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29/09/2013 - Foi realizado o lançamento da pedra fundamental do Polo de Ciência e Tecnologia do Exército em Guaratiba


O evento marca o início da centralização geográfica de todo o sistema de ciência e tecnologia do Exército na região de Guaratiba
Da Redação


O Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército (DCT) realizou, em Guaratiba, no Rio de Janeiro, o lançamento da pedra fundamental do Polo de Ciência e Tecnologia de Guaratiba (PCTEG), um complexo que pretende agregar empresas, pesquisa acadêmica e Exército com o objetivo de produzir e desenvolver produtos de defesa para o Brasil.
O evento marca o início da centralização geográfica de todo o sistema de ciência e tecnologia do Exército na região de Guaratiba, bairro do Rio de Janeiro, como forma de otimizar os processos da área de ciência, tecnologia e inovação. Além do Centro de Avaliação do Exército (CAEx) e do Centro Tecnológico do Exército (CTEx), que já estão na localidade, o projeto contempla, entre outras medidas, a mudança do Arsenal de Guerra e do Instituto Militar de Engenharia (IME) para Guaratiba. Também está prevista a instalação de empresas nas imediações do Polo.
A solenidade foi realizada no CTEx e contou com a presença do Comandante do Exército, General de Exército Enzo Martins Peri, do Chefe do DCT, General de Exército Sinclair James Mayer, além de oficiais generais, parlamentares e empresários. O General Mayer assinou a Portaria de criação do Polo, a transferência do IME, a reestruturação do CTEx, bem como a ativação da Agência de Gestão da Informação (AGI) e do Centro de Desenvolvimento Industrial (CDI).
Fonte: Exército Brasileiro
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29/09/2013 - Terrorista vira herói nacional!

29/09/2013 - Terrorista vira herói nacional!

Terrorista vira herói nacional!
O batalhão Marechal Zenóbio da Costa virou batalhão Carlos Lamarca
26/09/2013   foto: Carlos Lamarca
E eu que cheguei a tomar a posição de sentido, prestar a minha continência e dizer que estava para o que desse e viesse com o comandante do CML. Que bobo fui.... Ainda ontem vi o pobre de um coronel, entregue às piranhas, abrindo os portões do seu quartel à sanha da politicalha de esquerda!

Aonde estava o comandante militar de área para segurar as pontas de um desalentado companheiro, perdido no tempo e no espaço pela falta de atitude de seus chefes e comandantes sempre engolindo sapos, sempre aceitando puxões de orelha, sempre subservientes aos nossos inimigos de crenças e tradições?

Aonde estão os oficiais-generais de quatro estrelas do alto comando que não se unem, não para dar um golpe, mas para fazerem chegar ao comandante da Força Terrestre que as "calcinhas" já foram arriadas em demasia e que mordomia, taifeiros, carros de representação e toques de corneta não valem a falta de atitude, a honra militar enxovalhada, o espírito de corpo atirado para o espaço?

Aonde estão as maiores autoridades oriundas do Exército, aquelas que, encasteladas no governo de uma terrorista revanchista, não levantam uma palha em defesa do respeito próprio pela Instituição? Covardia, omissão, acomodação, apego às benesses dos cargos! E olha que ainda tem gente nossa que acha que extrapolo quando digo estas verdades. De fato, não posso esquecer, tem muito "sapato alto" que não gosta do Bolsonaro, mas, ele estava lá sozinho. Infelizmente para atestar que nossos comandantes superiores não estão nem aí para a invasão de quartéis tradicionais, veteranos da "FEB", pelo antigo inimigo, traiçoeiro, um oponente odiento, vingativo, impiedoso, tiranicamente sem escrúpulos, que não titubeará, enquanto continuarmos "frouxos", em inaugurar, é de pasmar, dentro de unidade do Exército, um memorial em honra de terroristas notórios.

Que não se duvide, estes canalhas vão exigir formatura, com todas as honras e sinais de respeito e a presença de algum condestável "vaquinha de presépio". Quem sabe um "general choramingas", daqueles que se prestam a confraternizar com as multidões, jogando para a plateia a fim de ganhar "mariolas", abraços e beijinhos da "tia Joana".

Meus amigos, que ninguém duvide mais do meu posicionamento. Estarei pronto para retornar à "disciplina militar prestante" ao primeiro chefe militar da ativa que se impor como tal. A reserva está fazendo a sua parte e me orgulho de formar em suas fileiras, mas não podemos fazer mais do que isso, para tanto é preciso ter tropa na mão. Atualmente me movem, tão somente, a importância que dou a admiração dos subordinados que um dia comandei em outras oportunidades, a consideração dos superiores que privaram comigo, o respeito pela nossa Instituição e a lealdade que devo à Pátria!

O resto é o resto!

SELVA! BRASIL ACIMA DE TUDO!


