 3.059 pessoas. A organização fica localizada no Rio de Janeiro.

Por Marina RochaAssessoria de ComunicaçãoMinistério da Defesa
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31/03/2015 - Projeto AMAN II.

Neste 30 e 31 de março, realiza-se no Departamento de Engenharia e Construção a 1ª Reunião de Coordenação de Apoio à Recomposição da Infraestrutura da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) - Projeto AMAN II.
O objetivo da reunião é apresentar as ações realizadas e as atividades em curso e definir responsabilidades para o apoio à recomposição da infraestrutura da AMAN.
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30/03/2015 - Sargento do exército é encontrado morto em Altamira

Felipe Moreira de Farias de 27 anos era sargento do Exército Brasileiro e foi encontrado morto na manhã do ultimo domingo(29) dentro de um carro em Altamira. Policiais militares e civis atenderam a ocorrência,  a causa morte não foi identificada, pois no corpo de Felipe não havia nenhuma evidência.

 O SAMU ainda chegou a ser acionado, mas eles constataram que Felipe não tinha mais nenhum sinal vital. Militares do exercito compareceram no local e isolaram a área. Peritos do Instituto Renato Chaves removeram o corpo de Felipe, em até 10 dias deve sair um laudo com a causa da morte.

Nota: A polícia civil está investigando a morte, uma testemunha que estaria com Felipe pouco antes dele ter falecido, prestou depoimento na delegacia. Mas tudo está sob sigilo.


Foto: José Antony
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30/03/2015 - FEB Série Heróis Esquecidos: 1º Ten Av Alberto Martins Torres do 1º GAvCa

Filho de um diplomata brasileiro, Alberto Martins Torres nasceu no dia   10/12/1919 em Norfolk, Virginia – EUA. Fez o curso primário em Munique, Alemanha, prosseguindo em Constantinopla, Turquia, o ginásio até o quarto ano.
Em janeiro de 1941 era criada a Força Aérea Brasileira, que já no seu início foi obrigada a preparar-se para o conflito e uma das medidas adotadas foi a de implantar sua Reserva Aérea. Como ainda era precária a formação de pilotos militares no Brasil, a FAB passou a enviar jovens civis voluntários para serem treinados nos Estados Unidos, aproveitando acordo recentemente assinado entre o Brasil e aquele país. Torres foi um dos primeiros voluntários e embarcou em um navio cargueiro americano sem escolta, rumo à Nova Iorque, cinco dias após o ataque a Pearl Harbor. Seu destino seria a Randolph Field, uma das melhores escolas de aviação do exército dos EUA, localizada no Texas. Ele declarou posteriormente que apenas se deu conta do perigo que passou durante os 14 dias de viagem quando, ao desembarcar, encontrou o povo americano mobilizado para a guerra. Foi uma sorte atravessar a rota Brasil – Estados Unidos, já infestada de submarinos alemães à caça de mercantes indefesos.
Terminado o curso nos Estados Unidos, o Aspirante Aviador Torres foi servir no 1º Grupo de Patrulha, Unidade de Combate sediada no Calabouço, Rio de Janeiro, equipada com o Lockheed Hudson A-28 e o Consolidated Catalina PBY-5. Foi depois enviado à Base Aeronaval da Marinha dos EUA, em Aratú, Bahia, para um estágio operacional, tornando-se apto a cumprir missões de patrulha e cobertura de comboios de navios mercantes que vinham sendo alvos de ataques dos submarinos do Eixo.
Torres não estava escalado para a missão do Catalina que atacou e afundou o submarino alemão U-199 na costa brasileira. O comandante do grupo só o escalou depois como tripulante extra.  Após a decolagem, ele acomodou-se no beliche para descansar. Cerca de meia hora depois, o 1º Ten Av Miranda Correa, que pilotava o avião, pediu-lhe para ocupar sua posição enquanto completava a plotagem da rota a ser seguida após Cabo Frio. Miranda Correa foi outro piloto que integrou o 1º Grupo de Caça na Itália. Era o oficial de informações do grupo. E foi no comando do Catalina que Torres recebeu uma mensagem cifrada da base indicando a presença de um submarino nas proximidades. Imediatamente rumou para o local indicado acelerando os motores. Ordenou que as metralhadoras fossem checadas, preparou as bombas de profundidade que equipavam o avião e continuou manobrando o avião para a posição de ataque, com Miranda Correa agora atuando como bombardeador. O U-199 foi atingido pelas bombas de profundidade do Catalina e foi ao fundo.
Torres foi mais um dos pilotos de patrulha que depois se integrariam ao 1º Grupo de Caça (1º GAvC) que combateu nos céus da Itália. É ele, sem dúvida, o grande ás da aviação militar brasileira. Além de ter sido o único piloto de patrulha a afundar comprovadamente um submarino inimigo, foi o piloto que cumpriu o maior número de missões ofensivas durante o período que esteve na Itália no  1º GAvC. Foram 99 missões ofensivas pilotando o caça Thunderbolt P-47.
Após o término da guerra, Torres foi um dos pilotos enviados aos Estados Unidos para trazerem caças Thunderbolt P-47 para o Brasil para incorporação à FAB.  E foi assim que ele regressou ao Brasil – pilotando um dos dezenove P-47 que saíram de Kelly Field, Texas, sob a liderança do Ten Cel Av. Nero Moura, comandante do 1º GAvC durante a Campanha da Itália. Aterrissaram  no Campo dos Afonsos, sendo recebidos pelo presidente Getúlio Vargas, em cerimônia solene, no dia 16 de julho de 1945.
Dentre as várias atividades exercidas por Alberto Martins Torres na vida civil se encontra a fundação da TABA (Transporte Aéreo da Bacia Amazônica). Foi também o coordenador do programa de agricultura do Acordo Brasil x EUA, conhecido como Ponto 4, desempenhando com competência uma atividade totalmente diferente de suas atividades anteriores. Na Texaco do Brasil S.A., desempenhou as funções de gerente do Departamento de Planejamento e Vendas. Em 1966, Torres implantou no Brasil a multinacional Brink’s – Transporte de Valores S.A., empresa pioneira nessa atividade no Brasil da qual passou a ser o Superintendente, cargo que exerceu por mais de 25 anos.
Este grande ás da Força Aérea Brasileira faleceu no dia 30 de dezembro de 2001, em São Paulo, aos 82 anos de idade.
Colaborador: Marcus Vinicius de Lima Arantes (mv-arantes@uol.com.br)
Fontes: Anotações Pessoais / Senta a Pua (Rui Moreira Lima) / Torpedo, o Terror no Atlântico (Marcus Vinicius de Lima Arantes)
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30/03/2015 - A NAÇÃO QUE SE SALVOU A SI MESMA - 31 de Março de 1964


