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- Tragédia anunciada

- Tragédia anunciada


29/06 - Tragédia anunciada
Gen Marco Antonio Felício da Silva
Recentemente, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, segundo jornais de circulação nacional, oficiou o Ministério da Defesa, cobrando providências contra militar que orientava outros oficias a não comparecerem, caso convocados, para depoimentos à Comissão da Verdade, chamada pelo referido oficial de “Comissão da Mentira”. A citada Procuradoria afirma que tal manifestação “poderá vir a ser enquadrada pela autoridade competente como crime contra a paz pública, incorrendo seu subscritor, em tese, por incitação ao crime, por convocar outros militares à prática dos crimes de supressão de documentos, de desobediência e de falso testemunho", Afirma, ainda, a Procuradoria, que o texto divulgado pelo citado oficial “preocupa ao conclamar os quartéis à prontidão, citando a existência de "inimigos" da pátria". "Em que pese as críticas naturais e salutares à democracia, nos preocupa o tom pejorativo do documento, ao classificá-la como "comissão da calúnia". A Procuradoria cobrou que “esse tipo de manifestação seja repelida no âmbito institucional”.
Não há dúvidas de que o referido oficial nada mais é do que um simples bode expiatório, centro de uma manobra de intimidação, pois, externou pensamento, repetindo o já publicado na mídia nacional e o veiculado na Internet, intensamente, até mesmo por jurista respeitado e conhecido. Todos,  mostrando que os designados para compor a dita Comissão, além de não responderem à competência necessária, não têm a isenção requerida tendo em vista as finalidades do trabalho a realizar.
Qual o motivo da Procuradoria não denunciar a todos esses?
Ademais, que crime cometeu o referido Oficial? O da supressão de documentos de propriedade particular, talvez, diários ou anotações do dia a dia? O da desobediência e falso testemunho se a Lei que criou a referida Comissão não obriga ninguém a atender a qualquer convocação da mesma? Se a lei vigente não obriga a ninguém a revelar qualquer coisa que, possivelmente, o incrimine? O crime de aconselhar, abertamente, em relação ao comportamento de companheiros? Ou não estamos vivendo em um regime democrático?
Não seria melhor e mais produtivo para a Nação a Promotoria denunciar o que se passa no Congresso Nacional e no âmbito da CPI do “Cachoeira”, onde tudo leva a crer que nada será apurado, embora tenha sido descoberta a maior rede de corrupção deste País, permeando todos os poderes da República, abarcando os últimos governos?
Creio que seria mais adequado à Promotoria denunciar o Coordenador da Comissão da Verdade, Sr. Gilson Dipp e um de seus auxilares, o advogado José Carlos Dias, pois, ao assumirem os respectivos cargos, afirmaram, publicamente, que caberia à Comissão da Verdade ouvir e investigar os dois lados, agentes do Estado e guerrilheiros e terroristas subversivos, que cometeram supostamente os crimes capitulados na lei que a criou. Entretanto, no dia 12 de Junho de 2012, à página 11, do Caderno O PAÍS, do Jornal O Globo, o Sr. Gilson Dipp afirmou que “o caráter da Comissão da Verdade será o de apurar os crimes cometidos pelo Estado e não os dois lados do conflito durante o regime militar: - Quais os dois lados? Vamos procurar as graves violações aos direitos humanos. Quem comete graves violações? A lei diz isso (que se trata de violações do Estado)”. O Sr, José Carlos Dias o acompanhou nas afirmações acima.
Colaborando com a Procuradoria de DH, duvido que o Ministro Gilson Dipp prove que a lei afirme o que disse, transcrito acima, entre aspas, ao jornal O GLOBO, pois, a lei é clara. Então, vejamos:
                                  Art. 1o Fica criada, no âmbito da Casa Civil da Presidência da República, a Comissão Nacional da Verdade, com a finalidade de examinar e esclarecer as graves violações de direitos humanos praticadas no período fixado no art. 8o do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional.
                                                                   -----------------------
Art. 3o São objetivos da Comissão Nacional da Verdade:
I - esclarecer os fatos e as circunstâncias dos casos de graves violações de direitos humanos mencionados no caput do art. 1o;
II - promover o esclarecimento circunstanciado dos casos de torturas, mortes, desaparecimentos forçados, ocultação de cadáveres e sua autoria, ainda que ocorridos no exterior;
III - identificar e tornar públicos as estruturas, os locais, as instituições e as circunstâncias relacionados à prática de violações de direitos humanos mencionadas no caput do art. 1o, suas eventuais ramificações nos diversos aparelhos estatais e na sociedade;
                                                                   --------------------
Fatos como esse é que levam a que muitos chamem a Comissão da Verdade de “Comissão da Mentira’, pois, jamais, sem ouvir e investigar os dois lados, a verdade aparecerá. Por exemplo: O que desejavam aqueles que iniciaram a luta armada, embora sabendo que nada mais cruel que qualquer tipo de guerra? Desejavam, com apoio externo, a instauração, no Brasil, de uma ditadura comunista, sanguinária tal como o foi em todo o mundo onde proliferou. Nada de democracia ou de respeito aos direitos humanos e às liberdades individuais e coletivas. Entretanto, mentindo, sempre mentindo, afirmam que lutavam pela democracia!
Falando em luta armada, seria interessante que a Procuradoria dos Direitos Humanos denunciasse os chamados escrachos, levados a efeito por organizações reconhecidamente revolucionárias e comunistas, ao arrepio da lei, copiando antigos métodos, nazi-fascistas e comunistas, de violação de direitos individuais e coletivos, com velhos e conhecidos dirigentes agitadores, estimulando jovens à intimidação e à violência, traduzindo um aleijado Estado de Direito e, a qualquer momento, por revolta e desespero, uma lamentável tragédia anunciada.
fonte: averdadesufocada
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- AGU tenta liberar concursos do Exército e da Marinha no STF