Paulo Ricardo da Rocha Paiva
Coronel de Infantaria e Estado-Maior
paulopaiva47@yahoo.com.br

FONTE: JORNALDAPAULISTA

LEIA MAIS... Associação Nacional dos Militares do Brasil - ANMB
Isso é o que dá ter comandantes fracos e covardes que só sabem punir subordinados por melhores condições de trabalho e melhoria salarial. 
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29/09/2013 -  Motorista que dirigia na contramão na Dutra é cadete na Academia Militar

29/09/2013 - Motorista que dirigia na contramão na Dutra é cadete na Academia Militar


Ele provocou um acidente, na altura de Resende, deixando oito feridos.
Felipe Duarte de Oliveira tem 23 anos, diz assessoria.

O motorista que provocou um acidente ao dirigir na contramão na manhã deste domingo (29) pela Via Dutra, em Resende, RJ, é aluno da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), confirmou a academia. Felipe Duarte de Oliveira, de 23 anos, de Pirassununga (SP), é cadete no 3º ano do curso de Cavalaria. A assessoria de comunicação da Academia Militar afirma em nota que vai colaborar com as investigações.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista bateu de frente com outro veículo na pista sentido São Paulo. Oito pessoas ficaram feridas.
As vítimas foram encaminhadas para o Hospital de Emergência de Resende. Apenas o cadete permanece internado na unidade. Uma adolescente, de 17 anos, e uma jovem de 19, que estavam com ele no veículo, foram transferidos para hospitais particulares da cidade.
: Carlos Alberto Martins de Souza, 56 anos, dirigia no sentido correto da Via Dutra (Foto: Vinicius Lima/G1)Carlos Alberto Martins de Souza, 56 anos, dirigia
no sentido correto da Via Dutra
(Foto: Vinicius Lima/G1)
"A Aman colaborará com todas as iniciativas do Poder Público para apurar o fato. A Aman aguarda as decisões emanadas pelas autoridades competentes e colaborará com todas as ações para elucidar os fatos. Caso o militar tenha incorrido em qualquer desvio de conduta, a Aman procederá de acordo com o que prescreve a lei", informou a academia em nota.
G1 conversou com Carlos Alberto Martins de Souza, 56 anos, que dirigia um dos carros envolvidos no acidente. Ele disse que estava viajando com a família de Volta Redonda para Cachoeira Paulista. "O acidente estragou os planos da família. O motorista do outro carro estava voltando de uma farra com três mulheres. Ele estava em uma exposição agropecuária em Resende e estava indo para uma festa em Penedo."
Souza ficou com um hematoma no rosto. Ele estava com o filho Thiago Alberto Gomes de Souza, 29 anos, no banco de passageiro, mas ele não se feriu com gravidade. A mulher dele, Maria Gomes Santos Souza, 51 anos, estava no banco de trás com a nora, Luzia Maganha Vargas de Lorena, 26 anos, e a neta Antônia, de 2 meses.
Luzia foi transferida para um hospital particular da cidade. Maria Gomes sofreu um corte na testa, foi medicada e liberada. A criança não se feriu e passa bem.
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Carro de Carlos Alberto Martins de Souza ficou danificado após acidente na Via Dutra (Foto: Vinicius Lima/G1)Carro de Carlos Alberto Martins de Souza ficou danificado após acidente na Via Dutra (Foto: Vinicius Lima/G1)
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28/09/2013 - Cabo do exército é preso após atirar em duas pessoas em praça pública

28/09/2013 - Cabo do exército é preso após atirar em duas pessoas em praça pública

Após briga por causa de uma menor de idade, cabo do exército atira no próprio amigo e é preso

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Revólver calibre 38 encontrado com militar foi apreendido (Foto: Osvaldo Duarte)
Thalyta Andrade e Osvaldo Duarte
Uma confusão envolvendo um cabo o exército e uma adolescente acabou com dois baleados no início da madrugada de hoje (28) em Dourados. Segundo a polícia, o caso aconteceu por volta das 00h20, em frente a um posto localizado na região da avenidaMarcelino Pires no cruzamento com a rua Albino Torraca.
Conforme as informações apuradas pela Polícia Civil junto às testemunhas, o cabo Paulo André Zaratz Pinto, 39, teria ‘mexido’ com uma adolescente, que contou o fato ao namorado, também menor de idade. O rapaz resolveu então ir junto com um amigo, também menor de idade, ir tirar satisfações com o militar, que estava no local na companhia de Vagner de Oliveira, 23.
Houve uma discussão e Paulo então teria sacado uma arma e ameaçado o namorado da adolescente, e após uma confusão ele acabou atirando no próprio amigo, Wagner, que tentava impedi-lo de fazer justamente isso. Wagner foi atingido na região genital, e a bala que o atingiu também acabou acertando um adolescente de 16 anos, que acompanhava o rapaz que foi tirar satisfações por causa da namorada.
Paulo socorreu o amigo Wagner e o levou para o Hospital da Vida, para onde o adolescente, que foi atingido na perna, também foi encaminhado por conhecidos. Os dois permanecem internados, e o estado de saúde de ambos é considerado grave, no entanto, eles não correm risco de morte.
A Polícia Militar foi acionada e esteve no Hospital da Vida, onde acabou prendendo em flagrante o cabo do exército por lesão corporal dolosa grave. O revólver calibre 38 que estava com ele foi apreendido. Paulo foi encaminhado para o 1º Distrito Policial, e depois entregue ao comando do exército em Dourados. Segundo a Polícia Civil, ele já tinha passagem por homicídio.
FONTE: DOURADOSNEWS
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28/09/2013 - Forças Armadas já contam com 30 militares homossexuais reconhecidos

28/09/2013 - Forças Armadas já contam com 30 militares homossexuais reconhecidos


Marinha altera manual e 26 garantem a cônjuge direitos como dependente.
Justiça reconhece sargento gay; Exército mudará 'normas internas'.