A OAB, a Igreja Católica, a ABI, os Empresários, os Ruralistas, as Mulheres nas ruas, enfim, o Brasil pediu, em 1964, que as Forças Armadas dessem um basta na corrupção generalizada, nas greves e no comunismo que já estava aqui dentro.
“OS MILITARES CUMPRIRAM SUA MISSÃO, GARANTIRAM NOSSA LIBERDADE E DEMOCRACIA.”
Este sacrifício pela Pátria não foi em vão, contudo os vencidos de ontem, hoje, estão no poder com os mesmos propósitos, roubar nossa liberdade e comunizar o Brasil...
Assista ao vídeo de 23 segundos gravado para o horário político do meu partido.
Amanhã, 31 de março, às 11h30, estarei em frente ao Ministério da Defesa para comemorar esta data. Caso possível, peço sua presença.
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30/03/2015 - A insustentável máquina do governo


Os 39 ministérios de Dilma custam mais de R$ 400 bilhões por ano e empregam 113 mil apadrinhados. Só os salários consomem R$ 214 bilhões - quase quatro vezes o ajuste fiscal que a presidente quer fazer às custas da sociedade.

Izabelle Torres -ISTOE
Diante da necessidade imperativa de disciplinar as desordenadas contas públicas, legadas da farra fiscal praticada no mandato anterior, a presidente Dilma Rousseff impôs ao País um aperto de cintos. Anunciou como meta de sua segunda gestão um ajuste fiscal capaz de gerar uma folga de R$ 66 bilhões no Orçamento até o fim do ano.
O necessário ajuste seria digno de louvor se as medidas anunciadas até agora pela presidente não tivessem exigido sacrifícios apenas de um lado dessa equação: o dos cidadãos brasileiros. Mais uma vez, a conta da irresponsabilidade fiscal de gestões anteriores sobra para o contribuinte. Ao mesmo tempo em que aumenta impostos, encarece o custo de vida da população, ameaça suspender a desoneração de empresas e retira dos trabalhadores direitos previdenciários e trabalhistas, Dilma Rousseff segue no comando de uma bilionária máquina pública aparelhada, inchada e – o mais importante – ineficiente.
Na semana passada, pressionada por líderes no Congresso, especialmente do PMDB, a presidente sacou mais uma de suas promessas. “A ordem é gastar menos com Brasília e mais com o Brasil”, disse. A despeito do efeito publicitário indiscutível da frase, a presidente dá sinais de que seguirá na toada já recorrente de dizer uma coisa em público e praticar outra bem diferente no exercício do poder. O governo, na realidade, sempre resistiu em cortar na própria carne. Por isso, permanece desde 2010 com uma colossal estrutura administrativa composta por 39 ministérios, a maioria deles criados para acomodar apadrinhados políticos, cujos custos de manutenção – o chamado custeio – consomem por ano R$ 424 bilhões. Desse total, o gasto com pessoal atinge a inacreditável marca de R$ 214 bilhões, o equivalente a 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB) do País. Esse universo de servidores soma quase 900 mil pessoas distribuídas pela Esplanada, sendo 113.869 ocupantes de funções comissionadas e cargos de confiança, as chamadas nomeações políticas baseadas no critério do “quem indica. A credibilidade do governo está no fundo do poço, e é impossível imaginar a sociedade acreditando no ajuste fiscal sem que sejam tomadas medidas radicais para reduzir o tamanho dessa monumental máquina. Sem cortar na própria carne, o governo do PT não tem autoridade para pedir sacrifícios ou falar em ajuste fiscal”, afirmou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).
Não bastassem os 39 ministérios com seus milhares de cargos de indicação política, o que se vê hoje na Esplanada em Brasília é o claro desperdício do dinheiro público, facilmente ilustrado pelo excesso de regalias e benesses à disposição dos ocupantes do poder. A principal função do ministério da Pesca, por exemplo, é distribuir o seguro-defeso – espécie de seguro-desemprego pago a pescadores. A pouca expressividade da pasta não limita as vantagens e os benefícios de quem garantiu um cargo executivo no órgão provavelmente chancelado por algum partido aliado de Dilma. Segundo apurou ISTOÉ, há carros de luxo com motoristas disponíveis aos sete integrantes da cúpula do ministério para deslocamento em Brasília. O custo estimado com a regalia é de R$ 1,5 milhão por mês. Embora o ministério esteja constantemente ameaçado de extinção, a pasta vem se mantendo com estrutura que chama a atenção. São mil servidores em exercício, sendo 440 indicados políticos.
O benefício de ter carros e motoristas à disposição não é uma exclusividade do ministério da Pesca. Segundo gestores públicos ouvidos por ISTOÉ que já atuaram em diferentes órgãos do governo petista, pelo menos 28 das 39 pastas permitem a benesse para quem está até cinco níveis da hierarquia abaixo do ministro. Isso sem contar os celulares, os cartões corporativos e uma dezena de assessores cujas funções frequentemente coincidem. No ministério do Turismo, que tem uma estrutura mais enxuta e apenas 268 cargos de confiança, o que causa espécie é a quantidade de garçons e copeiras disponíveis para atender a cúpula da pasta. Segundo um dos servidores, há 16 funcionários para servir água e cafezinho aos executivos do ministério.