- AGU tenta liberar concursos do Exército e da Marinha no STF

Última sessão do semestre
Na última sessão do semestre, que acontece nesta manhã no STF, a Advocacia-Geral da União vai tentar convencer os ministros a prorrogarem até o fim do ano a validade de editais de concursos do Exército e da Marinha (Leia mais em Concursos suspensos) que colocam itens como idade, peso e altura nos critérios de seleção.
Atualmente, vinte concursos estão suspensos, sendo doze da Marinha e oito do Exército.
A AGU acredita que até o fim do ano o Congresso vai conseguir aprovar leis para garantir que as Forças Armadas usem tais critérios seus editais.
Todo o problema teve inicio no ano passado, quando o STF entendeu que, sem uma lei específica, não poderia impedir que senhores de idade ou fora de forma ingressassem no no Exército através dos concursos.
Por Lauro Jardim  fonte: veja
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- Exército passa controle da Penha para o Bope

- Exército passa controle da Penha para o Bope


Exército passa controle da Penha para o Bope
    29 Jun 2012
 Troca de comando oficial ocorre dois dias antes do fim do convênio do Ministério da Defesa com o governo do Rio

MARCELO GOMES / RIO - O Estado de S.Paulo


Dois dias antes do término do convênio firmado em 2010 entre o Ministério da Defesa e o governo do Rio, o Exército entregou ontem à Polícia Militar o controle oficial das últimas duas favelas do Complexo da Penha, na zona norte, que ainda estavam ocupadas pelos militares.
Em um ano e meio de atuação, a Força apreendeu cerca de 20 mil papelotes de cocaína, 8 mil trouxinhas de maconha, 800 pedras de crack e 26 armas. "Aqui era o centro logístico operacional da facção criminosa que dominava essa região e levava terror ao Rio. Hoje não temos mais isso. O que temos é um tráfico de drogas local, de consumidores locais, como em qualquer outra comunidade. Não é mais uma favela exportadora de droga", disse o general de brigada Carlos Sarmento, comandante da Força de Pacificação do Exército. "Desde a pacificação, não houve um tiro de arma pesada."
Segundo o Estado noticiou no dia 18, os 18 meses de ocupação do Exército custaram R$ 333 milhões aos cofres federais.
Por volta das 5h30, cerca de 500 policiais militares de diversas unidades especializadas, coordenadas pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope), ocuparam as Favelas Vila Cruzeiro e Parque Proletário. A previsão é de que a tropa permaneça nas duas favelas por um mês, até a inauguração das duas últimas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) na região. via resenha
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- Exército cria regras mais duras para quem lida com explosivos

- Exército cria regras mais duras para quem lida com explosivos


Exército cria regras mais duras para quem lida com explosivos

Instituição também desenvolve ações com as polícias civil e militar.
Baixada Santista já soma 40 casos de ataques a caixas eletrônicos.