O cabo reformado da Marinha João Silva e o companheiro, Claudio (Foto: Arquivo Pessoal)Caso do cabo João (à esquerda) foi um dos que
fizeram a Marinha mudar a norma para reconhecer o
dependente (Foto: Arquivo Pessoal)
Levantamento realizado pelo Ministério da Defesa a pedido do G1 aponta que as Forças Armadas registram ao menos 30 militares gays e lésbicas, que tiveram os cônjuges oficialmente reconhecidos como dependentes, garantindo acesso aos sistemas de saúde, de moradia e previdenciário. Os dados foram contabilizados até o mês de setembro deste ano.

O maior número é registrado na Marinha: são 26 militares, 23 deles apresentaram declaração de união estável e outros três, certidão de casamento. Já o Exército registra três pedidos, enquanto que a Aeronáutica diz que não é possível fazer um levantamento, pois o sistema de registro não faz essa distinção. Pelo menos um caso é confirmado: em abril, a FAB reconheceu como dependente o marido de um sargento homossexual que é controlador de voo no Recife (PE).

A tendência é que, agora, o registro de soldados homossexuais nos quartéis deva aumentar. Isso porque a Marinha já alterou as normas internas, acabando com termos como “mulher” ou “marido” e admitindo os dependentes apenas como “cônjuges”.

Exército está 'em processo de adequação de todas as normas que regulam a inclusão de dependentes em consequência de união homoafetiva'
O Exército, que teve o 1º homossexual reconhecido após decisão judicial em agosto, começa agora um processo para adequar “todas as normas internas” que tratam de inclusão de dependentes, buscando estender aos casais homossexuais todos os direitos concedidos aos heterossexuais.

Enquanto os manuais estão em adequação, os militares que possuírem uma união homoafetiva não precisarão mais recorrer à Justiça. Os pedidos, garante o Exército, serão reconhecidos administrativamente.
Segundo a Marinha, o alto número de registros ocorre devido a uma mudança feita no manual de Declaração de Dependentes e Beneficiários, chamada de DGPM-303. O texto, de 1996, sofreu revisões em outubro de 2011, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de equiparar os direitos de casais do mesmo sexo, e em 2013. A primeira alteração ocorreu após o cabo reformado João Batista Pereira da Silva, de 41 anos, brigar durante dois anos pelo reconhecimento do companheiro, Claudio Nascimento da Silva, de 40 anos. Casados no Rio de Janeiro, eles decidiram que "a Justiça não era o caminho".
Casal pernambuco sargento (Foto: Arquivo Pessoal)Sargento foi o primeiro a obter reconhecimento
da união homoafetiva no Exército
(Foto: Arquivo Pessoal)
“Queríamos que a Marinha mudasse as regras e que outros militares pudessem ser beneficiados sem ter que sofrer o que sofremos. Por isso optamos por brigar internamente, fazer a Marinha mudar, em vez de buscar o meio judicial”, diz Claudio, que é ativista GLBT e superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro.

“O Exército está atrasado. Hoje, os princípios são de igualdade. Não estamos mais no tempo da ditadura. Somos procurados por muitos militares que querem orientação e ficam com medo de preconceito nos quartéis”, acrescenta ele.

João foi marinheiro de gola por mais de 20 anos e diz ter enviado e-mails à Presidência e ao Ministério da Defesa até conseguir o registro do dependente. Com a união estável registrada desde 2010, o casal procurou, pela primeira vez, a Diretoria Geral de Pessoal da Marinha em abril de 2011. Foram vários "não" ouvidos até setembro de 2011, quando a Marinha os comunicou que o cadastro era possível. Contudo, explica João, na época eles já estavam com certidão de casamento e o órgão indeferiu o pedido, alegando que a equiparação de direitos só valia para uniões estáveis – e não para casamentos. Foi só em 24 de agosto do ano passado que os dois foram registrados, enfim, como um casal militar.

“Quando solicitamos a equiparação de direitos à Marinha, um oficial nos disse que éramos loucos, que os militares nunca reconheceriam um casal gay”, relembra Claudio.
Quando solicitamos a equiparação de direitos à Marinha, um oficial nos disse que éramos loucos, que os militares nunca reconheceriam um casal gay"
Claudio Nascimento da Silva,
companheiro de um cabo da Marinha
Mudanças em andamento
No Exército, as mudanças ainda estão em andamento após o Tribunal Regional Federal de Pernambuco determinar que um estudante de 21 anos seja reconhecido como companheiro de um sargento de 40. O praça largou a mulher em 2000, com quem tinha um casamento, por causa da paixão pelo estudante. O processo dele junto ao Comando Militar do Nordeste estava parado desde 2000.