Embora prometa cortar despesas, Dilma e sua equipe econômica não querem ouvir falar em redução de pessoal, que consome muito mais do que os principais programas sociais do governo. O Bolsa Família, por exemplo, receberá R$ 27 bilhões – o correspondente a 12% do que o País gasta com servidores federais. Já a Saúde, considerada área prioritária para os brasileiros em todas as pesquisas realizadas, terá investimentos de R$ 109 bilhões neste ano. Custará, portanto, metade do gasto do governo com o funcionalismo. Atualmente, o ministério da Educação é a pasta com maior número de funcionários da Esplanada e serve para mostrar que o tamanho da máquina está longe de ser sinônimo de eficiência. No órgão, há mais de 44 mil cargos de confiança, além dos 285 mil efetivos. Nos últimos anos do governo Dilma, foram criadas 50 mil novas vagas. Em 2015, se a presidente preservar os recursos previstos para a pasta, serão R$ 101 bilhões destinados a cumprir a promessa utópica de campanha de transformar o Brasil em uma “pátria educadora”. Mas até aqui as demonstrações de gestão dadas pelo MEC são da mais completa ineficiência. Um exemplo é o programa de financiamento estudantil, o FIES. O governo flexibilizou as regras relacionadas aos fiadores dos estudantes e reduziu as taxas de juros. Mas falhou no controle dos preços das mensalidades e forçou a ampliação do programa sem analisar os reflexos financeiros. Um exemplo típico de má gestão em um órgão aparelhado por servidores.
FARRA DOS CARROS OFICIAIS
Não é rara a utilização dos veículos oficiais pelos ministros
fora do horário do expediente 
A Presidência da República figura em segundo lugar no ranking do número de servidores: emprega 6.969 pessoas. Os cargos vêm acompanhados das benesses, o que significam mais e mais gastos com o dinheiro do contribuinte. Em outubro do ano passado, para atender aos seus servidores, a Presidência comprou 130 taças de cristal por R$ 4,5 mil. No apagar das luzes de 2014, além de eletrodomésticos, toalhas de banho e de rosto, o Planalto adquiriu aparelhos de malhação e até roupões de banho. Ao todo, a conta saiu por R$ 262,8 mil. O conjunto de banho completo custou R$ 7,8 mil. Já a aquisição de 20 frigobares, 100 bebedouros e 30 fragmentadoras de papel custou ao órgão R$ 155,7 mil. A Presidência justificou a compra por eventuais atendimentos em cerimônias oficiais. Outros R$ 99,3 mil foram gastos pela Presidência na reposição de aparelhos de ginástica. Na lista, figuram um crossover angular, um banco extensor e outro flexor, um apolete, um crucifixo, duas esteiras eletrônicas e um smith machine (plataforma para a realização de vários exercícios). Segundo o órgão, a aquisição dos equipamentos ocorreu em função da necessidade de manutenção ou melhoria do treinamento de força e do condicionamento físico do pessoal da segurança e para melhoria da qualidade de vida dos servidores.
UNIDOS PELA REFORMA ADMINISTRATIVA
Os presidentes da Câmara e Senado, Eduardo Cunha e Renan
Calheiros, propõem a redução dos ministérios
A criação desenfreada de ministérios é obra recente da democracia do País e se acentuou na era petista no poder. O ex-presidente Getúlio Vargas (1951-54) contava com apenas 11 pastas de primeiro escalão. Juscelino Kubitschek (1956-61), 13. O governo Fernando Henrique Cardoso terminou seu mandato (1994-2002) com 24 órgãos. Lula (2003-2010), para abrigar a aliança que o elegeu, criou mais 11, chegando a 35 – um recorde até então. Dilma o superou: subiu para 39. O cenário de distribuição de poder em Brasília é uma anomalia especialmente se comparado a outros países, como França, Portugal, Espanha e Suécia, que possuem uma média de 15 ministérios. Para se ter uma ideia do despropósito do aparelhamento, quem hoje discute corte de ministérios como ocorre atualmente no Brasil é o pobre Moçambique, que possui 28 pastas e está sendo pressionado a reduzir a própria estrutura por países que o apóiam financeiramente. “Essa forma de gestão caminha na contramão da história e de tudo aquilo que seria o ideal para a administração pública, não só no Brasil, mas em qualquer País. A criação desses ministérios é uma forma de abrigar a base aliada do governo e acelera ainda mais as distorções dentro da máquina pública”, afirma José Matias-Pereira, professor de administração pública da Universidade de Brasília (UnB).
A necessidade de enxugamento da máquina administrativa ganhou eco durante a última campanha presidencial. O então candidato à presidência Aécio Neves (PSDB) propôs a fusão de ministérios, de modo a reduzir drasticamente os gastos e a estrutura governamental. Nos últimos dias, foi a vez de o PMDB encampar a bandeira da reforma administrativa. Como se não ocupasse fatia considerável da Esplanada e não exigisse a nomeação de um sem-número de afilhados políticos como condição ao apoio ao governo – a qualquer governo, diga-se – caciques peemedebistas, caso do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, querem limitar a 20 o número de ministérios. Um projeto de sua própria autoria já está em tramitação na Casa. Na semana passada, depois de discursar para empresários, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), engrossou o coro. Afirmou, em tom de ironia, que o momento exigia o lançamento pelo governo do programa Menos Ministérios, numa brincadeira com o programa Mais Médicos. Renan promete apoiar a proposta de Cunha. “Isso vai gerar menos cargos comissionados, menos desperdício e menos aparelhamento. Devemos aproveitar a oportunidade”, disse ele.
Pressionada pelo Congresso e pelos protestos nas ruas, Dilma pode ser forçada a repensar a estrutura da portentosa burocracia que ajudou a criar. No final da última semana, informações oriundas do Planalto deram conta de que um estudo teria sido encomendado à Casa Civil visando à redução no número de pastas. Resta saber se a presidente ficará mais uma vez na retórica ou atenderá ao clamor público.
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30/03/2015 - Conheça o processo de fabricação da munição CBC 30x173mm

Munição CBC 30x173 mm, o mais recente produto desenvolvido na linha de médios calibres da CBC, que será utilizado no novo blindado 6x6 do Exército Brasileiro, a VBTP-MR Guarani.
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30/03/2015 - 31 de Março, 12 de Abril e o memorial a João Goulart