Do G1 Santos
O Exército Brasileiro passou a criar regras mais duras para quem lida com explosivos. A polícia vai intensificar a investigação sobre a origem dos artefatos usados por bandidos para furtar dinheiro de caixas eletrônicos. O objetivo é reduzir este tipo de crime na Baixada Santista, no litoral de São Paulo.
As cenas de caixas eletrônicos destruídos por explosivos viraram rotina nos noticiários. Só neste ano foram registrados 40 casos na Baixada Santista, sendo 18 só na cidade de Guarujá. O grande número de ataques fez o Exército endurecer as regras de segurança para quem fabrica, vende ou usa explosivos que vão da produção e armazentamento ao transporte.
"O objetivo dessa intensificação de atividades é aumentar o controle com relação ao explosivo, e certamente trazer uma tranquilidade com relação à utilização e manuseio desse material explosivo dentro da nossa área", explica o tenente-coronel da 1º Brigada de Artilharia Anti-Aérea, Lecínio Alves Tavares.
Operações conjuntas do Exército e das polícias Civil e Militar também foram aplicadas. A primeira foi neste mês de junho. "Uma operação interagência reúne órgãos de segurança, como o Exército Brasileiro, órgãos tributários municipais e estaduais, que em colaboração e parceria fazem uma atividade para determinado fim. No nosso caso foi intensificar a operação de verificação e controle de explosivos em pedreiras e outras instalações", explica o tenente-coronel.
Para a Delegacia de Investigações Gerais, o endurecimento nas regras será fundamental para reduzir os índices dessa modalidade de crime. "Não é uma exclusividade desta região a utilização de explosivos nos caixas eletrônicos. No Guarujá houve uma apreensão de material. Nós faremos uma análise para ver de onde está vindo este material e nós vamos percorrer o caminho inverso", afirma o delegado Luiz Henrique Artaxo.
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28/06/2012 - Vagas são para Motorista e Mecânico

28/06/2012 - Vagas são para Motorista e Mecânico






Vagas são para Motorista e Mecânico

O Comando da 7ª Região Militar e 7ª Divisão de Exército (7ª RM-7ª DE), que abrange a área dos Estados de Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, por intermédio do seu Comandante, no uso de suas atribuições, torna público e estabelece normas específicas para abertura das inscrições e a realização do processo seletivo, no período de 26 de junho a 19 de julho de 2012 (Seleção Especial) e de 20 a 31 de julho de 2012 (Seleção Complementar e designação final), para incorporação ou reincorporação, e prestação do Serviço Militar voluntário pelos profissionais habilitados nos termos deste Aviso, de forma transitória e por tempo determinado, para o exercício de atividades profissionais no âmbito do Exército Brasileiro (EB), os quais serão incorporados na situação de Cabo Especialista Temporário (CET) do Núcleo-Base, nos termos da legislação em vigor.
fonte:   http://www.7rm7de.eb.mil.br/ 
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- Batalha fictícia entre argentinos e brasileiros chega ao ápice

- Batalha fictícia entre argentinos e brasileiros chega ao ápice


Operação Guarani

Batalha fictícia entre argentinos e brasileiros chega ao ápice

Mais de 1,1 mil militares e 210 viaturas participam de ação conjunta na Argentina
Soldados dos dois países fazem ação simultânea
Soldados dos dois países fazem ação simultâneaRodrigo Allram,Exército Brasileiro / Divulgação
Os militares envolvidos na Operação Guarani - maior exercício conjunto entre Brasil e Argentina, desde o século XIX — vivem há três dias batalhas fictícias intensas. Os exercícios, que envolvem cerca de 1.200 militares e 210 viaturas, simulam a entrada do Exército Brasileiro em território argentino para aliar-se ao país vizinho (Exército Azul), invadido por uma guerrilha (Exército Vermelho). A ação ocorre no município argentino de Apostoles, província de Misiones, cerca de 100 quilômetros a oeste de São Borja (RS).
Num dos pontos culminantes, quarta-feira, o ataque veio do céu. Dois helicópteros equipados com metralhadoras abriram fogo contra dois blindados, um Urutu e um Cascavel, da tropa comandada pelo Aspirante Mossi, comandante do 3º Pelotão Cavalaria Mecanizada de Santiago (RS). O contra-ataque foi rápido e eficiente. A munição era de festim, mas o combate foi real, compara Mossi. Os militares estão sempre de prontidão para bloquear o inimigo, mas sem informação alguma sobre quando e como os ataques vão acontecer.
—Para nós que estamos aqui, tudo é muito real e o fator surpresa ajuda a aumentar nossa tensão. Além disso, momentos adversos são cruciais, como ataques noturnos, quando não sabemos de onde vem o inimigo— descreve o soldado Miguel, há quatros anos no Exército Argentino. Ele avalia que preparo psicológico e físico são fundamentais para uma operação como essa. Ele permaneceu 16 horas na mesma posição, com recomenações para não perder a atenção.
A Operação Guarani prossegue até sexta-feira, quando militares dos dois países farão visitas e ações de ajuda a uma escola de Misiones. Os dois exércitos também farão demonstração de dois ataques, para melhorar a integração entre as forças."
Os oficiais que coordenam a ação conjunta acreditam que o entrosamento está perfeito. A próxima edição da Operação Guarani deve ocorrer dentro de dois anos, em território brasileiro.  fonte: zerohora
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- Projeto-piloto prevê sistema de monitoramento de fronteiras em MS