Em primeira instância, um juiz federal negou preliminarmente o pedido de equiparação de direitos – alegou que a legislação em vigor para servidores públicos militares dispõe que a assistência médica só considera como dependente “a mulher” e os filhos do soldado. Já em agosto, o TRF de Pernambuco determinou que o Exército reconheça o casal. A Advocacia Geral da União (AGU) divulgou que não irá recorrer da decisão, mas um recurso sobre o valor a ser pago de custas judiciais adiou a homologação do caso.

“A União ainda não foi notificada e depois começa a correr um prazo de 30 dias até que transite em julgado. A partir de então o Exército terá que cumprir”, diz a advogada do sargento gay, Laurecília Ferraz.

“O Exército é uma instituição legalista, cumpre a lei. A notícia de que eles estão mudando as normas é bem-vinda, vai acelerar o processo de todos os demais. Para nós, é uma vitória este reconhecimento de direitos”, comemora a defensora.

Além do sargento de Recife, outros dois casos foram contabilizados no Exército: um já está regularizado e o outro está com homologação em andamento, mas também será atendido. A Força diz ter “perene compromisso de obediência às leis vigentes”. Já a Marinha diz que agiu “proativamente” na primeira revisão da norma, no sentido de se adequar à decisão do Supremo. A Aeronáutica diz que não faz distinção e que os documentos internos já usam o termo cônjuge.
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27/09/2013 - Após dois anos do incêndio, brasileiros retomam pesquisas na Antártica

A Marinha trabalha para levar cerca de 200 pesquisadores ao continente gelado até março de 2014


Quase dois anos após o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, em fevereiro de 2012, os pesquisadores brasileiros voltarão a trabalhar na região da base brasileira a partir de novembro. 

Até março, na 32ª edição da Operação Antártica (Operantar), estudiosos da biologia marinha e da meteorologia retomarão as pesquisas de campo acomodados nos módulos emergenciais, usados como estação provisória durante a reconstrução de Ferraz, localizada na Ilha Rei George, região da península antártica. 

— Para limpar a área da estação queimada e montar os módulos, tivemos de deixar os pesquisadores afastados de Ferraz por um verão. Agora, as atividades voltam ao normal — explica o capitão-de-mar-e-guerra Marcello Melo da Gama. 

Secretário-adjunto da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (Cirm), responsável pelo Programa Antártico Brasileiro (Proantar), Gama e seus colegas finalizam a logística da Operantar, que começa em 6 de outubro e será menor em comparação à edição anterior. 

Para devolver a normalidade à pesquisa, a Marinha mobilizou cinco navios no verão passado, três a mais do que o país costuma utilizar. Na oportunidade, os cientistas ficaram em embarcações, bases de outros países e acampamentos em diferentes regiões da Antártica. Já a nova Operantar voltará a usar os dois navios do programa, Ary Rongel e Almirante Maximiano, mais os refúgios e os módulos de Ferraz, que concentra cerca de um terço dos projetos científicos do Brasil no continente austral. Ao todo, a Marinha trabalha para levar cerca de 200 pesquisadores ao continente gelado até março de 2014. Do grupo, pelo menos 80 poderão usar os módulos emergenciais, divididos com militares e trabalhadores da reconstrução da estação. 

Os módulos são dotados de laboratórios, como química e meteorologia, e aquários. O transporte dos pesquisadores até a Ilha Rei George será feito pelo navio Ary Rongel, também usado para lançar acampamentos. Já o Maximiano terá foco em pesquisas oceanográficas. 

— Quem ficava em Ferraz passou o último ano em cima de dados já coletados. O uso dos módulos ajuda a recuperar o tempo perdido — prevê Jefferson Simões, Diretor do Centro Polar e Climático da UFRGS e delegado brasileiro no comitê internacional de pesquisa antártica. 

A Marinha espera lançar no primeiro trimestre de 2014 o "gelo fundamental", marco do começo físico da reconstrução da Estação Comandante Ferraz. Pelas previsões, a nova casa brasileira no continente austral, estimada em até R$ 120 milhões, pode ser inaugurada no verão de 2015. 

Para cumprir os prazos, a Marinha quer lançar em outubro a licitação da obra, aberta a estrangeiros, desde que associados a empresas brasileiras. Antes, aguarda para terça-feira a entrega do projeto-executivo da base, assinado pelo escritório Estúdio 41, vencedor de um concurso público, em parceria com a empresa portuguesa Afaconsult. 

O projeto detalha o prédio de 4,5 mil m², apto a acomodar 64 pessoas, dotado de espaços como laboratórios, biblioteca e centro cirúrgico. A estrutura usará fontes alternativas de energia e terá sistema inteligente de combate a incêndio. 