Caros amigos
Contrariando até o comunista Oscar Niemayer, o governo do Distrito Federal pretende dar continuidade a um insano projeto do irresponsável e desonesto governador Agnelo Queiroz, do PT, e construir, com dinheiro de “não se sabe d’aonde”, em plena crise financeira nacional,  um memorial para um presidente que, antes de ser deposto pela vontade popular, abandonou o cargo e fugiu para o Uruguai!
João Goulart sequer foi eleito presidente! Era candidato a vice na chapa de oposição a Jânio Quadros, ou seja, era um vice que devia gozar de muito menos prestígio junto ao titular do que o atual, Sr Michel Temer.
Não era evidentemente comunista, era, isto sim, um oportunista, discípulo e conterrâneo de Getúlio Vargas e, como ele,  pecuarista de sucesso, dono de extensas propriedades rurais no Brasil e no exterior.
Sua fuga para o Uruguai não o afastou da atividade rural, pelo contrário, permitiu-lhe intensificar a dedicação ao mister produtivo, do qual, imagino, só se desviou para seguir os passos do líder Getúlio, de cuja consagração, como ditador por mais de 17 anos, julgava-se herdeiro.
Na busca de repetir a conquista, aproveitando-se da oportunidade que o acaso lhe oferecia, misturou-se à eterna esquerda radical – dissimulada, incompetente e traiçoeira – que, sempre atenta às brechas da circunstância, como um câncer, infiltrou-se no organismo do estado ao ponto de, em dado momento, declarar-se “no governo, à espreita do poder”!
Populista por formação, o pecuarista João Goulart julgava ser mais esperto do que seus aliados vermelhos e, desprezando a inteligência de todos os brasileiros, praticava uma política pendular entre a direita produtiva e a esquerda totalitária, obtendo como resultado o caos político, econômico e social que acabou por contaminar o tecido militar na forma de indisciplina e quebra da hierarquia.
Em uma visão míope da situação, agravada pela fragilidade de sua personalidade face à delirante influência de seu cunhado, o incendiário Leonel Brizola, Jango, a despeito do aconselhamento de seus mais honestos amigos, imaginando ter seus “aliados” sob controle, deixou-se levar pela ilusão da radicalização, apesar de todos os indícios e evidências de que seria vítima da índole traidora que, historicamente, caracteriza a obra da ideologia que dele se valia para conquistar o poder.
Jango estava no limbo de sofrer um golpe que, além de tirá-lo do governo, com certeza, o levaria à morte no paredão, como reza a cartilha e a tradição comunistas!
Salvou-o do triste e violento fim o contragolpe que, em 31 de março de 1964, representando a vontade nacional, mudou, para sempre, o rumo e o destino do Brasil.
Vivemos, hoje, situação semelhante à daquela época, todavia, a vontade nacional, outra vez, dá-se conta de que tem estado às margens da armadilha de que livrou-se há 51 anos e volta às ruas para manifestar seu repúdio à “nova traição dos mesmos traidores” que, desesperados, evocam um “exército do stédile” e até o nome e a triste memória de João Goulart (sua quase vítima de outrora, ou, o presidente que foi sem nunca ter sido) para criar no imaginário popular obstáculos à reação e à revolta que lhes está a frustrar mais uma tentativa de golpe!
A resposta à proposta inócua, intempestiva e inoportuna de um memorial à João Goulart será dada no próximo dia 12 de abril e estará embutida no conjunto do repúdio à todas as propostas – retrógradas, castradoras e desonestas – dos traidores que novamente ocupam o governo em busca do poder total.
O bom senso recomenda que retrocedam ou que aproveitem as promoções e comprem, com antecedência, suas passagens, só de ida, desta vez, para o “Reino Encantado de Maduro”, ao norte do Brasil.
Gen Bda Paulo Chagas
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30/03/2015 - Saiu a 6ª convocação dos candidatos STT

Saiu a 6ª convocação dos candidatos pré-selecionados para Sargento Técnico Temporário da 11ª Região Militar.
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30/03/2015 - Com RDC, governo contrata até mesmo obras sem projeto

30/03/2015 - Com RDC, governo contrata até mesmo obras sem projeto

Criado para agilizar o PAC, regime diferenciado agilizou corrupção
Obra da transposição do rio São Francisco em atraso.
O Regime Diferenciado de Contratação (RDC), uma esperteza criada no governo Lula para dar “celeridade” ao Programa de Aceleração do Crescimento, permite que o governo “queime etapas” em licitações e contrate empreiteiras que sequer têm projeto para realizar obras. Isso permite que empresas façam ofertas apenas para vencer a licitação e depois estabeleçam os custos reais do projeto através de aditivos.
A refinaria de Abreu e Lima, por exemplo, que inicialmente custaria cerca de R$ 2 bilhões, ganhou mais de R$ 18 bilhões em aditivos.
Através do RDC, só o vencedor da licitação tem a obrigação de criar um projeto para a obra; e o custo real só aparece após sua conclusão.
Na prática, o governo legalizou o superfaturamento: aditivos são sempre aprovados já que sem pagamentos as obras não andam. DP

Nota MB: adivinha na mão de quem vai explodir a Bomba término das obras?
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30/03/2015 - Brasil está em crise, mas financia metrô na Venezuela

BNDES usa US$1,6 bi do Tesouro em obra da Odebrecht em Caracas.
O Brasil dá calote no programa 'Minha Casa, Minha Vida' e paralisa o PAC, mas não falta dinheiro para a obra da Odebrecht em Caracas.
Custa US$ 1,6 bilhão (R$ 5,3 bilhões) ao contribuinte o financiamento do BNDES à empreiteira Odebrecht para construir a linha 5 do metrô de Caracas, capital venezuelana. O BNDES se alimenta do dinheiro do Tesouro Nacional, arrancado do bolso do contribuinte. A empreiteira, que é citada no escândalo de corrupção na Petrobras, foi responsável por três linhas do metrô de Caracas, além de outras obras no país.
Se não falta dinheiro brasileiro para o governo bolivariano de Nicolás Maduro, no Brasil o governo aplica calotes e cancela programas.
Para a reforma da linha 3 do metrô de Caracas o início da linha 4, a Odebrecht recebeu do BNDES US$ 194,6 milhões.
A Odebrecht atua na Venezuela desde 1992, mas foi em 2004, com as obras do metrô de Caracas, que a empresa deslanchou no país.
O “bondinho” de Caracas também foi construído pela Odebrecht, além da ponte do rio Orinoco e o “projeto agrário socialista” de Maracaibo. DP
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30/03/2015 - Troca de Cmdo no CML

Em cerimônia realizada hoje, no Palácio Duque de Caxias, o General de Exército Fernando Azevedo e Silva assumiu o Comando Militar do Leste.
Foto: Bruno Itan, EB
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30/03/2015 - Ministro Jaques Wagner defende maior participação feminina em missões de paz

Salvador (BA), 30/03/2015 – “Houve progresso nos últimos anos, mas muitos desafios ainda têm que ser enfrentados para que mais mulheres participem de operações de paz em postos decisórios.” A afirmação do ministro da Defesa, Jaques Wagner, norteou a abertura do Painel Independente de Alto Nível sobre Operações de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU), iniciado nesta segunda-feira, em Salvador (BA).