- Projeto-piloto prevê sistema de monitoramento de fronteiras em MS


Projeto-piloto prevê sistema de monitoramento de fronteiras em MS

Sensores, câmeras e radares serão usados no combate à criminalidade.
Mato Grosso do Sul foi escolhido pelo Exército para receber projeto-piloto.

Do G1 MS
Mato Grosso do Sul foi escolhido para a implantação de um projeto piloto de monitoramento de fronteiras. Sensores, câmeras de alta precisão e radares serão usados pelo Exército Brasileiro no combate a crimes como tráfico de drogas e contrabando.
O projeto deve começar a ser implantado na região de Dourados, próximo à fronteira com o Paraguai, onde será montado um centro de comando. Em Corumbá, que faz fronteira com a Bolívia, a implantação será coordenada pela 18ª Brigada de Fronteira. Desde o início do ano, já foram realizadas reuniões para definir as estratégias para implantação do sistema.
Por enquanto, o projeto está em fase de planejamento. A previsão é que o monitoramento das fronteiras com alta tecnologia seja colocado em prática daqui a dez anos. De acordo com o Exército, o tempo será necessário para que a indústria nacional se prepare para fornecer os equipamentos tecnológicos necessários para o funcionamento do sistema.
O país tem quase 17 mil km de fronteira. Em mato grosso do sul, a área é de 900 km. As linhas internacionais do estado são rotas de passagem para o tráfico de maconha e cocaína.  fonte: g1
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- Casa da Morte pode virar museu

- Casa da Morte pode virar museu


Casa da Morte pode virar museu
28 Jun 2012
Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis fez pedido há dois anos
Chico Otávio, Juliana Dal Piva e Marcelo Remígio
A prefeitura de Petrópolis quer transformar a Casa da Morte - aparelho clandestino montado pelo Centro de Informações do Exército (CIE) - em um Centro de Memória, Verdade e Justiça. A proposta foi apresentada ao município pelo Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis (CDDH) e pretende resgatar a História dos anos de chumbo. O município já começou o levantamento patrimonial do imóvel, que pode ser desapropriado, e depois tombado, ainda este ano. A transformação da casa em centro se arrasta há dois anos por falta de verbas. O município alega não ter recursos para a compra e aguarda a garantia de repasse de dinheiro por parte do governo federal.
Presidente do CDDH, Maria da Glória Guerra afirma que a criação do Centro de Memória, Verdade e Justiça vai evitar que a História da Casa da Morte se perca com o tempo e irá colaborar com as investigações dos desaparecidos políticos.
- Países como Argentina e Chile têm locais dedicados à memória do período das ditaduras. Será um centro de referência sobre o que ocorreu durante os governos militares em nosso país. Muitos jovens não têm conhecimento do que aconteceu no Brasil nessa época. O centro também vai valorizar a preservação dos direitos humanos. Nós lançamos a proposta. Cabe, agora, ao poder público, seja municipal ou federal, abraçar a ideia - diz Maria da Glória.
O projeto de desapropriação da Casa da Morte não é novo. Em 1981, proposta apresentada à Câmara Municipal de Petrópolis sugeriu o tombamento do imóvel, atualmente descaracterizado e transformado em moradia. Por pressão de militares, vereadores da época rejeitaram o projeto. O atual dono do imóvel, o engenheiro Renato Firmento de Noronha, resiste ao tombamento do local. De acordo com o CDDH, Noronha chegou a colocar em xeque o funcionamento do aparelho de repressão na casa durante reunião sobre a desapropriação. Noronha tem evitado falar sobre a proposta.
- Essa proposta foi apresentada em 2010 pelo CDDH e não foi adiante. Participei da reunião, mas não fui comunicado até hoje de qualquer decisão sobre a desapropriação. Por isso, não posso falar ainda sobre a desapropriação - afirmou Noronha.
Já o prefeito de Petrópolis, Paulo Mustrangi, reclama do curto orçamento da cidade para realizar o projeto.
- Precisamos de recursos para a desapropriação e contamos, para isso, com o governo federal. Tenho plena consciência da importância daquele espaço. Nossa meta é criar condições jurídicas para a implantação, no local, de um centro de pesquisa que reúna material sobre o período após o golpe de 1964 - explicou.
A avaliação do imóvel será encaminhada à Comissão Especial Sobre Mortos e Desaparecidos Políticos da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, para que o governo federal decida sobre a desapropriação. O imóvel foi comprado por Noronha em 1979 e não teve seu valor atualizado - ainda consta na prefeitura a quantia de 150 mil cruzeiros. A casa, na Rua Artur Barbosa, fica próxima ao valorizado Centro Histórico de Petrópolis.  via resenha
 