— A estação será moderna e eficiente, concebida em módulos, facilitando a construção em um ambiente com temperatura negativa e ventos acima dos 150 kmh/h — diz o capitão-de-mar-e-guerra Geraldo Juaçaba, coordenador da assessoria da Marinha que atua na reconstrução. 

Entregue, o projeto-executivo será avaliado pela Marinha, cientistas e técnicos de outras áreas do governo federal, como ministérios da Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente. Caso não haja disputas judiciais na licitação, o resultado sairá em dezembro, com o início da obra em fevereiro ou março. 

Os primeiro passos serão o estudo geotécnico e as fundações, de até 15 metros de profundidade. Ao longo de 2014, os módulos da estação serão montados e testados antes da viagem até a Antártica.

— Passado o incêndio e a reconstrução, a ciência brasileira terá uma estrutura melhor do que a anterior — avalia Jefferson Simões, delegado do comitê internacional de pesquisa antártica.
FONTE: ZERO HORA
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27/09/2013 - Com carros 'anfíbio', Exército faz operação conjunta com 6 países

Países são Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)

Durante duas semanas, do dia 16 a 27 de setembro, uma série de situações simuladas são apresentadas para treinamento do pessoal envolvido, para preparar as Forças Armadas
Foto: Marinha do Brasil / Divulgação
Junto com os outros seis Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) - Angola, Cabo Verde, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste - o Brasil, realiza a Operação Felino 2013, coordenada pelo Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, do Ministério da Defesa, e executada pela Marinha do Brasil. 
Durante duas semanas, do dia 16 a 27 de setembro, uma série de situações simuladas são apresentadas para treinamento do pessoal envolvido, para preparar as Forças Armadas participantes da CPLP para o eventual emprego em Operações de Paz e Assistência Humanitária, sob a proteção da Organização das Nações Unidas (ONU). 
Em 2013, aproximadamente 1 mil militares da Marinha do Brasil, Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira e dos demais países da CPLP participam das ações.
Países simulam exercício
Os exercícios foram ambientados em um cenário fictício de disputa territorial entre dois países de língua portuguesa: o Verde e o Amarelo. 
Após acordos internacionais, fica decidido que esse território passa a pertencer ao país Amarelo, que indenizará a população Verde instalada no local. No entanto, o acordo não é cumprido em sua totalidade, gerando insatisfação em grupos radicais de Amarelo e instabilidade entre os países. Faz-se necessária, então, a intervenção da ONU, que convida os Estados-membros da CPLP para integrar uma Força de Paz, liderada pelo Brasil.
Na manhã de segunda-feira, na praia de Itaoca (ES), oito carros Lagarta Anfíbio (CLAnf) participaram da ação. Eles fazem parte da Força de Fuzileiros da Esquadra.
Os carros Lagarta Anfíbio vencem ondas de até três metros de altura e embarcam 22 militares equipados e armados. 


Os carros possuem dois armamentos para proteção individual - uma metralhadora .50 e outra metralhadora 40 milímetros. Os veículos já foram empregados em sete operações de apoio a Segurança Pública do Rio de Janeiro.
fonte: terra
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26/09/2013 - Partido dos militares quer lançar Joaquim Barbosa à Presidência

Próximo da data limite para o registro, o Partido Militar Brasileiro corre contra o tempo para validar sua legenda. Objetivo é ser o autêntico partido de direita do País
por Paloma Rodrigues e Ricardo Rossetto — publicado 25/09/2013 04:57, última modificação 26/09/2013 14:55