Foto: Jorge Cardoso
Ministro Wagner com o Prêmio Nobel, Ramos Horta (esquerda), e o embaixador Carlos Antonio da Rocha Paranhos
Atualmente, o Brasil possui militares do sexo feminino apenas na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah), onde cerca de dez profissionais atuam como jornalista, relações públicas e assessora jurídica, entre outras posições.
Na abertura do encontro, que segue até esta terça-feira (31), o titular da Defesa enfatizou, também, a importância de se pensar em mecanismos “para que menos mulheres e meninas sofram com a violência de gênero relacionada a conflitos”. De acordo com o ministro, “as operações de paz mobilizam uma grande quantidade de cidadãos de todas as partes do mundo que são desdobrados em alguns dos lugares mais instáveis e perigosos do planeta para contribuir para a paz”. “É fundamental dispor de regras e padrões operacionais que garantam a segurança desses homens e mulheres”, disse.
No evento, representantes da América Latina e Caribe apresentam propostas e trocam experiências da temática, que servirão de subsídio para a atualização do manual de operações de paz da ONU. “Precisamos saber o que mudar nessas missões, a começar por seus mecanismos de financiamento, visando a ampliar sua eficácia e sua legitimidade”, alertou  Jaques Wagner.
A renovação do documento que baliza a atuação dos chamados capacetes azuis das Nações Unidas, para o ministro, é fruto de uma mudança no panorama político e de segurança mundial. “As missões de paz contemporâneas têm estruturas diversificadas e multidimensionais, que já não podem ser compreendidas por meio de normas septuagenárias ou mesmo de categorias conceituais concebidas há mais de dez anos.”
E completou: “Situações de instabilidade e conflito estão sempre relacionadas com dinâmicas socioeconômicas, políticas e culturais complexas, profundamente enraizadas nas sociedades que recebem as missões de paz. Se as operações de paz da ONU não forem concebidas, implementadas e atualizadas levando-se em conta todos esses fatores, elas não terão êxito”.
Abertura
O líder do Painel sobre Operações de Paz, José Manuel Ramos-Horta, foi presidente do Timor-Leste, durante os anos de 2007 a 2012. Ele ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1996 pelo esforço em terminar com a opressão no seu país. Na mesa de abertura do evento, Ramos-Horta enfatizou que as missões desta natureza devem permanecer como ferramenta eficaz de manutenção da paz, mas ponderou que é preciso pensar em novas formas de se adaptar aos desenhos políticos atuais.

Foto: Jorge Cardoso
O Brasil possui mulheres militares na Minustah, onde cerca de dez profissionais atuam como jornalista, relações públicas e assessora jurídica.
O Brasil possui mulheres militares na Minustah, onde cerca de dez profissionais atuam como jornalista, relações públicas e assessora jurídica.
“Fazemos visitas às operações e realizamos workshops de proteção aos civis. América Latina e Caribe contribuem com tropas em um total de 6% do efetivo”, apontou. O presidente do painel incentivou os participantes a colaborar com soluções “ousadas” e “criativas” para a reformulação do manual da ONU. Todos os debates do seminário serão enviados para o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, em maio deste ano.
Já o vice-ministro de Assuntos Políticos do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Carlos Antonio da Rocha Paranhos, passou alguns dados que demonstram a magnitude das missões ao longo do globo terrestre. São 120 países que contribuem com militares e policiais e  120 mil homens e mulheres nos cinco continentes sob o símbolo da ONU.
“Os pilares das nossas operações são segurança, fortalecimento institucional, reconciliação nacional e desenvolvimento. Não se pode priorizar só a paz e negligenciar o avanço da nação”, explicou Paranhos.
Painel
O Painel Independente de Alto Nível sobre Operações de Paz da ONU foi criado em outubro de 2014, pela ONU. Tem o objetivo de avaliar o estado atual das operações de paz das Nações Unidas e identificar as necessidades que deverão emergir no futuro, como: maior proteção a civis em áreas de conflito, melhoria do desempenho das tropas, igualdade de gênero, novas tecnologias em apoio às operações e parcerias estratégicas, entre outros assuntos.
Durante cinco meses, o evento percorreu outros continentes, com encontros em Genebra, Bangladesh, Nova Iorque e Adis Abeba. Para este painel, estão reunidos no Brasil representantes de alto nível de quase todos os países da América Latina e Caribe, da área de Defesa, Segurança, Relações Exteriores, Academia e Sociedade Civil. Ao todo, participam 6 países da América do Sul, 10 da América Central e Caribe e 1 da América do Norte.

Por Marina Rocha
Assessoria de Comunicação
Ministério da Defesa
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30/03/2015 - Começa hoje, em Salvador, um encontro com 31 países

para revisar e atualizar a doutrina das operações de paz ONU. O Painel de Alto Nível sobre Operações de Paz da Organização das Nações Unidas vai discutir, entre outros, temas como proteção a civis, mulheres e crianças e melhoria do desempenho de tropas. Desde dezembro, o governo brasileiro colabora para a doutrina de Paz da ONU por meio dos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores. MD
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30/032015 - Comando Militar do Oeste tem novo comandante a partir desta segunda-feira

General Juarez Aparecido de Paula Cunha vai para a chefia do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT). THIAGO GOMES