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- Governo adia outra vez compra de caças para Aeronáutica

- Governo adia outra vez compra de caças para Aeronáutica


Governo adia outra vez compra de caças para Aeronáutica
28 Jun 2012
Postergação ocorre porque Planalto alega ser inoportuno gasto de R$ 16 bi em meio à crise 
ELIANE CANTANHÊDE
Apesar de o ministro Celso Amorim (Defesa) ter dito no Congresso que o novo caça da Aeronáutica seria anunciado ainda neste semestre, o governo brasileiro enviou carta aos Estados Unidos, à França e à Suécia pedindo a extensão das propostas até 31 de dezembro. 
O Brasil, representado pela Aeronáutica, solicita no texto que os três governos e as empresas concorrentes -a Boeing norte-americana, a Dassault francesa e a Saab sueca- mantenham até a nova data os termos, as condições e os valores das propostas concluídas ainda no mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e já atualizadas ao menos duas vezes.  via resenha continue lendo...
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- Senado aprova MP que libera recursos para reconstrução de estação brasileira na Antártica

- Senado aprova MP que libera recursos para reconstrução de estação brasileira na Antártica




Senado aprova MP que libera recursos para reconstrução de estação brasileira na Antártica Armada de Chile/Divulgação
Imagem da Armada de Chile mostra fogo consumindo a estação brasileira em fevereiro deste anoFoto: Armada de Chile / Divulgação

Senado aprova MP que libera recursos para reconstrução de estação brasileira na Antártica

 governo libera crédito extraordinário de R$ 40 milhões para obras da Estação Antártica Comandante Ferraz, que pegou fogo no início deste ano

O plenário do Senado aprovou a Medida Provisória 560/2012, que libera recursos para a reconstrução da base militar brasileira na Antártica. Por meio da medida, o governo libera crédito extraordinário de R$ 40 milhões ao Ministério da Defesa para começar as obras de limpeza do terreno e de reconstrução da Estação Antártica Comandante Ferraz, que pegou fogo no início deste ano.
Os recursos liberados pela MP vão servir, também, para cobrir despesas com a retirada de uma chata (embarcação com fundo chato), que afundou em dezembro do ano passado em frente à estação brasileira na Antártica. A retirada dos escombros deve começar no verão austral, em outubro.
Como o texto da medida provisória não foi alterado por deputados e nem por senadores, a matéria seguiu para promulgação do presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney (PMDB-AP).
AGÊNCIA BRASIL/ via zero hora
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- Presidenta reconhece e agradece participação das Forças Armadas  na Rio+20