O ministro do STF foi uma escolha praticamente unânime dentro das eleições internas do partido
Próximo da data limite para o registro da criação de partidos, o Partido Militar Brasileiro (PMB) corre contra o tempo para que a legenda seja regulamentada e possa concorrer nas próximas eleições. De acordo com as regras do Tribunal Superior Eleitoral, os partidos que quiserem lançar candidatos devem validar, até o dia 5 de outubro, as 492 mil assinaturas necessárias para a formalização de uma nova sigla. Caso consigam, a direção do partido pretende lançar o ministro Joaquim Barbosa como candidato à presidência.
Com o prazo apertado, o PMB deve simular a estratégia que a ex-ministra e possível candidata à presidência Marina Silva adotou com a sua Rede Sustentabilidade. Na ocasião, Marina pediu ao TSE uma tutela antecipada com relação ao encaminhamento das fichas de forma a mostrar que houve lentidão no processo de validação nos cartórios estaduais. Desde a redemocratização, em 1988, seria o 32º partido a ser criado no Brasil.
Apesar da pressa, o presidente de honra Capitão Augusto Rosa acredita que é bastante provável que as primeiras eleições do partido sejam em 2016, com votação para prefeitos e vereadores, mas mantém planos para uma possível disputa em 2014. “Acredito que para nós não haverá tempo hábil, então nós vamos apoiar algum candidato. Mas a Marina Silva pediu uma tutela antecipada ao TSE com relação ao encaminhamento de fichas. Se ela conseguir isso, nós também vamos pedir a tutela antecipada e lançar um candidato”.
O ministro do STF foi uma escolha praticamente unânime dentro das eleições internas do partido. A formalização do convite ainda não foi feita, mas o Capitão Augusto explica que já tem o discurso pronto para convidá-lo. “Eu tenho dúvida sobre se ele aceitaria, mas tenho esperança. Acho que ele já fez muito no Judiciário e é uma pessoa com ideiais. Tenho certeza que tem muito a oferecer no campo político”, completa.
Apesar da inclinação da maioria pelo ministro, existem oposições dentro do partido. O policial militar reformado Antonio Claudio Ventura, terceiro-secretário nacional. “Há dois anos, o partido queria o Eike Batista. Ele era um santo e agora olha o que acontece”. Ele diz acreditar que o futuro do partido é brilhante, desde que ele se abra verdadeiramente para a participação de civis.
O Partido Militar Brasileiro surge, segundo seu estatuto, para suprir a “‘necessidade" de a sociedade brasileira resgatar a ética, a moral e a honestidade na política nacional”, valores cultuados pelos militares.
Os pilares do futuro partido - que espera carregar a legenda 99, para mostrar o quanto são o “ponto extremo do outro lado”, o verdadeiro representante da direita no Brasil - são a segurança pública e a soberania nacional.
O objetivo é propor um plano mais rígido para o controle da criminalidade. Dentre as propostas estão o porte de arma para "o cidadão de bem", a redução da maioridade penal, o adicional noturno para militares e um firme posicionamento contra a legalização das drogas.
“Em 2002, quando eu fui candidato a deputado federal pela primeira vez, eu fiquei interessado em seis partidos, mas eu percebi que a conduta deles não era condizente com seus estatutos”, diz Capitão Augusto. “Até em relação às coligações, com partido de direita se ligando aos partidos de esquerda.”  Naquele ano, ele se candidatou a deputado federal pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) e agora está em seu terceiro mandado.
"Eu defendo a seguinte forma: a esquerda dá o peixe e a direita ensina a pescar”. Ele afirma reconhecer os avanços do País com relação à fome e à pobreza, mas diz não aprovar “essa iniciativa da esquerda de um assistencialismo exacerbado”. Segundo ele, o melhor futuro para o Brasil é com o “Estado mais ausente da vida do cidadão”.
A questão do nome levantou polêmica, em uma alusão ao período em que o País foi comandado pelos militares, entre 1964 e 1985. Segundo ele, a formação agora é diferente e incentiva a participação de civis.
“A classe politica está totalmente desacreditada. As pessoas perderam a confiança nos políticos e nos partidos políticos, mas as Forças Armadas seguem como as mais admiradas pela sociedade civil”, diz o Capitão.
FONTE: CARTACAPITAL
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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26/09/2013 - O futuro da missão de paz no Haiti