A presidente Dilma Roussef nomeou, em decreto publicado nesta segunda-feira, o general Paulo Humberto César de Oliveira para assumir o Comando Militar do Oeste (CMO), em lugar do general Juarez Aparecido de Paula Cunha, que se encontra no cargo desde abril do ano passado. Antecedendo a nomeação, a presidente promoveu Paulo Humberto, até então na vice-chefia da Departamento Geral de Pessoal (DGP) do Exército, do posto de general de divisão ao posto máximo, de general de exército.
Conforme antecipado pelo Correio do Estado em fevereiro último, o general Juarez está indo para a chefia do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT). A troca de comando deve acontecer no final de abril, em Campo Grande.
As mudanças propostas pelo Alto Comando do Exército alcançarão outros níveis de comando no CMO, que tem jurisdição sobre o Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Com isso, Dilma Roussef movimentou o general de brigada Paulo Roberto de Oliveira, chefe do Estado-Maior do CMO, para o comando da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada. Para o seu lugar foi promovido a general de brigada e movimentado Denis Taveira Martins, que estava no posto de coronel.
O general de brigada José Fernando Iasbech, atual 4º subchefe do Estado-Maior do Exército, foi nomeado para o comando da 9ª Região Militar, em Campo Grande. O general Edson Henrique Ramires, que hoje ocupa este cargo, vai para o comando da 5ª Brigada de Cavalaria Blindada.
O general de brigada Pedro Paulo de Mello deixará o comando da 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira, de Corumbá, seguindo para a Diretoria de Material de Aviação do Exército. Para o seu lugar virá Jorge  Cardoso Martins, coronel promovido general de brigada.
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30/03/2015 - CMPA - Aniversário 103 anos

Porto Alegre (RS) - No dia 22 de março, o Colégio Militar de Porto Alegre completou 103 anos de criação.
As comemorações, cujo ponto alto aconteceram no dia 21 de março, iniciaram com a realização de dois torneios esportivos, o  Torneio Master de Futebol Society e a 1ª Copa Gabriel Marques de Futsal. As três primeiras atividades ocorreram no Salão Brasil, com o lançamento da Hyloea e da Antologia 2014, e com a exposição dos trabalhos do Projeto Cheguei ao CMPA. Em seguida foi realizada a formatura militar no Pátio Plácido de Castro. Durante o evento, foram concedidas as Medalhas de Aplicação e Estudo aos alunos melhores colocados em cada série no ano letivo de 2014. A seguir, foram condecoradas 12 personalidades civis e militares com o Diploma Amigo do CMPA. No prosseguimento da cerimônia, o Batalhão Escolar realizou o desfile, encerrado pela Banda Música, composta por alunos e ex-alunos e pela Fanfarra do 3º Regimento de Cavalaria de Guarda. Ocorreu, também, o desfile do Batalhão da Saudade, composto por ex-alunos e ex-integrantes do Casarão da Várzea.




Fotos: Divulgação
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30/03/2015- Inauguração do primeiro CFC Verde Oliva da Guarnição de Santa Maria

30/03/2015- Inauguração do primeiro CFC Verde Oliva da Guarnição de Santa Maria

Inauguração do primeiro CFC Verde Oliva da Guarnição de Santa Maria

Na manhã de sexta-feira, 27 de março, às 11h, foi inaugurado o “CFC Verde Oliva”, o primeiro Centro de Formação de Condutores instalado no interior de uma Organização Militar do Exército, sediada na Guarnição Federal de Santa Maria.

Crédito: Sd Albrecht / Inauguração do primeiro CFC Verde Oliva da Guarnição de Santa Maria

Inauguração do primeiro CFC Verde Oliva da Guarnição de Santa Maria
O CFC Verde Oliva, instalado no 4º Batalhão Logístico, será coordenado pelo Sargento Tauchem, possuidor do curso de instrutor do Departamento de Trânsito do Rio Grande do Sul (DETRAN-RS), e habilitado para atender turmas com, no máximo 25 militares, interessados em realizar a mudança de categoria da Carteira Nacional de Habilitação.

Crédito: Sd Albrecht / Inauguração do primeiro CFC Verde Oliva da Guarnição de Santa Maria

O ato de inauguração foi prestigiado pelo General de Brigada Mauro Sinott Lopes, Comandante da 6ª Brigada de Infantaria Blindada, o Diretor-Geral do DETRAN-RS, Ildo Mário Szinvelski, e comandantes de Organizações Militares da Guarnição. cmdo3de
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29/03/2015 - Brasil vai reformar usina por R$ 60 Milihões e doar para Bolívia

 País vai gastar R$ 60 mi na Térmica Rio Madeira, em Porto Velho
Pedido de doação da termelétrica foi feito diretamente por Evo Morales à Dilma (Foto: EFE)
Em meio a uma crise de energia sem precedentes no País e em busca de fontes alternativas para evitar um racionamento, o governo brasileiro vai gastar R$ 60 milhões para reformar e doar uma usina térmica para a Bolívia. O Ministério de Minas e Energia está nas tratativas finais para viabilizar a negociação.
A usina térmica Rio Madeira pertence à Eletronorte, uma das empresas do grupo Eletrobras. Inaugurada em 1989, ela foi uma das responsáveis por abastecer os estados de Rondônia e Acre por 20 anos. Com potência de 90 megawatts, o empreendimento fica em Porto Velho (RO) e é capaz de fornecer energia para uma cidade de 700 mil habitantes.
Segundo uma fonte, a usina precisa passar por uma "recauchutagem geral" para entrar novamente em operação. Antes de doá-la, a Eletronorte vai converter a usina para gás natural, combustível abundante na Bolívia.
Essa reforma, com o transporte e montagem na Bolívia, custará R$ 60 milhões. O dinheiro já foi transferido pelo governo para a Eletronorte, responsável pela reforma. Uma usina térmica nova, com capacidade de 100 MW, custa hoje em torno de R$ 100 milhões.
A transação está prestes a ser concluída pela estatal e depende apenas de um sinal verde do Ministério de Minas e Energia. A doação da usina faz parte dos compromissos bilaterais assumidos entre os dois países.
A térmica Rio Madeira foi desativada em outubro de 2009, quando o Estado de Rondônia foi conectado ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e passou a ser abastecido por hidrelétricas, que produzem energia mais barata.
Em janeiro de 2014, a fiscalização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) constatou que a usina, embora desligada, tinha condições de operar parcialmente. Seu prazo de concessão acabava apenas em 2018. No entanto, "devido ao alto custo de operação, esta dificilmente seria despachada".
Por essa razão, a Aneel declarou os bens da usina como "inservíveis à concessão de serviço público". Em 2010, cada megawatt-hora (MWh) produzido pela usina custava R$ 846,98. Atualmente, a térmica mais cara em operação no Brasil é a de Xavantes, também a movida a óleo diesel, com custo de operação de R$ 1.167 por MWh.
A conclusão da Aneel deu aval para a continuidade das negociações, que agora estão em fase final. Segundo uma fonte da Eletrobras a par do assunto, trata-se de uma "térmica de qualidade ruim", por isso o Brasil não faria questão de ficar com a planta.
Por meio de nota, o Ministério de Minas e Energia informou que o acordo teve como objetivo "promover a cooperação energética com a Bolívia". O ministério disse que a transferência de R$ 60 milhões foi autorizada por meio da Medida Provisória 625/2013.
O ministério informou ainda que os trâmites necessários para operacionalizar o acordo deveriam ser informados pela Eletronorte. Já a empresa declarou que o governo deveria se pronunciar sobre o assunto, já que se trata de uma negociação internacional.
O pedido de doação da termelétrica foi feito diretamente pelo presidente boliviano, Evo Morales, em uma reunião bilateral com Dilma Rousseff - a primeira entre os dois - durante a primeira Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos (Celac), na Venezuela, em dezembro de 2011.
No encontro, Evo explicou à presidente os problemas de energia e os apagões constantes enfrentados por seu país e pediu ajuda. Apesar de ser um dos maiores produtores de gás do mundo, a Bolívia não tem os equipamentos para transformá-lo em energia elétrica.
Dilma prometeu ceder então à Bolívia a termelétrica Rio Madeira, que estava sem uso no Brasil, mas que precisava ser reformada. O contrato seria de empréstimo por 10 anos, renováveis. Na prática, no entanto, o empréstimo se transformaria em uma doação, já que o custo de devolver a usina para o Brasil dificilmente compensaria.
A política de boa vizinhança, no entanto, tem por trás não apenas também necessidade de garantir a boa vontade dos bolivianos. Maior fornecedor de gás ao Brasil, o governo da Bolívia já aumentou duas vezes o preço do metro cúbico enviado ao País, mas garante o abastecimento de outras usinas brasileiras.
Além disso, o Brasil quer viabilizar a construção de uma hidrelétrica binacional, na divisa entre os dois países. Trata-se de um projeto antigo e discutido há anos pelos dois governos, sem ter nenhuma decisão prática até hoje.
O governo ainda terá que elaborar um memorando de entendimento para fazer a cessão formal à Bolívia, o que só deve acontecer quando a usina estiver pronta para ser enviada aos bolivianos. O ato também é enxergado como uma forma de melhorar a imagem do Brasil em La Paz, abalada desde a fuga do senador Roger Pinto Molina da embaixada brasileira, ajudado pelo diplomata Eduardo Sabóia.
A Bolívia continua sofrendo com apagões, especialmente no interior do país, para onde deve ser enviada a termelétrica do Rio Madeira. (AE) DP
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29/03/2015 - Ela é capaz e você?