- Presidenta reconhece e agradece participação das Forças Armadas na Rio+20


Presidenta reconhece e agradece participação das Forças Armadas
na Rio+20

Presidenta Dilma Rousseff

No dia 25 de junho, no Palácio do Planalto, a Presidenta da República Dilma Rousseff realizou uma reunião para avaliação dos resultados da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.
A Presidenta declarou-se muito satisfeita com o resultado do evento e, em especial, manifestou seu reconhecimento às Forças Armadas pela prontidão ao prover a segurança da Conferência, contribuindo para uma "festa de democracia", onde as manifestações populares foram pacíficas e ordeiras.
Também foram elogiados o elevado grau de profissionalismo e a dedicação demonstrados pelos militares envolvidos na realização da Rio+20.
Participaram da reunião os seguintes Ministros de Estado: Casa Civil, Gleisi Hoffmann; Defesa, Embaixador Celso Amorim; Relações Exteriores, Embaixador Antônio Patriota; Desenvolvimento Social, Tereza Campello; Meio Ambiente, Izabella Teixeira; Secretaria-Geral, Gilberto Carvalho; Gabinete de Segurança Institucional, General José Elito Carvalho Siqueira; Relações Institucionais, Ideli Salvatti; e Comunicação Social, Helena Chagas, além do Assessor Especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia. fonte: mar
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- PAC Equipamentos destina R$ 1,5 bilhão para as Forças Armadas

- PAC Equipamentos destina R$ 1,5 bilhão para as Forças Armadas


PAC Equipamentos destina R$ 1,5 bilhão para Ministério da Defesa

27/06/2012 - 18h37
Stênio Ribeiro
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Equipamentos, anunciado hoje (27) pelo governo, destina R$ 1,527 bilhão para a compra de equipamentos para as Forças Armadas. De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Defesa, serão adquiridos 4.170 caminhões, 40 carros de combate Guarani e 30 veículos lançadores de mísseis Astros 2020. Todos de fabricação nacional.
A maior parte do dinheiro, R$ 939,6 milhões, será para a compra de caminhões de diferentes tipos e modelos, destinados ao transporte de tropas e de cargas, além de carros-pipa para combate a incêndio. Esses veículos vão se somar aos 900 inicialmente previstos, totalizando encomenda de 5.070 caminhões neste ano.
O Ministério da Defesa vai empregar R$ 342,4 milhões na aquisição dos blindados Guarani, produzidos pela empresa Iveco, em Minas Gerais. Projetado pelo Exército, trata-se de um carro anfíbio sobre rodas que vai substituir, gradualmente, os blindados Urutu e Cascavel, fabricados pela Engesa há mais de 30 anos. A aquisição dos veículos lançadores de foguetes terra-terra, fabricados pela Avibrás, em São Paulo, vai custar R$ 245 milhões.
Nota do Ministério da Defesa assegura que os blindados Guarani e os lançadores Astros 2020 são projetos estratégicos no Plano de Articulação e Equipamento de Defesa, em fase de conclusão, que orientará as aquisições de material bélico das Forças Armadas até 2030. Ressalta, ainda, que blindados e lançadores funcionarão também como estímulo à inovação e à produção nacional de meios tecnologicamente avançados.
 
Edição: Rivadavia Severo
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- Nove empresas foram autuadas por irregularidades em Mato Grosso

- Nove empresas foram autuadas por irregularidades em Mato Grosso


Nove empresas foram autuadas por irregularidades em Mato Grosso

Divulgação Internet
O Exército Brasileiro por meio do Comando Militar Oeste fiscalizou 60 empresas localizadas em 43 municípios do Estado do Mato Grosso, na operação “Pedreira”, realizada de 20 a 23 de junho. Nove delas foram autuadas por estarem em situação irregular.
A operação tinha o objetivo de realizar vistorias em locais de desmonte de rochas, pedreiras e empresas terceirizadas de responsabilidade da 9ª Região Militar.
A Operação Pedreira reuniu 86 militares do Comando do Comando Militar do Oeste e da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada, além de integrantes dos Órgãos de Segurança Pública do Estado do Mato Grosso, que usaram 20 viaturas, 3 embarcações, e dois helicópteros.
 A polícia civil esteve presente com policiais da Diretoria de Inteligência e Gerência de Operações Especiais (GOE).
Da Redação com Assessoria Publicado em : 27/06/2012 às 17:00

fonte: folhadoestado
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- Juiz condena militar que saiu da prisão para roubar