FONTE: DIALOGO By Rodrigo Pereira 

O General-de-Divisão Edson Leal Pujol foi designado Force Commander da MINUSTAH no dia 27 de março de 2013. (Foto: Rodrigo Pereira/for Diálogo)
No comando de mais de seis mil militares de 19 países, o General-de-Divisão Edson Leal Pujol, do Exército brasileiro, Force Commander da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti – MINUSTAH, compartilhou com Diálogo suas expectativas sobre o futuro da missão e fez uma análise crítica da possibilidade da redução do efetivo da Força de Paz no país.
Diálogo: Poderia traçar um panorama da MINUSTAH, em especial quais as forças engajadas no Haiti hoje?
General-de-Divisão Edson Leal Pujol: A missão de estabilização do Haiti (MINUSTAH), hoje, possui basicamente três componentes, são eles: o componente militar, que talvez para o Brasil seja a parte mais conhecida, devido à constante presença das tropas brasileiras desde o início da missão em 2004; o componente policial, e o componente civil. Isso inclui não somente a parte administrativa da ONU, que também cuida dos outros braços da missão, que não estão relacionados diretamente com a parte de segurança, mas também, por exemplo, a parte política, a civil, a do processo legal do fortalecimento do estado de direito do país e também os direitos humanos, dentre outros. Também se faz presente no país com o objetivo de estabilizar e fortalecer as instituições haitianas, as diversas agências da ONU e outros integrantes da comunidade internacional e organizações não-governamentais. Isso tudo compõe um quadro geral, que junto com as Nações Unidas, busca auxiliar o povo haitiano a se restabelecer e se reestruturar.
Diálogo: Quais são as principais dificuldades enfrentadas hoje pela missão?
Gen Div Pujol: É muito difícil delinear e enumerar, mas acredito que a grande dificuldade que podemos observar hoje é a situação do país. Alguns índices que conhecemos indicam que o Haiti é o mais pobre do hemisfério ocidental. Dentro do contexto da comunidade internacional, isso leva a crer que o país passa por uma série de dificuldades, em diversas áreas, não só na área de governança e democracia, mas na área de infraestrutura, educação, saúde, saneamento, somado a uma economia extremamente incipiente. O orçamento do Haiti depende 80% de ajuda internacional. Esses dados, por si só, já mostram que o país passa por uma dificuldade muito grande.
Se olharmos diversos países, em particular o Brasil, é possível observar a dificuldade que é vencer a pobreza. Levar educação e saúde para toda a população e levar aquilo que é necessário para o Estado prover o básico para a população já é difícil, imagina se computarmos que o país é o mais pobre do hemisfério ocidental. Nesse sentido, as Nações Unidas têm um desafio de cumprir uma série de objetivos, dentre eles foi estabelecer um ambiente seguro e estável, para que os demais organismos da ONU pudessem ajudar o próprio governo haitiano a fortalecer as instituições democráticas do país, buscando melhores condições de vida para o povo haitiano e um futuro melhor. Portanto, esses desafios estão presentes hoje, na área de educação, infraestrutura, estabelecimento de um estado de direito e manutenção da segurança do país.
Diálogo: Quais são os objetivos já alcançados pela MINUSTAH?
O General-de-Divisão Edson Leal Pujol ingressou no Exército brasileiro em
  1971. (Foto: Rodrigo Pereira/for Diálogo)
O General-de-Divisão Edson Leal Pujol ingressou no Exército brasileiro em 1971. (Foto: Rodrigo Pereira/for Diálogo)
Gen Div Pujol: Diria que, talvez, se nós olharmos nestes últimos nove anos, o único objetivo que efetivamente está assegurado até o presente momento foi um ambiente de segurança. Tudo isso devido ao fortalecimento das instituições haitianas e a presença das Nações Unidas, com um efetivo militar internacional de mais de seis mil homens e mais de dois mil policiais das Nações Unidas.
Diálogo: A missão hoje tem um caráter mais de polícia? Existe a necessidade de retirar parte do efetivo da ONU do Haiti?
Gen Div Pujol: Não vamos falar da necessidade de retirar, vamos falar da possibilidade de se reduzir o efetivo. Por quê? A missão foi dimensionada de acordo com as necessidades do país. Ocorreu todo um processo de estudo de situação e decisão, feito pelo DPKO - Departamento de Operações de Paz, e demais integrantes das Nações Unidas, que dimensionaram o tamanho da missão no Haiti em virtude dos problemas existentes. Ao longo desses nove anos a missão foi evoluindo, alguns objetivos foram alcançados e aqueles que não foram concretizados tiveram uma significativa melhora. Nesse contexto, existe a possibilidade da diminuição da presença internacional no Haiti, não só da parte militar, mas da missão como um todo. Portanto, tendo em vista que os objetivos vão sendo alcançados, as necessidades vão sendo redimensionadas. Então, hoje, eu não digo que existe uma necessidade de retirada de tropas ou do efetivo da ONU, mas sim uma possibilidade de a missão ser diminuída, por conta daquilo que já foi alcançado e pelas necessidades que são observadas. Todo ano a missão é revista. Nesse momento, já na fase final de discussão do novo mandato para a MINUSTAH que, acredito, deva culminar no meio de outubro com a sua renovação. Esse novo mandato vai dizer qual o novo tamanho e se houve alguma modificação nos objetivos da missão. Já temos ideia de que começou o processo de redução a partir do ano passado, concretizado em junho desse ano. Esse processo continua e deve continuar, mas o tamanho e a velocidade com que essa redução vai ocorrer só o tempo vai dizer.
Diálogo: Como será a MINUSTAH no futuro?
Gen Div Pujol: O que se imagina para o futuro é que ocorra uma mudança de foco da presença da ONU no Haiti e que o processo deixe ter um peso maior da parte militar e policial e passe a ser muito mais da parte política, dos diretos humanos e fortalecimento das instituições. A tendência é que, no futuro, à medida que os objetivos vão sendo alcançados, se passe muito mais para uma missão civil que uma missão militar.
Diálogo: Como o senhor avalia o desempenho dos militares brasileiros no Haiti?
Gen Div Pujol: Completei cinco meses de missão e, durante o meu comando, não só o desempenho dos militares brasileiros, mas dos demais militares que integram o Corpo de Paz, tem sido de altíssimo nível. Todos são muito profissionais e tem desempenhado de maneira excepcional as missões que eles recebem. Por tudo que já foi relatado, não só pelos meus antecessores, mas da própria história da presença da missão da ONU no Haiti, os militares têm desempenhado um papel excepcional, profissional e com resultados concretos. Particularmente os brasileiros, não só aqui na MINUSTAH, mas nas demais missões ao redor do mundo têm sido sempre apontados como referência pelo profissionalismo e pela maneira como têm alcançado os resultados das missões de paz. O soldado brasileiro é hoje uma referência, não só aqui no Haiti, mas para as Nações Unidas. Quando se fala em Brasil, nós somos muito respeitados pelo resultado do desempenho dos militares brasileiros.
Diálogo: O que de mais significativo o senhor poderia destacar no seu comando no Haiti?
Gen Div Pujol: O trabalho da missão já é por si só um trabalho significativo. O trabalho militar em ajudar o governo haitiano, a polícia haitiana e a UNPOL (Polícia da ONU) em manter um ambiente seguro e estável é muito significativo. Outro aspecto é a presença diária dos soldados das Nações Unidas, não só na capital Porto Príncipe como no restante do país, tentando dissuadir a criminalidade e também no trabalho de reconstrução do país e ajuda à população. Temos realizado trabalhos de ajuda humanitária, atividades de Ações Cívico-Sociais, ajuda às comunidades, trabalhos juntos nos campos de refugiados, ajudas a escolas e orfanatos, ajuda às demais agências da ONU como a UNICEF, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, UNESCO, Programa Mundial de Alimentação, no qual ajudamos distribuindo água e alimentos, prestamos também atendimento médico e odontológico, ou seja, provemos segurança para que essas agências possam trabalhar livremente no Haiti, em especial em áreas que são mais complicadas para o trabalho. O trabalho de ajuda e reconstrução, aliado ao trabalho de prover a segurança ao país é muito significativo. Com relação ao terremoto, eu não vivi essa experiência diretamente, mas se nós reportarmos a janeiro de 2010 quando ocorreu a tragédia, a presença das Nações Unidas, em particular a dos militares, foi excepcional. O trabalho foi extremamente significativo e, com certeza, se as Nações Unidas não estivessem aqui, o número de vítimas seria muito maior, pois o trabalho de resgate tardaria mais e seria mais difícil o acesso da ajuda internacional no Haiti. Esse talvez seja o marco mais significativo da presença da ONU e da ajuda na reconstrução do Haiti.
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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26/09/2013 - Soldado do Exército é preso por assalto a residência