Militar do 14º Regimento de Cavalaria Mecanizado, São Miguel do Oeste/SC, ultrapassa a Rede de Rastejo, um dos desafios da difícil Pista de Obstáculo.EB
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29/03/2015 - A VERDADE QUE NÃO QUER CALAR! ALERTA À NAÇÃO!

29/03/2015 - A VERDADE QUE NÃO QUER CALAR! ALERTA À NAÇÃO!

29/03/15 - A VERDADE QUE NÃO QUER CALAR! ALERTA À NAÇÃO!
Por General Marco Antonio Felício da Silva“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam,Não se importam, não se manifestam”Por General Marco Antonio Felício da SilvaEnganam-se aqueles que encaram como inativos, na acepção plena da palavra, àqueles que estão hoje na Reserva ou reformados das Forças Armadas, Somos aqueles que, em sua maioria, deram vida ao Exército Ativo, dos anos 50 aos anos 90 e criamos o Exército do presente, entregando-lhe uma Nação sob o império da lei e da ordem.Dos anos iniciais da década de 60 ao inicio dos anos 80, enfrentamos e vencemos a subversão e as guerrilhas urbana e rural comunistas. Ao mesmo tempo, apoiamos e sustentamos os governos vigentes e contribuímos para a grande transformação social e econômica do País.
Livramos a Nação da tirania marxista-leninista e entregamos aos governos da chamada “Nova República” a democracia em sua plenitude.
Apoiamos a negociação com os lídimos representantes da sociedade brasileira de então, o advento da anistia, ampla, geral e irrestrita, permitindo a pacificação da sociedade brasileira com o perdão para todos os contendores, não importando os crimes de motivação política cometidos. A volta à Pátria de todos aqueles que estavam fora do País, face injunções políticas, foi uma conseqüência da referida anistia.
Não somos mais, pela idade, os soldados profissionais de ontem, mas continuamos como soldados cidadãos, tendo a pele como farda. Somos aqueles que têm a consciência dos seus direitos e deveres políticos, que se interessam e se sentem, ainda, responsáveis pelo destino de sua Nação e têm vivo no coração o juramento solene de, por Ela, se for preciso, dar a própria vida.
Por tais motivos, ainda temos a capacidade de nos inflamarmos, como o estamos, agora, alertando a Nação para a possibilidade de fratura da sociedade brasileira, por elementos eivados de revanchismo, pleno de viés ideológico, na contramão da conciliação, da paz social e da História. E, assim, o estaremos enquanto necessário.
Além da criação da malfadada Comissão da Verdade, inconstitucional por ser verdadeiro tribunal de excessão, métodos nazi-fascistas, utilizados intensamente na Alemanha de Hitler, em países da extinta "Cortina de Ferro" e durante a sangrenta "Revolução Cultural", levada a efeito na China Comunista, já estão aqui sendo reproduzidos com a orientação de conhecidos agitadores comunistas, dirigentes do MST, Via-campesina e de outros movimentos ilegais, que têm a bevolência do governo e das autoridades responsáveis pela Segurança Pública. Usam grupos de jovens violentos, provocando terrorismo seletivo e indiscriminado, afrontando a lei vigente, ocorrências inaceitáveis para um regime que se diz democrático.
Mostramos a nossa união e a nossa força, traduzida por voz uníssona, conduzidos por dezenas de Chefes de outrora, respeitados como tal ainda hoje, e apoiados por milhares de civis.
Os cabelos brancos, a experiência de vida e o compromisso que temos com a Nação nos dão a moderação proporcional para cada enfrentamento.
Aos que conosco não se ombreiam, explicitamos com a clareza devida : Temos uma sagrada estrela guia : O respeito à lei e a união da Força !
Esta é a verdade que não quer calar !
Eles que venham! Por aqui, não passarão!
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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29/03/2015 - Exército, Igreja e MP são instituições que o brasileiro mais confia, diz FGV

O Ministério Público ocupa a terceira colocação dentre as instituições que o brasileiro mais confia, segundo o Índice de Confiança na Justiça da FGV Direito SP. O MP ficou atrás apenas das Forças Armadas e da Igreja Católica. A pesquisa foi aferida nos segundo e terceiro trimestres de 2014 e divulgada esta semana.