- Juiz condena militar que saiu da prisão para roubar


Juiz condena militar que saiu da prisão para roubar
O juiz Rodrigo José Meano Brito, da 14ª Vara Criminal da Capital, condenou Adriano Vitório da Silva, vulgo “Menor”, e Tiago da Silva Lima a seis anos de reclusão, em regime fechado, pelo roubo do veículo Fiat Siena. O crime foi praticado no período em que Menor esteve acautelado sob a responsabilidade do 57º Batalhão de Infantaria Motorizado do Exército Brasileiro, por determinação da Justiça do Rio. Para o juiz, ficou claro que o Adriano Vitório saiu da prisão para roubar.
 ”Há uma peculiaridade neste processo que deixou este magistrado perplexo, tendo em vista que, embora haja provas nos autos de que o acusado Adriano se encontrava preso por determinação do juízo da 28ª Vara Criminal e acautelado pelo Exército Brasileiro, o fato é que enquanto esteve acautelado sob a responsabilidade do 57º Batalhão de Infantaria Motorizado do Exército Brasileiro o acusado, inexplicavelmente, deixou a prisão e cometeu o crime de roubo narrado na denúncia”, afirmou o juiz.
Segundo o magistrado, a vítima, Jorge Luiz de Jesus Viana, reconheceu o militar como um dos autores do roubo “ao afirmar que pensou se tratar de uma criança, dada a compleição física do acusado, quando percebeu que Adriano se postou a frente do carro e apontou-lhe uma arma de fogo ao anunciar o roubo”, destacou.
Em sua decisão, ele determinou que uma cópia integral dos autos seja encaminhada ao Comando Geral do Exército, bem como ao Ministério Público Militar e Federal, para que sejam apuradas as responsabilidades administrativa e criminal. Um ofício também será encaminhado ao secretário de Administração Penitenciária para que a transferência de Adriano Vitório para uma das unidades da Polinter seja providenciada imediatamente.
De acordo com a denúncia, os réus abordaram a vítima na Rua Mizael de Mendonça, esquina com Avenida Meriti. De posse de uma arma de fogo, Menor entrou na frente do veículo, rendendo a vítima, enquanto Tiago da Silva assumiu a direção do Fiat Siena. Após revistar o motorista e subtrair seus pertences, eles fugiram em direção à Rodovia Presidente Dutra. A vítima acionou a polícia, sendo Tiago preso em um lava-jato nas imediações do Jardim América. Ele confessou o crime e apontou Menor como seu comparsa.
 Processo nº 0130369312010.8.19.0001
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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- Exército Brasileiro e Argentino na Operação Guarani

- Exército Brasileiro e Argentino na Operação Guarani


27 de Junho, 2012 - 10:30 ( Brasília )

BR - AR - Exército Brasileiro e Argentino na Operação Guarani


Tropas brasileiras e argentinas lado a lado na Operação Guarani Foto: Comunicação Social da Operação Guarani 2012
Misiones (Argentina) - Às 18h de segunda-feira (26/6), iniciou oficialmente o exercício no terreno da Operação Guarani 2012. Cerca de 1200 militares e 210 viaturas dos dois exércitos estão trabalhando no exercício combinado que visa o adestramento das tropas e a integração das Forças.
Todos os militares participantes da Operação estão em posições estratégicas desempenhando seus papéis em um quadro de guerra convencional.
Entendendo o Exercício
Trata-se de um exercício combinado de combate convencional, que conta com a participação da 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, cujo quartel-general se localiza em Santiago-RS, e da Brigada de Infantaria de Monte XII, da Argentina. Essas tropas formam uma Força Tarefa pertencente ao Exército Azul, que tem como oponente um fictício Exército Vermelho.
Foi criada uma situação de conflito para orientar o treinamento, onde Forças Vermelhas tomam a iniciativa e atacam as Forças Azuis. Estas são obrigadas a recuar, trocando espaço por tempo, ao mesmo tempo em que buscam desgastar o inimigo, realizando o que é conhecido na terminologia militar como ação retardadora.
O objetivo dos azuis é atrasar o adversário, para que o seu Exército se mobilize e possa combater de igual para igual contra os Vermelhos e, em fases posteriores, contra-atacar para recuperar o território cedido inicialmente ao invasor.
Números da Operação
Miltares:
Força azul: mais de 1100 integrantes
Força vermelha: mais de 60 militares (formado por uma Cia de Caçadores)
Blindados:
Brasil – 8 Cascavel e 9 Urutu (incluindo 1 oficina)
Argentina: 3 Panhard
Helicópteros
Brasil: 1 modelo HA-1
Argentina: 2 modelos UH-1H
Saiba mais sobre a Operação Guarani
A atividade é um exercício militar conjunto realizado entre os exércitos dos dois países, que está acontecendo entre os dias 23 e 30 de junho, na  região de Apóstoles, na Província de Missiones, na República Argentina. Durante este período, a rivalidade no esporte dará lugar a busca por objetivos em comum, como estreitar laços de amizade, confiança e cooperação entre os Exércitos dos dois países.
As reuniões entre representantes dos dois países tiveram início em julho de 2011. Após confirmada a autorização do Congresso Nacional Argentino para a entrada de tropa brasileira em seu território, iniciou-se a mobilização.
A Operação será um marco na cooperação entre os dois Exércitos, pois é, desde o século XIX, o primeiro exercício combinado ambientado num quadro de guerra convencional.
Da parte do Exército Argentino, participarão a Brigada de Infantaria de Monte 30 e três Companhias de Caçadores da Brigada de Infantaria de Monte nº XII, e por parte do Exército Brasileiro será empregado um Esquadrão de Cavalaria Mecanizado da 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada.
Além de aproximar os Exércitos, a Operação Guarani também visa a proporcionar o intercâmbio de experiências na produção de planos e ordens, estimular a utilização de múltiplos recursos  e trabalho conjunto na execução de operações combinadas.
Mais informações:
Na página da Operação Guarani no site do Comando Militar do Sul: http://www.cms.eb.mil.br/
fonte: defesanet
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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- Exército investiga se aluno causou queda de instrutor paraquedista no Campo dos Afonsos Para major, alguém pode ter esbarrado na alavanca no momento do salto