Um soldado do Exército identificado como Washington de Sousa Menezes, foi preso por assalto a uma residência de onde foi levado um notebook no bairro Ipueiras, em Picos. O fato aconteceu às 21h desta quarta-feira (25).

           Fotos: Folha Atual

De acordo com o tenente coronel Wagner Torres, comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar de Picos, Washington estava pilotando uma moto YBR de cor preta, com um primo, quando abordou uma família que estava na calçada de casa. O primo que estava na garupa desceu e roubou o notebook de um dos moradores que estava no local, foram feitos dois disparos durante o assalto, mas ninguém ficou ferido.

Durante a fuga, a dupla foi perseguida pela Força Tática quando caiu em uma rua sem saída e correu por um matagal que havia no local. As equipes da Força Tática se dividiram e enquanto uma perseguia a dupla pelo mato, a outra localizou a residência do acusado pela placa da moto abandonada no local, mas não conseguiu prender o acusado.

Moto apreendida no local

Cerca de meia hora depois ao chegar em casa, o próprio Washington ligou para a Polícia, denunciando um suposto roubo de sua moto. "Após o crime ele ligou dizendo que tinha sido furtado e que ele queria saber onde estava a moto. Os policiais muito perspicazes, desconfiaram da história e começaram a colher informações, fizeram várias perguntas e ele não soube responder, ficou nervoso e acabou confessando o crime", explicou o coronel.

O acusado confessou que havia enterrado o notebook e levou os policiais até o local, onde o objeto foi recuperado. Washington informou ainda o endereço do primo, mas a Polícia, ainda não conseguiu localiza-lo. "É só uma questão de tempo. Estamos em busca, ele já foi identificado e logo deve ser preso", informou Wagner Torres.

Procurado pelo Cidadeverde.com, o 3º Batalhão de Engenharia de Construção do Exército, emitiu nota oficial, confirmando que o soldado foi preso e informa que ele ficará preso no local, à disposição da justiça.

Veja a nota na íntegra:

Hoje por volta das 0:20 h, a polícia militar da cidade de Picos-PI entrou em contato com o 3º Batalhão de Engenharia de Construção (3º BEC), informado que o Sd EB Washington de Sousa Meneses, havia sido conduzido;  por volta das 23:30 h do dia anterior, para a central de flagrantes da cidade de Picos, por ter sido autuado por assalto a mão armada.

O militar foi transferido para a prisão do 3º BEC, onde ficará à disposição da Justiça.



Exército abre sindicância para decidir sobre soldado preso em roubo

O tenente coronel Félix, do Exército, informou que o soldado identificado como Washington de Sousa Meneses poderá ser expulso dos quadros da corporação após ser preso em flagrante praticando assalto a uma residência no bairro Itaueiras, em Picos.  Fotos: Folha Atual

O fato aconteceu na última quarta-feira (25). Segundo a polícia, ele estava pilotando uma moto preta com um primo quando abordou uma família que estava na calçada da casa. O primo desceu e roubou um notebook, tendo disparado durante o assalto. 


De acordo com o tenente do Exército, qualquer ato que manche a imagem da corporação deve ser investigado. A sindicância tem o prazo de 30 dias. "Isso será necessário para apurar a permanência dele ou não nas forças armadas", finalizou. O processo corre a cargo da Polícia Civil.

jordanacury@cidadeverde.com

Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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