O presidente da Associação Piauiense do Ministério Público, Paulo Rubens Parente Rebouças, comenta o resultado da pesquisa: “Nos enche de grande satisfação e enorme responsabilidade ser a terceira instituição em credibilidade do país. O combate à corrupção e ao crime organizado e a investigação criminal pelo MP tem sido ferramentas de elucidação de crimes até outrora insolúveis e a população reconhece o trabalho de promotores e procuradores”, diz.

A instituição em que o brasileiro mais confia continua sendo as Forças Armadas, que passou de 66% para 68% entre 2013 e 2014, seguida pela Igreja Católica (56% para 59%), Ministério Público (45% para 50%); Grandes Empresas (37% para 43%); Imprensa Escrita (41% para 43%); Polícia (31% para 36%), Emissoras de TV (30% para 33%), Governo Federal (27% para 29%) e Congresso Nacional (15% para 19%).

O ICJBrasil mensura a confiança da população no Judiciário brasileiro desde 2009. Na pesquisa referente a 2014, foram entrevistadas 3.300 pessoas de oito unidades federativas (Amazonas, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Distrito Federal). A amostra representa 55% da população brasileira com 18 anos ou mais, segundo dados do Censo 2010. redacao@cidadeverde.com
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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29/03/2015 - Moradores do Leme dão abraço simbólico ao Forte e agradecem tombamento

 Na manhã deste domingo (29), cerca de 70 pessoas, de várias regiões da cidade, participaram de uma caminhada ecológica pelo Forte Duque de Caxias e deram um abraço simbólico no topo do morro, em reconhecimento ao decreto de tombamento assinado pelo prefeito Eduardo Paes, que considera a área patrimônio ambiental e turístico. Os moradores aproveitaram também para protestar contra a instalação do bondinho no local.
O grupo se encontrou na praça Júlio de Noronha, no Leme, às 10h, e seguiu em caminhada por 800 metros até o topo, onde se encontra o Forte Duque de Caxias. Ali ocorreu o abraço simbólico, onde, de mãos dadas, os presentes aproveitaram para agradecer ao prefeito e ao Exército Brasileiro e se manifestarem contra a instalação do teleférico que ligaria o Forte ao Morro do Pão de Açúcar. 
Moradores em "Abraço ao Forte" na manhã deste domingo (29). jb
O evento serviu também como passeio turístico. Segundo Plínio Senna, morador do bairro, "Os participantes conheceram este sítio histórico e aproveitaram a maravilhosa vista para a Zona Sul do Rio e de Niterói". 
O tombamento ainda não encerra as possibilidades de o bondinho ser instalado. Para que o projeto seja vetado de vez, falta apenas que o projeto de lei 41/2013, de autoria do vereador Paulo Messina (SD) seja votado, e aprovado, em segunda discussão na Câmara Municipal. O projeto tem como finalidade a proibição da construção de uma terceira linha do teleférico administrado pela Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar. Diversas outras manifestações já foram feitas pelos que são contra a extensão do teleférico, e há inclusive um movimento denominado "Salvem o Leme" que possui um abaixo-assinado online para os internautas dispostos a ajudar a causa. 
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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29/03/2015 - Suboficial da FAB revela paixão por helicópteros

Conheça a história de superação do Suboficial Tony
Fonte: Agência Força Aérea
O Suboficial Tony Jean Costa Martins é um apaixonado por helicópteros. O militar, em meio a um momento de tristeza, se dedicou ao sonho e foi aprovado pela Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).

Hoje, ele
é um dos tripulantes do Esquadrão Pantera (5º/8º GAV), sediado em Canoas (RS).

Conheça essa história de superação:
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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29/03/2015 - Operação Curare V destrói pistas clandestinas em garimpo de Roraima

29/03/2015 - Operação Curare V destrói pistas clandestinas em garimpo de Roraima

Ao todo, duas pistas foram inutilizadas; pistas auxiliavam garimpo ilegal.
Uma pista ficava às margens do rio Uraricoera e outra em área Yanomami.
Do G1 RR
Pista do Espadim, localizada às margens do Rio Uraricoera, no Noroeste de Roraima foi explodida pela Exército (Foto: Exército Brasileiro/Divulgação)Pista do Espadim, localizada às margens do Rio Uraricoera, no Noroeste de Roraima foi explodida pelo Exército (Foto: Exército Brasileiro/Divulgação)
Como parte da ações desenvolvidas na Operação 'Curare V', o Exército Brasileiro explodiu duas pistas clandestinas na região Noroeste de Roraima que davam suporte ao garimpo ilegal, segundo informações do serviço de inteligência da instituição. A operação, que tem como finalidade combater crimes transfronteiriços no estado, está sob o comando da 1ª Brigada de Infantaria de Selva.
Uma das pistas destruídas, a Pista do Espadim, ficava localizada às margens do rio Uraricoera, no extremo Noroeste de Roraima. A outra, que foi inutilizada nesse sábado (28), ficava no meio da selva, em área indigena Yanomami, também na mesma região do estado. De acordo com o Exército, foram utilizados 45 quilos de explosivos na operação.
Militares do Exército utilizaram a Aeronave Cougar para chegar às pistas clandestinas  (Foto: Exército Brasileiro/Divulgação)
Militares do Exército utilizaram a Aeronave Cougar
para chegar às pistas clandestinas
(Foto: Exército Brasileiro/Divulgação)
A 'Curare V', que ocorre em todo o arco fronteiriço e áreas indígenas de Roraima, tem como foco combater o narcotráfico, descaminho, tráfico de armas e munições, crimes ambientais, contrabando de veículos, imigração ilegal e o garimpo ilegal.
Dados da Operação
Nos 3 dias primeiros dias de operação, foram apreendidos, conforme informou o Exército, 245 litros de combustível que são avaliados em R$ 40 mil; 370 m³ de madeira de extração ilegal, que representam mais de R$ 110 mil; cerca de R$ 26 mil em material oriundo de garimpo e 3 veículos sem documentação.
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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