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Exército investiga se aluno causou queda de instrutor paraquedista no Campo dos Afonsos
Para major, alguém pode ter esbarrado na alavanca no momento do salto

Felipe de Oliveira
exército
O militar, que sofreu duas fraturas na perna e uma no braço, foi levado inicialmente para o Hospital Geral do Rio de Janeiro - Jadson Marques / R7
O Exército informou na manhã desta terça-feira (26) que está investigando a possibilidade de um aluno ter causado o acidente envolvendo o instrutor paraquedista, que caiu durante um treinamento, no Campo dos Afonsos, na zona norte do Rio de Janeiro.
De acordo com o major Abelardo Prisco, existe a possibilidade do paraquedas reserva ter sido acionado acidentalmente durante o salto de algum aluno.
— Uma das hipóteses investigada é de que o paraquedas tenha sido acionado no momento do salto de um aluno. Alguém pode ter esbarrado no gancho, que é extremamente sensível, ocorrendo o acionamento automático.
O militar ainda resalta que outras hipóteses também estão sendo investigadas, mas devido a experiência do capitão e inspeção diária dos equipamentos, a chance de o equipamento ter sido acionado por terceiros se torna ainda maior.
— Temos três linhas de investigação, falha no equipamento, o militar ter acionado ou terem esbarrado no gancho. Mas como todos os equipamentos são vistoriados, e ele tinha um nível alto de experiência, a principal linha de trabalho é o acionamento acidental por terem esbarrado durante o salto.

Investigação acidente
Após o acidente com um militar paraquedista na manhã de segunda-feira (25), o Exército informou que abriu um inquérito para investigar os problemas que levaram à queda do instrutor durante um treinamento no Campo dos Afonsos, na zona norte do Rio de Janeiro.
De acordo com o major Abelardo Prisco, o capitão, que já atuava como instrutor há cerca de um ano, foi lançado para fora da aeronave.
— Ocorreu algum acionamento prematuro do paraquedas reserva, no momento que o militar ainda estava na aeronave. Como ele estava em uma área próxima à porta, o que é comum aos instrutores, ele foi ejetado. Ao acionar o paraquedas principal, os dois se enroscaram e ele acabou caindo em uma velocidade maior.
Ainda segundo o major, um inquérito foi aberto para investigar os possíveis problemas ocorridos com o paraquedas.
— Foi aberto um inquérito para investigar as causas do acidente. É uma medida padrão da Brigada Paraquedista. Quando ocorre um acidente, todos os especialistas são chamados e o material e a situação são analisados.
O Exército informou também que, o militar, que sofreu duas fraturas na perna e uma no braço, foi transferido para o HCE (Hospital Central do Exército). Seu estado de saúde é considerado estável, mas não há previsão de alta.

R7

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